
Kingdom of EXPLORERS is an adventure RPG game for up to 2 players. Each player needs to explore, collect, manage shared resources to unlock new terrains, upgrade weapons to defeat the enemies, Bosses and save the Dwarves Hidden Island!
Modeled estimate, not a reported figure. How we estimate →
Media

About






Stats
All-time low is the lowest price we've recorded for this game since we started tracking it.
Languages: English, Portuguese - Brazil
Engagement
Hours played at review time, across 40 reviews with recorded playtime.
Reviews
Themes across 40 recent reviews and how positive each mention is. A keyword signal, not full sentiment analysis.
positive critical· bar length = how often the theme comes up
Reviews
Bom jogo, ele é bem relaxante e facil de entender. Coletar recursos e abrir o mapa é algo que me fez nem ver a hora passando de tão gostoso, mas ele tem problemas. Como está em early access, da pra passar um pano para poucos bosses e poca variedade de inimigo, porém tem a questão de alguns bugs que não atrapalham totalmente a gameplay mas causam um leve incomodo. Mesmo assim recomendo jogar tendo em vista esses pontos.
Jogo muito bom e viciante! Recomendo demais!
Eu e meu mano Cachorro Fimose estamos curtindo esse jogo.
Semplice, ma fantastico!!! Mi sto affossando! Spero di trovare MOD o DLC!
A princípio, quando iniciamos o game, a primeira impressão é de que vamos jogar mais um dentre tantos jogos de sobrevivência e crafting, mas bastam alguns minutos para perceber que o game apresenta uma abordagem totalmente diferente do que estamos acostumados. Diferentemente de outros títulos neste estilo, que são mais voltados para o gerenciamento de recursos e criação de novos itens, o foco de Kingdom of Explorers, como o próprio nome já entrega, é a exploração. É necessário, sim, que coletemos uma grande quantidade de recursos, não para criar itens distintos, mas para melhorarmos os equipamentos do nosso próprio personagem e liberar novas áreas. Por exemplo, para liberar um novo bloco do mapa, pode ser necessário usar 100 unidades de madeira. Então, passamos um tempo cortando árvores coletando esses recursos. Porém, ao liberar essa nova área, descobrimos uma nova espécie de inimigo, mais forte do que aqueles que estamos acostumados a enfrentar. Então, devemos recuar e farmar mais recursos para melhorar nossas armas a fim de enfrentar esse novo perigo. Logo, o ciclo de gameplay se torna este: coletar recursos, liberar novas áreas no mapa, explorar, coletar mais recursos, melhorar nosso personagem, repetir todo o processo. O objetivo do game é encontrar os 7 generais do Senhor das Sombras, e derrota-los. Assim, novos recursos são desbloqueados até a batalha final. Já a progressão do personagem gira em torno de seu HP, armas e ferramentas. A vida do Príncipe Arthur pode ser aumentada ao encontrar baús de tesouro espalhados pelo mapa. O personagem porta duas ferramentas de coleta: o machado para coletar madeira e a picareta para coletar pedras e minérios. Além disso, o personagem também carrega consigo uma espada, um escudo e um arco. Cada um desses equipamentos podem ser aprimorados ao serem levados a um artesão, mediante o fornecimento dos recursos necessários. Apesar do combate não ser o foco do game, existem vários inimigos espalhados pelo mapa de diferente níveis de poder. Mesmo no início do game é possível encontrar monstros poderosíssimos que são quase impossíveis de serem derrotados no começo da jornada. Logo, é necessário sabedoria para saber quando, como e quais inimigos enfrentar. Ao derrotá-los, eles fornecem itens e recursos, que podem ser úteis. Arthur também pode recuperar a vida perdida nos combates comendo a carne que coleta de animais que podem ser caçados. Caso o protagonista seja derrotado em combate, ele perde sua mochila com todos os itens que possuía. Ele pode recuperar sua mochila se conseguir chegar ao local onde ela foi derrubada. Porém, se ele morrer novamente antes de conseguir recuperar seus itens, então, ele de fato perderá tudo permanentemente; uma mecânica inspirada nos games da série Dark Souls, que adiciona um belo toque de desafio. Uma das coisas mais interessantes do game é que tudo isso que foi citado acima pode ser compartilhado com um outro jogador. Sim, Kingdom of Explorers pode ser jogado cooperativamente em até 2 jogadores. Na verdade, ouso dizer que o game realmente brilha e é aproveitado em seu máximo quando jogado com uma companhia. Nesse caso, ambos os jogadores compartilham o mesmo estoque de recursos, mas não os equipamentos. Logo, um pode ajudar o outro a melhorar suas ferramentas e armas, assim como podem se ajudar em combate e na coleta de recursos. No que diz respeito a game design, Kingdom of Explorers oferece