
From the makers of Heavenly Sword, Enslaved: Odyssey to the West, and DmC: Devil May Cry, comes a warrior’s brutal journey into myth and madness. Set in the Viking age, a broken Celtic warrior embarks on a haunting vision quest into Viking Hell to fight for the soul of her dead lover.
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All-time low is the lowest price we've recorded for this game since we started tracking it.
Languages: English*, French, Italian, German, Spanish - Spain, Arabic, Danish, Dutch, Finnish, Japanese, Korean, Norwegian +8 more
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Reviews
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positive critical· bar length = how often the theme comes up
Reviews
精神疾病患者内心世界
It's a Hell of a game with very god Blade combat .......
good game
Everything here is deliberate: every rock, every reflection, every line Senua mutters to herself. Juergens carries the whole thing on her performance alone, and the sound design means every whisper feels like it's coming from inside your own skull (headphones aren't optional here). Doesn't overstay its welcome, doesn't hold your hand, doesn't pretend psychosis is some cool aesthetic thing. Just a really tightly made, unsettling little game.
Sounds like a neat concept at first until you're met with very annoying and repetitive puzzles, which basically consist of running around in circles. Also the end song is so corny that it made finishing the game an even more excruciating experience than it had to be
Ya lo habia jugado, me parecio una locura! decidi comprarlo en steam porque upgradie mi PC y lo jugue con graficos al maximo... todo lo que rodea a este juego es arte. No es para cualquiera
This is a powerful game. The exploration of psychosis is haunting and affecting and is not only reinforced by the character design, world building, and narrative, but also by the more subtle elements of a video game; it leverages critical thinking, association, causation, and other means by which gamers make sense of videogames as an even more effective method exploring the subject. There are thrilling highs and crushing lows, simple puzzles that grow into more complex ones and simple combat mechanics that reward deep understanding of a simple move set. Because of the aggregate nature of the learning in this game, I found that the few bossfights that are present here were actually some of the most thrilling and rewarding combat experiences I've had in a game. The music is also on another level, functioning in perfect harmony with the entire game. I can't recommend this game enough, but it is quite intense and should be engaged with from a place of stability- make sure your head is in a good place before diving in. 9.5/10
Great fighting, interesting puzzles, and a rich dialog touching on mental illness and loss. Great game
Hellblade conta a história de Senua, uma jovem guerreira que embarca em uma jornada para reencontrar seu amor falecido, Dillion. Porém, sua trajetória é marcada pela esquizofrenia, condição que a faz enfrentar constantes crises e influencia a forma como ela reconhece o mundo ao seu redor. O jogo mistura elementos de puzzle com um sistema de combate que em alguns momentos lembra levemente Dark Souls. O enredo gira em torno da tentativa de Senua de reencontrar Dillion. Durante sua aventura, ela enfrenta não apenas criaturas e desafios de inteligencia, como também seus próprios traumas e medos. Sua motivação é clara, simples e facilmente compreensível pelo player: recuperar seu amor perdido. Porem, a maneira como ela busca alcançar esse objetivo é particularmente insólita, já que deposita sua fé nos deuses nórdicos, os mesmos cultuados pelo povo responsável pela invasão de sua vila e pelo assassinato de Dillion. A soma de seus traumas com a esquizofrenia não apenas torna a sua jornada mais desafiadora, como também leva o jogador a se questionar constantemente sobre quais dos acontecimentos são reais e quais pertencem a imaginação da protagonista. Essa incerteza é um dos pontos mais importantesa interpretação da história. Com o passar do enredo, revisitamos memórias do passado de Senua e observamos o preconceito que ela sofre por conta de sua condição. A protagonista é tratada como um ser amaldiçoado pelos membros de seu próprio clã, algo que explicita a forma como transtornos mentais eram frequentemente tratados por meio de explicações religiosas ou supersticiosas. O ritmo da narrativa é bem lento nas primeiras horas, o que pode afastar parte dos jogadores. Conforme Senua progride em sua aventura, no entanto, novos elementos são introduzidos e a história fica mais dinâmica, tornando a progressão mais envolvente. Apesar do início mais cadenciado, o desenvolvimento da narrativa recompensa a paciência do jogador. Em termos de gameplay, Hellblade é bem simples. A maior parte da experiência consiste em explorar os cenários, resolver puzzles e participar de combates relativamente diretos. Os puzzles do jogo também têm uma introdução pouco clara. Embora suas soluções não sejam particularmente difíceis e, de forma alguma, representem um obstáculo para o jogador médio, senti pessoalmente que o jogo não comunica muito bem suas "regras básicas". Eu diria que aproximadamente 75% da experiência é composta por puzzles, enquanto o combate ocupa