
FIGHT AND STRATEGIZE LIKE A SUPER HERO IN THE DARKER CORNERS OF THE MARVEL UNIVERSE. Play as The Hunter, a legendary demon slayer who must lead a team of Super Heroes and supernatural warriors facing apocalyptic threats.
Modeled estimate, not a reported figure. How we estimate →
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All-time low is the lowest price we've recorded for this game since we started tracking it.
Updates
Build ids and update times come straight from Steam's PICS — the same source SteamDB reads. Patch history grows as we record new builds.
Engagement
Hours played at review time, across 607 reviews with recorded playtime.
Reviews
Themes across 606 recent reviews and how positive each mention is. A keyword signal, not full sentiment analysis.
positive critical· bar length = how often the theme comes up
Reviews
Why does 2K insist on worsening the game for paying customers in an effort to combat piracy? Is a mandatory internet connection to play a game the thanks I get for actually buying the game? I cannot and will not recommend a single player game that requires an online connection to play. 2K should be ashamed of themselves.
[h1]FIRE EMBLEM THREE HOUSES, but with Marvel Heroes[/h1] Who know XCOM devs would make an excellent "Fire Emblem Three Houses"-like + make western super heroes actually interesting?! Why was it marketed to superhero fans, when this game is meant for RPG sickos. Great combat, addicting progression, suprisingly in-depth character interactions. Brought down by bad grinding and repetitiveness, main plot being ok-ish, and some technical issues. [u]Regional Pricing is attrocious because 2K Games doesn't want people to buy their games.[/u]
每14天一次联网认证?向正版玩家开炮是吧?解决盗版是厂商的问题,不是玩家的。
I was looking forward to finishing this game. Then I saw they install Denuvo DRM. This wasn't in place when I originally bought, as I recall, but yeah...not going to put that on my PC.
So, now buying a game legitimately will punish you more with restrictive DRM & Performance impact than "sailing the seas". Incredible.
Marvel's Midnight Suns sequer deveria ter existido. Ele é uma abominação invendável, uma combinação inesperada de jogabilidades que irá falar com uma audiência lamentavelmente muito pequena. E, apesar disso, ou justamente por causa disso, ele é uma experiência única, indispensável para fãs desse universo. A desenvolvedora Firaxis tem uma ampla expertise em jogos de estratégia, seja em larga escala, na franquia Civilization, seja em escala tática, como na franquia XCOM. Seria extremamente fácil para eles repetir a fórmula de XCOM, aplicando apenas um película de heróis e vilões da Marvel. Entretanto, durante a reunião para definir o projeto, alguém perguntou quais seriam as jogabilidades disponíveis e o diretor respondeu: "sim". O que temos aqui é uma aventura altamente narrativa, com batalhas por turnos, disputadas com cartas especiais, em que nosso personagem lapida relacionamentos pessoais com grandes nomes do universo Marvel, explora os arredores de uma abadia mística e fabrica componentes que serão importantes no calor da batalha. São muitas mecânicas rodando simultaneamente, o que só aumenta a probabilidade de que esse ou aquele jogador não se sinta à vontade com alguma coisa. Passado o meu choque inicial, me descobri fascinado por todos os seus aspectos e, em particular, por aqueles que não tem nada a ver com as lutas propriamente ditas. Marvel's Midnight Suns nos apresenta uma ameaça de nível sobrenatural. Lilith, a Mãe dos Demônios, foi despertada pela HIDRA e foi profetizado que ela irá trazer uma espécie de apocalipse ao mundo, o chamado Sol da Meia-Noite. Para combater Lilith, heróis que fazem parte dos Vingadores e de um grupo secreto de renegados com poderes místicos terão que juntar forças e resolver suas diferenças. Para isso, também teremos a ressurreição de um personagem especial chamado Hunter, aquele ou aquela que derrotou Lilith séculos atrás. Hunter é a porta de entrada do jogador nesse universo. E Hunter também é filho(a) da própria Lilith (uma longa história que será desenrolada ao longo dessa jornada). Por si só, a trama já é capaz de capturar