
From the creators of Amnesia: The Dark Descent and Dear Esther comes a new first-person horrorgame that will drag you to the depths of greed, power and madness. It will bury its snout into your ribs and it will eat your heart.
Modeled estimate, not a reported figure. How we estimate →
Prices
Each in the currency that store quoted — not converted: the gap between two rows is the publisher's pricing, not an exchange rate.
Discounts
Every price cut of more than 20% we have observed, in each market that quoted one, with this game's chart position on either side of it. These are episodes, not a model: a sale is one event, and one event cannot tell you what the next one will do.
Reviews, worldwide (the counter carries no country): 0.57/day in the week to Sep 9 → 3.86/day in the week after.
About
Genres
Sums Steam only; GOG, Epic publish no volume signal, so the true total is higher by an unknown amount.
| Store | Price | Audience | Score | Chart | Est. revenue |
|---|---|---|---|---|---|
SteamYou are here | $3.99−80% | 12.1Kreviews | 70% | — | $1.2M |
| $19.99 | 554ratings | 64% | — | not modelled | |
Updates
Build ids and update times come straight from Steam's PICS — the same source SteamDB reads. Patch history grows as we record new builds.
Engagement
Reviews
Themes across 865 recent reviews and how positive each mention is. A keyword signal, not full sentiment analysis.
Reviews
---{ Graphics }--- ☐ You forget what reality is ☐ Beautiful ☐ Good ☐ Decent ☑ Bad ☐ Don‘t look too long at it ☐ MS-DOS ---{ Gameplay }--- ☐ Very good ☐ Good ☑ It's just gameplay ☐ Mehh ☐ Watch paint dry instead ☐ Just don't ---{ Audio }--- ☐ Eargasm ☑ Very good ☐ Good ☐ Not too bad ☐ Bad ☐ I'm now deaf ---{ Audience }--- ☐ Kids ☑ Teens ☑ Adults ☐ Grandma ---{ PC Requirements }--- ☐ Check if you can run paint ☑ Potato ☐ Decent ☐ Fast ☐ Rich boi ☐ Ask NASA if they have a spare computer ---{ Game Size }--- ☐ Floppy Disk ☑ Old Fashioned ☐ Workable ☐ Big ☐ Will eat 15% of your 1TB hard drive ☐ You will want an entire hard drive to hold it ☐ You will need to invest in a black hole to hold all the data ---{ Difficulty }--- ☐ Just press 'W' ☑ Easy ☐ Easy to learn / Hard to master ☐ Significant brain usage ☐ Difficult ☐ Dark Souls ---{ Grind }--- ☑ Nothing to grind ☐ Only if u care about leaderboards/ranks ☐ Isn't necessary to progress ☐ Average grind level ☐ Too much grind ☐ You'll need a second life for grinding ---{ Story }--- ☐ No Story ☐ Some lore ☐ Average ☐ Good ☑ Lovely ☐ It'll replace your life ---{ Game Time }--- ☐ Long enough for a cup of coffee ☑ Short ☐ Average ☐ Long ☐ To infinity and beyond ---{ Price }--- ☐ It's free! ☐ Worth the price ☑ If it's on sale ☐ If u have some spare money left ☐ Not recommended ☐ You could also just burn your money ---{ Bugs }--- ☐ Never heard of ☐ Minor bugs ☑ Can get annoying ☐ ARK: Survival Evolved ☐ The game itself is a big terrarium for bugs ---{ ? / 10 }--- ☐ 1 ☐ 2 ☐ 3 ☐ 4 ☐ 5 ☐ 6 ☐ 7 ☑ 8 ☐ 9 ☐ 10
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Price dynamics, follower growth, revenue and sales trajectories with interactive tooltips
This and every other Pro feature is free until October 20, 2026. A free account is all it takes.
Every market we collect.
Reviews, worldwide (the counter carries no country): 1.44/day in the week to Aug 4 → 1.43/day in the week after.
For scale, across Steam · Top Sellers · Brazil over the last 30 days: the 26 chart moves that followed a price cut of more than 20% went a median of 7 places towards #1, and the 2,400 moves with no price cut behind them went 2 away. One store, one chart, one country — it is the only place we have enough observations to say even that.
