
Mandinga: A tale of Banzo is a role-playing game inspired by the JRPG classics, with an unique dice based battle system, full of strategy and challenges. A game with an immersive history, based on a deeply important historical moment in Brazil.
Modeled estimate, not a reported figure. How we estimate →
About


Innovative dice-based combat, where every piece of gear, weapon and skills bring interesting choices.
Switch between different combat styles at any turn by using the Diceset System.
Story based on a troubling historical moment of Brazil that still impacts deeply its people.
Play it in native Brazilian Portuguese or in English.Genres
Stats
All-time low is the lowest price we've recorded for this game since we started tracking it.
Languages: English, Portuguese - Brazil**languages with full audio support
Engagement
Reviews
Themes across 43 recent reviews and how positive each mention is. A keyword signal, not full sentiment analysis.
Reviews
**NOTE:** This review is part of my steam curator review and is the extended version. Check my steam curator page at https://store.steampowered.com/curator/39607348-Random-Game-Reviews-by-Labprofess/ . Follow appreciated! — Mandinga - A Tale of Banzo in a game set in 1836 Brazil, a time where slaves from Northern Africa were to work on plantations in Brazil. Some of them were treated better than others. While most were living together in one big hall sharing virtually everything, few were privileged to have their own hut and their own belongings. In this game you play as two characters simultaneously: Akil and Obadelé. Fight the oppression you are faced with everyday by escaping the plantation and trying to bring peace to all other slaves. Overcome various character challenges together such as Obadelé’s violent nature mixed with Akil’s peaceful way of solving issues. Yet to succeed you both have to compromise to be able to work together. How you're going to do that depends on you, the player. Complete tasks, enter (and win) fights including roaming the gigantic game map in order to progress through the game's amazing dialogue and choice rich story. The characters both have different personalities and mentalities of life. They are also treated differently as slaves, and yet by chance form a team preparing to crush the violence and mischief that's enslaving their people. If you yourself are Brazilian or African, this game is a must play! I myself didnt know that slavery had spread itself to Brazil before this game. Heck, I didn't even know Muslims were in Brazil as early as 1836 until I played this game. You really do learn something new everyday. This game has a pixel style. I rarely play pixel games as usually they are shovelware or just bad games, but I took a try on this one and I was not disappointed. The pixel style fits perfectly in the scenrary. I see that it permits smaller developers to make detailed and large maps without investing substantial energy and work into rendering models. I wouldn't exactly say the pixel graphics are cute as that is not appropriate considering the game is about slaves in Brazil, but I do say they look good and fit the circumstances of the game. However, even with pixel graphics, the graphics are amazing and clear. The pixel scale is perfectly done to correlate various structures and characters. Even the NPCs are detailed and not forgotten which I find amazing. I love the enemies of the game. This game uses different wild animals and if it cant do that, it just changes the color of two exact same animals. While minimal, I am surprised compared to typical JPRG games I have tried, where every second enemy looks identical to the one before. Would get boring real quick. Lastly, I quickly want to mention some small issues to keep in mind (remember - this review is from the games Beta testing): One, the translations are 100% perfect with some grammatical errors here and there and the rare wrong word translation regarding time periods. What I mean is that the game might accidentally use a present word talking about the past or vice versa. It would also be neat if the controller support could accommodate more functions. Now, is this game worth it? For me it is at least. Let's break down why: for its price it comes with a long story to make up for its worth easily. Dialogue rich and amazing game map with attention to detail as well. Whats also neat is that this game connects to a real life historical aspect of slavery in Brazil. You might learn one or two things about that time period (or about the African culture) while enjoying a game. How cool is that? There should be more games that teach you real life lessons in an enjoyable and fun way. Hence, I hope this review motivated you to decide to get this game, and if you do, I hope you have fun :)
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This and every other Pro feature is free until October 20, 2026. A free account is all it takes.
Hours played at review time, across 43 reviews with recorded playtime.
