
Still beloved by legions of fans to this day, the enduring masterpiece FINAL FANTASY VII comes to Steam®, with a number of extra features included! An epic adventure beyond imagination, and a battle for the fate of the planet, brought back to life.
Modeled estimate, not a reported figure. How we estimate →

About

The world has fallen under the dominion of the Shinra Electric Power Company, a sinister corporation that has monopolized the planet's very life force as Mako energy. In the urban megalopolis of Midgar, an anti-Shinra rebel group calling themselves Avalanche have stepped up their campaign of resistance.
Cloud Strife, a former member of Shinra's elite SOLDIER unit now turned mercenary, lends his aid to the rebels, unaware that he will be drawn into an epic battle for the fate of the planet, while having to come to terms with his own lost past.
This product is an upgraded version of FINAL FANTASY VII – 2013 Edition with additional features (there are no changes or additions to the story).

The following extra features are included:
Play through the game at up to three times the speed! This feature can only be used in battle, travel, and select events.
Activate this option to turn off random encounters. Story event battle still must be completed to advance the story.
Activate this mode to recover HP/MP during battles and max out the Limit gauge.
Genres
Stats
All-time low is the lowest price we've recorded for this game since we started tracking it.
Languages: English, French, German, Spanish - Spain, Japanese
Engagement
Hours played at review time, across 78 reviews with recorded playtime.
Reviews
Themes across 78 recent reviews and how positive each mention is. A keyword signal, not full sentiment analysis.
positive critical· bar length = how often the theme comes up
Reviews
Wie früher-früher... *schwelg*
Tiene una muy buena historia, sim embargo la historia se me hizo confusa de entender al principio (debido a la mala traducción) sin embargo con unos mods de la comunidad la experiencia se hizo mejor, el juego tiene mecánicas muy bien hechas , el sistema de materias es muy completo a diferencia de como esta en el REMAKE. Juegenlo si tienen la oportunidad
Em 2026, finalmente cheguei ao fim de uma jornada que, na real, começou lá em 2008, quando o irmão mais velho de um amigo me apresentou ao Final Fantasy VII original de PS1. Na época, eu não entendia metade dos diálogos, mas aquele mundo me pegou de um jeito que nunca mais soltou. De lá pra cá, criei a missão pessoal de jogar e aproveitar tudo o que a [i] Compilation of Final Fantasy VII [/i] tem pra oferecer. E, mesmo após quase três décadas de franquia e, quase duas décadas em que eu me coloquei nessa jornada, sua narrativa sobre memória, identidade e pertencimento soa mais atual e perturbadora do que nunca. A princípio, a história de Final Fantasy VII se apresenta como um conto de eco-terrorismo. A Avalanche, liderada por Barret, não é um grupo de heróis imaculados; são militantes que utilizam explosivos para destruir reatores Mako na luta contra a empresa Shinra, que utiliza desses reatores para sugar a força vital do planeta Gaia, destruindo-o aos poucos. A mídia dentro do jogo os rotula como "bioterroristas" e nos entrega esse dilema moral sem filtros. Não há um sistema de "alinhamento" ou escolhas que amenizem isso; você vive com o peso das bombas que plantou e das vidas que tirou com a explosão de um desses reatores. O que torna a construção de história magistral é como ela subverte essa premissa. Conforme a trama avança, a luta contra a Shinra se expande para uma batalha existencial contra Sephiroth. A Avalanche deixa de ser um grupo de resistência e se torna uma família fragmentada. A denominação de "bioterroristas" é ofuscada pela revelação de que o verdadeiro terror não vem de bombas, mas da exploração sistêmica do planeta. A Shinra, com sua fachada corporativa, é o verdadeiro parasita. A jornada de Cloud e seus companheiros é a de descobrir que, às vezes, para salvar o mundo, é preciso sujar as mãos e que a redenção não vem do perdão público, mas da luta interna contra os próprios demônios. Se há um tema que a versão de 1997 carrega com uma potência atemporal, é a fragmentação da memória. Cloud Strife é o protagonista perfeito para a era da pós-verdade. Ele não é um herói por mérito; é um homem quebrado que construiu sua identidade sobre as mentiras que contou a si mesmo. A narrativa, vide os "flashbacks" em Kalm, não serve apenas para exposição; serve como um lembrete cruel de que o passado é uma construção. Rejogar isso após Crisis Core, torna a experiência quase dolorosa. Você vê Cloud mentindo, vê Tifa hesitando em confrontá-lo, e sente o peso da memória coletiva sendo manipulada. O jogo faz com que nos perguntemos: "Quem somos nós sem nossas lembranças?". A resposta de Final Fantasy VII é tão dolorosa quanto a jorda que enfrentamos: a identidade é uma