
Live through an epic role-playing Viking saga where your strategic choices directly affect your personal journey. Make allies as you travel with your caravan across this stunning yet harsh landscape. Carefully choose those who will help fight a new threat that jeopardizes an entire civilization.
Modeled estimate, not a reported figure. How we estimate →
Prices
Each in the currency that store quoted — not converted: the gap between two rows is the publisher's pricing, not an exchange rate.
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Add-ons
Each DLC is estimated with the same model as a game, then summed — a modeled figure, not reported DLC sales.
Sums Steam only; PlayStation, Xbox publish no volume signal, so the true total is higher by an unknown amount.
| Store | Price | Audience | Score | Chart | Est. revenue |
|---|---|---|---|---|---|
SteamYou are here | $24.99 | 16Kreviews | 89% | — | $11.1M |
| $24.49 | 3.7Kratings | 92% | — | not modelled | |
Updates
Build ids and update times come straight from Steam's PICS — the same source SteamDB reads. Patch history grows as we record new builds.
Engagement
Reviews
Themes across 841 recent reviews and how positive each mention is. A keyword signal, not full sentiment analysis.
Reviews
The Banner Saga is one of those rare games where the weight of your decisions is felt constantly. From the very beginning, it establishes a world that is harsh, desperate, and stunningly beautiful — a hand-animated Viking-inspired saga that feels like a living myth. The art direction is absolutely gorgeous. Every scene looks like a moving painting, and the music elevates it even further, giving the world a sense of grandeur and melancholy that perfectly fits the tone. It’s atmospheric in the best way possible. Combat is tactical, thoughtful, and deeply satisfying. The strength/armor system forces you to think differently than in most strategy games, and every battle feels tense because losses actually matter. Characters can die permanently, and the game never pulls its punches. The story is where it truly shines. Leadership, sacrifice, survival — the narrative constantly puts you in impossible situations with no perfect answers. Even small decisions can have devastating consequences, making every playthrough feel personal and impactful. The Banner Saga doesn’t rush you, and it doesn’t hold your hand. It trusts the player, and that trust pays off. If you enjoy rich storytelling, meaningful choices, and strategy with real emotional stakes, this is an absolute must-play. 10/10 — haunting, beautiful, and unforgettable.
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Price dynamics, follower growth, revenue and sales trajectories with interactive tooltips
This and every other Pro feature is free until October 20, 2026. A free account is all it takes.
Genres
Stats
All-time low is the lowest price we've recorded for this game since we started tracking it.
Languages: English*, French, German, Spanish - Spain, Polish, Portuguese - Brazil, Russian, Italian, Japanese, Korean, Czech, Simplified Chinese*languages with full audio support
| $24.99 |
| 1.6Kratings |
| 86% |
| — |
| not modelled |
Matched by title — a reused name can pair the wrong games. * is a critic aggregate. Prices and positions are each store's United States storefront; Epic charts worldwide. Audience and Score too, except Steam's, which is worldwide.
Hours played at review time, across 844 reviews with recorded playtime.
positive critical· bar length = how often the theme comes up
banner saga
A fairly one-dimensional tactics game with an extraordinary art style. The look and feel will suck you in pretty immediately. It will take a couple different rounds of combat, though, before you realize that the tactical element is very one-dimensional; there are two types of damage to do, one of which reduces enemy defense and one of which reduces enemy attack. Ranged units exist, but their range is never more than the movement range of melee enemies, so it makes no difference. Since there is no healing and no altering the environment, the only tactical element is lining up which unit should try to damage which enemy unit first. However, the story and the visuals around the core gameplay loop are stellar.