Prices outside the United States have been collected since 6 August 2026 and chart positions since 19 July 2026, so a cut older than that has no market to compare and a market that joined later has no history yet. Nothing here is converted between currencies.
Stats
All-time low is the lowest price we've recorded for this game since we started tracking it.
Languages: English*, French, Italian, German, Spanish - Spain, Czech, Hungarian, Polish, Portuguese - Brazil, Russian*languages with full audio support
| $19.99 |
| — |
| 82% |
| — |
| not modelled |
Matched by title — a reused name can pair the wrong games. * is a critic aggregate. Prices and positions are each store's United States storefront; Epic charts worldwide. Audience and Score too, except Steam's, which is worldwide.
Hours played at review time, across 868 reviews with recorded playtime.
positive critical· bar length = how often the theme comes up
[h1]Amnesia: A Machine for Pigs. O horror da industrialização da carne humana[/h1] [b]“Se The Dark Descent era sobre medo da própria mente, Machine for Pigs é sobre medo do que a humanidade é capaz de construir.”[/b] [h2]1. O jogo que talvez tenha sido vendido da maneira errada[/h2] Eu geralmente começo com uma introdução do game e dos autores, mas acho que dessa vez cabe algo diferente dado o contexto. Grande parte do problema de Amnesia: A Machine for Pigs não estava apenas no jogo em si, mas na forma como ele foi apresentado ao público, o marketing, o nome “Amnesia” e toda a divulgação faziam parecer que os jogadores receberiam uma continuação direta de Amnesia: The Dark Descent, com a mesma estrutura de gameplay, gerenciamento de sanidade, puzzles complexos, física pesada, sobrevivência constante e perseguições imprevisíveis, mas Machine for Pigs nunca quis ser isso,ele era muito mais próximo de uma experiência narrativa atmosférica no estilo de Dear Esther do que de um survival horror sistêmico tradicional, o problema é que o público entrou esperando tensão mecânica semelhante ao primeiro jogo e encontrou algo muito mais lento, introspectivo e simbólico, se talvez tivesse sido apresentado como, um spin-off, uma interpretação autoral do universo Amnesia ou até uma experiência paralela experimental, a recepção provavelmente teria sido menos agressiva, porque boa parte das críticas não vinha necessariamente da qualidade narrativa, mas da quebra de expectativa, é como vender um drama psicológico como se fosse um filme de ação, o público passa a julgar a obra pelo que esperava consumir, não pelo que ela realmente queria ser e isso acabou soterrando muitas qualidades do jogo durante anos, hoje, olhando com distância, fica mais fácil perceber que Machine for Pigs talvez não tenha sido um “Amnesia ruim”, mas sim um jogo divulgado para o público errado e sob expectativas erradas. Abordarei mais em outros tópicos. [b]“O maior inimigo de Machine for Pigs talvez nunca tenha sido sua narrativa… mas a promessa de que ele seria algo que nunca tentou ser.”[/b] [h2]2. Um terror diferente, menos sobrevivência e mais tragédia humana[/h2] Desde o começo, fica claro que Amnesia: A Machine for Pigs não queria repetir exatamente a fórmula do primeiro jogo, enquanto Amnesia: The Dark Descent focava em vulnerabilidade física, sanidade e interação constante com o ambiente, Machine for Pigs escolhe um caminho muito mais narrativo, introspectivo e filosófico, você controla Oswald Mandus, um industrial rico que acorda em uma mansão após febres e apagões mentais, ouvindo vozes de seus filhos desaparecidos enquanto uma gigantesca máquina subterrânea parece pulsar sob Londres, o horror aqui não é apenas sobreviver, é perceber o que o próprio ser humano transforma o mundo quando poder, indústria e desumanização começam a andar juntos, a sujeira metálica, os corredores industriais e o som constante das máquinas criam uma sensação diferente do castelo gótico do primeiro jogo, não é o medo medieval do desconhecido, é o medo moderno da produção em massa, da mecanização da vida e da transformação de pessoas em combustível para sistemas maiores. [b]“Machine for Pigs troca o horror íntimo do primeiro jogo pelo horror coletivo da humanidade industrializada.”