
Mandinga: A tale of Banzo is a role-playing game inspired by the JRPG classics, with an unique dice based battle system, full of strategy and challenges. A game with an immersive history, based on a deeply important historical moment in Brazil.
Modeled estimate, not a reported figure. How we estimate →
Media
About


Innovative dice-based combat, where every piece of gear, weapon and skills bring interesting choices.
Switch between different combat styles at any turn by using the Diceset System.
Story based on a troubling historical moment of Brazil that still impacts deeply its people.
Play it in native Brazilian Portuguese or in English.Stats
All-time low is the lowest price we've recorded for this game since we started tracking it.
Languages: English, Portuguese - Brazil**languages with full audio support
Engagement
Hours played at review time, across 43 reviews with recorded playtime.
Reviews
Themes across 43 recent reviews and how positive each mention is. A keyword signal, not full sentiment analysis.
positive critical· bar length = how often the theme comes up
Reviews
Jogo muito bom, quanto a historicidade, da olhar significativo para as nossas raízes escravagistas, a relação que os indígenas tinham com os negros e principalmente o multi culturalismo vindo da Africa, a direção de arte está de parabéns, as cutscenes estão muito bem trabalhadas. Quanto a game play o jogo ainda precisa de alguns ajustes de gosto pessoal mesmo. 1. a interface ser mais "amigável", 2. buffs e debuffs que ficam subentendidos e explícitos apenas na janela de combate, 3. queria que tivesse um "sistema de reset" de habilidades para poder testar cada skill, 4. Interação entre os personagens "combando" habilidades como em chrono trigger. 5. pular algumas cutscenes que já assistimos quando temos que refazer uma parte do mapa 6. acelerar um pouco as animações de combate quando quisermos ficar "grindando" level e upando os personagens na floresta, depois de um tempo fica um pouco massante upar os personagens. No mais adorei o jogo, super indico. Confesso que fiquei um pouco perdido em algumas partes, mas faz parte da exploração, quando acabou, tive a sensação de que queria ver mais, mais regiões do Brasil sendo exploradas, enfim Mandinga - A Tale of Banzo é um jogo na medida certa, curto mas que fornece o que propõe.
Mandinga is amazing! I was impressed by the art and music and the overall atmosphere of the game. The cultural aspects in the history are nice and the characters are captivating and unique. All of these elements together create a game different from anything I've seen so far. Definitely recommended.
Ideia incrível, execução terrível. Me dói dizer isso porque eu estava na animação para jogar e usar como base de pesquisa para o meu TCC, mas não teve uma única parte que salvou a experiência. Com exceção da arte, que conseguiu criar uma boa atmosfera, mas um jogo é muito mais do que isso. =>A começar pela jogabilidade. É muito pobre, não instiga e não considera o próprio contexto. O jogo tem forte inspiração em jogos de RPG Maker onde você explora, ganha experiência e coleciona itens (tanto que até estranhei quando vi que foi feito no Unity, mas não importa), mas como você vai EXPLORAR o mapa sendo um personagem que não tem liberdade para isso? E mesmo que a ideia fosse essa, de restringir a exploração por você não ser livre, então por que você consegue ficar zanzando pelo mapa sem acontecer nada? É como se o jogo só te mandasse de um lado para o outro e seu cérebro entra em piloto automático. Isso quando te mandam ir para um lugar que você não tem ideia onde fica mas o jogo espera que você saiba apesar de nunca ter deixando claro, ou quando de início nem fica claro o que o jogo quer que você faça. O que me leva a perguntar sobre público-alvo. Eu teria ignorado a falta de recheio na jogabilidade se fosse um jogo feito exclusivamente para quem nunca viu um rpg na vida. Afinal, quando o objetivo do jogo é ser uma experiência educativa, jogar rpg não faz parte do que se espera que os jogadores saibam. Mas o sistema de batalha é desnecessariamente complicado, o que faz com que alguém que nunca viu rpg desista na hora ou ignore essa parte completamente. Então o jogo não é para essas pessoas. Mas para quem já joga e não veria problema com esse sistema, a exploração pelo mapa é dolorosamente vazia e também faz que o jogo não seja feito para elas. Então para qual público foi feito o jogo? => Agora, sobre a história. Tem alguns pontos positivos, como explicar os pontos históricos e tentar encaixá-los na vida dos personagens do jogo. Mas eu digo tentar e só tentar porque os diálogos são tão bobos e rasos que eu já ouvi coisa muito pior e racista no ponto de ônibus. Falta sensibilidade narrativa, falta uma boa revisão, falta SENSO COMUM EM NÃO CONTINUAR USANDO VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA A MULHER COMO PLOT DEVICE. A parte da Ayomi é uma das mais desnecessárias e ofensivas que têm e é o catalisador de eu estar reembolsando o jogo. Não estou dizendo que é errado acrescentar esse tópico, ainda mais considerando o período histórico. Mas usar isso como plot device nunca deveria sequer passar pela sua cabeça como desenvolvedor, especialmente num jogo para educar e conscientizar. Acrescentar estupro apenas e somente para acrescentar valor de choque e servir de motivação para personagens homens ao redor dela e focar em como o estupro afeta ELES é um desserviço e sempre vai ser.