The Banner Saga é atemporal Sabe aquele jogo que parece ser bem simples, com poucas mecânicas, poucos menus, um combate simples e sistemas simples? Pois bem, The Banner Saga entrega tudo isso e em contrapartida entrega uma imersão a história inversamente proporcional em termos de qualidade, profundidade e complexidade. Irei escrever este review focando principalmente na questão do combate pois a história que é o crème de la crème desse jogo, é melhor se jogada “cega” pois cada jogatina será única, afinal é baseada principalmente nas escolhas e decisões do jogador. The Banner Saga é um RPG de turnos em combate tático. O cerne dos combates não é sobre leveis de personagem ou sobre habilidades. O foco é total em táticas. O jogador tem a disposição alguns personagens que representam “classes” esses personagens têm habilidades específicas e upam do level 1 ao 5, sendo o quinto level o máximo. Ao longo dos combates o jogador pode se movimentar e realizar uma ação – ataque ou habilidade – ou pode apenas encerrar o turno. A dinâmica do combate reside em pontos de força e pontos de armadura. Quanto maior for seus pontos em força maior o dano seu personagem causa. No entanto o dano causado é o produto da subtração do valor de armadura do alvo do seu valor de força, em outras palavras, se o alvo tem 4 de armadura e você 5 de força, o dano causado será de 1 ponto. É nesse momento que um elemento estratégico fundamental entra em cena. Na hora de atacar o jogador precisa escolher entre atacar a armadura do alvo ou a força física, ou seja, quanto mais dano o jogador causa a armadura, maior o dano causado a força física, consequentemente diminuindo o poder de ataque do inimigo. É tradeoff bem legal, mas as vezes pode custar a batalha. Outro elemento para administrar ao longo das batalhas são os pontos de foco, utilizados para potencializar os ataques ou habilidades. Cada personagem tem uma quantidade de foco disponível que pode ser aumentada ao upar o personagem. O limite de pontos de foco que pode ser utilizado nas habilidades é definido por um dos atributos dos personagens, sendo o limite máximo 3 pontos. Ou seja, se você fosse causar 2 de dano a armadura adversária, mas investir 1-3 pontos de foco, o dano aumentará de acordo com a quantidade de pontos gasta no ataque. Você pode recuperar pontos de foco descansando no turno (não se movimentar nem atacar) ou matando inimigos. Quando você derrota os adversários uma trombeta reserva 1 ponto de foco para cada oponente abatido. Falando ainda sobre o combate, cada combate em The Banner Saga é extremamente importante, em nenhum momento na minha gameplay participei de lutas no modo automático, sempre tive que pensar cada ação e movimento pois senão as consequências eram drásticas. O jogo não conta com nenhuma forma de cura durante os combates, salve o caso da classe “Mender” que pode restaurar pontos de armadura, mas meio que não conta como cura pois o atributo que define se o personagem está de pé ou não em batalha é a força física. Quando um personagem é “morto” em combate, ele fica ferido e só pode se recuperar se o jogador for ao acampamento e descansar. E essa é parte que torna as coisas ainda mais legais, o jogador precisa administrar “seu banner” – sua caravana – mas não pense que é um sistema chato e que você vai precisar ficar gerindo isso ou aquilo, é só uma mecânica que define como sua caravana está se sentindo em relação a sua liderança. Eu não irei explicar muito essa parte pois tem relação direta com a história e eventos que ocorrem no jogo. Mas o ponto forte mesmo do jogo é a história. Cada escolha que você faz tem impactos diretos em como as coisas irão se desenrolar, algumas escolhas podem até levar à morte permanente de alguns personagens. Inclusive, os personagens são muito interessantes. Os meus favoritos eram os “Varl” uma raça de gigantes. Você se prende a história do começo ao fim pois as apostas são altas em todos os momentos, é tipo, tudo que você faz ou escolhe parece que vai levar a um desenrolar incontrolável e isso coloca o jogador à margem da tensão em toda a jogatina, você fica toda hora tenso pensando que o que você vai escolher vai fuder tudo ou salvar tudo kkkkk. Enfim, não darei spoilers nesse quesito, qualquer pessoa que leia esse gigantesco review, recomendo jogar o jogo 100% às cegas e sem ficar dando load para mudar alguma escolha feita. O jogo é curto, tem mais ou menos 10 horas de duração, mas são 10 horas de pura diversão e imersão. Por fim, encerro este longo review destacando a arte e a música do jogo... ambas são como poesia, a turma da Stoic – Desenvolvedora do jogo – caprichou muito. Toda ambientação na cultura nórdica é milimetricamente pensada tanto no estilo de arte, quanto nas roupas dos personagens, músicas, arquitetura e principalmente, monumentos religiosos. É um verdadeiro show artístico. Recomendo muito The Banner Saga a todos os amantes de rpg e estou extremamente ansioso para carregar meu save file do jogo 1 para o jogo 2, fiz escolhas bem complicadas e quero ver o desenrolar delas no próximo jogo da trilogia. *pontos negativos – ou negativo, nesse caso* A tradução para português brasileiro é terrível. É ruim em um nível que atrapalha a compreensão da história. São sei por qual motivo a Stoic pecou nesse aspecto, mas é beeeemmmmm ruim. Se você não souber inglês talvez tenha um pouco de dificuldade em entender alguns diálogos do jogo. Mas bem, esse é o único ponto negativo.
It is like if the Oregon Trail met Final Fantasy Tactics, with lovable animation
Es el prólogo de una epopeya. Tus decisiones cuentan. Buenos combates. Buen lore
Great game! But to anyone thinking about playing through the trilogy be warned, the third game is currently borderline unplayable with constant crashes.
Игра начинается с суровых северных земель и этот пронзающий холод и подгоняющий вас ветер остается с вами на протяжении всей игры. Небольшие лучи солнца, как передышка, греют вас в периоды отдыха. Сага во плоти. Прекрасная рисовка, великолепная музыка, полностью погружает в атмосферу игры. Боевая часть приятная и интересная. Каждое решение - несет за собой последствия. Концовка не оставляет равнодушным.
Es un juego de estrategia pausado a lo xcom, tiene un combate de lo más exigente, tiene un sistema de eventos que hace que cada partida sea diferente y tiene una localización al español pésima...pero mala mala ni con Google traductor
This game is so good. The story and gameplay are very challenging in hard mode. Every decision needs to be considered very carefully.
Active players
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Players by region
Where this game's players are, estimated from review languages.
Players also reviewed
The games this title's players most often review too — audience affinity.
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