
A brand-new side-scrolling entry to the NINJA GAIDEN series from the team behind Blasphemous, NINJA GAIDEN: Ragebound redefines the classic platformer saga in a spectacular, thrilling and challenging ninja adventure.
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Media

About

From the acclaimed team behind Blasphemous, NINJA GAIDEN: Ragebound successfully unites the classic lore and gameplay of the Tecmo-developed (now KOEI TECMO GAMES) NINJA GAIDEN series from the 8-bit era with the depth and intensity of the modern 3D entries. The best of both eras come together to create an epic and thrilling adventure.
Our story begins when Ryu Hayabusa journeys to America to honor his father's will. While he is away, the barrier between the human and the demon worlds suddenly shatters, unleashing a terrifying army upon the Hayabusa Village, which now faces an unprecedented threat in Ryu's absence.
To stand against this new threat, Kenji Mozu, a young ninja from the Hayabusa Village, rises to the challenge! Trained by Ryu, he fights fiercely but soon finds himself in desperate straits. Forced to tap into forbidden power, Kenji sets aside centuries of animosity and forms an alliance with the sinister Black Spider Clan, convinced that combining their souls and skills is the only way to protect the world out of the Demon Lord's grasp!
Combining old-school feeling with modern precision, NINJA GAIDEN: Ragebound retains the pick-up-and-play action of the classic titles, while introducing new layers of depth.
Alongside the new protagonist, Kenji Mozu, is the skilled assassin Kumori. Take control of these two powerful ninjas simultaneously and unravel their interconnected stories.
Use the Ninja Fusion to unleash devastating abilities and obliterate your enemies. NINJA GAIDEN: Ragebound features impeccable mechanics that are easy to learn but hard to truly master, challenging the skills of even the most seasoned fans of the NINJA GAIDEN series!
Step into a reimagined version of the classic NINJA GAIDEN universe, brought to life through stunning, meticulously crafted visuals. Every enemy is recreated with a level of detail that was once impossible.
The brutal, nostalgia-filled aesthetic of NINJA GAIDEN: Ragebound pays homage to the past while pushing the boundaries of modern pixel art, making every battle a feast for the eyes.
Do you have what it takes to become a true ninja master?
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Stats
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Languages: English, French, Italian, German, Spanish - Spain, Japanese, Korean, Portuguese - Brazil, Russian, Simplified Chinese, Traditional Chinese, Ukrainian +1 more
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Reviews
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Reviews
A primeira música que toca no jogo, aquela do menu inicial... Quando escutei ela na primeira vez que iniciei o Ninja Gaiden, fiquei muito impressionado com o que estava ouvindo: era um som tão bom de escutar. Hoje em dia, eu não jogo mais tantos jogos 2D. Pra ser sincero, eu fui perdendo o hábito e passei a focar muito mais no 3D, mas aquela música do menu parecia me convidar a voltar anos ao passado e revisitar uma série que sempre considerei extremamente complicada graças à enorme dificuldade dos seus jogos. E não me refiro aos Ninja Gaiden 3D, mas sim aos 2D, aqueles clássicos de NES que eu nunca sequer consegui zerar. E, após ficar alguns minutos apreciando a música do menu, eu iniciei minha jornada nesse jogo. [h1] De volta a um jogo 2D [/h1] Ao iniciar a primeira fase, eu mantive um foco imenso no que estava acontecendo na tela. Era como se eu tivesse em mente o tempo todo: "Estou jogando um Ninja Gaiden, preste muita atenção em tudo, caso contrário é morte". Todas minhas lembranças das tentativas frustradas com os clássicos foram ativadas, e eu não queria falhar dessa vez. O começo foi bem suave e eu consegui tirar uma nota A, quando jurava que iria tirar um C. Isso me deixou muito animado. Aparentemente, eu tinha me tornado um jogador muito melhor nesse longo tempo que passou. Porém, eu ainda estava no começo, ou seja: completamente emocionado antes da hora, sem ter ideia do que estava por vir, apesar de que, na minha mente, eu me sentia incrível por estar avançando em um Ninja Gaiden 2D. Avancei um pouco mais e percebi que a dificuldade ia aumentando progressivamente. Não era nada impossível como eu imaginava, mas também não era um passeio no parque, as fases se tonaram cada vez mais desafiadoras isso sem falar na quantidade de pulos que eu errei no decorrer do jogo, mas com o tempo, fui dominando os cenários com mais “tranquilidade”. Não me tornei um especialista com 100% de acerto, mas fiquei bem melhor após algumas horas. Se na primeira fase eu tirei um A, posteriormente passei a tirar algumas notas B. Isso era reflexo da dificuldade que estava aumentando à medida que eu avançava. O que me chamou muita