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Reviews
Peak
[i][b]"Algumas sequências apenas continuam uma história. Assassin's Creed Brotherhood faz algo muito mais difícil: pega tudo o que tornou Assassin's Creed II inesquecível e consegue elevar ainda mais essa experiência."[/b][/i] [hr][/hr] Bom, por onde começar? [b]Assassin's Creed Brotherhood[/b] é, para mim, uma sequência quase perfeita. Se [b]Assassin's Creed II[/b] representou a consolidação da franquia, [b]Brotherhood[/b] refinou praticamente tudo aquilo que já funcionava. A movimentação está mais fluida, o combate recebeu melhorias importantes e as novas mecânicas tornam a experiência ainda mais prazerosa, sem perder a essência que tornou a Trilogia Ezio tão especial. Mais do que isso, encontramos um Ezio Auditore completamente diferente daquele jovem impulsivo do jogo anterior. Agora, vemos um homem mais maduro, experiente e preparado para assumir responsabilidades muito maiores. Sua jornada deixa de ser apenas uma história de vingança e passa a ser a trajetória de um verdadeiro Mestre Assassino, responsável por reconstruir e liderar toda uma Irmandade. Assim como aconteceu com [b]Assassin's Creed II[/b], revisitar esse jogo despertou em mim uma enorme nostalgia. Também tive a oportunidade de conhecê-lo na época do PlayStation 3, e voltar a explorá-lo tantos anos depois, agora no PC, foi uma experiência extremamente especial. Roma continua sendo uma das cidades mais marcantes da franquia. Caminhar por suas ruas, observar os NPCs seguindo suas rotinas, descobrir locais históricos e simplesmente apreciar a ambientação são partes fundamentais da experiência. Sou o tipo de jogador que gosta de explorar tudo, completar atividades paralelas e conhecer cada canto do mapa antes de avançar na campanha principal, e [b]Brotherhood[/b] recompensa muito bem esse estilo de jogo. Reencontrar personagens como Leonardo da Vinci também foi muito marcante. É curioso como alguns personagens despertam a sensação de estarmos revendo um velho amigo depois de muitos anos. Sentar ao lado de Leonardo e realizar suas missões secundárias são momentos que possuem uma ternura própria e que, para mim, podem ser tão especiais quanto diversos acontecimentos da história principal. O jogo também complementa aspectos importantes da vida pessoal de Ezio por meio das [b]Memórias de Cristina[/b]. Cristina Vespucci aparece no início da jornada do personagem, em [b]Assassin's Creed II[/b], mas sua relação com ele acaba ficando em segundo plano. Em [b]Brotherhood[/b], temos a oportunidade de reviver momentos desse relacionamento e compreender melhor a história daquele que foi um dos grandes amores de Ezio. Essas memórias tornam o protagonista ainda mais humano e acrescentam um peso emocional muito especial à sua trajetória. A mecânica da Irmandade também merece destaque. Convocar outros Assassinos para ajudá-lo durante as missões pode, inicialmente, parecer uma maneira de tornar o jogo mais fácil. Para mim, porém, ela reforça a sensação de progresso. Depois de acompanhar toda a evolução de Ezio, faz sentido que ele finalmente deixe de agir sozinho e passe a liderar aqueles que compartilham de seus ideais. Essa mecânica não representa apenas uma vantagem durante o gameplay, mas também a consolidação de sua transformação em Mestre Assassino. Nem tudo, porém, é perfeito. O launcher da Ubisoft continua sendo um dos pontos mais inconvenientes para quem joga no PC, além de alguns pequenos bugs ocasionais. Outro aspecto que nunca conseguiu me prender completamente foi a narrativa dos tempos atuais. Ela possui sua importância dentro da franquia, mas, particularmente, sempre me vi ansioso para voltar ao Animus e continuar vivendo a jornada de Ezio, que é, sem dúvida, o grande coração da experiência. Talvez [b]Assassin's Creed II[/b] continue ocupando um lugar um pouco mais especial no meu coração pela carga nostálgica que carrega. Ainda assim, isso não diminui em absolutamente nada a qualidade de [b]Brotherhood[/b]. Muito pelo contrário: ele consegue honrar tudo o que veio antes enquanto acrescenta novas ideias que enriquecem ainda mais essa jornada. Existe também uma sensação de conforto ao retornar a esses jogos. Explorar Roma, rever Ezio e Leonardo, realizar as missões das guildas e observar aquele mundo funcionando me transmite segurança e familiaridade. São personagens e lugares que conheci muitos anos atrás e que agora posso revisitar com outros olhos. [b]Brotherhood[/b], portanto, não é apenas uma excelente sequência. Para mim, ele representa também um reencontro: com seus personagens, com aquele universo e com uma fase da minha própria vida que permanece viva na memória. Se você terminou [b]Assassin's Creed II[/b], não pense duas vezes antes de iniciar [b]Brotherhood[/b]. A história de Ezio simplesmente não estaria completa sem ele. Algumas trilogias ficam marcadas pela qualidade de seus jogos. A Trilogia Ezio ficou marcada por nos fazer crescer junto com um dos maiores protagonistas da história dos videogames. [hr][/hr] [i][b]"Hoje percebo que não estou apenas revisitando Roma ou reencontrando Ezio. Estou revisitando uma época da minha vida em que as coisas pareciam mais simples."[/b][/i]
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Trends
Modeled estimate over time, reconstructed from Steam's monthly review histogram.
Hours played at review time, across 125 reviews with recorded playtime.
positive critical· bar length = how often the theme comes up
Любимая моя часть Assassin советаю в неё поиграть понравился паркур и система помощников.
pectacular
Das Spiel ist immer noch ein Kracher. Was nervt sind die voreingestellten Steuerungen am PC, das könnte allerdings nur mein Problem sein. Das meine Änderungen nicht gespeichert werden, ist allerdings echt nervig.
my moneys from last game noooooo
超越刺客2的神作
Still a masterpiece in 2026
Gud
Ничто не истинно, всё дозволено.
Engagement
DAU/MAU are modeled from peak concurrent players (≈×8 and ×28) — Steam publishes no active-user counts, so treat these as rough estimates, not reported figures.
Audience
Estimated from the language of this game's reviews — a proxy for where players are, not official Steam demographics.
Audience
Games most often reviewed by the same players — an audience-affinity signal from our review sample, not full ownership data.
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