a mente do fã mais tranquilo da Marvel. É uma oportunidade única de ver nomes como Tony Stark, Peter Parker, Logan e Carol Danvers completamente dublados (em Inglês), com suas personalidades e tiques de comportamento fiéis em cada diálogo. Não tem como não rir de algumas interações ou se emocionar em outras. Ao mesmo tempo, o jogo aproveita para jogar uma luz em um lado mais obscuro da Marvel e também fazer jus a personagens como Nico Minoru, Illyana Rasputin, Eric Brooks e outros. São dois mundos quase opostos obrigados a formar uma única família. É ver Tony Stark confuso com as leis caóticas da magia, é ver Peter Parker fazer perguntas inconvenientes para Blade, é ver um romance absolutamente inesperado emergindo entre dois personagens que normalmente mal interagem. Nesse sentido, surge a segunda camada de jogabilidade: Marvel's Midnight Suns funciona como um simulador de relacionamentos. Hunter precisa conquistar a confiança e a amizade de seus aliados. Mecanicamente, cada nível conquistado reflete em atributos melhores, em cartas de ataque melhores. Ainda assim, esses sistemas, essas conversas, essas interações foram, para mim, o creme desse bolo confuso. Em determinado momento, eu fiquei mais interessado em unir dois personagens e agir como um cupido do que em derrotar Lilith. Durante suas quase 72 horas, Marvel's Midnight Suns foi uma espécie de Big Brother Brasil exclusivo rodando no meu monitor: personalidades conflitantes confinadas no mesmo ambiente por 24 horas. Surgiram brigas, surgiram reconciliações, surgiram conspirações, houve choro, houve abraços, houve confissões, torta de climão, dedo na cara. E tudo isso entre heróis da Marvel! É o tipo de dinâmica que surge apenas nas melhores fases de bons escritores, como Chris Claremont fazia com os X-Ken nos anos 80. A partir daí, Hunter irá participar de um Clube de Leitura, uma Turma da Oficina, vai olhar as estrelas com a Capitã Marvel, vai jogar videogame com Peter Parker, organizar uma festa de aniversário e outras atividades sociais inusitadas. O ciclo de jogabilidade sempre passa por uma batalha, uma missão. Nesse momento, o jogador precisa definir três campeões que irão se teleportar para a zona de confronto. O combate é aquilo que se define como "redondo", ele flui com tranquilidade e o jogador não precisa executar uma estratégia específica para vencer as situações. Essa liberdade me agrada demais. Existe um limite das cartas que estão na mão no momento, mas o leque de opções é bastante amplo e pode ser complementado com itens especiais fabricados, com a utilização inteligente de vantagens ambientais e até mesmo com o simples ato de se mover e dar um encontrão em um inimigo. Não há chances de erro: cada ataque vai acertar o seu alvo com absoluta certeza. Se Marvel's Midnight Suns fosse formado apenas por sequências sucessivas de batalhas, ainda seria um jogo divertido. É quase como se fossem dois jogos diferentes forçados a se juntar em uma coisa só. É como se duas equipes da Firaxis, com visões opostas de como o jogo deveria acontecer, tivessem trabalhado em paralelo e reunido seus esforços apenas no final. Enquanto isso, uma terceira equipe hipotética da Firaxis trabalhou no mapa que rodeia a base dos heróis, um terreno muito amplo, lotado de segredos e narrativas ambientais, que funciona como um Metroidvania separado, em que enigmas complexos precisam ser solucionados para desbloquear poderes que darão acesso a novas áreas. O impacto dos segredos descobertos no resto da jogabilidade é muito baixo. Acredito que seja possível para qualquer jogador simplesmente ignorar esses passeios pelo terreno. Como um explorador convicto, perdi muitas horas entre essas árvores e ruínas, descobrindo histórias de bastidores dos principais personagens, como Lilith e Hunter. Ao mesmo tempo, uma quarta equipe hipotética gastou um tempo considerável fabricando itens cosméticos que podem ser liberados para o protagonista e seus aliados. Em muitos aspectos, a impressão que fica é que Marvel's Midnight Suns pode ter sido pensado inicialmente como um jogo serviço (incluindo loot boxes de itens), mas a Firaxis deu meia volta depois do fiasco de Marvel's Avengers. Joguei Marvel's Midnight Suns aos poucos. Foram nove meses de uma jornada que lembrou a trilogia Mass Effect em seus melhores momentos, teve um toque de Baldur's Gate, mas acabou sendo um título ímpar, uma amálgama de ideias que não deveriam ser combinadas, mas que funcionou muito bem para esse jogador em específico. Análise completa publicada anteriormente em: [url=https://blog.retinadesgastada.com.br/2026/06/jogando-marvels-midnight-suns.html]https://blog.retinadesgastada.com.br/2026/06/jogando-marvels-midnight-suns.html[/url]
