
Wolfenstein 3D took you into the past, thrusting you into a world at war. Blake rockets you into the future where a sinister madman, using genetics to create an army of bizarre creatures, is waging war on Earth. Blake has more of everything!
Modeled estimate, not a reported figure. How we estimate →
About
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All-time low is the lowest price we've recorded for this game since we started tracking it.
Languages: English
Engagement
Hours played at review time, across 41 reviews with recorded playtime.
Reviews
Themes across 41 recent reviews and how positive each mention is. A keyword signal, not full sentiment analysis.
positive critical· bar length = how often the theme comes up
Reviews
[h1] Wolfenstein 3D clone where you play as British special agent. Game is set in the future so the whole setting is sci-fi like. Level design is manageable. A few different type of enemies and 7 weapons to pick up. Plays ok I guess. You can look only horizontally, which is the main con here. Visual side is pixelated but good looking (enemy's sprites and weapons). Music and sounds are ok. Remember that game is from 1993 so don't expect much but for what it is it's a decent Wolfenstein 3D like shooter. Just make sure to grab source engine port which have many QOL improvements, like HI-RES scaling and mouse control that works good enough. PS: Grab the source port [url=github.com/bibendovsky/bstone] HERE [/url] Unzip to the main game folder. Also I recommend to turn on BRZ x4 scaling in the options for higher resolution while still maintaining original visuals. [/h1]
What the ♥♥♥♥ is a Blake Stone?
"You cant throw a Blake Stone without hitting a secret wall in Blake Stone, and when you're inside of a secret, keep up that wall humping because there's probably a secret inside of that secret. And that secret? There's also probably a secret inside of that one. THIS SECRET IS FIVE SECRETS DEEP. This game is hiding more secrets than the CIA!" - Civvie (i did not deserve those poetry awards lol)
[h1]Blake Stone: Aliens of Gold. O elo perdido entre Wolfenstein e Doom[/h1] [b]“Antes de arrancar demônios do inferno, arrancamos mutantes de laboratórios mal iluminados.”[/b] [h2]1. A promessa de um novo herói dos anos 90[/h2] Quando Blake Stone: Aliens of Gold chegou em 1993, a Apogee tentou apresentar ao mundo um novo ícone dos FPS, Blake Stone era um agente do British Intelligence enfrentando o maluco Dr. Pyrus Goldfire, um cientista que transformava pessoas em mutantes grotescos para construir um exército próprio, o jogo apostava em ficção científica pulsante, cheia de lasers, robôs, criaturas deformadas e instalações futuristas, quase como se um quadrinho pulp dos anos 80 tivesse virado um videogame. Havia ambição, havia energia e havia uma tentativa sincera de ir muito além da fórmula de Wolfenstein 3D, a ideia central era simples, mas charmosa, explorar bases científicas, sobreviver a mutações bizarras e impedir que Goldfire espalhasse sua “visão dourada” pelo universo. [b]“Se Wolfenstein era aço e concreto, Blake Stone era neon, mutações e paranóia científica.”[/b] [h2]2. A evolução de Wolfenstein presa no passado[/h2] Mesmo usando o motor de Wolfenstein 3D, Blake Stone tentava empurrar tudo ao limite, ele adicionou mapas mais variados, painéis tecnológicos, salas laboratoriais, ambientes que pareciam realmente funcionais, e até NPCs aliados. algo raríssimo em FPS da época, os inimigos eram mais diversificados, indo além de soldados genéricos e trazendo monstros verdadeiramente memoráveis, mas a engine limitava tudo, os corredores eram planos, a movimentação era rígida, a variedade visual tentava mascarar a repetição estrutural, o jogo queria ser moderno, mas sua fundação pertencia ao passado, mesmo assim, as intenções eram claras, dar mais vida e mais identidade ao mundo, Blake Stone não era só um tiro em corredor, era um tiro em corredor, laboratório, sala de teste, câmara de experimento e área de pesquisa. [b]“Blake Stone queria correr… mas o motor Wolf3D só deixava ele caminhar.”