
Ezio Auditore walks in the footsteps of the legendary mentor Altair, on a dangerous journey of discovery and revelation.
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Reviews
It's really good so far
Gud !!!
pectacular
incrivel
j'ai bien aimer le gameplay du jeu, les personnages, l'exploration et sur tout l'histoire que j'ai suivi de A a Z. Je pense cas l'heure actuel je le placerai 2ème dans mon top des jeux AC.
[i][b]"Algumas jornadas terminam com uma vitória. Outras terminam quando seu herói entende que já lutou o suficiente. Assassin's Creed Revelations é a despedida que Ezio Auditore merecia."[/b][/i] [hr][/hr] Por onde começar ao falar do encerramento da jornada de um personagem que marcou tanto a história dos videogames? Diferentemente de [b]Assassin's Creed II[/b] e [b]Brotherhood[/b], [b]Assassin's Creed Revelations[/b] possui conquistas na Steam. Por isso, além de acompanhar novamente a última aventura de Ezio, decidi realizar tudo o que o jogo propunha e buscar os 100%. Entretanto, deixo desde já um aviso para quem se importa com conquistas: essa busca pode provocar uma grande dor de cabeça. Alguns objetivos são maçantes, determinadas conquistas podem apresentar problemas e o acesso ao conteúdo adicional [b]The Lost Archive[/b] pode exigir bastante paciência. Caso você não tenha interesse em completar tudo, talvez seja melhor simplesmente aproveitar a campanha e não permitir que esses obstáculos prejudiquem sua experiência. Também tive a oportunidade de jogar [b]Revelations[/b] na época do PlayStation 3, quando cheguei a conquistar a platina do jogo, embora não tenha jogado a DLC naquele período. Retornar tantos anos depois, agora no PC, fez com que eu encarasse essa conclusão não apenas como mais um jogo da franquia, mas como uma última oportunidade de permanecer ao lado de Ezio Auditore. Aqui encontramos um Ezio mais velho, experiente e maduro. Ainda reconhecemos nele o homem carismático, brincalhão e espirituoso que acompanhamos durante toda a trilogia, mas agora também vemos alguém cansado, carregando nos ombros décadas de perdas, responsabilidades e dedicação à Irmandade. Já consolidado como Mestre Assassino, Ezio deixa a Itália e viaja para Constantinopla, no coração do Império Otomano, em busca dos segredos deixados por Altaïr. É uma jornada muito mais reflexiva do que as anteriores. Ezio começa a compreender que sua própria história é apenas uma parte de algo muito maior e, junto dele, desvendamos os acontecimentos que conectam sua vida ao legado daquele que iniciou toda essa saga. Constantinopla é uma cidade bonita, movimentada e agradável de explorar. Sua arquitetura, os mercados, os telhados e a variedade de personagens ajudam a criar um cenário vivo. Ainda assim, particularmente, ela não me marcou tanto quanto Florença, Veneza ou Roma. Talvez isso aconteça porque os locais anteriores já carregavam uma conexão emocional muito forte para mim. Como eu sabia que essa seria a última aventura principal de Ezio, fiz questão de aproveitar tudo o que estivesse disponível. Explorei o mapa, realizei missões secundárias, completei atividades das guildas, abri os esconderijos, busquei equipamentos e fui atrás dos inúmeros fragmentos de dados espalhados pela cidade. Eu sabia que minhas horas ao lado daquele personagem estavam chegando ao fim e, por isso, não queria deixar nada para trás. Apesar disso, a campanha principal não conseguiu me envolver com a mesma intensidade de [b]Assassin's Creed II[/b] ou [b]Brotherhood[/b]. Em alguns momentos, senti que a trama avançava de maneira um pouco confusa e que eu acabava perdendo o fio de determinados acontecimentos. Talvez parte disso tenha sido responsabilidade minha, mas o que realmente me motivava a continuar era Ezio e tudo aquilo que sua presença representava. Também senti falta da proximidade com sua família. Nos jogos anteriores, especialmente em [b]Brotherhood[/b], sua mãe, sua irmã e outros personagens próximos faziam parte constante de sua vida. Em [b]Revelations[/b], Ezio está distante de todos eles. Suas cartas para Claudia, apresentadas durante as telas de carregamento, ajudam a manter essa ligação, mas ainda existe uma sensação de isolamento. Ao mesmo tempo, talvez esse afastamento fosse