atenção é que, por mais que seja um Ninja Gaiden e carregue a fama de “jogo difícil”, a dificuldade é justa. O jogo vai te preparando para o que está por vir pela frente. A progressão das fases é muito bem construída; ele apresenta tudo aquilo que eu espero de uma boa progressão. Porém, não entendam isso como um passeio no parque. Eu acredito que, se você tiver o hábito de jogar jogos 2D, provavelmente vai lidar melhor com as fases, os inimigos e os obstáculos em geral. Mas se, por acaso, for alguém como eu, vai ter que insistir um pouco e morrer algumas (muitas) vezes em certas partes, até pegar o ritmo e conseguir superar o nível. De toda forma, independente disso, algo que facilita muito são os checkpoints espalhados pelas fases ao longo do percurso. Antigamente não tinha essa mamata não: morria, voltava do início da fase; agora, pode morrer à vontade que voltamos do último checkpoint. Isso pode ser polêmico pra os old school, mas enfim... [h1] Modo Hard [/h1] Caso você seja da velha guarda, não precisa se preocupar: após zerar o jogo pela primeira vez, o modo hard é liberado, e ele é extremamente difícil, a níveis muito elevados. Parece até outro jogo. A sensação era de que eu tinha esquecido como jogar. Há muitos elementos novos na tela, a quantidade de inimigos é bem maior, o jogo reposiciona todos eles e entrega um desafio gigante nessa brincadeira [h1] Os chefes são o maior desafio [/h1] As batalhas contra os chefes são o maior exemplo da excelente construção de progressão desse jogo. O primeiro chefe é ridiculamente fácil (não foi pra mim), mas vai ser bem tranquilo pra pessoas que ainda jogam jogos 2D. Eu comecei enfrentando-o da maneira completamente errada: observava apenas a barra de HP dele diminuindo e esquecia da minha e, consequentemente, eu morri algumas vezes nisso. Até que percebi que eu estava sendo muito afobado e resolvi atacar com mais cuidado, respeitando os tempos de ataque e esquiva. “Nossa, Samuel acabou de descobrir a lógica de qualquer jogo de videogame, né?”. Então, esse é o ponto: caso você passe anos jogando jogos 3D e quase não jogue mais 2D, a leitura de combate muda completamente, principalmente pela perspectiva da tela. É muito simples pra mim fazer a leitura de que, em um Dark Souls, eu não posso atacar igual a um maluco, mas em um jogo 2D, por um momento, eu me esqueci completamente disso. A atenção e o foco pra acertar as esquivas e os pulos no tempo correto são muito importantes. O primeiro chefe pra mim foi uma grande aula, recapitulando como se deve lutar contra um boss em um cenário 2D. Após isso, eu mudei muito da minha mentalidade. Eu estava procurando prestar muita atenção aos cenários, mas, na luta contra o primeiro boss, estava jogando de maneira ineficiente. Ele me ajudou a prestar atenção e evoluir. Quando cheguei ao segundo, eu morri algumas vezes, porém apenas até telegrafar os movimentos do chefe. Ele era um pouco mais complicado e tinha alguns movimentos a mais que o primeiro, nada impossível, e eu consegui me livrar dele muito mais rápido. A partir dali, fui avançando, e a cada novo chefe pela frente o jogo exigia um pouco mais das minhas habilidades e reflexos. Consequentemente, o número de mortes ia aumentando, com Ninja Gaiden se mostrando um jogo que faz jus aos clássicos. Em certas ocasiões, eram tantos ataques rápidos na tela que eu não fazia ideia de como acompanhar; mantive a calma e fui aprendendo a cada morte até dominar as lutas. Foi um processo de aprendizado bem satisfatório no geral. Os chefes são muito divertidos de enfrentar. [h1] O combo perfeito entre pixel art, fases e trilha sonora [/h1] O pixel art ainda é um estilo muito lindo se bem aplicado. Hoje em dia, nem toda empresa consegue aplicar bem esse estilo, porém, quando bem feito, dá gosto de jogar. Ninja Gaiden é um ótimo exemplo de como construir um jogo em pixel art atualmente, os cenários são deslumbrantes. Eu lembro que, quando assisti a algumas gameplays pelo YouTube, ele não me impressionou tanto, mas quando comecei a jogar e avançar pelas fases, o jogo me ganhou. Fases essas que, por sinal, são muito boas e contribuem diretamente pra progressão bem-feita. Jogar esse jogo pra mim foi divertido o tempo todo, e um dos maiores pilares pra isso é a OST primorosa que o jogo possui. Lá no começo do texto, eu ressaltei o quanto gostei da primeira música, mas eu não imaginava que, ao longo do tempo, eu passaria a amar toda a OST. Muitas músicas memoráveis ficaram na minha mente; elas serviam de impulso para que eu continuasse. Basicamente, o exemplo perfeito do quanto cenários bem feitos e trilha sonora andam juntos. Isso me motivou bastante e manteve meu foco muito alto. A música literalmente me carregava pelas fases. Que experiência satisfatória foi jogar esse jogo! [h1] Uma grande homenagem aos clássicos [/h1] Ninja Gaiden Ragebound foi uma grata surpresa. Eu esperava que o jogo fosse bom, mas não que superasse todas minhas expectativas, como aconteceu. Ele é uma grande homenagem aos jogos clássicos, um exemplo de como projetar um jogo atual com tudo que a tecnologia pode oferecer, porém sem esquecer da essência da série, um jogo com a alma dos clássicos. Talvez alguns possam se frustrar por não ser tão “impossível de zerar” como já foi antigamente, mas isso não tira de forma alguma o desafio. O jogo exige uma boa leitura do cenário e muita atenção nas lutas. Ele entregou tudo o que espero de um jogo de qualidade, e foi uma grande experiência voltar a jogar um jogo 2D desse nível. Um dos jogos mais divertidos que joguei no ano, recomendo a todos. E, no mais, é isso. See ya!
