
You awaken voiceless and purposeless at a decrepit inn. In here, there are no tutorials, no genres, no set paths. You're on your own - but you are not alone.
Modeled estimate, not a reported figure. How we estimate →
Media

About
You awaken from a strange dream, finding yourself checked into room number 6 of a mysterious hotel. The concierge looks every bit as senescent as this god-forsaken place, but he acts like he knows you, so... who are you again?
Moreover, have you perchance seen any of the other guests around?
The Parasonik camcorder will help you perceive what the naked eye cannot. Find clues, solve puzzles and seek the supernatural through this special lens. Secrets are scattered throughout every nook and cranny of the inn - you will uncover what is hidden, if you simply dare to look.
Play through 6 abstract levels with distinct mechanics and artsyles, inspired by classic games and cinema. There are no tutorials - you'll have to be resilient and trust your intuition to persevere.
In this puzzling story, you are in charge of finding and putting the pieces together. Don't worry if you miss some - you're only human.
Unravel a mystery that's as otherworldly as it is close to heart.
Explore beautiful hand-painted rooms dense with secrets.
Nonlinear progression: Any way forward is correct.
Enjoy an unpredictable, genre-agnostic variety of (non-busywork) gameplay.
Tons of unconventional challenges that'll have you thinking outside the box.
Simple mouse controls: Left and right click only, context-sensitive.
Dozens of hidden achievements, cutscenes and puzzles. You won't find everything.
You can call for help if you get stuck.
Meet some funny animals with funny animal problems.
There are no monsters. Only people.
Stats
All-time low is the lowest price we've recorded for this game since we started tracking it.
Languages: English*, Portuguese - Brazil*languages with full audio support
Engagement
Hours played at review time, across 29 reviews with recorded playtime.
Reviews
Being two stories down I already want to give this game a positive review (and may add more information later). The puzzles so far are really enjoyable and feel satisfying to solve. The characters we're investigating are interesting and I appreciate the themes that come up here - some of which are very close to my experiences. It's almost cathartic in a way. The art style is really great, reminding me of Harvester Games with their own unique style to it. I wouldn't say it's overtly spooky so far, with few scary moments but overall a great gloomy atmosphere as you investigate the small hotel. Thank you for being a gem among the indie games! EDIT: after finishing the game I can only reiterate how much I loved it! Every world is so completely unique as if you're playing five games at once. And the ending is not what you think! I'll be going back to see if I can find more secrets! My twitch playthrough: https://youtu.be/tc15muDImQQ
great atmosphere, ost and puzzles BANGER GAME
Concierge Concierge é um jogo de aventura point and click, um suspense surrealista, desafiador e não linear, que se passa em um hotel abandonado. O game está sendo lançado hoje, 17 de setembro, exclusivamente para PC via Steam. Desenvolvido pela KODINO Artes, um estúdio formado por uma dupla de desenvolvedores brasileiros, o título chega ao mercado pela publicadora Digital Tribe. Munido de uma filmadora, o jogador deve encontrar pistas e resolver enigmas invisíveis a olho nu. A jornada oferece uma experiência imersiva e enigmática, que desafia as convenções tradicionais do gênero e aborda temas como memória, perda e arte. Em Concierge, você precisará descobrir sua identidade e desvendar seu propósito em um mundo surreal repleto de quebra-cabeças e provações, sem qualquer apoio de tutoriais ou guias. Se ficou curioso para saber o que o aguarda nos andares desse hotel desolado, isolado por uma nevasca, acompanhe esta análise até o final. Mas esteja preparado, em Concierge, você nunca estará realmente só. História Em Concierge, assumimos o controle de um senhor que desperta no enigmático quarto 6, localizado no segundo andar de um hotel abandonado. O jogo não entrega muitas respostas, não sabemos quem somos, como chegamos ali ou por que estamos presos nesse lugar. Tudo o que temos é a visão de um dia chuvoso pela janela, talvez um sonho ou uma lembrança, que marca o início dessa jornada confusa e cheia de mistérios. Ainda no quarto, a atmosfera pesada já se impõe. O som do vento cortante e a nevasca visível pela janela revelam o clima sombrio que permeia a narrativa. Com apenas a chave do quarto 6 em mãos e uma inquietante mensagem, “Eles estão aqui”, pendurada em um quadro, o protagonista, um senhor de cabelos e barba grisalha, decide avançar em direção ao desconhecido. É nesse momento que começa a exploração pelos quatro andares do hotel, cada um guardando segredos, perigos e memórias fragmentadas. A cada passo, Concierge expande seu mistério, corredores estreitos escondem símbolos crípticos, portas trancadas guardam segredos perturbadores e o silêncio é constantemente quebrado por sons que sugerem presenças invisíveis. A