
Welcome to the 1980s. From the decade of big hair and pastel suits comes the story of one man's rise to the top of the criminal pile. Grand Theft Auto returns with Tommy Vercetti’s tale of betrayal and revenge in a neon-soaked tropical town full of excess and brimming with possibilities.
Modeled estimate, not a reported figure. How we estimate →
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All-time low is the lowest price we've recorded for this game since we started tracking it.
Languages: English*, French, Italian, German, Spanish - Spain, Japanese, Korean, Polish, Portuguese - Brazil, Russian, Simplified Chinese, Spanish - Latin America +1 more
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Hours played at review time, across 183 reviews with recorded playtime.
Reviews
Themes across 182 recent reviews and how positive each mention is. A keyword signal, not full sentiment analysis.
positive critical· bar length = how often the theme comes up
Reviews
Está muito bom em 2026
Nothing killed my excitement for a game like the modern rockstar games expericene on PC. Get old PS2 game and have to wait over 10 minutes to get in because i need an email verification that didn't come. This makes me think of getting GTA5 on PC and then trying online and it being a ♥♥♥♥ experience because it being a bad port. Rockstar games either needs to support PC gamers or piss off. We PC gamers are here and if you don't support us I will drop you just like I did Ubisoft. This review I'm dropping as someone that played the game on PS2 and tried playing this on PC.
Eins der Besten Spiele
Never get old.
bester vibe von allen gta teilen
我只想在杀你之前先惹毛你...
Mas divertido que el 5
经典
GTA Vice City – The Definitive Edition foi uma viagem no tempo bem divertida e, pra ser sincero, até engraçada em vários momentos. Depois de terminar o GTA III, parti direto pro Vice City, e a diferença me pegou de surpresa. Platinar ele me tomou umas 36,6 horas, bem mais rápido que as 60 horas que gastei no III, e até hoje não sei como demorei tanto naquele jogo kkkkk. Mas porra, o Vice City tem um carisma absurdo. Dá pra sentir que a Rockstar pegou tudo que já funcionava no III e refinou pra caramba, e essa diferença aparece logo de cara, nos primeiros minutos de jogo já dá pra notar. O mapa é mais vivo, mais colorido, muito mais gostoso de explorar. Liberty City tinha aquele clima cinzento e pesado, meio deprimente até. Vice City é o oposto completo: praia, pôr do sol, neon pra todo lado, roupa exagerada, carro antigo... você se sente dentro de um filme dos anos 80. E olha, teve várias vezes que eu simplesmente esquecia da missão. Entrava num carro, ligava qualquer rádio e saía dirigindo sem rumo, só curtindo a cidade, sem compromisso nenhum. Só faltava um NPC maluco atravessar a pista do nada pra acabar com meu clima cinematográfico kkkkk, mas aí já é highlight à parte. Por falar em rádio, a trilha sonora é um dos pontos mais altos da franquia inteira, sem exagero nenhum. Flash FM, Emotion 98.3, V-Rock... praticamente toda estação tem música boa, e dirigir à noite ouvindo Billie Jean ou Out of Touch com as luzes da cidade refletindo no capô é uma experiência que ainda funciona perfeitamente hoje, mesmo depois de mais de 20 anos. É tipo uma máquina do tempo com fone de ouvido. E a história também evoluiu muito. Tommy Vercetti tem personalidade pra caramba, ele fala, reage, xinga, tem atitude de verdade. Isso faz uma diferença gigante depois do Claude, que era basicamente uma câmera ambulante andando pela cidade. O elenco também é marcante: Lance Vance, Sonny Forelli, os cubanos, os haitianos, a Love Fist... e a narrativa tem aquele clima forte de filme de máfia dos anos 80, com traição, subida e queda a torto e a direito. Dá pra sentir a influência de Scarface e Miami Vice em cada canto do jogo, isso não é acaso. Visualmente a Definitive Edition também me agradou. Depois das atualizações a iluminação ficou boa, as cores explodem na tela e combinam perfeitamente com a vibe da cidade. Não é um remake do zero, mas ficou uma forma bem tranquila e bonita de revisitar o clássico. Dirigir continua sendo uma delícia, bem melhor que no GTA III, e o tiroteio ganhou aquela roda de armas que deixa tudo mais confortável na hora de trocar de arma no meio do caos. Mas nem tudo são flores, e aqui não dá pra passar pano. O jogo ainda mostra bastante a idade: o combate é datado, algumas missões secundárias viram teste de paciência (o ginásio do Tommy, meu Deus, puro sofrimento kkkkk), e tem uns bugs chatinhos aqui e ali. O Tommy afundando igual pedra na água também continua sendo hilário até hoje, isso eles não consertaram e eu agradeço. E vale contextualizar isso, porque não é só implicância minha: essa Definitive Edition teve um lançamento genuinamente ruim. Na época do lançamento a bagunça foi tanta (crash constante, bug feio, textura quebrada, modelo de personagem estranho) que a Rockstar chegou a tirar o jogo de venda no PC por um tempo pra tentar consertar o estrago. Foram vários patches depois disso, e a maioria dos problemas graves realmente melhorou, dá pra jogar numa boa hoje em dia. Mas ainda assim, entre os três remasters da trilogia, o Vice City costuma ser apontado como o mais capenga, o que ficou menos polido se comparado ao GTA III DE, que teve um trabalho de acabamento bem mais caprichado. Os modelos de personagem e as animações faciais também seguem sendo alvo de crítica constante, tem uns rostos ali que dá até desconforto de olhar direto kkkk. No fim das contas, Vice City é um jogo bom pra caralho e muito divertido. Tem alma, tem carisma e uma identidade que poucos jogos conseguem construir. Não virou meu favorito da franquia, mas entendi perfeitamente por que tanta gente guarda ele com tanto carinho até hoje. A Definitive Edition não é perfeita, longe disso, mas depois de todo esse histórico de patches ficou numa forma bem mais decente de revisitar o clássico. Se você curte a franquia ou só quer matar saudade, vale a pena, só entra ciente de que ainda vai esbarrar em uma ou outra bosta no caminho. E confesso, depois de terminar deu até mais vontade de ver como a Rockstar vai revisitar essa cidade no GTA VI. Se conseguirem capturar metade do carisma que Vice City ainda tem depois de mais de 20 anos, já vai ser foda pra caralho.
What an amazing dose of electronic nostalgia. Playing this again on Steamdeck has brought back a lot of memories. I remember sneaking up early when I was a kid to play this before anyone woke up in the PS2 days, finally beat it without cheats today for the first time in my entire life.
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Trends
Concurrent players on Steam, sampled daily since tracking started.
Momentum
Pace estimated from the game's recent review growth (our daily snapshots) at its own sales-per-review ratio — a momentum signal, not booked sales.
Engagement
DAU/MAU are modeled from peak concurrent players (≈×8 and ×28) — Steam publishes no active-user counts, so treat these as rough estimates, not reported figures.
Audience
Estimated from the language of this game's reviews — a proxy for where players are, not official Steam demographics.
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