
“Ori and the Blind Forest” tells the tale of a young orphan destined for heroics, through a visually stunning Action-Platformer crafted by Moon Studios.
Modeled estimate, not a reported figure. How we estimate →
About
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Stats
All-time low is the lowest price we've recorded for this game since we started tracking it.
Languages: English, French, Italian, German, Spanish - Spain, Japanese, Russian, Portuguese - Brazil
Updates
Build ids and update times come straight from Steam's PICS — the same source SteamDB reads. Patch history grows as we record new builds.
Engagement
Hours played at review time, across 610 reviews with recorded playtime.
Reviews
Themes across 607 recent reviews and how positive each mention is. A keyword signal, not full sentiment analysis.
positive critical· bar length = how often the theme comes up
Reviews
Masterpiece
[h3]Помни о тех, кто отошел в мир иной, и они будут жить вечно.[/h3]
An excellent metroidvania with puzzles. Really good and, for the mosat part, relaxing - although it does have some intense sections as you progress through the game.
Ori and the Blind Forest is a beautifully crafted platformer that combines emotional storytelling, stunning visuals, and rewarding gameplay. From the opening moments, the game draws players into a heartfelt adventure filled with memorable characters and breathtaking environments. The controls are smooth and responsive, making movement feel fast and satisfying. As Ori gains new abilities, exploration becomes more exciting, encouraging players to revisit earlier areas and discover hidden secrets. The platforming challenges are engaging, and the escape sequences are especially thrilling, requiring quick reflexes and precise timing. The game's hand-painted art style and orchestral soundtrack create an unforgettable atmosphere. Every location feels alive, while the music perfectly complements both the peaceful and intense moments of the journey. Overall, Ori and the Blind Forest is an outstanding action-platformer that delivers a touching story, exceptional gameplay, and remarkable artistic design. It is a must-play for fans of platforming games and earns 9.5/10.
[h2]Nota Geral | Overall Rating[/h2] ⭐⭐⭐⭐⭐ [b]Ori and the Blind Forest é a prova de que um jogo indie pode competir de igual para igual com qualquer produção AAA quando tem visão artística e execução técnica na mesma medida. A Moon Studios entregou um metroidvania que não deixa nada a desejar em nenhum dos seus pilares: a jogabilidade é precisa, o visual é de tirar o fôlego e a história consegue emocionar sem precisar de uma única linha de diálogo falado. É o tipo raro de jogo em que cada elemento reforça o outro, criando uma experiência coesa do início ao fim.[/b] [i]Ori and the Blind Forest is proof that an indie game can compete on equal footing with any AAA production when it has artistic vision and technical execution in equal measure. Moon Studios delivered a metroidvania that doesn't fall short in any of its pillars: the gameplay is precise, the visuals are breathtaking, and the story manages to move you without a single line of spoken dialogue. It's the rare kind of game where every element reinforces the other, creating a cohesive experience from start to finish.[/i] [h2]Jogabilidade | Gameplay[/h2] ⭐⭐⭐⭐⭐ [b]O movimento é o coração de Ori, e é impressionante como cada habilidade nova, seja o Double Jump, o Bash ou o Charge Flame, transforma completamente a forma como você enxerga o mapa. O level design é construído em cima dessa progressão de um jeito exemplar: áreas que pareciam intransponíveis no início se tornam trechos de plataforma fluidos assim que você adquire a habilidade certa. As sequências de fuga, como a da inundação e a do fogo, são momentos de tensão pura que testam tudo o que você aprendeu até ali, sem dar margem para erro. É difícil pensar em outro metroidvania que equilibre exploração e precisão de plataforma tão bem quanto esse.[/b] [i]Movement is the heart of Ori, and it's impressive how every new ability, whether the Double Jump, the Bash, or the Charge Flame, completely transforms how you read the map. Level design is built on top of this progression in an exemplary way: areas that seemed impassable at the start become fluid platforming sections once you acquire the right ability. The escape sequences, like the flood and the fire ones, are moments of pure tension that test everything you've learned up to that point, with no room for error. It's hard to think of another metroidvania that balances exploration and platforming precision as well as this one does.