прикольная игра, имхо одна из лучших игр по ниндзя гайдену безоговорочно, и точно лучшая игра гейм китченов для меня. прошёл за один присест, потребовалось 5 часов. не буду скрывать своих тёплых чувств к этой серии игр: мне нравятся современные номерные гайдены, но несовские прошли мимо меня и играть я в них точно буду, ибо олдскульные игры из тех времён мне не заходят. рейджбаунд видимо сделан как дань уважения этой эпохе. люди пишут что это вообще спинофф к самому первому гайдену на nes, так что для себя я отметил, что это хороший вариант чтобы прикоснуться к классике в современной обёртке. больше конечно меня удивил разработчик игры, ибо от 1-го бласфемуса меня воротит в разные стороны, настолько мне не нравится данный продукт засчёт тамошнего мувмента, а вторая часть мне зашла на ура ибо играется она очень хорошо. но если выбирать между крепкой метройдванией и крайне динамичным платформером который замечательно управляется и требует от тебя не слишком многого - я выберу второе. про сюжет нечего сказать, однако причина почему в одном теле объединились два персонажа - обоснована, и нормал. есть две концовки и одна секретная которая получается в хардмоде. кратко про геймплей: кенши мили перс, кумори стреляет проджектайлами. после 2-ой главы вы объединяетесь в одном теле и можете в полной мере оценить мувмент. так же с этого момента появляется выбор всяких приколюх для персонажей, на каждого перса есть по два слота, которым торгует мурамаса: маскот тим ниндзя, который был в гайденах, в доа, и даже в ниохе. пару примеров: менять проджектайлы с круговых до горизонтальных, у кенши можно накинуть баффчик на отхил. можно усложнить себе игру чтобы получить самый высокий ранг за уровень, но это если вы прогеймер. ну или бафнуться чтобы терять меньше хп при заряде гиператаки, которая является мега топовой фишкой для подобной игры. враги в игре валятся с одного удара в большинстве своём, по пути можно встретить более сильных челов. но есть враги которые загораются под цвет атак персонажа, и если синий - значит бьёшь катаной, фиолетовый - с помощью приколюх кумори. вы сразу получаете усиление без подзарядки и кромсаете всё вокруг, ваншотая даже сильных типов. так же и атаку эту можно качнуть. есть ещё атака выпадом, тоже довольно полезная. платформить в игре мега приятно, персонаж управляется великолепно. опять же мне нерационально сравнивать с несовскими гайденами, но вот по сравнению с бласфемусами или гайденами что выходили на хбох (исключительно они, ибо стимовские сигма-версии управляются удобоваримо) я в целом могу сравнить, и тут персонаж очень отзывчив и выполняет каждый импут который ты делаешь. вспоминая платформинг из 1-ой бласфы где персонаж еле цеплялся за уступы, а в гайденах там вообще отдельная история, тут будет рай для любителей попрыгать. в целом сами себе подберёте нужный плейстайл, по моему в рамках платформера он сделан хорошо. в игре так же есть боссы, которые не сильно сложные и требуют от тебя только вовремя дэшиться, да и активно двигаться, прям как в современных гайденах. ну и в целом игра проносится залпом засчёт грамотной динамики и потому что ты блин ниндзя в которого вселилась девка из редана. локации в игре отличные, все задники, сам артстайл, катсцены и общее разнообразие крутых лок от деревеньки до научного комплекса шикарны, музыка так же прикольная, олдскульчик такой. в общем заскучать точно не получится, поэтому в плане геймлпея игра просто бомба. остальные вещи вроде секреток и хардмода - если не хватит обычного прохождения, поиграть так же стоит. на хардмоде игра нормально так меняется, ибо врагов и шипов наставили там дай боже, но за отличие тоже плюсик летит. техническая составляющая вроде тоже норм. хоть и китчены не изменяют традициям и делают игры на юнити, но у меня не было ни вылетов, ни багов. думаю даже вне симпатии к серии или эстетике ниндзя, просто побегать и покрамсать мобов, классно провести пару вечеров и словить щипотку ностальгии по временам "как тогда!" - самое то. возможно у игры есть недостатки, но мне их не сильно хочется подмечать, ибо она мне очень понравилась. для понимания - платформеры это не мой жанр, и в рейджбаунд я пошёл играть исключительно из-за прохождения всех современных ниндзя гайденов. и я был приятно удивлён, проведя замечательно день. попробуйте, возможно вам так же зайдёт как и мне.
