
From the makers of Heavenly Sword, Enslaved: Odyssey to the West, and DmC: Devil May Cry, comes a warrior’s brutal journey into myth and madness. Set in the Viking age, a broken Celtic warrior embarks on a haunting vision quest into Viking Hell to fight for the soul of her dead lover.
Modeled estimate, not a reported figure. How we estimate →
Prices
The United States storefront in every case, so this compares stores and not countries.
Prices
Each in the currency that store quoted — not converted: the gap between two rows is the publisher's pricing, not an exchange rate.
14 of 15 markets; the rest we haven't asked for this title, not markets where it is unavailable.
Availability
We put this game to every storefront we collect. A market that answered not sold has told us something about the game; a market we never asked has not, and the two are never drawn the same.
About



Add-ons
Each DLC is estimated with the same model as a game, then summed — a modeled figure, not reported DLC sales.
Sums Steam only; Nintendo publishes no volume signal, so the true total is higher by an unknown amount.
| Store | Price | Audience | Score | Chart | Est. revenue |
|---|---|---|---|---|---|
SteamYou are here | $29.99 | 76.6Kreviews | 90% | — | $41.8M |
| $29.99 | — | — | — | not modelled |
Matched by title — a reused name can pair the wrong games. * is a critic aggregate. Prices and positions are each store's United States storefront; Epic charts worldwide. Audience and Score too, except Steam's, which is worldwide.
Updates
Build ids and update times come straight from Steam's PICS — the same source SteamDB reads. Patch history grows as we record new builds.
Engagement
Reviews
Themes across 1034 recent reviews and how positive each mention is. A keyword signal, not full sentiment analysis.
Reviews
It's a Hell of a game with very god Blade combat .......
Jogo de ação e lore muito bons
Красивая , атмосферная игра на одно прохождение. Почувствовать себя шизофреником. Боевая система очень посредственная , руны и загадки немного задушили, но в целом прохождением игры доволен. Не играть под накуркой, опасненько)
Media

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Price dynamics, follower growth, revenue and sales trajectories with interactive tooltips
This and every other Pro feature is free until October 20, 2026. A free account is all it takes.
14 on sale1 answered “not sold”0 we did not ask
The 1 “not sold” market is read from the Steam price pass of Sep 14: that day the store answered for this game elsewhere and gave no price there. The 14 priced markets are the same rows as the table above — each the latest price we hold, dated here when it is older than that pass. The 0 marked “not asked” were not put to this store at all — either it has no storefront there or we do not collect it yet, and neither is a statement about the game. A refusal is a refusal on one day; a store can list a title again tomorrow.
Genres
Stats
All-time low is the lowest price we've recorded for this game since we started tracking it.
Languages: English*, French, Italian, German, Spanish - Spain, Arabic, Danish, Dutch, Finnish, Japanese, Korean, Norwegian +8 more
Hours played at review time, across 1K reviews with recorded playtime.
positive critical· bar length = how often the theme comes up
Great fighting, interesting puzzles, and a rich dialog touching on mental illness and loss. Great game
Hellblade conta a história de Senua, uma jovem guerreira que embarca em uma jornada para reencontrar seu amor falecido, Dillion. Porém, sua trajetória é marcada pela esquizofrenia, condição que a faz enfrentar constantes crises e influencia a forma como ela reconhece o mundo ao seu redor. O jogo mistura elementos de puzzle com um sistema de combate que em alguns momentos lembra levemente Dark Souls. O enredo gira em torno da tentativa de Senua de reencontrar Dillion. Durante sua aventura, ela enfrenta não apenas criaturas e desafios de inteligencia, como também seus próprios traumas e medos. Sua motivação é clara, simples e facilmente compreensível pelo player: recuperar seu amor perdido. Porem, a maneira como ela busca alcançar esse objetivo é particularmente insólita, já que deposita sua fé nos deuses nórdicos, os mesmos cultuados pelo povo responsável pela invasão de sua vila e pelo assassinato de Dillion. A soma de seus traumas com a esquizofrenia não apenas torna a sua jornada mais desafiadora, como também leva o jogador a se questionar constantemente sobre quais dos acontecimentos são reais e quais pertencem a imaginação da protagonista. Essa incerteza é um dos pontos mais importantesa interpretação da história. Com o passar do enredo, revisitamos memórias do passado de Senua e observamos o preconceito que ela sofre por conta de sua condição. A protagonista é tratada como um ser amaldiçoado pelos membros de seu próprio clã, algo que explicita a forma como transtornos mentais eram frequentemente tratados por meio de explicações religiosas ou supersticiosas. O ritmo da narrativa é bem lento nas primeiras horas, o que pode afastar parte dos jogadores. Conforme Senua progride em sua aventura, no entanto, novos elementos são introduzidos e a história fica mais dinâmica, tornando a progressão mais envolvente. Apesar do início mais cadenciado, o desenvolvimento da narrativa recompensa a paciência do jogador. Em termos de gameplay, Hellblade é bem simples. A maior parte da experiência consiste em explorar os cenários, resolver