
Thirty years after Freddy Fazbear's Pizza closed it's doors, the events that took place there have become nothing more than a rumor and a childhood memory, but the owners of "Fazbear's Fright: The Horror Attraction" are determined to revive the legend and make the experience as authentic as possible for patrons, going to great l
Modeled estimate, not a reported figure. How we estimate →
Each in the currency that store quoted — not converted: the gap between two rows is the publisher's pricing, not an exchange rate.
14 of 15 markets; the rest we haven't asked for this title, not markets where it is unavailable.
Availability
We put this game to every storefront we collect. A market that answered not sold has told us something about the game; a market we never asked has not, and the two are never drawn the same.
About
Genres
Sums Steam only; PlayStation, Nintendo publish no volume signal, so the true total is higher by an unknown amount.
| Store | Price | Audience | Score | Chart | Est. revenue |
|---|---|---|---|---|---|
SteamYou are here | $7.99 | 11.4Kreviews | 90% | — | $3.2M |
| $7.99 | 3.4Kratings | 88% | — | not modelled | |
Updates
Build ids and update times come straight from Steam's PICS — the same source SteamDB reads. Patch history grows as we record new builds.
Engagement
Reviews
Themes across 902 recent reviews and how positive each mention is. A keyword signal, not full sentiment analysis.
Reviews
chupate esa pendeja! gracias por la palanca foxy. que pedo foxy!? no se estaba aburrido
на меня охотится смешной мужик в костюме из говна
Media

Related
Related
Price dynamics, follower growth, revenue and sales trajectories with interactive tooltips
This and every other Pro feature is free until October 20, 2026. A free account is all it takes.
14 on sale1 answered “not sold”0 we did not ask
The 1 “not sold” market is read from the Steam price pass of Sep 13: that day the store answered for this game elsewhere and gave no price there. The 14 priced markets are the same rows as the table above — each the latest price we hold, dated here when it is older than that pass. The 0 marked “not asked” were not put to this store at all — either it has no storefront there or we do not collect it yet, and neither is a statement about the game. A refusal is a refusal on one day; a store can list a title again tomorrow.
Stats
All-time low is the lowest price we've recorded for this game since we started tracking it.
Languages: English**languages with full audio support
| $7.99 |
| — |
| — |
| — |
| not modelled |
Matched by title — a reused name can pair the wrong games. * is a critic aggregate. Prices and positions are each store's United States storefront; Epic charts worldwide. Audience and Score too, except Steam's, which is worldwide.
Hours played at review time, across 905 reviews with recorded playtime.
positive critical· bar length = how often the theme comes up
ill oil up those old locks and make them squeak again
this game is hard as hell, like I thought fnaf 2 was bad this mf springtrap wil ignore a audio lure, hide in the darkest corner because he knows the cameras suck, then sprint towards my office the second I get phantomed. But it's still gas
игра харошая но только какда я прахадил пятую ноч ка мне прищел шриндтрап и начал трогать меня я испугался но мне очень понравилось так шо ставлю пят звезд
0/10 experience, you can't sex the bear because there is no bear to sex
An underrated entry with incredible visuals and atmosphere. The cat-and-mouse style of gameplay is a welcome changeup.
springbrap rape simulator
🟪🟪🟪🟪🟪🟪🟪 🟪🟪🟪🟪🟪🟪🟪 ⬜️⬛️🟪⬜️⬛️🟪🟪 🟪🟪🟪🟪🟪🟪🟪 🟪⬛️⬛️⬛️⬛️⬛️🟪 🟪🟪⬛️⬛️⬛️🟪🟪 🟪🟪🟪🟪🟪🟪🟪
Ah, estimado leitor, permiti que eu endireite o dorso, ajeite a pena imaginária e, com a solenidade própria dos salões de 1800, discorra sobre esta curiosa peça do divertimento moderno: Five Nights at Freddy’s 3. Se outrora nos entretínhamos com romances de fantasmas e castelos sombrios, hoje os espectros vestem ferro, fios e pelúcia — e, acredite, assustam com igual eficiência. Antes de tudo, devo declarar com franqueza cavalheiresca: nutro agrado pelo jogo, ainda que meu coração crítico oscile como pêndulo entre **7,5 e 9 de 10** — avaliação essa que, confesso, diverte-me tanto quanto me desafia. É obra que não se acomoda na mesmice, que não se contenta em repetir sustos, mas se aventura em outros terrores, mais silenciosos, mais insidiosos, como se sussurrasse ao ouvido em vez de gritar pela janela. Há na narrativa um encanto peculiar: anuncia-se, entre