Joguinho sensacional, o background histórico é muito bom e souberam representar muito bem as relações de poder e raça típicas do Brasil escravista, eu como historiador recomendo esse jogo para todos que queiram entender pelo menos o contexto dessa época.
EDIT: This game runs well on Steam Deck. Some minor UI issues but all functions are nice playable in default Steam Deck configuration. This game is great. A classic jRPG (like FF for SNES) with a very unique story. I was able to play this game for 5 hours in a roll and I've even reached mid-game (i guess). I like the dice rolling battle and the dice combos also. 10/10 EDIT: I've able to finish the story with 9 hours of gameplay, I really enjoy this one.
Excelente indie, poderia facilmente virar filme ou série. A história é envolvente, com personagens marcantes, constante sensação de perseguição e limitação, espiritualidade e ensina muito sobre História da escravidão brasileira. O sistema de dados é muito bom, eu que sou ruim em RPG em turno. ò_ó' // Excellent indie, it could easily become a film or show. The story is involving, with memorable characters, constant feeling of persecution and limitation, spirituality and it teaches a lot about Brazilian slavery History. The dice system is very good, I just suck at turn based RPGs. ò_ó'
For those who love turn based RPG and are searching for a true story, this is the kind of game that you need.
Boa mecânica de batalha, um bom nível de dificuldade e um belo estilo de arte fazem desse jogo uma ótima experiência e pude me divertir bastante jogando. Isso sem contar a história com uma ótima narrativa e personagens memoráveis por suas perspectivas diferentes e próprios conflitos. Não há razão para não jogar este jogo se você curte o gênero, vai se surpreender com o tanto de detalhe colocado nessa obra que trata de um tema sério. Não é só para "ajudar o cenário de jogos brasileiros", o jogo é bom mesmo.
[h1] Impossível não ficar triste ao criticar um jogo com uma ideia tão nobre...[/h1] Fico muito chateado em fazer esta análise, mas é assim que o mercado se desenvolve e que os produtos de mídia e entretenimento mais poderosos surgem. Além disso, me comprometi a refletir sobre os jogos Indies que tenho jogado e dar meus dois centavos. “Mandinga: A tale of Banzo” me encheu os olhos com a premissa, quando conheci o jogo, eu estava no meio de um curso de Teologia de Umbanda, então estava imerso em história do Brasil, tradições afrobrasileiras, os próprios mandingas e o impacto do tráfico de africanos escravizados no Brasil. A arte/visual do game é muito bonita e agradável, o que já nos fornece uma boa impressão, a trilha sonora é uma masterpiece, tem até uma versão ao vivo em orquestra no Youtube, mas me parece - e nunca terei certeza - que a trama foi pensada de maneira muito simplista ou com pouco cuidado. Sabemos que empresas precisam de dinheiro para pagar as contas, então quanto mais abrangente for uma obra, melhor, mas, sinceramente, não consegui entender se com esse jogo, a Uruca buscava conquistar e fortalecer os laços com um público com certa consciência histórica e racial, ou se gostaria de introduzir uma grande massa a esse período histórico e evidenciar a mancha de sangue e vergonha que o Brasil carrega desde o século XVI. Digo isso, pois, na primeira hora, a narrativa não estabelecia tão bem um tom, não era tão acurado, mas por outro lado, tampouco era lúdico. Em alguns momentos, escritores e roteiristas que buscam reações ou reflexões mais impactantes, vão correr o risco de cairem no erro que esse jogo aqui caiu. Mecanismos de choque são eficientes bem-vindos em qualquer história que exija esse tipo de técnica, um homem escravizado morrendo em meio a um campo de cana é uma cena impactante, simbólica, e palpável, mas não adianta aplicar essa lógica para tudo. Como muito bem pontuado em uma review (Belcchan) aqui no Steam, a motivação para que a história se desenrolasse me transpareceu certa falta de repertório e sensibilidade narrativa. Já é sabido que a subjulgação e violência sexual contra mulher era comum por parte dos malditos escravistas, mas não é sintomático utilizar uma cena como essa a partir da seguinte visão? Quem sofre é uma mulher, mas isso é nos mostrado narrativamente a partir do ponto de vista de homens, para que isso impila os homens a agir como protagonistas e heróis. Mais uma vez, assim como no cinema, a mulher foi um acessório narrativo para dar destaque ao homem e a violência foi só um instrumento para chocar. Mas surpreendentemente, não foram nem esses pontos que não deixaram que eu passasse de 1 hora de jogatina. A mecânica de batalhas aleatórias não me incomoda, já que o game se inspira em J RPGs, mas o problema é a frequência ABSURDA em que a cada 5 passos, um novo combate começa Isso é torturante ao jogador e, se tiver um propósito narrativo, não funcionou, porque vi relato de outros jogadores que abandonaram o jogo, pois isso o tornou injogável. O mercado de jogos é competitivo e jogos de impacto, infelizmente, possuem pouco espaço e interesse por parte do público. Se temos a chance de apresentar nossa visão em um produto de entretenimento com impacto social, é importante que façamos com maestria, pois talvez seja uma das poucas chances que teremos de cativar um jogador com um assunto tão espinhoso.