puzzles e participar de combates relativamente diretos. Os puzzles do jogo também têm uma introdução pouco clara. Embora suas soluções não sejam particularmente difíceis e, de forma alguma, representem um obstáculo para o jogador médio, senti pessoalmente que o jogo não comunica muito bem suas "regras básicas". Eu diria que aproximadamente 75% da experiência é composta por puzzles, enquanto o combate ocupa uma parcela bem menor. Embora eu aprecie ambos os gêneros, senti que a maioria dos puzzles raramente representa um desafio significativo. Além disso, eles praticamente não evoluem ao longo da campanha e seguem uma estrutura muito semelhante a da maioria dos outros jogos. As mecânicas permanecem praticamente as mesmas durante toda a gameplay, alternando apenas pequenas variações. Existem exceções, obvio, alguns quebra-cabeças são realmente muito bem pensados e utilizam o cenário de forma bastante criativa, mas, no geral, senti falta de uma evolução maior das ideias conforme historia avançava. Ja o sistema de combate, apesar de funcional, não tem muita profundidade pra se sustentar por conta própria. No fim, o principal incentivo para continuar jogando o game acaba sendo a narrativa. Também achei o sistema de totens de histórias que você encontra ao longo do jogo uma mecânica muito legal, só que não acho que a ideia foi tão bem executada. As histórias envolvem muitos personagens com nomes complicados de lembrar, são contadas de jeitos muito detalhadas e o jogo simplesmente assume que você sabe quem é quem e consegue acompanhar tudo enquanto joga sem dificuldade. Se você já conhece essas histórias, isso não chega a ser um grande problema, mas até eu, que lembrava da maioria delas, tive dificuldade para acompanhar alguns detalhes e personagens. Minha principal crítica vai para o level design. Os cenários cumprem seu papel de conduzir a narrativa do jogo, só que oferecem pouquíssima liberdade de exploração além da resolução dos puzzles. Em varios momentos, o jogo impede o avanço por obstáculos que parecem triviais, criando situações em que Senua poderia contornar um caminho com facilidade, mas simplesmente não pode. É quase impossível não pensar: (É sério que você não consegue passar por isso?). Essas limitações acabam, em alguns momentos, quebrando a imersão. É justamente na direção de arte que Hellblade brilha e demonstra seu potenical. Os cenarios, iluminacão, as expressoes faciais e a forma com que o estudio optou por representar a esquisofrenia de Senua da ao game uma identidade visual extremamente marcante e singular que contribuem muito pra atmosfera do jogo. A direção de áudio complementa esse trabalho de forma igualmente importante: as vozes que acompanham Senua comentam as ações do jogador, entram em conflito umas com as outras, questionam as decisões que voce toma e, em varios momentos, criam uma sensação constante de pressão. Esse trabalho de direção de arte com certeza é um dos melhores que eu ja vi em um video game. Mesmo assim, nem todas as escolhas narrativas envolvendo esse recurso foram do meu agrado. Em vários momentos da gameplay, uma dessas vozes assume o papel de narradora da história, uma solução excessivamente conveniente que acaba ficando evidente demais para o jogador, reduzindo parte da naturalidade construída pelo restante do game, que, no geral, é incrível. Outro aspecto que merece destaque é o elenco de atuação em um geral. Todos transmitem seus respectivos papéis muito bem, com destaque para Melina Juergens no papel de Senua. Grande parte do impacto emocional da historia depende da forma como a atriz transmite as emoções ao longo da hístoria, e é inegável que ela faz esse trabalho com excelência. Mesmo nos momentos em que ela se mantém em silêncio, as suas expressões faciais e a sua linguagem corporal comunicam muito bem seu estado psicológico e emocional, fazendo com que ela permaneça convincente durante todo o jogo. Visualmente, Hellblade continua impressionante. Considerando seu lançamento em 2017, o nível de detalhamento dos cenários, das expressões faciais e das animações permanece notável, dando ao jogo uma aparência que envelheceu muito bem. No fim, nunca tive a sensação de que Hellblade queria impressionar pelo combate ou pela complexidade das mecânicas. Tudo aqui parece existir para servir à jornada de Senua. É raro encontrar um jogo em que direção de arte, áudio, atuação e narrativa conversem tão bem entre si. O jogo é bom? Com certeza. Aqui é um caso um pouco diferente da maioria, a narrativa e a direção de arte carregam esse jogo praticamente, O gameplay entrega alguns puzzles interessantes e conta com alguns chefes bem legais, mas acaba decepcionando bastante pela facilidade com que o jogador supera seus desafios. Talvez, se aquele boato de que morrer muitas vezes faria o jogador recomeçar a campanha do zero fosse realmente verdade, ou se simplesmente os puzzles e os chefes fossem um pouco mais difíceis essa sensação diminuísse bastante. Não é um jogo pra quem procura combate, mas é um dos exemplos mais interessantes de como videogames podem contar uma boa história. 7.5/10
Buenardo
精神疾病患者内心世界
во время прохождения можно поехать головой, но игру пройти однозначно стоит
[h1]ASMR Compilation playlist[/h1] ▶ Old man coughing and spitting in my ear ASMR ▶ Women laughing at me as I ♥♥♥♥ and ♥♥♥♥ my pants ASMR ▶ Crows going haw haw ASMR ▶ There are voices in my head ASMR ▶ Game is bad ASMR
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