
DARK SOULS™ II: Scholar of the First Sin brings the franchise’s renowned obscurity & gripping gameplay to a new level. Join the dark journey and experience overwhelming enemy encounters, diabolical hazards, and unrelenting challenge.
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Reviews
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positive critical· bar length = how often the theme comes up
Reviews
O patinho feio, mas não tão feio, da série Souls. +Mais combinações de Armas e Armaduras +Realocar os pontos de atributos, a possibilidade de mudar os atributos do personagem abre novas possibilidades de gameplay +Power Stance, foi uma das coisas que mais gostei do jogo, te possibilita usar uma arma em cada mão e com os atributos certos seu personagem entra em uma postura com novos golpes e combinações de ataque. +Melhor NG+ da série, onde realmente parece mudar algo no jogo. Acrescenta novos inimigos, itens, almas de chefes e etc. +Hollowing, muitos pensam como ponto negativo, no meu caso vejo como uma mecânica que faz o jogador ter mais cuidado ao jogar. Explicando, cada vez que você morre uma parte da sua barra de vida diminui e só volta ao normal depois que você voltar a ser humano. Isso faz os jogadores valorizarem mais as ‘Human Effigy’ +Pela primeira vez achei as magias uteis, nunca fui fã de usar magias, mas nesse título elas estão melhor implementadas e uteis +Mesmo meio estranhas, gosto da animação de 'Abrir guarda' contra o oponente e a de 'BackStab'. Invés do chute pra abrir o escudo, aqui o personagem da uma cotovelada de baixo pra cima que parece mais plausível o jeito que a guarda é quebrada e o BackStab o personagem da um soco nas costas do oponente pra poder reposicionar o alvo antes de dar o golpe critico. +Pilgrims of Dark, a covenant mais diferenciada e divertida do jogo. É uma covenant que possui Dungeons e um boss exclusivo, Darklurker, que é um dos melhores do jogo. Além das recompensas como o Climax que é um Hex OP +DLCs desse jogo são incríveis, locais distintos, inimigos novos, novas magias, novas armas, armaduras e os melhores chefes do jogo. +É o título mais acessível para jogadores novos que querem conhecer a série, acessível não quer dizer que é fácil. O jogo não vai segurar sua mão, ou facilitar as coisas pra você. Você ainda terá que aprender a mecânica, padrões de chefes e etc. Porém, logo no inicio tem uma área tutorial bem explicativa, onde vai ensinar o básico do jogo, fora isso foram acrescentados mais itens de cura (dos quais não sou fã) +Melhor PVP da série Souls, devido a variação de builds todas as armas são uteis, melhor balanceamento, Poise equilibrada, o combate é mais focado em um jogo mental com seu oponente e em controlar sua Stamina. -O jogo possui mais de 30 chefes, maior quantidade da série. Porém, a grande maioria dos chefes são genéricos, pouco memoráveis e sem criatividade. -O Parry do jogo parece mais pesado e demora pra pegar o jeito -O mundo é confuso, com locais sem sentido e porcamente conectados, como no famoso caso de Earthen Peak -> Iron Keep. -Life Gems, a possibilidade de comprar itens de cura por um preço tão baixo e logo no início do jogo tira toda a diversão do jogo. As vezes você toma porrada de graça, sem preocupação por que mesmo com 0 Estus você ainda possui 99 itens de cura guardados. O jogo não te obriga a comprar, então é só um desgosto pessoal. A vantagem é que com a adição desses itens atrai mais uma variedade de público. -Adaptability, de longe o pior Status que já apareceu em um jogo da série Souls. Basicamente vai controlar a velocidade que você toma Estus, rolamentos e frames de invencibilidade. Invés de você dominar a mecânica do jogo pra curar-se na hora certa, a velocidade do rolamento depender do peso e etc, coisas padrões da série, agora você depende de investir pontos nesse status. Causando muita confusão durante a gameplay; Já julguei muito o jogo e ainda tem pontos que não gosto. Porém, falar que o jogo não presta tem que estar doido. O jogo traz muitas novidades e coisas únicas. O NG+, PVP e as DLCs me fazem adorar o jogo. É o melhor pra que está começando na série e quer se aventurar pelo universo, em promoções fica baratinho, então se tiver oportunidade jogue.