Fun game but the lack of checkpoint upon exit is so dumb it ruins the whole game.
This is a thumbs in the middle for me but objectively it is a thumbs up! This was the last Game that I played in my Ninja Gaiden Journey (check the Reviews for each Game of the Master Collection, Yaiba - Ninja Gaiden Z, Ninja Gaiden 2 Black and Ninja Gaiden 4). Let me start by saying that I actually expected to really like this Game but I kind of didn't. Maybe I expected something else, but I was a little bit disappointed. Also the Game is not bad, but it is too oldschool. This is basically Ninja Gaiden NES if it came out for the SNES. It is brutal (I know, as it should be) and there is lots of BS going on. Let's start but I will keep it short. I really like Blasphemous 1 and 2 and thus I like The Game Kitchen. And they delivered something good again. Objectively. But keep your expectations in check. This is not like Shinobi, modernized and thus kind of a walk in the park. This can be really challenging. The pixel art is very good again but I feel like they put more effort into Blasphemous. It was only little things like the hands when climbing and it all felt a little "not so pretty as Blasphemous". Still, very good. The music is great, really sounds like a Game from the SNES era. Story is just here. Like every Ninja Gaiden Game it's kinda stupid/whatever but you don't play those Games for the story anyways. Then there is the Gameplay. It is really simple. Just like in the olden days. But in later levels you will get swarmed with BS from left and right and it can get annoying. Even though this is still easier than Ninja Gaiden NES, simply for the fact that you have relatively fair checkpoints everywhere. Also the bosses are well designed... And here are my biggest gripes: The controls didn't feel super smooth. The jumping could feel imprecise, wall jumping wasn't implemented very well either. There was one section for example, where I just couldn't reach a skull. I knew what to do and how to do it, but it took me forever to get it because most of the time I jumped too short. But yeah, basically you go from one linear level to another, pure sidescrolling action, cool setpieces, good music. There were also secret levels to find (I admit, I only played one because the second one that I started already felt like "that BS again"), there are 3 challenges for every level and a handful of collectibles per level. After finishing the Game, you unlock Hard Mode. And I know, this is basically remixed levels, stronger enemies, etc. But I have to be honest, I am exhausted and don't even want to give this a try. But the content is there if you want to play it. The Game took me around 5 hours to beat for a first playthrough (as I said, with Hard Mode, replaying levels for challenges and collectibles - which I did a few times - and with the secret levels, you can get more out of it), 19/36 Achievements. So yeah, I guess it just wasn't for me. Maybe not bad overall, maybe I just wasn't in the mood for a game like this, maybe it's the weather. But this is why I said, objectively it is a well made Game and thus the thumbs up instead of a thumbs down... Alright, now I take my leave, I have a huge backlog to play...