positive critical· bar length = how often the theme comes up
Joguei por apenas uma hora, então é importante ter isso em mente, isso são minhas primeiras impressões do jogo. Vou começar com os pontos positivos: A própria ideia e motivação desse jogo é incrível, eu conscientemente estava buscando algo assim, joguei "Iorubá" nas pesquisas e essa foi a ÚNICA opção que apareceu, então fui e comprei. É um RPG de turno e tem orgulho disso, com uma mecânica própria de dados que combinam e saem algo novo, divertido e criativo. O jogo não só diz, mas mostra que existem negros de etnias e culturas diferentes, mostrando traços, cor da pele, comportamento e fé diferentes o que dá um charme. A arte é única e quando se ganha uma luta, o punho subindo e quebrando as correntes é maravilhoso. Hora dos pontos negativos, eu escrevi mais coisas, porque precisaram de mais detalhamento, isso não torna o jogo ruim, mas eles existem. Os vilões do jogo que apareceram até o momento se mostraram rasos, com pouca profundidade, não sei se isso vai mudar, afinal se tratam de 60 minutos de jogo, mas as risadas e comportamentos do tipo "olha como eu sou malvado e racista", me fazem temer sobre como será a narrativa, que é a coisa mais importante de um RPG, a cena que verdadeiramente mexeu comigo foi uma de abuso e isso me leva a outro ponto. Eu me sinto um espectador e não um jogador, tentaram me apresentar dois personagens como protagonista ao mesmo tempo, mas nenhum deles em nenhum momento eu tive decisões reais, apenas segui o roteiro, a cena que verdadeiramente mexeu comigo, eu fui obrigado a assistir o protagonista simplesmente ignorar, o que é uma opção válida de narrativa, mas pra mim me faz sentir uma ligação menor com o personagem, não por ele ter fugido, mas sim porque eu não tive opção de fazer nada. As motivações vem e vão muito rápido, os personagens parecem em alguns momentos impulsivos... O mesmo personagem que viu uma cena horrenda e não fez nada, numa situação horrível, mas menos impactante, decide reagir, okay ele conseguiu uma arma, mas até a forma que ele conseguiu foi algo fraco de roteiro, o vilão simplesmente decide largar a arma e virar de costas... Se o jogo possui mecânicas de stealth não poderiam ter aplicado a possibilidade de ataca-lo por trás e usar a própria arma contra ele? A forma que foi feita, deu a sensação de falta de ideias e ver isso logo no começo desanima. Falando sobre stealth, na única sessão que eu tive, ser visto era Game Over, o jogo não me permite sentir a opressão, me permitam perder batalhas, jogar Game Over é só frustante e não é divertido como experiência de jogo. Os inimigos do jogo até agora são repetitivos, parte da jogatina foi griding e só apareceram 3 oponentes diferentes.
[h1] Impossível não ficar triste ao criticar um jogo com uma ideia tão nobre...[/h1] Fico muito chateado em fazer esta análise, mas é assim que o mercado se desenvolve e que os produtos de mídia e entretenimento mais poderosos surgem. Além disso, me comprometi a refletir sobre os jogos Indies que tenho jogado e dar meus dois centavos. “Mandinga: A tale of Banzo” me encheu os olhos com a premissa, quando conheci o jogo, eu estava no meio de um curso de Teologia de Umbanda, então estava imerso em história do Brasil, tradições afrobrasileiras, os próprios mandingas e o impacto do tráfico de africanos escravizados no Brasil. A arte/visual do game é muito bonita e agradável, o que já nos fornece uma boa impressão, a trilha sonora é uma masterpiece, tem até uma versão ao vivo em orquestra no Youtube, mas me parece - e nunca terei certeza - que a trama foi pensada de maneira muito simplista ou com pouco cuidado. Sabemos que empresas precisam de dinheiro para pagar as contas, então quanto mais abrangente for uma obra, melhor, mas, sinceramente, não consegui entender se com esse jogo, a Uruca buscava conquistar e fortalecer os laços com um público com certa consciência histórica e racial, ou se gostaria de introduzir uma grande massa a esse período histórico e evidenciar a mancha de sangue e vergonha que o Brasil carrega desde o século XVI. Digo isso, pois, na primeira hora, a narrativa não estabelecia tão bem um tom, não era tão acurado, mas por outro lado, tampouco era lúdico. Em alguns momentos, escritores e roteiristas que buscam reações ou reflexões mais impactantes, vão correr o risco de cairem no erro que esse jogo aqui caiu. Mecanismos de choque são eficientes bem-vindos em qualquer história que exija esse tipo de técnica, um homem escravizado morrendo em meio a um campo de cana é uma cena impactante, simbólica, e palpável, mas não adianta aplicar essa lógica para tudo. Como muito bem pontuado em uma review (Belcchan) aqui no Steam, a motivação para que a história se desenrolasse me transpareceu certa falta de repertório e sensibilidade narrativa. Já é sabido que a subjulgação e violência sexual contra mulher era comum por parte dos malditos escravistas, mas não é sintomático utilizar uma cena como essa a partir da seguinte visão? Quem sofre é uma mulher, mas isso é nos mostrado narrativamente a partir do ponto de vista de homens, para que isso impila os homens a agir como protagonistas e heróis. Mais uma vez, assim como no cinema, a mulher foi um acessório narrativo para dar destaque ao homem e a violência foi só um instrumento para chocar. Mas surpreendentemente, não foram nem esses pontos que não deixaram que eu passasse de 1 hora de jogatina. A mecânica de batalhas aleatórias não me incomoda, já que o game se inspira em J RPGs, mas o problema é a frequência ABSURDA em que a cada 5 passos, um novo combate começa Isso é torturante ao jogador e, se tiver um propósito narrativo, não funcionou, porque vi relato de outros jogadores que abandonaram o jogo, pois isso o tornou injogável. O mercado de jogos é competitivo e jogos de impacto, infelizmente, possuem pouco espaço e interesse por parte do público. Se temos a chance de apresentar nossa visão em um produto de entretenimento com impacto social, é importante que façamos com maestria, pois talvez seja uma das poucas chances que teremos de cativar um jogador com um assunto tão espinhoso.