Чудо геймдизайна и пик всех игр
Лучшая игра из всех трилогий кто так не считает ну хорошо, кто считает что она худшая ну че сказать лечитесь.
[i][b]"Nem sempre o primeiro passo é o melhor aos olhos dos outros. Mas, muitas vezes, é aquele que muda nossa forma de enxergar os videogames para sempre. Dark Souls II foi esse jogo para mim."[/b][/i] [hr][/hr] [b]Dark Souls II: Scholar of the First Sin[/b] talvez seja um dos jogos mais controversos da franquia. Para muitos, está abaixo dos outros títulos da FromSoftware. Mas esta é uma análise pessoal. E, para mim, isso pouco importa. [b]Dark Souls II[/b] foi meu primeiro contato com o gênero Souls. Joguei originalmente no PlayStation 3 e ainda me lembro de entrar em Drangleic sem entender absolutamente nada. Tudo parecia difícil, injusto e frustrante. Eu morria constantemente, não compreendia as mecânicas e muito menos o que aquele mundo tentava contar. Mesmo assim, continuei. Sempre gostei de jogos difíceis e punitivos, daqueles que exigem paciência e fazem cada vitória parecer realmente conquistada. Aos poucos, aprendi a observar os inimigos, administrar minha stamina e aceitar que morrer fazia parte do processo. Também assisti a muitos vídeos e guias sobre o jogo. Foi assim que percebi que [b]Dark Souls[/b] não era apenas uma franquia conhecida por sua dificuldade. Era um universo que precisava ser descoberto. Sua narrativa não é apresentada de maneira tradicional. A história está espalhada pelos cenários, diálogos, descrições de itens e ruínas de reinos esquecidos. Cabe ao jogador reunir essas peças e tentar compreender personagens como Vendrick, Nashandra e Aldia, além dos ciclos que parecem condenados a se repetir. Anos depois, voltar a [b]Scholar of the First Sin[/b] no PC foi uma experiência muito especial. Eu já conhecia melhor suas mecânicas e grande parte do que me aguardava, mas decidi explorar tudo novamente e conquistar os 100%. Na verdade, essa não foi a primeira vez. Eu já havia completado tudo no PlayStation 3. Fazer isso novamente no PC não foi apenas uma busca por conquistas. Foi uma forma de revisitar uma obra que marcou profundamente uma fase da minha vida. Hoje tenho aproximadamente [b]226 horas[/b] registradas. Esse tempo poderia ter sido muito menor, especialmente porque as últimas conquistas exigiram novas jornadas. Porém, em vários momentos, eu terminava uma campanha e adiava a próxima. Não porque fosse difícil demais. Mas porque eu simplesmente não queria terminar. Completar esses jogos que marcaram minha época de PlayStation 3 parecia encerrar um capítulo da minha vida. Finalizar tudo era, ao mesmo tempo, extremamente satisfatório e um pouco triste. Existe, porém, um lugar que representa perfeitamente tudo o que sinto por esse jogo: [b]Majula.[/b] Poucos jogos criaram um refúgio tão memorável. Depois de atravessar áreas perigosas, morrer inúmeras vezes e superar desafios aparentemente impossíveis, retornar a Majula era quase terapêutico. A música, o som das ondas, o pôr do sol e os personagens que chegavam aos poucos transformavam aquele vilarejo em um verdadeiro calmante natural. Em um mundo tomado pela decadência, Majula oferecia paz. Ela nunca foi apenas um hub. Era um lar. Até hoje, basta ouvir os primeiros segundos de sua música para que toda aquela atmosfera retorne imediatamente à minha memória. O jogo também possui momentos inesquecíveis. O [b]Perseguidor[/b], por exemplo, foi um dos primeiros inimigos que realmente demonstraram o quanto eu ainda precisava aprender. Com o tempo, derrotá-lo deixou de ser desesperador e passou a representar minha própria evolução como jogador. Nem todos os chefes