
FINAL FANTASY X/X-2 HD Remaster celebrates two of the most cherished and beloved entries to the world-renowned franchise, completely remastered in gorgeous High Definition & now available on PC / Windows!
Modeled estimate, not a reported figure. How we estimate →
About
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Stats
All-time low is the lowest price we've recorded for this game since we started tracking it.
Languages: English*, French, Italian, German, Spanish - Spain, Japanese*, Korean, Traditional Chinese*languages with full audio support
Updates
Build ids and update times come straight from Steam's PICS — the same source SteamDB reads. Patch history grows as we record new builds.
Engagement
Hours played at review time, across 623 reviews with recorded playtime.
Reviews
Themes across 620 recent reviews and how positive each mention is. A keyword signal, not full sentiment analysis.
positive critical· bar length = how often the theme comes up
Reviews
Janky, glitchy, technological mess Green screens, memory leaks, screen stuck on a single frame, all sorts of bugs just 6 hours in.
poronga de port se crashea cada 2x3, hasta cogerme un tanque soviético se siente mejor que jugar este port de mierda
PS5手柄没法用,慎买
情怀物补票。虽然现在看起来确实太古早了,但当年的CG和音乐现在还能打。最终幻想系列很多部旧作无官中或者锁区,这部却没有这些幺蛾子。风评不佳一是古早战斗和解谜有点累人,二因为没给64位系统做配适显存不能超过2G特定系统和硬件可能会绿牌。有非官方补丁可以救一下。
This is a very sloppy port. I bought it for €10 and I still don't think it was worth it. I'm going to refund it because it was full of glitches from the very start. On some screens everything appeared in a uniform green color. I managed to get past that, watched a brief video involving "Sin" (some kind of enemy, I assume), and then the game froze completely. At this point I feel like some games are simply victims of time. Maybe we were supposed to play them back when they were current. Twenty-five years later, the original developers are long gone, the old technical knowledge has been lost, and somehow the game still doesn't work properly. It's a shame, because it means some older classics may become impossible for new players to experience. As for the game itself, the style felt strange and dated to me. I don't mind old graphics, but I do mind long unskippable cutscenes and unclear progression. I got stuck on the very first screen and had to watch a walkthrough just to continue. The game expected me to interact with NPCs that gave no indication they were important, and only after exhausting all dialogue would the story proceed. That felt very unintuitive. With so many technical and gameplay frustrations appearing right from the start, it looks like this game and I simply aren't going to get along. Perhaps others can read this review and be warned.
Quando a Fantasia se Torna Memória Existem aqueles raríssimos casos em que o tempo parece incapaz de diminuir seu impacto. Final Fantasy X pertence a esse grupo. Depois de centenas de horas explorando Spira, enfrentando seus desafios, completando conteúdo opcional e vivendo tudo o que esse universo tem a oferecer, ficou claro para mim que não estava diante de apenas mais um JRPG clássico. Estava diante de uma das maiores obras que esse gênero já produziu. O mais curioso é que Final Fantasy X nunca tenta impressionar pelo tamanho do seu mundo. Diferente de outros RPGs gigantescos, Spira é relativamente contida. Mas talvez seja justamente isso que a torne tão inesquecível. Cada templo, cada vila, cada estrada e cada pedaço daquele continente parece ter sido construído com um propósito. Não existem lugares que parecem estar ali apenas para preencher espaço. Tudo possui história, identidade e significado. Desde os primeiros minutos, o jogo apresenta um mundo completamente moldado pela presença de Sin. Não se trata apenas de um grande vilão esperando pelo confronto final. Sin é uma força da natureza. Uma tragédia inevitável que define a cultura, a religião, a política e até mesmo a forma como as pessoas vivem. É impossível caminhar por Spira sem sentir o peso constante dessa ameaça invisível. E é justamente nesse cenário que acompanhamos Tidus. No início, ele parece apenas um protagonista impulsivo, deslocado em um mundo que não compreende. Mas conforme a história avança, percebemos que sua jornada não é apenas sobre descobrir onde está. É sobre entender quem ele realmente é. Sua evolução acontece de forma tão natural que, quando olhamos para o garoto do começo da aventura e o homem que chega aos momentos finais, parece que acompanhamos uma vida inteira. Ao lado dele está Yuna, e poucas personagens carregam tanto peso emocional quanto ela. Enquanto muitos protagonistas lutam para salvar o mundo, Yuna parte em uma peregrinação sabendo exatamente qual será o preço de seu sucesso. Existe uma serenidade em sua personalidade que inicialmente pode ser confundida com fragilidade, mas que aos poucos revela uma força impressionante. Ela aceita responsabilidades que ninguém deveria carregar, e faz isso sem perder sua compaixão. O relacionamento entre Tidus e Yuna continua sendo um dos romances mais bem construídos que já encontrei em um videogame. Não porque seja perfeito. Mas porque parece humano. Ele cresce aos poucos, através de conversas, pequenos gestos, olhares e momentos silenciosos. Quando finalmente entendemos o tamanho do sentimento que existe entre os dois, a história já nos fez acreditar completamente naquela relação. É impossível falar de Final Fantasy X sem mencionar seu elenco. Auron representa experiência e sacrifício. Wakka é o reflexo de alguém preso às próprias crenças. Lulu esconde sensibilidade sob uma aparência fria. Kimahri fala pouco, mas demonstra mais através de suas ações do que muitos personagens conseguem fazer em centenas de diálogos. Rikku traz leveza para uma narrativa carregada de tristeza. Nenhum deles parece existir apenas para completar um grupo de combate. Todos possuem conflitos próprios, evoluem durante a jornada e ajudam a construir um mundo que parece vivo. E