
Discover an atmospheric hunting game like no other in this realistic, stunning open world – regularly updated in collaboration with the community. Immerse yourself in the single player campaign, or share the ultimate hunting experience with friends.
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All-time low is the lowest price we've recorded for this game since we started tracking it.
Updates
Build ids and update times come straight from Steam's PICS — the same source SteamDB reads. Patch history grows as we record new builds.
Engagement
Hours played at review time, across 707 reviews with recorded playtime.
Reviews
Themes across 705 recent reviews and how positive each mention is. A keyword signal, not full sentiment analysis.
positive critical· bar length = how often the theme comes up
Reviews
GOOD'
Jeba chillik jak lusk :D
polecam
theHunter: Call of the Wild is a great, realistic hunting and nature simulation; if you have a lot of patience and enjoy hours of slow-paced gameplay, it is definitely recommended. It features deep mechanics: animals can hear you if you step on something and smell you if the wind is blowing the wrong way. Hunting with friends is a lot of fun. Unfortunately, the game does have a mountain of DLC, which is expensive.
# TheHunter: Call of the Wild – Simulador de caminhada com participação especial de um animal Entrei em **TheHunter: Call of the Wild** preparado para viver a experiência definitiva da caça. Eu seria silencioso. Paciente. Preciso. Uma mistura de caçador profissional, documentarista do Discovery Channel e predador supremo da cadeia alimentar. Na prática? Eu virei praticante de caminhada ecológica. Comecei a partida equipado com rifle, binóculo e uma confiança completamente incompatível com a minha habilidade. Olhei o mapa. Marquei um ponto. E comecei a andar. Andei por uma hora. Nada. Duas horas. Nada. Três horas. Nem um passarinho com problema de autoestima. A floresta estava completamente vazia. Não tinha cervo. Não tinha javali. Não tinha coelho. Não tinha nem um fiscal do Ibama perguntando o que eu estava fazendo ali armado. Só tinha árvore. Mato. Pedra. E o som dos meus próprios passos destruindo qualquer possibilidade de encontrar um animal em um raio de oito quilômetros. Eu tentava andar devagar. Abaixado. Silencioso. Mas meu personagem parecia um pedreiro atravessando uma loja de porcelana. CRACK. Galho quebrando. TUM. Passo pesado. SHHHHH. Mato balançando. Qualquer animal próximo já devia estar avisando os outros: — “Rapaziada, tem um imbecil armado vindo pela trilha. Vamos mudar de estado.” Continuei andando. Mais duas horas. Aquela altura, eu já não estava mais caçando. Eu estava fazendo peregrinação. Meu rifle tinha virado acessório de trilha. O binóculo era apenas um instrumento para observar árvores mais de perto. Eu olhava para qualquer movimento no mato e pensava: — “Agora vai.” Era uma folha. — “Ali! Tem alguma coisa!” Era uma pedra. Teve uma hora que eu mirei em um arbusto durante quase dois minutos porque jurava que ele estava respirando. Não estava. Era só o vento. Depois de aproximadamente cinco anos civis caminhando pela reserva, finalmente ouvi um barulho diferente. Passos. Galhos quebrando. Alguma coisa se movimentando. Parei imediatamente. Meu coração acelerou. Peguei o binóculo. E lá estava ele. Um animal. Um animal de verdade. Com pernas. Corpo. Vida própria. Eu quase chorei. Depois de tantas horas andando, aquele bicho já não era apenas uma presa. Era uma aparição divina. Comecei a me aproximar lentamente. Cada passo era calculado. Eu tentava controlar a respiração. Ajustava a posição. Observava o vento. Media a distância. Na minha cabeça, eu estava realizando uma operação de precisão digna de um documentário militar. Na realidade, eu estava agachado atrás de um arbusto, apertando todos os botões do teclado e tentando descobrir como estabilizava a mira. O animal ficou parado. Era a oportunidade perfeita. Levantei o rifle. Mirei. A arma começou a balançar como se meu personagem tivesse tomado sete energéticos e estivesse sendo atacado por ansiedade. A mira passava pela cabeça. Pelo pescoço. Pela perna. Pela árvore. Pelo céu. Menos pelo lugar onde eu queria atirar. Prendi a respiração. Tentei alinhar. O animal começou a se mexer. Entrei em pânico. DISPAREI. BANG. Acertei. Eu sabia que tinha acertado porque o animal saiu correndo como se tivesse lembrado que deixou o forno ligado. Minha reação foi imediata: — “PEGUEI!” Não tinha pegado. Tinha apenas iniciado uma investigação criminal. Fui até o local do disparo. Encontrei sangue. O jogo indicava que o animal estava ferido. Agora era só seguir o rastro. Simples. Pelo menos foi o que eu pensei antes de começar a maior perseguição terrestre desde a invenção do boleto. Segui a primeira mancha de sangue. Depois outra. Mais uma. O