I'm really enjoying it so far. Story is good, captivating and based on a real Brazilian history. Characters are relatable, you can easily understand their motivations given the context and the way they develop with the story is excellent. Combat got me a bit bamboozled by a couple rounds, but once i figured it out it was quit enjoyable. Some enemies can be quite a handful and asymmetrical battles are quite common. Some puzzles' cues felt a bit confusing at first, but i guess that's what a puzzle is all about. :P I just have one criticism up to the moment: please add a dialog 'log' (latest 10 dialog boxes) or a 'current objective' on menu, I lost the count of how many times i simply got distracted and forgot what to do and had no way of getting to the dialogs or objectives. Simple, yet captivating, congrats to the devs!
Até legal a proposta, história interessante, porém( coloque grande porém nisso), tem muitos adversários que surgem do nadaaaa, e tipo chega a ser algo exaustivo e nada empolgante, você perde muito tempo nisso ,e mau aproveita o resto do jogo. Até uma atualização que resolva isso, eu não recomendo esse jogo.
e um otímo rpg, pra mim, a experiencia foi uma aula de historia. saber que veio mais de um povo, mas de uma religião sendo arrancada de suas terras e raízes. realmente e um bom jogo. parabéns aos desenvolvedores.
Mandinga me chamou a atenção pela ambientação histórica e a arte, sem falar na música poderosa no trailer (que é fantástico, por sinal!), e nisso eu tive todas minhas expectativas atendidas, o game tem uma bela arte. Achei muito interessante o apanhado histórico, assim como os aspectos culturais e religiosos que foram colocados no game. As magias e invocações são muito legais. Outra coisa que gostei bastante foi a mecânica de batalha, achei legal a ideia de construir builds de habilidades (dicesets) e escolher quais usar na hora da luta, também tendo um importante componente de sorte envolvido, isso adicionou controle e imprevisibilidade, ao mesmo tempo, de uma forma equilibrada. Outro aspecto muito equilibrado foi a dificuldade, não é muito difícil, mas ao mesmo tempo não é tão fácil, você tem que avaliar bem quando usar o quê, achei isso sensacional. Agora quanto aos defeitos, também temos alguns: os buffs e debuffs carecem de uma descrição no jogo, às vezes sequer tem alguma legenda do que eles são, ficam só os ícones nos cards dos personagens e é isso, te vira pra entender... Achei isso uma falha de projeto. Outra coisa estranha, o game carece de um tutorial para entender como funciona o esquema de builds de dados e equipamentos (que também estão ligados a essas builds), não é mtu intuitivo (talvez eu tenha terminado o game sem entender 100%). Os menus não ajudam também. A história é meio genérica e mal conduzida, não é horrível, mas deixa a desejar. Teve um momento específico da história* (no final do texto, com spoiler) que foi tão forçado que sequer fez sentido. Faltou trabalhar mais os vilões, aliados e o roteiro em geral, parece que jogamos uma versão resumida de uma história maior, algumas coisas simplesmente não se conectam muito bem, assim como alguns coadjuvantes aparecem meio soltos e com diálogos pobres. Falando em história, vem outro problema, você não pode escolher o slot onde vai salvar, eu gostaria de ter tido a oportunidade de voltar para alguns saves anteriores pra fazer o caminho do Akil sem ter que jogar tudo de novo, mas não há essa opção. Ainda assim, recomendo, pois é um jogo que diverte na curta duração que ele possui (levei 12 horas, mas fazendo live), tive bons momentos e gostei da inovação (pelo menos pra mim), no sistema de batalhar por turnos. Além disso, claro, é um jogo brasileiro e com temática histórica/cultural, isso é BEM LEGAL, merece todo apoio. [b] Principais pontos positivos: [/b] - Arte - Batalha - Diversão - Ambientação e contexto [b] Principais pontos negativos: [/b] - História - Pouco intuitivo - Menus - Não poder preservar diferentes saves *A parte mega forçada que me referi no texto, com spoiler: [spoiler] A parte em que o Lucas tá espancando o Oba, e então do nada decide que a arma tá desconfortável com ele e deixar no tronco ali atrás, só para o Akil pegar e, convenientemente, usar a arma contra ele para salvar o Oba. Cara, sério... XD [/spoiler]
Very unique bite sized JRPG! Both the story themes and the dice combat are fresh and creative--haven't seen anything like them anywhere. Music is quite nice too. English language version is shaky in places, but easy to understand. Worth a look for any player open to something different.
Mandinga. Talvez o melhor jogo já produzido pela Uruca Games, provavelmente em razão da experiência que a equipe vem adquirindo com o tempo. Um projeto que durou 2 anos para ser implementado e o resultado não decepcionou. Já deixo a dica para quem curte RPG estilo "Chrono Trigger", "final Fantasy" style vai se sentir muito bem adaptado e com a grande vantagem de ser um jogo inspirado na história do Brasil, especificamente na época da escravatura no Estado da Bahia. Um jogo que além de uma ótima jogabilidade ainda possui história cultural que, por vezes, traz o lado trágico do que realmente acontecia naquela época, mas importante de ser relatado. Realmente uma grande produção que merece os nossos aplausos!
O jogo é muito bom, o único bug é que quando vc morre e volta pra tela de carregar jogo salvo ele não carrega e vc tem que fechar e abrir de novo o jogo
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