são igualmente marcantes, e alguns confrontos opcionais parecem existir apenas para aumentar a quantidade de conteúdo. Também há áreas que continuam tão irritantes hoje quanto eram antigamente. Basta mencionar [b]Iron Keep[/b] para que muitos jogadores entendam exatamente do que estou falando. As DLCs entregam alguns dos melhores conteúdos do jogo, mas também algumas de suas regiões mais cruéis. Quem atravessou os [b]Frigid Outskirts[/b], com sua nevasca e aqueles cavalos infernais, provavelmente carrega algum trauma até hoje. Ainda tentei obter todas as almas dos Cavaleiros de Loyce, mas chega um momento em que o farm deixa de ser divertido e passa apenas a consumir tempo. Eu já havia conquistado os 100% e estava satisfeito com tudo o que tinha realizado. As invasões e os pactos também foram uma parte importante da experiência. Algumas terminavam com vitórias, outras com derrotas rápidas e provavelmente humilhantes, mas sempre tornavam Drangleic mais imprevisível. Lembro especialmente do [b]Pacto do Rei Rato[/b], utilizando as próprias áreas do jogo para enfrentar outros jogadores. Era uma experiência caótica, diferente e extremamente divertida. [b]Dark Souls II[/b] possui problemas. Algumas regiões exageram na quantidade de inimigos, certos chefes não acrescentam muito e diversas decisões de design podem ser frustrantes. Entendo por que tantas pessoas o consideram o capítulo mais fraco da franquia. Mas ele nunca será isso para mim. Para mim, ele sempre será o primeiro. Foi o jogo que me apresentou um novo gênero, ensinou-me a ter paciência e mostrou que morrer não significa necessariamente fracassar. Muitas vezes, a verdadeira recompensa não está apenas em derrotar um chefe, mas em perceber o quanto evoluímos desde a primeira tentativa. Talvez [b]Dark Souls II[/b] nunca seja considerado o melhor Souls da FromSoftware. E tudo bem. Sua importância para mim não depende de rankings ou comparações. Ela está nas experiências que vivi, nas dificuldades que superei e nas inúmeras vezes em que retornei a Drangleic. Provavelmente passarei bastante tempo sem jogá-lo novamente. Mas sei que, algum dia, voltarei. Porque alguns jogos deixam de ser apenas jogos. Eles passam a fazer parte da nossa própria história. [hr][/hr] [i][b]"Enquanto a música de Majula continuar tocando em algum lugar da minha memória, uma parte de mim sempre encontrará o caminho de volta para Drangleic."[/b][/i]
Compared to other dark souls games this one is such a ragebait, poor design of bosses just making it harder to get to boss instead of fight him Not to talk about Ruins of Amana hahaha i wont say anything. But really cool designs and end game area looks insane good especially dragon area 7/10
OH JOGO FILHO DA PUTAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
very nice
muy fastidioso
I do NOT recommend this game.
this game sucks
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Trends
Modeled estimate over time, reconstructed from Steam's monthly review histogram.
Engagement
DAU/MAU are modeled from peak concurrent players (≈×8 and ×28) — Steam publishes no active-user counts, so treat these as rough estimates, not reported figures.
Audience
Audience
Languages: English*, French, Italian, German, Spanish - Spain, Polish, Portuguese - Brazil, Russian, Korean, Traditional Chinese*languages with full audio support
Estimated from the language of this game's reviews — a proxy for where players are, not official Steam demographics.
Games most often reviewed by the same players — an audience-affinity signal from our review sample, not full ownership data.
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