colcha de retalhos. O pertencimento, para Cloud, não está em ser um 1st Class SOLDIER, mas em aceitar que ele não é quem diz ser e que, mesmo assim, escolheu lutar ao lado de amigos que o apoiam incondicionalmente. É a antítese do herói moderno; é o herói que se reconstrói a partir dos cacos, principalmente daqueles que estão a sua volta. Acho que comentar sobre a direção de arte e a trilha do Nobuo Uematsu é chover no molhado. Não tem absolutamente nada que eu escreva que se equipare com a grandiosidade de ambos, que andam de mãos dadas e nos contam aquilo que a história do jogo maliciosamente se permite ocultar. Jogar Final Fantasy VII em 2026 não é uma viagem nostálgica; é uma aula de humanidade. Ele carrega o peso de uma geração porque foi o primeiro JRPG a ousar dizer que o vilão não queria destruir o mundo, mas sim ferir a si mesmo; que o herói não salva o mundo por coragem, mas por desespero. Em 2026, com a Compilation completa na bagagem até o momento (já que Revelation vem aí em 2027), o original se revela não como o começo, mas como o coração pulsante de tudo. A luta da Avalanche é política e sobre pertencimento. A memória não é sobre o passado; é sobre a escolha de quem queremos ser no futuro. E, acima de tudo, é a prova de que um jogo bem feito pode conter mais alma do que qualquer realismo fotográfico atual *cof cof Rockstar*. Se em 1997 o discurso de preservação da vida do planeta já se fazia necessário, em 2026 ele soa como um alerta que a gente ignorou por tempo demais. A Shinra sugar o Mako até a última gota sempre foi uma metáfora clara até demais, mas hoje a metáfora virou manchete: datacenters de IA consumindo água potável em plena crise hídrica enquanto modelos são treinados pra "otimizar" o mundo, desmatamento que acelera em nome do "progresso" e políticas que tratam população pobre como descartável, assim como a Shinra tratava os moradores da Sector 7. E o mais assustador é que, assim como no jogo, a gente vive num mundo fragmentado onde a verdade é manipulada, memórias são distorcidas por algoritmos e o pertencimento virou artigo de luxo. Cloud demorou o jogo inteiro pra descobrir que não precisava ser um herói perfeito pra merecer um lugar no mundo; ele só precisava aceitar suas falhas e escolher lutar ao lado de quem importa. Em 2026, a gente ainda tá preso na ilusão de que a esperança vem de fora, de uma tecnologia nova, de um líder salvador, de uma resposta fácil. Mas Final Fantasy VII já nos ensinou isso décadas atrás: o planeta não precisa de um herói. Precisa que a gente pare de sugar ele até a morte, reconheça que as pessoas à nossa volta são a família que nos acompanha nessa jornada e, acima de tudo, que a luta nunca foi contra o meteoro, foi contra a ganância que colocou ele lá.
acabei de terminar a primeira parte e devo dizer que achei muito bom. descanse em paz Aeris. vou editar a análise quando terminar a segunda e terceira parte :)
i like it
Peak.
absolute peak
It's much better now than it was 27 years ago when I played it first, I enjoy the modding community greatly also. Square is dropping the ball with a lot of the newer stuff, but hey, at least we have this
И так. 7 финалка на протяжении всего моего прохождения многократно испытывала мои нервы на прочность. Меня до скрипа в зубах бесило ужасное управление и туториалы к минииграм; некоторые несправедливые мобы и боссы; побочные квесты, которые без туториала ни то что не пройти, их даже не найти; проблемная локализация (как на английский, так и на русский язык). Игра сильно устарела и технически, и в плане геймдизайна, и на мой взгляд, устарела даже больше чем 6 финалка. Я не могу рекомендовать её кому-то кроме любителей ретрогейминга, но мне понравился сюжет, персонажи, игровой мир и атмосфера, диалоги и определенное мировоззрение которым делятся игровые персонажи. Мне в целом понравилась 7 финалка Это всё
Final Fantasy VII ist für mich eines der besten Spiele aller Zeiten. Von der packenden Story über die unvergesslichen Charaktere bis hin zur großartigen Musik und der einzigartigen Atmosphäre stimmt hier einfach alles. Selbst heute schafft es das Spiel noch, Emotionen zu wecken und eine Welt zu erschaffen, in der man sich komplett verlieren kann. Natürlich merkt man dem Spiel sein Alter in manchen Bereichen an, aber gerade das gehört inzwischen zu seinem Charme dazu. Wer sich auf die Reise mit Cloud und seinen Gefährten einlässt, erlebt ein Abenteuer, das auch Jahrzehnte später nichts von seiner Wirkung verloren hat. Ich kann Final Fantasy VII mehr als nur empfehlen – jeder RPG-Fan sollte dieses Meisterwerk mindestens einmal gespielt haben.
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Trends
Concurrent players on Steam, sampled daily since tracking started.
Audience
Estimated from the language of this game's reviews — a proxy for where players are, not official Steam demographics.
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