sensação é de que o hotel em si é um personagem, moldado pela solidão, pela arte surrealista de seus cenários e pela constante dúvida sobre o que é real ou apenas fruto da mente do protagonista. Gameplay Concierge é um jogo do gênero point and click, ou seja, uma aventura narrativa e não linear em que o jogador deve explorar os cenários com atenção, interagindo por meio dos cliques do mouse. Sempre que houver algo com o qual se possa interagir, o cursor ficará destacado em laranja, indicando que uma ação pode ser executada com o botão esquerdo. Apesar de sua premissa simples, Concierge rapidamente mostra que nada é tão fácil quanto parece. Conforme você avança pelos cenários do hotel e realiza ações-chave, novas áreas vão sendo desbloqueadas. Essa progressão é viciante, pois cada passo traz a curiosidade de descobrir o que está à frente, tornando difícil largar o jogo. Em pouco tempo, surge o item mais importante da jornada, uma filmadora encontrada no quarto número 1. Ela tem o poder de revelar o que está oculto aos olhos humanos, funcionando como peça-chave para avançar. Basta pressionar o botão direito do mouse para enxergar pistas invisíveis, essenciais para liberar novas áreas do hotel e compreender os mistérios que o cercam. Assim, cada encontro em Concierge é único em tom, mecânicas e estética, mas todos se conectam por uma narrativa sombria e envolvente. A ambientação é o grande destaque, convidando o jogador a explorar diferentes quartos, cada um com seus próprios enigmas, hóspedes e realidades. Do purgatório a plataformas enigmáticas, passando por quebra-cabeças abstratos, fotografias em preto e branco e enigmas revelados pela filmadora, o jogo transforma cada descoberta em uma peça fundamental desse quebra-cabeça surreal. Audiovisual de Concierge A atmosfera de Concierge se apoia fortemente no audiovisual para criar uma experiência surreal e inquietante. Cada ambiente do antigo hotel ganha vida por meio de uma direção de arte que mistura o familiar com o distorcido, corredores estreitos iluminados apenas por lâmpadas fracas, texturas granuladas que parecem envelhecidas e jogos de sombra que escondem mais do que revelam. A filmadora especial, a Parasonik, acrescenta tensão ao permitir que o jogador enxergue além do visível, com imagens distorcidas, interferências visuais e uma granulação proposital que destaca a sensação de estar lidando com algo sobrenatural. O som é outro pilar fundamental para manter o suspense. Concierge aposta em ruídos ambientes sutis, como portas rangendo, ecos distantes e água pingando, que reforçam a solidão e o mistério de cada fase. O silêncio também é usado como recurso dramático, criando momentos em que o jogador sente que algo pode acontecer a qualquer instante. Quando a filmadora entra em cena, o áudio muda completamente, estática, chiados e até vozes distorcidas ecoam, reforçando a dualidade entre o mundo real e o que só pode ser visto por meio do dispositivo. Já a trilha sonora adota um tom minimalista, muitas vezes dissonante, para acompanhar as descobertas e os momentos de tensão psicológica. Cada fase do jogo apresenta sua própria identidade audiovisual, alternando cores, luzes e sons conforme o clima daquele espaço específico. Essa variação constante mantém a experiência imprevisível e reforça a ideia de que o jogador nunca está realmente seguro. No fim, é a soma desses elementos visuais e sonoros que transforma Concierge em uma jornada imersiva e perturbadora, onde o audiovisual não apenas acompanha a narrativa, mas é parte essencial dela. Vale a pena jogar Concierge? Sim, vale muito a pena jogar Concierge, especialmente se você é fã de aventuras point and click com atmosferas pesadas e cheias de suspense. O jogo se destaca por oferecer uma narrativa enigmática e não linear, onde cada passo dentro do hotel revela novos mistérios e provoca aquela sensação constante de inquietação. A ausência de tutoriais ou guias reforça a imersão, exigindo que o jogador observe, explore e pense por conta própria. A ambientação é o grande ponto forte, sons, iluminação e a constante sensação de isolamento tornam a experiência única. O uso da filmadora como mecânica central traz uma camada extra de originalidade, já que ela revela segredos invisíveis a olho nu e se torna essencial para avançar na trama. Por outro lado, Concierge pode não agradar quem prefere jogos mais objetivos ou guiados, já que sua proposta é justamente deixar o jogador perdido em meio ao mistério. Porém, para quem busca um game diferente, artístico, instigante e desafiador, a experiência certamente compensa. Concierge é uma jornada que prende pela atmosfera e recompensa pela curiosidade. Logo mais, farei a análise em vídeo no meu canal do Youtube. Para mais análises, me segue lá no linkdin: www.linkedin.com/in/filipe-villela-barroso-500a1b33
Probably amending this review after I'm done picking the carcass clean, but only one hour in, I Can't recommend this one enough. From the clever puzzles and genre-bending gameplay to the supremely cool mixed-media aesthetics, this has all the trappings of what could very well be my favorite adventure game in a while.