[/i] [h2]Duração | Duration[/h2] ⭐⭐⭐⭐⭐ [b]A campanha tem uma duração perfeita para o tipo de experiência que propõe, entre 8 e 10 horas para quem quer explorar boa parte do mapa e coletar os principais upgrades. Não há sensação de enrolação, cada nova área tem um propósito claro dentro da progressão, e o ritmo entre momentos de exploração calma e sequências de tensão intensa é muito bem calculado. Para quem busca 100%, o jogo ainda recompensa a exploração completa com áreas escondidas e desafios extras, sem nunca parecer artificialmente esticado.[/b] [i]The campaign has a perfect length for the kind of experience it offers, between 8 and 10 hours for those who want to explore most of the map and collect the main upgrades. There's no sense of padding, every new area has a clear purpose within the progression, and the pacing between calm exploration moments and intense tension sequences is very well calculated. For those going for 100%, the game still rewards full exploration with hidden areas and extra challenges, without ever feeling artificially stretched.[/i] [h2]Enredo | Story[/h2] ⭐⭐⭐⭐⭐ [b]A história de Ori é contada quase inteiramente através de imagens, música e narração pontual, e ainda assim consegue construir um dos arcos emocionais mais fortes que já vi em um jogo. A sequência de abertura, mostrando o vínculo entre Ori e Naru e a tragédia que se segue, estabelece um peso emocional em poucos minutos que muitos jogos não conseguem construir em horas de diálogo. A jornada de Ori para restaurar a floresta de Nibel funciona tanto como aventura quanto como metáfora sobre perda, luto e renascimento, e o final amarra tudo isso de um jeito genuinamente comovente.[/b] [i]Ori's story is told almost entirely through imagery, music, and sparse narration, and yet it manages to build one of the strongest emotional arcs I've ever seen in a game. The opening sequence, showing the bond between Ori and Naru and the tragedy that follows, establishes emotional weight in just a few minutes that many games can't build in hours of dialogue. Ori's journey to restore the forest of Nibel works both as an adventure and as a metaphor for loss, grief, and rebirth, and the ending ties it all together in a genuinely moving way.[/i] [h2]Visual[/h2] ⭐⭐⭐⭐⭐ [b]Visualmente, Ori and the Blind Forest é uma obra de arte em movimento. Os cenários pintados à mão, com uma paleta de cores vibrante e uma profundidade de campo que dá vida à floresta de Nibel, criam um dos jogos mais bonitos já feitos, independente de orçamento. Cada área tem uma identidade visual própria, da melancolia azulada de Ginso Tree ao vermelho ameaçador de Mount Horu, e as animações de Ori são fluidas a ponto de fazer cada movimento parecer uma extensão natural do personagem. É difícil parar de admirar o cenário mesmo nos momentos de maior tensão.[/b] [i]Visually, Ori and the Blind Forest is a moving work of art. The hand-painted environments, with a vibrant color palette and a depth of field that brings the forest of Nibel to life, create one of the most beautiful games ever made, regardless of budget. Every area has its own visual identity, from the bluish melancholy of Ginso Tree to the threatening red of Mount Horu, and Ori's animations are fluid enough to make every movement feel like a natural extension of the character. It's hard to stop admiring the scenery even in the most tense moments.[/i] [h2]Audio[/h2] ⭐⭐⭐⭐⭐ [b]A trilha sonora de Gareth Coker é, sem exagero, uma das melhores composições orquestrais já feitas para um videogame. Cada tema acompanha perfeitamente o tom emocional do momento, seja a serenidade das áreas de exploração ou a urgência desesperada das sequências de fuga. O uso de coral em momentos-chave da história eleva ainda mais o impacto emocional das cenas. Os efeitos sonoros também merecem elogio, com cada habilidade de Ori tendo um som distinto que reforça o feedback tátil da jogabilidade. É uma trilha que fica na memória muito depois dos créditos finais.[/b] [i]Gareth Coker's soundtrack is, without exaggeration, one of the best orchestral compositions ever made for a video game. Every theme perfectly matches the emotional tone of the moment, whether it's the serenity of exploration areas or the desperate urgency of the escape sequences. The use of choir at key moments in the story further elevates the emotional impact of the scenes. The sound effects also deserve praise, with every Ori ability having a distinct sound that reinforces the gameplay's tactile feedback. It's a soundtrack that stays with you long after the credits roll.[/i]
值得一玩的一款游戏 不管是游戏画风还是战斗 ,BGM更是让人心潮澎湃 非常 非常推荐!!!
The game looks nice, but personally I didn't find the gameplay interesting and the story and presentation didn't do much for me.
Aside from a few frustrations (gauntlets/chase sections) this is a wonderful game. I finished the second game first and came back for this one, was happy to find it equally enjoyable.