uma parcela bem menor. Embora eu aprecie ambos os gêneros, senti que a maioria dos puzzles raramente representa um desafio significativo. Além disso, eles praticamente não evoluem ao longo da campanha e seguem uma estrutura muito semelhante a da maioria dos outros jogos. As mecânicas permanecem praticamente as mesmas durante toda a gameplay, alternando apenas pequenas variações. Existem exceções, obvio, alguns quebra-cabeças são realmente muito bem pensados e utilizam o cenário de forma bastante criativa, mas, no geral, senti falta de uma evolução maior das ideias conforme historia avançava. Ja o sistema de combate, apesar de funcional, não tem muita profundidade pra se sustentar por conta própria. No fim, o principal incentivo para continuar jogando o game acaba sendo a narrativa. Também achei o sistema de totens de histórias que você encontra ao longo do jogo uma mecânica muito legal, só que não acho que a ideia foi tão bem executada. As histórias envolvem muitos personagens com nomes complicados de lembrar, são contadas de jeitos muito detalhadas e o jogo simplesmente assume que você sabe quem é quem e consegue acompanhar tudo enquanto joga sem dificuldade. Se você já conhece essas histórias, isso não chega a ser um grande problema, mas até eu, que lembrava da maioria delas, tive dificuldade para acompanhar alguns detalhes e personagens. Minha principal crítica vai para o level design. Os cenários cumprem seu papel de conduzir a narrativa do jogo, só que oferecem pouquíssima liberdade de exploração além da resolução dos puzzles. Em varios momentos, o jogo impede o avanço por obstáculos que parecem triviais, criando situações em que Senua poderia contornar um caminho com facilidade, mas simplesmente não pode. É quase impossível não pensar: (É sério que você não consegue passar por isso?). Essas limitações acabam, em alguns momentos, quebrando a imersão. É justamente na direção de arte que Hellblade brilha e demonstra seu potenical. Os cenarios, iluminacão, as expressoes faciais e a forma com que o estudio optou por representar a esquisofrenia de Senua da ao game uma identidade visual extremamente marcante e singular que contribuem muito pra atmosfera do jogo. A direção de áudio complementa esse trabalho de forma igualmente importante: as vozes que acompanham Senua comentam as ações do jogador, entram em conflito umas com as outras, questionam as decisões que voce toma e, em varios momentos, criam uma sensação constante de pressão. Esse trabalho de direção de arte com certeza é um dos melhores que eu ja vi em um video game. Mesmo assim, nem todas as escolhas narrativas envolvendo esse recurso foram do meu agrado. Em vários momentos da gameplay, uma dessas vozes assume o papel de narradora da história, uma solução excessivamente conveniente que acaba ficando evidente demais para o jogador, reduzindo parte da naturalidade construída pelo restante do game, que, no geral, é incrível. Outro aspecto que merece destaque é o elenco de atuação em um geral. Todos transmitem seus respectivos papéis muito bem, com destaque para Melina Juergens no papel de Senua. Grande parte do impacto emocional da historia depende da forma como a atriz transmite as emoções ao longo da hístoria, e é inegável que ela faz esse trabalho com excelência. Mesmo nos momentos em que ela se mantém em silêncio, as suas expressões faciais e a sua linguagem corporal comunicam muito bem seu estado psicológico e emocional, fazendo com que ela permaneça convincente durante todo o jogo. Visualmente, Hellblade continua impressionante. Considerando seu lançamento em 2017, o nível de detalhamento dos cenários, das expressões faciais e das animações permanece notável, dando ao jogo uma aparência que envelheceu muito bem. No fim, nunca tive a sensação de que Hellblade queria impressionar pelo combate ou pela complexidade das mecânicas. Tudo aqui parece existir para servir à jornada de Senua. É raro encontrar um jogo em que direção de arte, áudio, atuação e narrativa conversem tão bem entre si. O jogo é bom? Com certeza. Aqui é um caso um pouco diferente da maioria, a narrativa e a direção de arte carregam esse jogo praticamente, O gameplay entrega alguns puzzles interessantes e conta com alguns chefes bem legais, mas acaba decepcionando bastante pela facilidade com que o jogador supera seus desafios. Talvez, se aquele boato de que morrer muitas vezes faria o jogador recomeçar a campanha do zero fosse realmente verdade, ou se simplesmente os puzzles e os chefes fossem um pouco mais difíceis essa sensação diminuísse bastante. Não é um jogo pra quem procura combate, mas é um dos exemplos mais interessantes de como videogames podem contar uma boa história. 7.5/10
Buenardo
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Trends
Modeled estimate over time, reconstructed from Steam's monthly review histogram.
Engagement
DAU/MAU are modeled from peak concurrent players (≈×8 and ×28) — Steam publishes no active-user counts, so treat these as rough estimates, not reported figures.
Audience
Audience
Estimated from the language of this game's reviews — a proxy for where players are, not official Steam demographics.
Games most often reviewed by the same players — an audience-affinity signal from our review sample, not full ownership data.
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