一周目打完了,西班牙原创宗教主题游戏神之亵渎简称西班牙原神制作组最新作品,挺好玩的。红毛卷毛狗&白紫土蜘蛛合体冒险,两个都是吐槽系,感觉在看爆米花电影,很轻松😉。结局为何不包饺子?为何?这也是西班牙原神特色吗我怒了…。没接触过系列ip单纯当横板过关玩的。 很爽快的现代关卡跳跳乐,动作流畅手感舒适。忍者可以扒墙上,能跳敌人头上当二段跳三段跳无限跳,被击退伤害后还能再跳一次。看看这性能隔壁忏悔者馋哭了。每一关都有好几个存档点拆成小关,从第四大关开始没那么容易一遍过,初见反应不过来容易死,固定敌人固定位置。如果说跑酷需要一些背板,熟练几次就能过去,整体酸很开心给四星,那么boss战简直,,两星。 前面几个还行,后面很一般,主角伤害刮痧,boss血厚如牛,一多半的时间都在打boss上,没有血瓶补充全靠背板和运气。点名批评倒数第一个和第二个,放电那个打起来非常恶心。 还有些秘密关卡和收集品之后打一打。流程其实比较短的,我比较菜而且很多时间花在打boss上,7小时通关,游戏通关一遍过也就4小时左右,原价很贵建议等打折。
um dos jogos mais arrombados que ja joguei nos seus desafios - 10/10
flawed game, has bugs, getting hit from bosses from out of nowhere
Aunque recomiendo este juego a nivel general, me parece algo decepcionante sabiendo quienes lo han desarrollado, empecemos por lo bueno: - Como juego de acción cumple y es bastante entretenido, la historia principal aunque corta, cuenta con diferentes escenarios muy diferenciados entre si, lo que da una buena variedad (aunque en su mayoría, estas diferencias se limitan a ser visuales y no mucho más). - El pixelart es fantástico, y a nivel artístico es una delicia de ver, está excelentemente animado y sobre todo los diseños de los jefes están muy bien logrados, pero bueno no es una sorpresa viniendo de la gente de Blasphemous. - Creo que si eres una persona que le gustan los retos, el juego es bastante rejugable, ya que puedes intentar conseguir los mejores rangos en cada misión al igual que el modo difícil luego de terminar la campaña por primera vez. Ahora vamos con lo malo, y el hecho del por qué me he sentido algo decepcionado con este juego: - El juego carece enormemente de temas musicales memorables, es cuestión de gustos por supuesto, pero ni siquiera los jefes tienen un tema que los caracterice. - El gameplay es el mismo desde que inicia el juego hasta que termina, las "habilidades" que puedes desbloquear las usas en muy contadas ocasiones y ni siquiera representan un cambo significativo, por lo que casi siempre jugarás de la misma manera, y esto no sería un problema de no ser porque el gameplay base, es bastante sencillo y plano, básicamente todo muere de un golpe salvo los enemigos fuertes que mueren con el ataque de alma que siempre te lo da un enemigo que aparece antes que los fuertes, a veces se siente como un juego en el que debes seguir una secuencia específica y da muy poco espacio para la expresión e improvisación. - Está muy desaprovechada la incorporación de Kumori, que es la ninja que se una a Kenji en la historia, básicamente solo sirve para lanzar kunais, y muy de vez en cuando habrán unas secciones con ella que tendrás que superar con limite de tiempo y ya está. - Las batallas contra jefes, aunque por lo general son buenas, son demasiado sencillas y con poquísimas variaciones entre fases, y bueno el jefe final me ha parecido un chiste. - Esta última critica es algo más específica, y es que el juego no deja muy en claro qué es lo que te ayuda a subir el rango, porque si quieres tener las misiones en rango S++ pues debes ponerte si o si, 2 amuletos que básicamente son handicaps que te hacen el nivel más difícil para que te suba un rango cada uno, sin embargo hay misiones en las que aun usando dos de esos amuletos (porque no se pueden usar más de 2 a la vez) haciendo una run sin recibir daño y matando todo sin dejar nada vivo, haciendo todos los desafíos opcionales , recogiendo todos los coleccionables y encima en un buen tiempo, igual te dan S+ En conclusión recomiendo el juego SOLO en rebaja, y si además eres fan de Ninja Gaiden, pero si solo estas buscando un juego de acción, creo que hay muchas mejores opciones con un costo ridículamente menor. Luego de experimentar el combate de blasphemous, este se siente como un gran paso atrás (y si, ya se que los Ninja Gaiden clásicos, se caracterizaban por ser así, pero creo que de igual manera podían haber hecho un poco más para dar mayor profundidad al combate)
The art Is nice but the game emphasizes plow-ahead platforming rather than exploration or combat, and that's not fun for me. I don't understand why combat is part of this game at all if everything dies in one hit. I fought two bosses and they were pretty cool, but the levels to get to them were dreary and repetitive.
A little short but loads of fun, especially when you are really in the flow zipping around and slashing everything to bits. Last few levels and bosses were quite challenging. There's more content there in special missions and hard mode, but I have too many games to play
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Concurrent players on Steam, sampled daily since tracking started.
Audience
Estimated from the language of this game's reviews — a proxy for where players are, not official Steam demographics.
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