uma experiência autêntica que, mesmo usando elementos inspirados em outros games, consegue ser original e divertido. Creio que poderia haver um balanceamento melhor nos recursos exigidos para liberar certos upgrades e áreas, pois em diversas ocasiões cria-se uma “barriga” no progresso ao ficarmos muito tempo tentando coletar um determinado item, ou quando um upgrade exige muitos itens de um recurso raro e poucos itens de um recurso comum, mas nada que atrapalhe a experiência como um todo. A história do game é bem simples e direta, mas que evoca um sentimento de aventura e enaltece valores como coragem, solidariedade e sacrifício. Creio que essa simplicidade, considerando o contexto e estilo do game, é algo positivo, pois mantém uma aura de leveza, coisa rara nos games de hoje em dia em que até jogos considerados cozy, ou seja, relaxantes, têm um background sombrio e complexo. No ponto de vista técnico, deixa um pouco a desejar. O game tem gráficos simples que funcionam, apostando no estilo low poly, mas que aparentam ser muito genéricos. Os efeitos e a trilha sonora são muito repetitivos e muitas vezes mal sincronizados. Por exemplo, as vezes começa a tocar uma música épica, como se fosse de batalha, enquanto simplesmente estamos farmando recursos, e ela troca do nada para outra, sem uma transição suave. Durante o combate, a hitbox dos inimigos e das armas do protagonista é imprecisa. Isto é, as vezes estamos colados com o inimigo e, ao atacarmos, ele não recebe dano; semelhantemente, as vezes estamos a uma distancia segura do inimigo e ele consegue nos acertar sem motivo aparente. Também achei as animações de combate, especialmente dos chefes, um tanto empobrecidas. Mas acho que a maior oportunidade de melhoria para esse game é na parte de coleta de recursos. Por ser a atividade mais comum e repetitiva da gameplay, ela precisa ser tecnicamente impecável e satisfatória. No game, constantemente estamos ao lado de um fonte, como uma mina de ferro ou uma árvore, apertamos o botão de coleta e nada acontece. Temos que ficar tentando reposicionar o personagem para ver se consegue coletar os recursos. Então, quando conseguimos ativar a coleta, o som da ferramenta ou dos itens dropando é inexistente ou chato e repetitivo. Alguns exemplos positivos de coleta de itens “satisfatória” em games indies, são os efeitos sonoros de Minecraft e Stardew Valley, que fazem com que uma atividade aparentemente maçante se torne relaxante. Creio que o principal ponto que o pode melhorar são nesses detalhes que parecem pueris, mas, considerando que ele exige algumas horas de farming para se progredir, fazem toda a diferença na percepção do jogador sobre o todo. Entretanto, mesmo após tecer críticas técnicas, é importante lembrarmos que o game foi desenvolvido de forma independente por uma equipe minúscula sem o orçamento que estúdios estrangeiros e maiores dispõem. Basicamente, boa parte do que foi criticado negativamente poderia ser facilmente resolvido com mais investimento, tempo de desenvolvimento e pessoas trabalhando. Mas, são problemas existentes que devem ser citados. Considerando a obra como um todo, posso afirmar que Kingdom of Explorers é um bom game que apresenta ideias e uma abordagem muito interessantes que podem ser lapidadas em atualizações, DLCs e, quem sabe, até mesmo em uma sequência do game. Me sinto muito orgulhoso em dizer que esse jogo é brasileiro que, mesmo em meio as dificuldades e o fator Brasil, conseguiram lançar sua obra que tem sido recebida positivamente pelos jogadores. É um game que merece ser jogado, não apenas para fortalecer a cena indie nacional, como se estivéssemos fazendo um favor à S.E.R.A. Game Studio, mas porque é um jogo divertido e feito com o coração, algo que é claramente perceptível já nos primeiros momentos de gameplay.
Une tonne de bugs, des combats clunky et un festival de grind. Ne perdez pas votre temps avec ce jeu.
Podre.... travou no boss... coloco suprimento e a porta nao abre --' perdi o save
Game is a lot repetitive and not as chilly as I expected. But, overall, you can have some fun for a while, or while waiting for other tasks to be done, like a download. I would give it a 5/10.
Ele é um dos jogos ja feitos na humanidade
it has more bugs than bugs life
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Trends
Modeled estimate over time, reconstructed from Steam's monthly review histogram.
Momentum
Pace estimated from the game's recent review growth (our daily snapshots) at its own sales-per-review ratio — a momentum signal, not booked sales.
Audience
Estimated from the language of this game's reviews — a proxy for where players are, not official Steam demographics.
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