FICHA DE ANÁLISE Depois de completar 100% do jogo e desbloquear todas as conquistas, posso dizer com propriedade que sim, é um jogo que eu recomendaria para meus amigos! Ori and the Blind Forest é uma obra-prima do gênero Metroidvania, mas que exige dedicação e sangue frio de quem decide buscar a platina. Após fechar o jogo completamente, essa é a minha visão sobre a jornada: 🎨 Pontos Fortes: Uma Jornada Emocionante e Fluida O maior destaque do jogo é a sua história linda, emocionante e extremamente imersiva. Ela te prende do início ao fim, embalada por uma trilha sonora espetacular que torna a jornada inesquecível. A jogabilidade é outro ponto altíssimo. Os comandos são ótimos, respondem super bem e o jogo quase não tem grind (aquela repetição chata para evoluir). Tudo flui de forma muito natural enquanto você explora o mapa. 🏆 A Jornada dos 100%: O Teste dos Fortes Se você quer apenas curtir a história, vai de boa. Mas para quem quer os 100%, prepare o psicológico. O jogo exige que você o complete no mínimo 2 vezes (especialmente porque existem itens perdíveis que você não pode esquecer para trás). No meu caso, precisei zerar o jogo 3 vezes: a primeira para aproveitar a história e as outras duas para focar nos desafios restantes. Para os platinadores, o bicho pega em três conquistas específicas: Completar o jogo sem morrer nenhuma vez (Imortal) Terminar sem gastar nenhum ponto de habilidade Fechar a campanha em menos de 3 horas O mais insano? Dá para conseguir essas três conquistas na mesma jogada se você tiver domínio total do game. No final das contas, as minhas mais de 40 horas jogadas não foram em vão. A sensação de conquista é animal! ⚠️ Pontos Fracos: Onde o jogo escorrega Nem tudo é perfeito. O jogo peca um pouco na falta de variedade de inimigos, que poderiam ser mais diversificados ao longo do mapa. Além disso, a dificuldade oscila bastante e pode ser punitiva demais. A fase da Árvore de Ginzo, principalmente na hora da fuga da água, tem um pico de dificuldade extremamente elevado que vai testar a paciência de qualquer jogador. Veredito Final Valeu cada segundo. Se você quer um jogo bonito, com história marcante e uma jogabilidade afiada — e não tem medo de passar um pouco de raiva para alcançar a perfeição —, Ori and the Blind Forest é obrigatório.
Vamos lá, como eu devo começar... Ori tinha tudo, absolutamente TUDO, para me conquistar. Eu passei anos desejando jogar esse game e imergir na história, nos personagens, na música... sempre me deparei com altos elogios a ele e eu realmente entendo o motivo. O game tem gráficos lindos, trilha sonora lindíssima e marcante, cenários absurdos de lindos, mas, o principal não engrenou para mim: a jogabilidade. A jogabilidade de Ori foi o motivo da minha decepção. Eu já joguei games ditos mais difíceis antes dele, como Blasphemous e Chronicles of the Wolf com dificuldade desbalanceada, na época de lançamento, quando o Mig nem pensava ainda em atualizações no jogo para melhorar ainda mais a experiência do jogador e zerei os dois. Blasphemous rodava travando no meu notebook antigo, mas ainda assim joguei e amei. E olha que Blasphemous é punitivo, mas nunca me frustei por isso. Em Ori, eu sentia que não estava explorando os cenários, apreciando os gráficos e a trilha sonora, pelo contrário, parecia que eu estava mais ocupada morrendo do que me divertindo. O combate é terrível, alguns saltos precisam ser milimetricamente calculados e eu ODEIO jogos assim, eu sou péssima nesse tipo de jogabilidade. Eu não sou de abandonar jogos, mas Ori, foi capaz de me fazer chegar a esse ponto. Pelo menos comprei em promoção ano passado, porém, sinto que meus 19,90 poderiam ter sido melhor gastos em outra coisa. Enfim... eu não queria dar uma análise negativa de um game que idealizei desde a minha adolescência, para quando chegasse na hora de finalmente jogar, tomar um balde de água fria desse. É muito triste.
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Trends
Modeled estimate over time, reconstructed from Steam's monthly review histogram.
Momentum
Pace estimated from the game's recent review growth (our daily snapshots) at its own sales-per-review ratio — a momentum signal, not booked sales.
Engagement
DAU/MAU are modeled from peak concurrent players (≈×8 and ×28) — Steam publishes no active-user counts, so treat these as rough estimates, not reported figures.
Audience
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Estimated from the language of this game's reviews — a proxy for where players are, not official Steam demographics.
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