aspas e intenções, como se fora “o último” capítulo da saga dentro de sua própria história. Tal promessa reveste o jogo de ar crepuscular — como o último baile de uma temporada, no qual todos comparecem com roupas belas, porém carregadas de melancolia. A sensação de conclusão iminente paira como neblina antiga, envolvendo cada ruído de ventilação e cada sombra mal posicionada. A lore, como dizem os jovens deste século, adquire tonalidade quase elegíaca, e o jogador se vê não apenas com medo, mas também contemplativo. O cenário, então, merece destaque: já não se trata de um humilde escritório ou saleta comprimida, mas de uma pizzaria inteira, vasta e silenciosa como mansão abandonada. E eis o paradoxo delicioso: o espaço maior não traz alívio; ao contrário, amplia o medo. Cada corredor parece cochichar segredos, cada sala escura promete presenças. Estar só em tal imensidão é como ser o último convidado que permanece no salão após o término do baile — as velas se apagam, as sombras alongam-se, e o eco de passos que não são seus começa a fazer-se notar… mesmo quando não há ninguém. E que “ninguém” mais intrigante do que um único animatronic? Outrora, enfrentávamos cortejos inteiros de criaturas mecânicas; agora, concentra-se o horror em uma figura solitária, o temível Springtrap. Há algo quase aristocrático nesse inimigo único: ele não compartilha seu palco com outros, reina sozinho — e como reina! O fato de haver apenas um perseguidor não diminui o pavor; antes, o concentra, como lente que foca a luz até fazê-la queimar. A pizzaria inteira parece ser seu domínio, e nós, meros intrusos, tentamos sobreviver como hóspedes indesejados. Os **jumpscares**, confesso, já não são os astros principais desta ópera macabra. Eles surgem, sim, fazem seu trabalho, arrebatam alguns gritos discretos — mas não constituem o ápice da experiência. O jogo prefere outra crueldade, mais refinada: as mecânicas de distração e de reinicialização de sistemas. Ah, que deliciosa tortura moderna! Entre sons para atrair a criatura, ventilação que falha, câmeras que se desvanecem e dispositivos que precisam ser reiniciados como máquinas teimosas do correio, o jogador se vê transformado em humilde técnico de sua própria salvação. Corre-se de painel em painel, qual mordomo desesperado apagando incêndios invisíveis na mansão do medo. O encanto da obra reside justamente nisso: menos estrondo, mais inquietação; menos espanto súbito, mais deterioração lenta dos nervos. O jogador não apenas teme ser surpreendido — ele teme falhar, ouvir o apito errado, ver a tela tremer, sentir o ar rarefeito da ventilação avariada. É terror que se infiltra como corrente de ar frio por fresta de janela antiga, sem pedir licença. É impossível não brincar, ainda que respeitosamente, com nossa própria condição frente ao jogo. Lá estamos, adultos, racionais, donos de nossas decisões — e, de repente, curvados sobre a cadeira, implorando para que um sistema virtual reinicie antes que uma criatura de sorriso impróprio atravesse a porta. Se alguém nos visse de fora, pensaria tratar-se de um drama shakespeariano miniaturizado… mas não, é apenas a pizzaria exigindo seu tributo de coragem. Assim, fecho esta missiva com convicção tranquila: Five Nights at Freddy’s 3 é capítulo ousado, intrigante e maturado dessa macabra saga. Ele troca o susto estridente pelo medo que amadurece em silêncio; expande o espaço, mas também expande a solidão; promete fim, e com isso, dá sabor de despedida às suas sombras. Se os cavalheiros e damas do século XIX o jogassem, creio que comentariam, abanando-se com seus leques: “Que experiência singular!” — e, à noite, talvez evitassem caminhar sozinhos por corredores longos… mesmo sabendo que, supostamente, há apenas um inimigo.
Players by region
Where this game's players are, estimated from review languages.
Players also reviewed
The games this title's players most often review too — audience affinity.
Related
| Game | Estimated lifetime revenue | Reviews | Review score | Price |
|---|---|---|---|---|
| $3.2M | 6.9K | 91% | $24.99 | |
| $3.2M | 4.9K | 79% | $24.99 | |
| $3.2M | 3.9K | 82% | $34.99 | |
| $3.2M | 5.5K | 80% | $19.99 | |
| $3.2M | 22.5K | 87% | $7.49 | |
| $3.2M | 3.2K | 70% | $29.99 |
Related
| Game | Estimated lifetime revenue | Reviews | Review score | Price |
|---|---|---|---|---|
| $529 | 2 | 50% | $6.99 | |
| $3.6M | 12.7K | 90% | $7.99 | |
| $3.8M | 17K | 93% | $7.99 | |
| $5.2K | 28 | 100% | $8.99 | |
| — | 0 | — | — | |
| $3.7M | 26.2K | 94% | $7.99 |