So I got this game for free with a GPU purchase back when so I get to do this... "smiles"... do you have any idea how many consumer protection laws you just broke 2K by patching in 14 day check ins for Denuvo with no disclaimer whatsoever? And for some games, YEARS after purchase? My question then is, would it just be 2K on the hook for breaking consumer protection law in various regions, or do we get a two for one, and Denuvo burns too. I hope they fine you in every region and they get both you and that parasitic DRM maker too.
14 day required online check-in with Denuvo? Pirates play a version free of this crap? Go to hell 2K.
This is legitimately one of the best video games I have ever played. There are some oddities w/ collectables and resources that feel like they are stubs for a monetization master-plan that never came to fruition, but ignoring that (or modding it out) pretty much everything else is AMAZING. The core gameplay is like a mix between MTG and X-Com. It's SO GOOD. None of the obnoxious 95% chances that miss 50% of the time. Your shuffle and draw are random, but the actual gameplay mechanics are deterministic. And the nature of the scenarios is such that the game plays BEAUTIFULLY with a gamepad in a way that X-Com could never match. Seriously, it's so good. Stepping in for X-Com's base building are superhero themed replacements. Working out in "the yard", sending heroes on on sortees, growing and curating your deck, researching combat upgrades, etc. There's even a bit of a mini-game built around exploring the hero's lair (the abbey), though the game lets you know very early on that it's strictly optional and you can take it or leave it as you please. The exploration bits are surely the worst parts of the game, but they aren't terrible. They just don't match the incredible innovation of the gameplay. Over the course of the game, the cast of superheroes on the team grows regularly and substantially. And as it does, your relationship with the other superheroes evolves unlocking little perks and some decent cutscenes that will appeal even to folks that aren't comic-book / superhero geeks. Every single superhero is unique and fun to play and this certainly extends to the DLC characters - if you have a chance to snag the "complete" version of the game, it's worth it. The DLC characters are VERY strong and bring perks that offer much benefit. I was there for the launch issues and totally understand why the game was a bit of a commercial flop, quickly abandoned. But at the end of the day, this is still one of the best video games I have ever played. No joke. Try it.
Offline play is finite.
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Trends
Steam followers (game-group members) tracked daily from when we started recording.
Momentum
Pace estimated from the game's recent review growth (our daily snapshots) at its own sales-per-review ratio — a momentum signal, not booked sales.
Engagement
DAU/MAU are modeled from peak concurrent players (≈×8 and ×28) — Steam publishes no active-user counts, so treat these as rough estimates, not reported figures.
Audience
Audience
Languages: English*, French*, Italian, German*, Spanish - Spain*, Japanese*, Korean*, Polish, Portuguese - Brazil, Simplified Chinese*, Traditional Chinese*languages with full audio support
Estimated from the language of this game's reviews — a proxy for where players are, not official Steam demographics.
Games most often reviewed by the same players — an audience-affinity signal from our review sample, not full ownership data.
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