[/b] [h2]3. Por que tanta gente não gostou do jogo[/h2] Para muitos fãs, isso parecia um abandono da identidade da franquia, o primeiro jogo criava medo através da participação ativa do jogador, você precisava manipular objetos, administrar recursos e sobreviver usando inteligência, Machine for Pigs muitas vezes prefere apenas conduzir emocionalmente o jogador por corredores narrativos e isso gerou a sensação de que o terror havia perdido profundidade mecânica, além disso, o ritmo extremamente contemplativo afastou parte do público que queria tensão constante e perseguições mais intensas, o problema é que o jogo nunca quis ser exatamente o mesmo tipo de horror, enquanto The Dark Descent focava no medo de estar indefeso diante do desconhecido, Machine for Pigs fala sobre culpa, industrialização, capitalismo desumano e o horror inevitável do século XX, ele é menos “terror de sobrevivência” e mais “tragédia psicológica interativa”, mas justamente por carregar o nome Amnesia, muita gente esperava outra experiência. [b]“Machine for Pigs não falhou apenas por ser diferente, falhou porque carregava o peso impossível de suceder um clássico revolucionário.”[/b] [h2]4. O horror industrial e a máquina como símbolo da humanidade[/h2] A grande máquina do jogo talvez seja uma das metáforas mais pesadas da franquia inteira, ela não existe apenas como estrutura física, ela representa uma humanidade que começou a transformar pessoas em números, corpos em recursos e sofrimento em combustível de progresso, o jogo usa imagens de, carne, engrenagens, porcos mutilados, fábricas, abatedouros e produção industrial para criar uma associação extremamente desconfortável entre tecnologia e desumanização, existe uma crítica muito clara à Revolução Industrial e à forma como o avanço humano frequentemente vem acompanhado de exploração e destruição em massa, mandus enxerga o futuro trágico, guerras mundiais, genocídios, mecanização da morte, fábricas transformadas em linhas de destruição humana e a máquina surge quase como tentativa desesperada de impedir esse futuro… mesmo que isso exija sacrificar a própria humanidade antes, é um horror muito mais filosófico do que imediato e talvez por isso ele tenha dividido tanto opiniões. [b]“Machine for Pigs não pergunta se monstros existem, pergunta quantas máquinas humanas já criaram monstros piores.”[/b] [h2]5. A trilha sonora e o sentimento constante de decadência[/h2] A trilha sonora de Machine for Pigs é uma das partes mais fortes da experiência, ao invés de usar sustos constantes ou explosões sonoras agressivas, o jogo aposta em músicas melancólicas, industriais e quase fúnebres, existe uma tristeza permanente atravessando toda a experiência, os sons metálicos, o vapor, os ruídos mecânicos e os corredores vazios criam uma sensação de mundo já condenado antes mesmo do jogador começar a entendê-lo e isso combina perfeitamente com Mandus, ele não parece um protagonista tentando salvar algo, parece alguém caminhando lentamente em direção ao próprio colapso emocional, o terror aqui raramente explode, ele corrói. [b]“A trilha de Machine for Pigs não tenta assustar, tenta fazer você sentir que algo dentro daquele mundo já morreu há muito tempo.”[/b] [h2]6. Conclusão[/h2] Amnesia: A Machine for Pigs talvez nunca fosse agradar todo mundo, principalmente por carregar o peso impossível de continuar um dos jogos de terror mais influentes já feitos, ele simplifica mecânicas importantes, reduz parte da tensão sistêmica do primeiro Amnesia e troca sobrevivência emergente por narrativa contemplativa, mas reduzir o jogo apenas a isso também é injusto, porque, por trás das expectativas quebradas, existe uma obra extremamente melancólica, simbólica e autoral, um terror menos preocupado em assustar constantemente e mais interessado em discutir culpa, industrialização, sofrimento coletivo e o medo do futuro criado pelas próprias mãos humanas. [b]Ele não tenta repetir o primeiro jogo. Tenta falar de outro tipo de horror. Talvez esse tenha sido seu maior erro comercial, mas também sua maior coragem artística.[/b] Com o tempo, Machine for Pigs acabou encontrando um espaço curioso dentro da franquia, não como sucessor superior ao original, mas como uma interpretação diferente do que Amnesia poderia ser, mais literária, mais filosófica e muito mais triste, no fim, enquanto The Dark Descent falava sobre o medo do desconhecido, Machine for Pigs fala sobre algo talvez pior, o medo de perceber que os verdadeiros monstros sempre foram humanos.