necessário. Ezio precisava abandonar aquilo que já conhecia para encontrar suas próprias respostas e decidir qual caminho desejava seguir. Nessa nova fase, ele conhece Sofia Sartor, e acompanhar o desenvolvimento desse relacionamento foi algo que me deixou genuinamente feliz. Depois de tudo o que viveu, era reconfortante perceber que ainda existia espaço em sua vida para o amor e para um novo começo. Outro grande mérito do jogo está nas memórias de Altaïr. [b]Revelations[/b] não apenas encerra a trajetória de Ezio, mas também oferece uma conclusão muito mais completa ao protagonista do primeiro [b]Assassin's Creed[/b]. Ao revisitar momentos importantes da vida de Altaïr, compreendemos melhor seu amadurecimento, suas perdas e o legado que deixou para as gerações seguintes. Essas memórias fazem com que Ezio e Altaïr, separados por séculos, pareçam caminhar lado a lado. Um procura respostas deixadas pelo outro, enquanto ambos refletem sobre o Credo, sobre o conhecimento e sobre o preço de dedicar uma vida inteira a uma causa. Já a narrativa dos tempos modernos continua sendo, para mim, a parte menos envolvente. Assim como nos jogos anteriores, muitas vezes eu me via apenas esperando para retornar ao Animus e continuar acompanhando Ezio. A história de Desmond possui importância para a trama geral da franquia, mas existe uma diferença muito grande entre o impacto emocional dessas sequências e aquele encontrado nas memórias históricas. Essa desconexão se torna ainda mais evidente em [b]The Lost Archive[/b], conteúdo focado em Clay Kaczmarek, o Sujeito 16. A DLC apresenta informações importantes sobre seu passado e sua relação com o projeto Animus, mas sua jogabilidade baseada em plataformas e quebra-cabeças em primeira pessoa foi, particularmente, uma das partes mais frustrantes de toda a minha experiência. Fazer a DLC funcionar corretamente, completar seus desafios e obter todas as conquistas exigiu muito mais paciência do que diversão. Como meu objetivo era atingir os 100%, insisti até o fim, mas foram facilmente os momentos que menos gostei durante as quase 47 horas que passei no jogo. Ainda assim, esses problemas não apagam aquilo que [b]Revelations[/b] faz de melhor: encerrar de maneira digna a trajetória de Ezio Auditore. Talvez o jogo pudesse ter oferecido um pouco mais. Sua campanha é mais curta, alguns elementos parecem menos desenvolvidos e a história não possui o mesmo impacto constante dos títulos anteriores. Porém, considerando que ele foi lançado apenas um ano depois de [b]Brotherhood[/b], o resultado continua sendo uma conclusão admirável. Mais do que mostrar uma última missão, o jogo apresenta um homem começando a reconhecer seus próprios limites. Ezio passou a maior parte da vida lutando, perdendo pessoas, buscando respostas e protegendo uma causa que existia muito antes dele. Em determinado momento, até mesmo um Mestre Assassino precisa compreender que seu papel chegou ao fim. É justamente isso que torna o encerramento tão bonito. Ele não representa derrota ou abandono. Representa descanso. Mesmo depois de terminar o jogo, permaneceu em mim a vontade de conhecer ainda mais sobre Ezio: saber o que fez, como viveu e quais outros momentos poderiam ter sido contados. Sua história possui uma conclusão posterior na animação [b]Assassin's Creed Embers[/b], mas, dentro dos jogos, [b]Revelations[/b] funciona como a despedida definitiva de sua vida como Assassino. O jogo talvez não seja o capítulo mais forte da Trilogia Ezio, mas é uma parte indispensável dela. É a contemplação de tudo o que aquele homem viveu e construiu. É a ligação entre Altaïr, Ezio e Desmond. Acima de tudo, é o momento em que um herói percebe que já entregou tudo o que podia entregar. Caso você tenha a oportunidade, jogue [b]Assassin's Creed II[/b], [b]Brotherhood[/b] e [b]Revelations[/b]. A franquia Assassin's Creed jamais seria o que se tornou sem Ezio Auditore da Firenze, e acompanhar sua vida desde a juventude até seus últimos anos como Mestre Assassino continua sendo uma das experiências mais marcantes dos videogames. [hr][/hr] [i][b]"Não é exatamente um adeus, mas um até mais. Descanse, Ezio Auditore. D
good
9/10 great game
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