
It is a time of war. Galbadia, a Global Superpower, has declared war on Dollet, a country whose training academy is home to two personalities: the hot-headed Seifer and the 'lone wolf', Squall Leonhart. Both are equally at conflict with each other as their country is with Galbadia; to others, Squall appears lacking in team spirit, while...
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All-time low is the lowest price we've recorded for this game since we started tracking it.
Languages: English, French, Italian, German, Spanish - Spain
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Reviews
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positive critical· bar length = how often the theme comes up
Reviews
Otro juego legendario de la franquicia. Si bien, tiene sus detractores ya que se puede romper super facil y necesitaria un buen remake para hacerle justicia a su trama y personajes... la historia de Squall Leonhart a mi siempre me gusto mucho. No es el mejor mecánicamente, ni narrativamente hablando, pero se hace querer. Su versión remastered esta un poco mas pulida. Como punto mas fuerte... Triple Triad, el mejor minijuego que ha diseñado Square (por que la mayoría de ellos son infumables). Sin duda lo recomiendo. Phobos approves this game¡ 7.0/10
The best Final Fantasy game ever. Relatable characters, great music, fun combat, and a great story. I've played all of the "best" FF games and VIII is the only one I can play over and over again without getting bored.
учите английский
Black Sheep Of The Series. Best OST!
Final Fantasy VIII is kind of the ugly duckling surrounded by its masterpiece siblings FF VII, FF IX and FF X and to be honest, a lot of its core gameplay mechanics are not as well refined as in those other games and sometimes even kind of inconsistent, but I still consider FF VIII to be a pretty good JPRG, although my personal opinion is certainly influenced by nostalgia, as I have played it as a teenager in when it originally came out.
Depois de muitos anos, retornei a este jogo pra ver mesmo se era injustiçado, por mim e pelas outras pessoas que o jogaram. E digo que percebi algumas coisas boas sobre esse jogo do que quando joguei pela primeira vez. Porém, reforço que os elementos que não gostei da primeira vez que joguei ainda continua firme. FFVIII começa com numa "escola" de mercenários adolescentes intitulada "SEED" que não aparenta ter um objetivo central além de missões pelo mundo à troca de dinheiro. Depois é revelado que a Garden tem que derrotar a Feiticeira Edea que é na verdade Ultimecia que a controla, Edea sendo uma das criadoras da Garden, que é a escola dos mercenários. Parece ser confuso, mas o que realmente é confuso é como a história tenta ser muito explicativa, tentar contar cada detalhe e ainda sim você ficar com dúvidas de como tal coisa é assim se depois dizem que foi de outro jeito (inconsistência). Das que eu me lembro, tem a do lider da Garden que aparece do nada na história e depois de derrotado some, coisas que o líder falou ficaram contraditórias mais pra frente. O plano do fim do jogo também é um furo, como os personagens vão sobreviver a compreensão do tempo? Retirando essas inconsistências que achei dessa vez e nem tinha percebido de primeira, apreciei mais a história de Squall e Rinoa. Os dois são de fato um dos melhores casais, Squall vergonhoso e tímido (talvez autista?) e Rinoa alegre e espalhafatosa. A evolução desse laço dos dois é muito interessante de ver, Squall aprendendo a expressar seus sentimentos graças à seu amor por Rinoa. Os outros personagens não mudaram tanto na minha opinião. A história de Quistis, Zell, Selphie e Irvine meio que se juntam como um no contexto do orfanato, isso deixa a backstory deles meio que sem conteúdo, não há muito o que mostrar, o que é uma pena. A backstory de Rinoa também acaba logo no CD1, ainda fiquei em dúvida se aquela mulher que o Laguna era afim é ou não a mãe da Rinoa, o jogo não toca no assunto depois disso. E até tava gostando da backstory da Quistis se questionando como tutora e procurando um proposito, mas isso é deixado de