It's slower and more atmospheric than Amnesia, closer to a dark industrial nightmare than a survival game. There's barely any inventory management or puzzling here, so if you came for that, you'll be disappointed. It's shorter and simpler than the first game, but it also delivers, just in a different way. It's worth stepping into it, but don't expect the same style of gameplay as The Dark Descent.
Is it possible to be underrated, and yet also appropriately rated? I bought this game when it came in 2013 and beat it in a day. I've struggled with my feelings about it over the years through several playthroughs. Machine for Pigs feels more like a walking simulator than Dark Descent, and you can finish the game in half the time. There isn't much to interact with, no resources to manage, and very little punishment for death. I do think that the visuals, music and sound effects are probably the best in the entire series, so there is some worth there. Buy it on a discount, turn out the lights and run from the squeals. Don't expect it to be TDD. It's an experience that stays with you.
I think this game unfairly gets a bad rap. It followed basically the most influential horror game ever and was made by a different dev so it was kind of set up to be unpopular no matter how good the game actually was. People call it a walking simulator for a reason, but I don't really have a problem with it. For me, the game serves well enough as a vehicle for telling a compelling story and that's enough for me to excuse gameplay shortcomings. The game has got a great story with fantastic atmosphere in beautiful victorian and factory settings. If you're able to suspend your expectations for it to be a direct follow up and expansion of Dark Descent's mechanics you'll find a well made horror game with great aesthetics, voice acting, writing, music, the lot. if you're interested in this game or the series please actually play the game and form your own opinion on it before you pass judgement.
While not as scary as The Dark Descent, it offers a great story to follow. I enjoyed sitting back with some coffee and immersing myself in this game.
Unfortunately quite a big step backwards compared to its predecessor. The missing survival mechanics such as managing light and sanity as well as the generally weaker presentation make it impossible for the game to reach the level of The Dark Descent for me. That is also one of the main reasons why the game rarely feels truly tense. Most enemies are fairly easy to avoid and overall the constant pressure that made the previous game so effective is simply missing here. That being said, I really liked the setting and the designs and some areas were genuinely atmospheric. I especially loved the writing. This mix of poetic and overly dramatic language combined with cold scientific terminology and at times almost vulgar dialogue works surprisingly well and made reading the notes genuinely enjoyable. I also found the story and the whole concept surrounding the machines and experiments quite interesting even though I feel like the game had far more potential. Overall it is definitely not a bad horror game but if you have played the previous title you will quickly notice that a lot of what made it special has unfortunately been lost here.
Don't understand the hate for this game. The story is incredible and a lot scarier than the first one.
