
BioShock is a shooter unlike any you've ever played, loaded with weapons and tactics never seen. You'll have a complete arsenal at your disposal from simple revolvers to grenade launchers and chemical throwers, but you'll also be forced to genetically modify your DNA to create an even more deadly weapon: you.
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Reviews
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Reviews
Juegazo 10/10
Klassiker
scary but famous. please play. offline.
One of the best video games ever made. Story wise. Gameplay's good too.
10 из 10
Alto jueguito, para gente de cultura
A ideia principal da história de BioShock é simples: o que aconteceria com um mundo idealizado por Ayn Rand (escritora libertária, causa da escória neolib que existe hoje em dia)? E temos a resposta no próprio "antagonista" do jogo que deixa sua marca com uma frase logo no começo do jogo. Andrew Ryan imaginou uma cidade onde não houvesse governo, religião, nem qualquer forma de coerção coletiva sobre o indivíduo. Uma cidade onde o talento e o esforço individual fossem as únicas moedas de poder. Este ideal exageradamente grandioso em sua ambição e catastrófico em sua execução (o que é esperado completamente) é o solo fértil sobre o qual toda a tragédia de BioShock cresce. Por isso Ryan usou sua fortuna adquirida para financiar a construção secreta de Rapture durante a Segunda Guerra Mundial, uma cidade completamente submersa no Oceano Atlântico Norte, inaugurada em 1946, na qual não haveria nenhuma jurisdição além da própria liberdade humana de seus moradores/cidadãos. E a partir deste momento, o jogo vai guiando o protagonista (inicialmente sem nome) por meio desse mundo de "No Gods or Kings. Only Man" com um único objetivo: sair daquele inferno "utópico" e descobrir o que está rolando com você naquele novo mundo. Nesse ponto do jogo, você percebe o quão datado ficou a mecânica de controles desse jogo (mira com o RS/R3, pulo no Y/Triângulo) coisas que fazem parte da época que foi lançado. Se limitassem somente aos controles, estaria tudo bem, mas muitas das coisas in-game envelheceram muito mal, principalmente no que se trata de level design e a função do back track desse jogo. Para um jogo linear, ele deixa o protagonista muito livre para realizar "missões secundárias" (que na verdade são etapas distintas da mesma missão mas fora ordem) o que causa em pequenos problemas de diálogos criticando as decisões do jogador, mensagens incessantes de "quer uma dica?" , o que torna a experiência um pouco maçante. Quanto a narrativa, o jogo se propõe a contar a história por meio de diálogos e mensagens de voz encontradas pelo mapa, além da interação não-direta entre outros personagens e antagonistas, como é o caso com o Adam, Dr. Tenenbaum e até mesmo com Andrew Ryan. Você nunca interage diretamente com eles, é sempre por meio de diálogos à distancia ou via rádio. E isso por diversos momentos é bom, mas em determinado ponto da história (assim como sua mecânica) fica simplesmente insuportável a quantidade de personagens falando coisas que você já descobriu devido aos áudios encontrados pelo caminho (que sim, eram obrigatórios, o jogo indica quando não são por meio de um botão). Os estágios da história que te conduzem para um final interessante mas construído de modo muito cansativo, os big daddies e bouncers e rosies que deixam de ser um desafio e se tornam mais um empecilho chato, fazem de um jogo que tem características muito clássicas (a arquitetura de art deco americana, o mundo biopunk submarino, as mecânicas inovadoras de Plasmids que tornam o jogo ainda mais interessantes) ser um jogo que envelheceu muito mais cedo do que deveria, não a toa teve um remaster apenas 8 anos depois basicamente, o que é muito cedo para um jogo que foi tão inovador e importante para a história dos videogames. Apesar de parecer que eu to só criticando e com a nota ser um 2.5 (que para mim é o mesmo que "entertaining"), BioShock tem pontos muito fortes como: Universo muito rico mesmo considerando o pouco que poderiam mostrar Recursos e sistema de level up de arma e poderes e características do protagonista Mecânica de fraquezas dos mobs e vilões Pequenos puzzles que envolvem a combinação de Plasmids Porém, é difícil falar desse jogo se limitando aos aspectos positivos pois eles não se destacam o suficiente para serem maiores que seus pontos negativos. Tanto que a batalha final eu levei menos de 10min para realizar um dos finais do jogo (o final bom segundo alguns lugares) enquanto para enfrentar alguns dos Big Daddy do mapa, eu levava muito mais tempo, dado a limitação de munição, EVE ou até mesmo espaço, o que mostra que o jogo nunca quis que sua história final fosse um ponto principal e sim sua ambientação (que também fica evidenciado pelo level design que vai se tornando repetitivo e com muito backtrack forçado sem muita necessidade). Pretendo jogar a versão remasterizada em breve, mas quero fazer a saga toda no original, jogar na intenção ideal ao qual o jogo foi criado (mesmo que isso seja um pouco frustrante algumas vezes), antes de ver as melhorias relizadas nas outras versões. É um jogo que se justifica ser um clássico dos jogos em seu período de lançamento mas que, na versão original, não induz o jogador a acreditar nisso sem o devido contexto necessário. Talvez por isso que BioShock nunca teve mais um jogo desde 2013 (isso e a saída do Ken Levine da franquia, que era a mente por trás de tudo), muito pelo fato de que teriam de estabelecer um reboot ou um remake para que novos jogadores tenham o interesse na franquia e não dependam somente de fãs tradicionais de BioShock.
jogaço da porra
1
the gameplay is very clunkly. 6/10
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Trends
Modeled estimate over time, reconstructed from Steam's monthly review histogram.
Engagement
DAU/MAU are modeled from peak concurrent players (≈×8 and ×28) — Steam publishes no active-user counts, so treat these as rough estimates, not reported figures.
Audience
Audience
Estimated from the language of this game's reviews — a proxy for where players are, not official Steam demographics.
Games most often reviewed by the same players — an audience-affinity signal from our review sample, not full ownership data.
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