então existe a religião de Yevon. Poucos jogos conseguem criticar fanatismo, manipulação e tradições cegamente aceitas com tanta inteligência quanto Final Fantasy X. O jogo nunca apresenta respostas simplistas. Pelo contrário. Ele mostra como até mesmo pessoas boas podem perpetuar sistemas injustos quando acreditam estar fazendo o correto. Essa camada filosófica faz com que a história permaneça atual mesmo décadas depois de seu lançamento. Visualmente, a remasterização faz justiça à obra original. Mesmo sabendo das limitações técnicas de um jogo lançado originalmente para PlayStation 2, a direção artística continua extraordinária. Spira transmite uma mistura única de beleza tropical, espiritualidade e melancolia que poucos mundos conseguem alcançar. Mas talvez nenhum aspecto tenha envelhecido tão bem quanto a trilha sonora. Existem composições que se tornaram parte da história dos videogames. "To Zanarkand" não é apenas uma música. É uma memória. É impossível ouvi-la sem lembrar imediatamente da jornada, dos personagens e de tudo aquilo que foi vivido ao longo do caminho. Pouquíssimas trilhas conseguem criar uma conexão emocional tão poderosa. O sistema de combate em turnos continua sendo um dos meus favoritos da franquia. Existe uma elegância na forma como cada personagem possui uma função específica. Diferente de muitos RPGs onde basta utilizar sempre o personagem mais forte, Final Fantasy X incentiva constantemente a troca de membros da equipe, valorizando cada habilidade individual. E então existe a Sphere Grid. Até hoje considero um dos sistemas de progressão mais interessantes já criados. Ele oferece liberdade suficiente para criar personagens únicos sem abandonar completamente suas identidades originais. Cada avanço parece uma conquista real, e acompanhar o crescimento da equipe ao longo da aventura é extremamente recompensador. Mas se existe algo que realmente transformou Final Fantasy X em uma experiência inesquecível para mim, foi todo o conteúdo opcional. Passei centenas de horas enfrentando Dark Aeons. Desafiando Penance. Buscando armas celestiais. Capturando monstros. Explorando cada segredo escondido em Spira. E o mais impressionante é que, em nenhum momento, senti que estava apenas cumprindo uma lista de tarefas. Eu fazia tudo isso porque simplesmente não queria me despedir daquele mundo. Pouquíssimos jogos conseguem despertar esse sentimento. Quando finalmente terminei tudo, tive a sensação de que estava deixando pessoas para trás, e não apenas encerrando um save. Quanto ao Final Fantasy X-2, sei que ele divide opiniões. Sua atmosfera é completamente diferente, muito mais leve e descontraída, e isso pode causar estranhamento para quem esperava uma continuação com o mesmo tom do original. Ainda assim, acredito que ele cumpre um papel importante. Depois de uma história construída sobre sacrifício, perda e despedidas, acompanhar Yuna tentando descobrir quem ela é em um mundo finalmente livre do ciclo de sofrimento faz todo sentido. O jogo não busca repetir Final Fantasy X. Ele busca mostrar como as pessoas continuam vivendo depois que a grande batalha termina. Seu sistema de combate é simplesmente fantástico. A troca instantânea de Dresspheres cria uma dinâmica extremamente divertida, transformando cada batalha em um exercício constante de adaptação. Até hoje considero um dos sistemas ATB mais refinados que a Square Enix já produziu. Talvez X-2 nunca alcance o impacto emocional do primeiro jogo. E nem precisava. Porque sua função nunca foi substituir aquela história. Foi permitir que ela tivesse continuidade. Quando terminei a coleção HD Remaster, percebi que não estava apenas encerrando dois jogos. Estava me despedindo de um mundo que me acompanhou durante centenas de horas. De personagens que aprendi a admirar. De músicas que ainda permanecem na minha cabeça. De uma história que continua me emocionando mesmo sabendo exatamente como termina. Final Fantasy X não é perfeito porque não possui defeitos. É perfeito porque tudo aquilo que realmente importa é executado com um nível de excelência que pouquíssimos jogos conseguiram alcançar. Ele entende seus personagens. Respeita seu mundo. Confia na inteligência do jogador. E entrega uma narrativa que permanece relevante mesmo depois de mais de duas décadas. Alguns jogos são excelentes enquanto estamos jogando. Outros continuam vivendo dentro da gente muito tempo depois dos créditos finais. Final Fantasy X fez exatamente isso comigo. E acredito que continuará fazendo com muitas outras pessoas por muitos anos. **Nota: 10/10**
the game is too buggy and jank to enjoy, idk what it takes to properly port older games to new systems but SquareE did not do that. awful and unfortunate to play.
uno dei miei ff preferiti ma infiniti crash e schermate verdi nelle cinematics. fixate!
Good game. Steam port is crap. All cinematics go into a complete green screen making it unwatchable. Game freezes frequently which gives you a loss of progress. Sad day I wouldn't buy it not because the game(s) are bad by any means but because steam doesn't vet their ports, or so it seems.
Good game, but on the steam version, glitches are frequent. Often, cutscenes are unviewable without reloading a save (green screening). Crashes are common as well—without reliable autosaves—so you may lose some hours of progress out of the blue.
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Trends
Modeled estimate over time, reconstructed from Steam's monthly review histogram.
Engagement
DAU/MAU are modeled from peak concurrent players (≈×8 and ×28) — Steam publishes no active-user counts, so treat these as rough estimates, not reported figures.
Audience
Audience
Estimated from the language of this game's reviews — a proxy for where players are, not official Steam demographics.
Games most often reviewed by the same players — an audience-affinity signal from our review sample, not full ownership data.
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