If you like puzzles, this game is for you. If you like experimental ideas in games, this game is for you. Concierge provides a plethora of concepts and ideas, both in its gameplay and story. The game’s natural progression leads you to discover its characters, their reason for being. An astonishingly beautiful game, atmosphere, art, music and sound all on point. Every time the Concierge himself shows up, there should be a smile on your face. A great pick up if you are looking for something fresh and made with heart!
(ainda não acabei tá?) Concierge mergulha o jogador em um hotel desolado, soterrado por uma nevasca, onde o tempo parece suspenso e a lógica se dissolve. A ambientação é sufocante e melancólica, com uma estética noir e elementos de horror analógico lo-fi que evocam desconforto constante. Cada sala é um microcosmo de estranheza, com hóspedes perdidos e realidades fragmentadas que desafiam qualquer senso de normalidade. Nada é entregue de bandeja. O jogo exige uma observação minuciosa: sombras, estática, objetos aparentemente irrelevantes — tudo pode esconder uma pista vital. Apesar de haver formas de pedir ajuda dentro do jogo, elas são enigmáticas e não convencionais. Concierge não segura sua mão. A trilha sonora é um experimento de cacofonia e alucinação auditiva. Sons repetitivos, distorções e ruídos incômodos compõem uma paisagem sonora que amplifica a ansiedade e o desconforto. É como se o próprio som conspirasse contra a sanidade do jogador. A história não é linear — ela se revela aos poucos, conforme o jogador desvenda enigmas e interage com os hóspedes. O jogo é ousado, lindo e perturbado!
At first it pretends (although, in a beautiful fashion, not in a usual for gaming medium uncouth way) to wear David Lynch's heart on the sleeve, but than you and Codino go deeper, pass Egoyan, pass Raul Ruiz and Manoel de Oliveira, meet even Joao Cesar Monteiro until you finally arrive at voyeuristic rhetorics on the grand level of Hisayasu Sato Masses were painstakingly trying to uncover traces of cinema in E33, while all of it was in Concierge. Beautiful game
It's fun! It's an introspective puzzle game, but I'm unfortunately too much of a robot to truly enjoy some of the more abstract parts. The puzzles were definitely fun and engaging, however, and it's rewarding to solve them. Definitely one of those puzzle games where the creators knew how to make the player feel clever with out of the box thinking, and you're not exactly constrained by playing with pieces and figuring out the mechanics behind the game to solve puzzles. One interesting observation is that I think this game, at its roots and intended symbolism, could easily count as something inspired by the Brazillian Anthropophagic art movement, which is a nice tidbit of history if one of you NERDS are into researching foreign art history, for whatever god forsaken reason.
creepy! :0
Concierge is a very entertaining and unique experience. I’d definitely recommend it to fans of point and click adventures or anyone who enjoys slower-paced, exploration-focused games. I especially appreciated the art direction and sound design, which made the gameplay feel immersive. Give it a try!
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Trends
Concurrent players on Steam, sampled daily since tracking started.
Momentum
Pace estimated from the game's recent review growth (our daily snapshots) at its own sales-per-review ratio — a momentum signal, not booked sales.
Audience
Estimated from the language of this game's reviews — a proxy for where players are, not official Steam demographics.
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