animal continuava correndo. Cem metros. Duzentos metros. Trezentos metros. Quatrocentos metros. Eu acompanhando pequenas gotas de sangue no chão como um detetive completamente despreparado. Toda vez que encontrava uma nova mancha, recuperava a esperança. — “Agora ele está perto.” Não estava. Mais cinquenta metros. Outra mancha. — “Agora ele cai.” Não caiu. Mais cem metros. Nesse ponto, eu já estava começando a admirar o animal. O bicho tinha levado um tiro, perdido sangue por meio quilômetro e continuava correndo com mais disposição do que eu tenho para levantar da cama numa segunda-feira. A perseguição passou dos quinhentos metros. Eu entrava no mato. Saía do mato. Subia morro. Descia morro. Atravessava clareira. Olhava pegada. Olhava sangue. Olhava cocô. Não sabia mais o que estava seguindo. Até que o rastro simplesmente desapareceu. Nada. Sem sangue. Sem pegada. Sem animal. Ele evaporou. Fiquei parado no meio da floresta, segurando o rifle, tentando entender como um bicho baleado conseguiu desaparecer com mais eficiência que prestador de serviço depois de receber adiantamento. Procurei ao redor. Voltei alguns metros. Andei em círculos. Entrei no mato novamente. Nada. O animal havia vencido. Depois de horas caminhando, encontrei uma única presa, acertei um único tiro e ainda assim consegui perder o bicho. Aceitei a derrota. Segui minha vida. Continuei explorando a reserva, fingindo que aquilo fazia parte do plano. Muito tempo depois, eu estava em outro lugar completamente diferente. Calmo. Observando a paisagem. Quando vi um animal passando ao longe. Peguei o binóculo. Dessa vez eu não queria errar. Observei com atenção. O animal estava andando devagar. Muito devagar. Parecia cansado. Cambaleava de um lado para o outro. Eu pensei: — “Que estranho. Esse bicho está com algum problema.” Continuei olhando. Ele deu mais alguns passos. Parou. E simplesmente caiu morto. Do nada. Fiquei alguns segundos em silêncio. Meu cérebro tentando processar o que tinha acabado de acontecer. Aproximei-me. Analisei o animal. E então veio a revelação. Era ele. O mesmo animal. O desgraçado que eu tinha acertado horas antes. O mesmo que correu quinhentos metros sangrando. O mesmo que desapareceu no meio da floresta. Ele não tinha escapado. Ele apenas decidiu morrer no horário dele. Meu disparo não matou o animal. Abriu uma solicitação de falecimento com prazo de processamento de três a cinco horas úteis. Eu efetuei o tiro hoje e a confirmação só chegou depois. O animal atravessou metade do mapa, resolveu assuntos pessoais, se despediu da família, organizou os documentos e só então falou: — “Agora eu posso morrer.” TheHunter: Call of the Wild não é um jogo de caça. É um simulador de paciência administrativa. Você anda durante horas. Não encontra nada. Quando encontra, não consegue mirar. Quando consegue mirar, o animal foge. Quando você segue o animal, perde o rastro. E quando finalmente desiste, ele aparece morto em outro bairro. O jogo não recompensa precisão. Ele recompensa quem tem tempo livre e estabilidade emocional. Conclusão: Entrei achando que seria um caçador lendário. Virei um andarilho armado com problemas de percepção. Aprendi que os animais escutam absolutamente tudo. Aprendi que minha mira tem a estabilidade de uma cadeira de plástico quebrada. E aprendi que, em TheHunter, até a morte dos animais sofre atraso de entrega. Mas quando aquele bicho finalmente caiu… Eu senti orgulho. Não porque fiz um disparo perfeito. Mas porque, depois de horas, o jogo finalmente confirmou que eu tinha acertado alguma coisa. E então voltei para a floresta. Porque aparentemente caminhar durante seis horas para dar um único tiro virou meu novo conceito de diversão.
i saw deer have sex
você nasce,você abate animais lendarios,você coleciona eles e você ganha dinheiro para evoluir e você fica feliz com tudo isso.
JOGO PICA, NAMORAL!
good
issa very good
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Trends
Modeled estimate over time, reconstructed from Steam's monthly review histogram.
Momentum
Pace estimated from the game's recent review growth (our daily snapshots) at its own sales-per-review ratio — a momentum signal, not booked sales.
Engagement
DAU/MAU are modeled from peak concurrent players (≈×8 and ×28) — Steam publishes no active-user counts, so treat these as rough estimates, not reported figures.
Audience
Audience
Languages: English*, French, German, Portuguese - Brazil, Russian, Spanish - Spain, Czech, Polish, Simplified Chinese, Japanese*languages with full audio support
Estimated from the language of this game's reviews — a proxy for where players are, not official Steam demographics.
Games most often reviewed by the same players — an audience-affinity signal from our review sample, not full ownership data.
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