Boring, confusing and poorly told story, overly verbouse dialague and notes. Underneath it all there is a good story here but It's not told or represented well. Not worth your time. 3/10
Amnesia: A Machine for Pigs foi lançado em 2013, desenvolvido pela The Chinese Room e distribuído pela Frictional Games. Zerei o primeiro há poucos dias, então lembro de bastante coisa para poder comparar com esse “segundo” jogo. Muitas coisas mudaram em relação ao original. Eu nem sabia que ele tinha sido desenvolvido por outro estúdio, por isso acabei encontrando várias mudanças. Confesso que achei The Dark Descent bem melhor em praticamente tudo. Mais abaixo vou falar melhor sobre essas diferenças. Terminei A Machine for Pigs em dois dias. Ele é bem mais curto que The Dark Descent. Aqui, a história se passa em 1899, em Londres, e o jogo não é uma sequência direta do primeiro, funciona mais como uma história paralela, explorando outro tipo de horror. Jogamos com Oswald Mandus, um homem rico e dono de uma fábrica. Acordamos dentro de nossa mansão, fraco e sem memória do que aconteceu anteriormente, e começamos a buscar nossos filhos. Em vários momentos, enquanto exploramos a casa, ouvimos as vozes das crianças correndo e falando coisas para nós. Depois de um tempo, o telefone toca, e uma voz misteriosa diz que vai devolver nossos filhos se fizermos determinadas tarefas. Sem muita alternativa, Mandus começa a obedecer. A exploração vai nos guiando até a fábrica do protagonista, seguindo as instruções recebidas por telefone. Quanto mais avançamos, mais descemos para as profundezas dessa instalação subterrânea gigantesca. Só que ela não é apenas um simples abatedouro ou local de processamento de carne. Pelas anotações encontradas, percebemos que o buraco é bem mais embaixo. Não vou entrar em detalhes para evitar spoilers, mas o contexto inicial é basicamente esse: Você acorda em sua casa sem memória, procura seus filhos seguindo as ordens de uma voz desconhecida e, conforme avança pela mansão e pela fábrica, descobre vários segredos. Pontos Positivos 1 — A história Acho que a história é o ponto mais forte do jogo. À medida que certos mistérios vão sendo revelados, ela se torna mais interessante. Porém, confesso que demorou um pouco para eu me envolver. No fim das contas, tem bastante coisa positiva, só não me prendeu tanto. 2 — Sons e trilha sonora Os sons continuam muito bons. Você leva sustos por causa dos barulhos e da imersão. A voz misteriosa também tem uma ótima atuação. 3 — Ambientação A mansão é grande, com muitos locais secretos, e a parte da fábrica é bem sinistra, ficando mais tensa conforme avançamos. Gostei mais do castelo do primeiro jogo? Sim. Mas aqui a ambientação também funciona bem. 4 — Duração Zerei em cerca de 6 horas. Achei que poderia ser um pouco mais curto. Perto do final eu já estava me cansando, pois sempre parecia que era a última missão, mas ainda surgia algo a mais para fazer. 5 — Legendas em PT-BR Muito bom continuar tendo legendas para facilitar o entendimento da história. Pontos Negativos 1 — Mecânicas de jogo Aqui, em A Machine for Pigs, perdemos várias coisas que eu achava boas no primeiro jogo. Os puzzles são extremamente fáceis, o jogo é muito mais linear e não há mais a mecânica de sanidade. Também não temos recursos como óleo ou fósforos para iluminação, já que a lanterna tem luz infinita. O inventário também foi removido. Para mim, tudo isso foi um grande downgrade comparado ao The Dark Descent. 2 — Interação com controle A jogabilidade usando controle para interagir com objetos continua ruim. Manipular itens menores é bem incômodo. 3 — Variedade de inimigos A variedade de inimigos é mínima, basicamente um ou dois tipos. Quem jogou sabe exatamente do que estou falando. 4 — Bugs e desempenho Tive um bug chato em que o personagem caiu no chão e ficou preso num limbo infinito. Ao dar load game, voltei uns 10 minutos atrás no último save. Perto do final, o jogo fechou do nada duas vezes, me fazendo perder mais progresso. Além disso, o jogo é desnecessariamente escuro e, se você aumenta o brilho, a imagem fica esbranquiçada. Em alguns momentos, o FPS também cai sem motivo aparente. Conclusão Eu esperava um jogo mais bem lapidado e com melhorias do primeiro, mas o que encontrei aqui foi o contrário. Muitas coisas boas do original foram removidas, e somando isso a uma história que não me empolgou tanto e à ambientação que é apenas ok, eu não curti tanto esse jogo. Ele tem seus pontos positivos, mas, no geral, ficou abaixo de The Dark Descent. Se você está zerando a franquia inteira, como eu, vale a pena jogar. Só esteja ciente de que várias qualidades do primeiro foram tiradas ou pioradas aqui.
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