lado logo após o CD1... O conceito de mudar de time do Squall pro Laguna, foi interessante, há 10 anos atrás, não gostei tanto, achava muito aleatório e muito sem conexão. Dessa vez, percebi que as histórias do Laguna eram ao mesmo tempo um núcleo próprio e parte do principal, explicou muitas coisas do jogo. Até me questionava se o Laguna era o pai do Squall (e ainda questiono, pois isso não ficou claro). Agora falando da gameplay, infelizmente ainda tenho a mesma opinião, talvez seja até pior. O jogo começa logo sendo bem explicativo em suas funcionalidades, como GF, Draw e outros tutoriais, só que esses tutoriais são péssimos, explicam muita coisa com termos difíceis até pra quem é experiente. Mas se os tutoriais das funcionalidades são horríveis, os dos minigames dizem "sai do meio" (gíria nordestina para classificar algo mais pior do que "horrível"), são tutoriais sem nexo, com textos vagos que no fim não explicam nada. É como se os tutorais fossem feito para um jogo 2D, mas este é um jogo 3D (!). Eu não tinha percebido como os tutorais eram obsoletos anos atrás. Outras coisas da gameplay, o sistema de GF e Draw foi concebido como uma maneira de inovar, mas que obviamente não foi tão aceitado por ninguém, lembra até um pouco o sistema podre do FFII. Essa mecânica de extrair magias estocáveis dos inimigos e depois atribuir aos status dependendo se os GFs tem aquela habilidade e também de equipa-los torna um sistema de muita dependência. Dependência essa que você vai usar os GFs (famosas summons da franquia) por quase 70% do jogo, visualizando os mesmos ataques toda vez. Ah não ser que você fique estocando magia pros seus ataques ficarem bons, mas o jogo não deveria depende de farm, FFVII já não fazia mais isso. Então ou você farmava ou não, e isso afetava em muito o balanceamento do jogo, ou você era forte de mais (por que farmava muito) ou era fraco demais (porque farmava pouco ou nada). E se usasse magias estocadas que estavam equipadas à algum status, o status diminuía, o que me faz questionar, vale à pena usar magia sendo que vai deixar o personagem fraco? O ponto forte é o limit break, inclusive foi a minha salvação para o late game. Outras coisas que podemos destacar sobre o jogo que não percebi antes: Bastante veículos (carro, trem, garden, chocobo, ragnarok), finalmente colocarão um "avião" em vez de um airship. A ultima dungeon tem puzzles interessantes, como derrotar bosses para conseguir habilidades seladas. Ainda acho a OST fraca, mas algumas tracks me chamaram mais atenção dessa vez. Não lembrava que Triple Triad era uma merda de minigame, o minigame de cartas do IX é melhor. O CD2 é o auge do jogo, tem um fluxo de história e inimigos ótimo, era um momento de tensão que foi bem feito. Enfim, a ultima vez que joguei foi ao redor de 2016, ou seja faz uns 10 anos que eu tinha jogado, na época eu não fazia análises, nem sequer pensava certas questões sobre jogos, apenas jogava, acho que eu era menos chato kkk. Mas mesmo sendo assim, lembro que minha reação à esse jogo foi estranheza, apesar de ter finalizado na época. FFVIII é um bom jogo, recomendo, mas em uma escala, o próximo deveria ser maior que o anterior, e isso não acontece aqui. O jogo tem muitas implicâncias que o afetam como um todo. Contudo é divertido, criativo (apesar dos pesares), um Final Fantasy que tentou arriscar e vemos que nem sempre podemos acertar, o importante é ter coragem para algo novo.
This isnt a game. Its just a bunch of credits for a game. After 10 minutes of unskipable credits I just got a refund
very cool very nice
is good
Jogavel no Linux na versão do proton 10.0-4
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Trends
Modeled estimate over time, reconstructed from Steam's monthly review histogram.
Engagement
DAU/MAU are modeled from peak concurrent players (≈×8 and ×28) — Steam publishes no active-user counts, so treat these as rough estimates, not reported figures.
Audience
Estimated from the language of this game's reviews — a proxy for where players are, not official Steam demographics.
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