**NOTE:** This review is part of my steam curator review and is the extended version. Check my steam curator page at https://store.steampowered.com/curator/39607348-Random-Game-Reviews-by-Labprofess/ . Follow appreciated! — Mandinga - A Tale of Banzo in a game set in 1836 Brazil, a time where slaves from Northern Africa were to work on plantations in Brazil. Some of them were treated better than others. While most were living together in one big hall sharing virtually everything, few were privileged to have their own hut and their own belongings. In this game you play as two characters simultaneously: Akil and Obadelé. Fight the oppression you are faced with everyday by escaping the plantation and trying to bring peace to all other slaves. Overcome various character challenges together such as Obadelé’s violent nature mixed with Akil’s peaceful way of solving issues. Yet to succeed you both have to compromise to be able to work together. How you're going to do that depends on you, the player. Complete tasks, enter (and win) fights including roaming the gigantic game map in order to progress through the game's amazing dialogue and choice rich story. The characters both have different personalities and mentalities of life. They are also treated differently as slaves, and yet by chance form a team preparing to crush the violence and mischief that's enslaving their people. If you yourself are Brazilian or African, this game is a must play! I myself didnt know that slavery had spread itself to Brazil before this game. Heck, I didn't even know Muslims were in Brazil as early as 1836 until I played this game. You really do learn something new everyday. This game has a pixel style. I rarely play pixel games as usually they are shovelware or just bad games, but I took a try on this one and I was not disappointed. The pixel style fits perfectly in the scenrary. I see that it permits smaller developers to make detailed and large maps without investing substantial energy and work into rendering models. I wouldn't exactly say the pixel graphics are cute as that is not appropriate considering the game is about slaves in Brazil, but I do say they look good and fit the circumstances of the game. However, even with pixel graphics, the graphics are amazing and clear. The pixel scale is perfectly done to correlate various structures and characters. Even the NPCs are detailed and not forgotten which I find amazing. I love the enemies of the game. This game uses different wild animals and if it cant do that, it just changes the color of two exact same animals. While minimal, I am surprised compared to typical JPRG games I have tried, where every second enemy looks identical to the one before. Would get boring real quick. Lastly, I quickly want to mention some small issues to keep in mind (remember - this review is from the games Beta testing): One, the translations are 100% perfect with some grammatical errors here and there and the rare wrong word translation regarding time periods. What I mean is that the game might accidentally use a present word talking about the past or vice versa. It would also be neat if the controller support could accommodate more functions. Now, is this game worth it? For me it is at least. Let's break down why: for its price it comes with a long story to make up for its worth easily. Dialogue rich and amazing game map with attention to detail as well. Whats also neat is that this game connects to a real life historical aspect of slavery in Brazil. You might learn one or two things about that time period (or about the African culture) while enjoying a game. How cool is that? There should be more games that teach you real life lessons in an enjoyable and fun way. Hence, I hope this review motivated you to decide to get this game, and if you do, I hope you have fun :)
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Trends
Concurrent players on Steam, sampled daily since tracking started.
Momentum
Pace estimated from the game's recent review growth (our daily snapshots) at its own sales-per-review ratio — a momentum signal, not booked sales.
Audience
Estimated from the language of this game's reviews — a proxy for where players are, not official Steam demographics.
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