
Led by her new friend, Mr. Voice, Misfortune ventures into the woods, where mysteries are unraveled and a little bad luck unfolds.
Modeled estimate, not a reported figure. How we estimate →
About

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All-time low is the lowest price we've recorded for this game since we started tracking it.
Languages: English*, French, German, Spanish - Spain, Portuguese - Brazil, Japanese, Russian*languages with full audio support
Engagement
Hours played at review time, across 102 reviews with recorded playtime.
Reviews
Themes across 102 recent reviews and how positive each mention is. A keyword signal, not full sentiment analysis.
positive critical· bar length = how often the theme comes up
Reviews
cringe. it sucks. waste of money. why ???
The gameplay - what I saw of it - was fine, but the narrative and presentation are absolute cringe level of "we desperately want to be edgy and weird". She's in love with a cartoon fox! Isn't that WEIRD?! The narrator breaks the fourth wall and talks about a child dying! Isn't that EDGY?! And I do not understand why every indie developer needs to make their game about trauma and grief and abuse and how horrible their parents were. It's tiresome and lazy. The "humor" in the game is all random non-sequiturs rooted in this type of writing, like Misfortune saying "here is where my daddy beat my mommy" and "I pee in this pool" or randomly swearing. And the catchphrases ... like nails on a chalkboard and she repeats them constantly. I can just see the writer with dollar signs in her eyes, imagining everyone buying "Yikes Forever!" t-shirts.
Es un juego muy interesante, la historia es un poco turbia pero triste a pesar de tener personajes y una estética adorable visualmente. Lo recomiendo mucho.
i have literally zero bad things to say about this game. the artstyle is so freaking cute and the i'm OBSESSED with the voice acting.
Absolutely loved it <3
Tout pipou
I love this game. It shows how we can turn trauma around and not know it was trauma.
Милота, перемешанная с безумием..мммм,обожаю
cada pergunta um tiro no coração
**10/10 – Uma das histórias mais humanas e dolorosamente bonitas que os videogames já contaram.** Existem jogos que divertem. Existem jogos que impressionam. E existem aqueles raríssimos jogos que permanecem com você muito tempo depois dos créditos finais. *Little Misfortune* pertence a essa última categoria. À primeira vista, ele parece apenas mais uma aventura indie com estética fofinha e humor ácido. Mas basta alguns minutos para perceber que tudo ali foi cuidadosamente construído para esconder uma narrativa devastadora sob os olhos inocentes de uma criança. O contraste entre a imaginação colorida de Misfortune e a realidade cruel que a cerca não é apenas um recurso narrativo: é o coração da obra. Misfortune é uma protagonista inesquecível. Sua ingenuidade, seu jeito doce de enxergar o mundo e sua vontade sincera de conquistar a "Felicidade Eterna" para sua mãe transformam cada diálogo em algo especial. Ela não busca salvar o mundo, derrotar um vilão ou se tornar uma heroína. Ela só quer ver alguém que ama feliz. Essa simplicidade torna sua jornada absurdamente humana. O roteiro merece todos os elogios possíveis. Poucos jogos conseguem abordar temas como negligência, abuso, solidão, morte, trauma infantil e esperança sem parecerem forçados ou apelativos. *Little Misfortune* faz isso com uma delicadeza impressionante. A história nunca entrega tudo de forma explícita; ela confia na inteligência do jogador para ligar os pontos. Cada cenário, cada conversa aparentemente engraçada e cada detalhe escondido possuem significado. E então existe o humor. O jogo faz você rir justamente quando menos espera. A personalidade da Misfortune é tão espontânea que é impossível não sorrir durante boa parte da aventura. Mas esse humor nunca diminui o peso da narrativa. Pelo contrário: ele torna os momentos dramáticos ainda mais impactantes. Você baixa a guarda rindo... e, quando percebe, está emocionalmente destruído. A direção de arte é simplesmente fantástica. Os cenários parecem páginas de um livro infantil ilustrado, mas carregam uma atmosfera inquietante que cresce silenciosamente conforme a jornada avança. É uma combinação extremamente difícil de executar, e a Killmonday conseguiu fazê-la com maestria. A trilha sonora merece um reconhecimento à parte. Ela sabe exatamente quando ser delicada, quando ser melancólica e quando criar tensão. Em nenhum momento parece exagerada. Ela acompanha as emoções do jogador sem tentar manipulá-las. Outro ponto brilhante é a forma como o jogo trata a perspectiva infantil. O mundo não é fantástico porque existem criaturas mágicas; ele é fantástico porque estamos vendo tudo através dos olhos de uma menina de oito anos. A imaginação dela colore uma realidade que, para um adulto, seria insuportável. Essa escolha transforma toda a experiência em algo profundamente simbólico. Muita gente critica a simplicidade da jogabilidade, mas sinceramente acho que isso perde completamente o ponto da obra. *Little Misfortune* nunca quis ser um desafio mecânico. Seu objetivo sempre foi contar uma história. E faz isso com uma segurança que muitos jogos com orçamentos milionários jamais alcançam. Quando os créditos terminaram, fiquei alguns minutos olhando para a tela, tentando processar tudo o que tinha acabado de vivenciar. Poucos jogos conseguem provocar esse silêncio. Poucos conseguem fazer o jogador refletir sobre infância, empatia, perda e amor de uma maneira tão sincera. Não é um jogo para todos. Quem procura ação constante ou mecânicas complexas provavelmente não encontrará isso aqui. Mas quem aprecia narrativas profundas, personagens memoráveis e histórias contadas com sensibilidade encontrará uma verdadeira joia. *Little Misfortune* prova que videogames podem ser arte sem precisar gritar isso o tempo todo. Uma experiência inesquecível. Uma protagonista que jamais esquecerei. E uma história que continua ecoando na minha cabeça muito depois do fim. 10/10. Uma obra-prima do gênero narrativo.
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Trends
Modeled estimate over time, reconstructed from Steam's monthly review histogram.
Engagement
DAU/MAU are modeled from peak concurrent players (≈×8 and ×28) — Steam publishes no active-user counts, so treat these as rough estimates, not reported figures.
Audience
Audience
Games most often reviewed by the same players — an audience-affinity signal from our review sample, not full ownership data.
Estimated from the language of this game's reviews — a proxy for where players are, not official Steam demographics.
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