
Brothers in Arms Hell's Highway brings the critically acclaimed squad-based WWII shooter into the next generation of gaming with amazing graphics and sound, new cutting-edge gameplay features and a totally redesigned online component.
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All-time low is the lowest price we've recorded for this game since we started tracking it.
Languages: English, French, Italian, Spanish - Spain
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Hours played at review time, across 42 reviews with recorded playtime.
Reviews
Themes across 42 recent reviews and how positive each mention is. A keyword signal, not full sentiment analysis.
positive critical· bar length = how often the theme comes up
Reviews
Classic!
A confusing, poorly told story, clunky controls and sloppy technical works, all bundled into a 6-hour mess.
Never played the previous 2 and started with this one. Really enjoyed it on console and purchased it again here over a decade later and loved it all over. By 2026 standards the game holds up. Tried to play Hill 30 and it was a massive downgrade from HH. I think personally you can even start your Brothers In Arms journey from this game story wise and not be entirely lost. At least I wasn't. I liked the controls, the tactics and the cover system which I found fantastic. I really like their is no health bar and death is indicated by the screen slowly turning deep red. I believe this is a must play for any shooter WW2 fans even if you never played the previous two.
y nunca lo continuaron :c. obra maestra 100/10
great graphics, great action directing how the battle is to be fought. great game.
Banger game
Não esperava muito e me deparei com uma campanha cinematográfica digna de um filme de guerra. Gameplay diferenciada com controle de esquadrões, unindo o FPS padrão com o tático. Surpreendeu, recomendo.
Brothers in Arms: Hell's Highway é o pior da franquia Brothers in Arms. Enquanto seus antecessores conquistaram uma legião de fãs por sua combinação de autenticidade histórica, jogabilidade tática e ritmo mais cadenciado, Hell's Highway optou por seguir uma direção diferente. O resultado é um jogo que continua sendo divertido e competente em vários aspectos, mas que frequentemente parece distante daquilo que tornou a série especial. A primeira mudança perceptível está na jogabilidade. Enquanto os títulos anteriores apresentavam movimentação simples, porém funcional, Hell's Highway introduz uma sensação de peso que muitas vezes acaba atrapalhando a jogatina ( e não é o peso do equipamento). Os movimentos de Baker parecem mais travados e, em alguns momentos, até robóticos. Isso não torna o jogo injogável, mas certamente reduz a fluidez que se espera de um shooter moderno. O gunplay também representa um dos pontos mais fracos da experiência. Não são raras as situações em que o jogador observa claramente seus disparos seguindo na direção do alvo, apenas para vê-los aparentemente atravessarem o inimigo sem registrar impacto. Problemas de detecção de acerto acontecem com frequência suficiente para gerar frustração, especialmente em momentos de combate mais intenso. Embora a campanha ainda apresente alguns momentos interessantes, a qualidade geral dos níveis parece inferior à encontrada em Road to Hill 30 e Earned in Blood. Os mapas continuam cumprindo seu papel, mas raramente atingem o mesmo nível de criatividade e variedade que consagrou os jogos anteriores. Um problema recorrente da franquia sempre foram as missões envolvendo tanques. Historicamente, esses segmentos costumavam ser os momentos menos inspirados da série. Infelizmente, Hell's Highway não conseguiu quebrar essa tradição. A diferença é que, enquanto os jogos anteriores compensavam com um desafio considerável, aqui a dificuldade foi reduzida drasticamente. O resultado são confrontos simplificados, previsíveis e, muitas vezes, sem qualquer sensação de tensão ou conquista. Por outro lado, seria injusto criticar a repetitividade dos objetivos. Grande parte da campanha consiste em avançar por posições alemãs, eliminar resistência inimiga e destruir canhões Flak 88. Entretanto, essa repetição possui uma certa autenticidade histórica. Afinal, para muitos soldados aliados durante a Operação Market Garden, a rotina era justamente essa: avançar, limpar posições inimigas e seguir para o próximo objetivo. Nesse aspecto, a repetição acaba sendo relativamente compreensível. Talvez a maior crítica esteja relacionada à identidade da série. Brothers in Arms sempre foi conhecido por seu foco tático. Supressão, flanqueamento e coordenação de esquadrão eram os pilares da experiência. Em Hell's Highway, existe uma clara tentativa de aproximar a franquia do estilo popularizado por Call of Duty. Os combates são mais explosivos, mais cinematográficos e frequentemente colocam o jogador no centro da ação de forma muito mais direta. Essa mudança se torna ainda mais evidente nas missões em que Matt Baker atua sozinho. Esses segmentos até podem funcionar como momentos de variedade, mas entram em conflito direto com a filosofia estabelecida pelos jogos anteriores. O coração de Brothers in Arms sempre foi a liderança de esquadrão. Retirar isso da equação acaba fazendo com que algumas partes da campanha pareçam pertencer a outra franquia. A narrativa também segue uma direção mais dramática do que nunca. O desenvolvimento psicológico de Baker e os traumas da guerra são temas interessantes e possuem potencial para enriquecer a história. No entanto, em diversos momentos, o jogo exagera na carga emocional. Algumas cenas acabam soando excessivamente melodramáticas, insistindo tanto no sofrimento dos personagens que a narrativa ocasionalmente perde parte de sua naturalidade. Ainda assim, seria injusto afirmar que Hell's Highway é um jogo ruim. Muito pelo contrário. Ele continua sendo um shooter competente, possui momentos memoráveis e apresenta uma produção impressionante para sua época. O problema é que ele carrega o nome Brothers in Arms, e inevitavelmente será comparado aos seus excelentes antecessores. Como jogo de ação ambientado na Segunda Guerra Mundial, Hell's Highway funciona bem. Como continuação de Road to Hill 30 e Earned in Blood, porém, deixa a sensação de que a série abandonou parte de sua identidade em busca de uma experiência mais cinematográfica e acessível. No final, Brothers in Arms: Hell's Highway é um bom jogo, mas um sucessor apenas razoável. Divertido, visualmente ambicioso e repleto de momentos marcantes, porém incapaz de alcançar o mesmo equilíbrio entre estratégia, autenticidade e liderança de esquadrão que transformou os dois primeiros títulos em clássicos do gênero. E no final do game quando o fantasma do Leggett fala "Você já enfrentou o Inferno ? Como você se sente a neve" isso aqui me arrepiou em referencia a bastogne
Loved it back on the ps3
No words can tell you how much i enjoyed this game
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Trends
Modeled estimate over time, reconstructed from Steam's monthly review histogram.
Audience
Estimated from the language of this game's reviews — a proxy for where players are, not official Steam demographics.
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