[/b] [h2]3. O brilho da atmosfera sci-fi e seus monstros[/h2] Onde Blake Stone se destaca é na personalidade visual, os mutantes de Goldfire têm designs marcantes, a paleta de cores parece saída de uma HQ psicodélica e os laboratórios transmitem a sensação de um mundo vivo e funcional, cada corredor metálico, cada sala repleta de painéis piscando e cada câmara com experimentos grotescos reforçam o charme retrofuturista do jogo. É um sci-fi colorido, exagerado, quase caricatural e exatamente por isso é tão divertido, mesmo limitado, o jogo se esforça para parecer maior do que realmente é. [h2]4. Jogabilidade. ambição que tropeça em suas próprias pernas[/h2] O ponto mais controverso do jogo é sua jogabilidade, há boas ideias, os NPCs inocentes que você pode poupar, sistemas de segurança que podem ser desligados, armas futuristas, exploração recompensadora, mas o ritmo é lento, os inimigos são resistentes demais, os mapas são grandes ao ponto de parecerem arrastados e a repetição estrutural, típica da engine, pesa após algumas horas. O jogo tinha ambições de modernidade, mais do que a plataforma podia entregar, ele queria oferecer liberdade, narrativa contextual e variedade… mas sempre esbarrava no “pavimento plano” do motor Wolfenstein, ainda assim, a experiência carrega charme, por trás de seus limites, há um jogo tentando honestamente fazer mais do que podia, Wolfenstein como ponto de partida, mas Doom como ponto de queda. Se compararmos apenas a Wolfenstein 3D, Blake Stone é uma evolução gigantesca, mais conteúdo, mais personalidade, mais mecânicas, mais variedade, ele é praticamente Wolfenstein com esteroides científicos, mas o problema de Blake Stone não foi ser melhor ou pior que Wolfenstein, o problema foi o calendário, Doom lançou apenas seis semanas depois e quando Doom explodiu com sua iluminação dinâmica, mapas verticais, monstros avançados e velocidade alucinante, Blake Stone instantaneamente pareceu velho, ele não perdeu por falhar, perdeu porque Doom inaugurou uma nova era no exato momento errado. [b]“Blake Stone não foi derrotado pelo que fez… e sim pelo que Doom fez.”[/b] [h2]5. Da recepção morna ao status cult[/h2] O jogo vendeu decentemente, mas nunca empolgou o suficiente para competir, acrítica disse: “é bom, mas já nasceu datado”, os jogadores migraram rapidamente para Doom, e Blake Stone caiu no esquecimento, mas o tempo foi gentil, com a onda retrô dos anos 2000 e 2010, fãs de FPS antigos revisitaram o game e perceberam seu valor, humor bizarro, estética única, design exagerado, trilha curiosa, e aquele charme “tecnológico de laboratório dos anos 90” que não existe mais. [b]Hoje, ele é cult. Hoje, ele vive na memória dos fãs do gênero. Hoje, ele é o último suspiro da era Wolfenstein antes da era Doom.[/b] [h2]6. Conclusão. Um herói esmagado pela história, mas não apagado[/h2] Blake Stone: Aliens of Gold é um jogo que importa não pelo que mudou, mas pelo que tentou ser, ele marca o fim de uma era, a era dos corredores planos, dos sprites simples, dos mapas quadrados, e o início de outra, que ele não pôde acompanhar, é um retrofuturismo involuntário, uma ficção científica colorida presa no corpo de um motor antiquado, uma tentativa sincera de evolução que foi atropelada por uma revolução, mas, visto hoje, é exatamente isso que o torna especial. [b]“Blake Stone não venceu sua época, mas resistiu a ela, e hoje brilha como ouro nostálgico.”[/b]
A true classic. One of the Shareware greats.
It's amazing that this ancient monster works on modern hardware. But that's not important, what's important is that the bundle with it is slightly cheaper than Turbo Overkill itself
I'm adult enough to admit that I bought this game out of nostalgia even though I knew I could of played this game online for free or download DOS BOX and play it, again, for free.
I only bought this to complete the Turbo Stone! I completed the Turbo Stone!
Wolfenstein 3D but even better. Love this gem.
Blake Stone: Aliens of Gold does very little to distinguish itself from the game its engine was made for. While this does not mean there is no fun to be had, it does make it hard to recommend for anyone who is not a big fan of Wolfenstein 3D. Ultimately though, the game is well designed and very cheap, so look at giving this a shot if you are a fan of old raycaster shooters. PROS: - Decent length, taking around 5 hours to complete, and a great value at just $2 - Game has some small improvements when compared to Wolfenstein 3D, such as the minimap - Fun visuals and sprites CONS: - This is just a DOSBox port, look at installing a source port like BStone alongside - Has not aged terribly well when compared to the Doom and Quake era FPS games - Lacking in weapon and enemy variety
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Trends
Concurrent players on Steam, sampled daily since tracking started.
Audience
Estimated from the language of this game's reviews — a proxy for where players are, not official Steam demographics.
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