
A short interactive story about love, depression and the corporation.
Modeled estimate, not a reported figure. How we estimate →
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All-time low is the lowest price we've recorded for this game since we started tracking it.
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Reviews
Themes across 41 recent reviews and how positive each mention is. A keyword signal, not full sentiment analysis.
Reviews
a short Indie/Adventure game. can recomment it. the price of this game is in offer -80% alright. the one achievement work.
Прыгай вниз, прыгай вниз... не бойся, тихо шепчет мне в душу дождь
Jogo delicado. Junho mes da saude mental masculina, e a realidade é que tem muitos sofrendo na fossa e na solidão. Sem ter coragem de pedir ajuda ou se isolando pensando na partida. É importa jogar esse game e refletir sobre isso.
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Concurrent players on Steam, sampled daily since tracking started.
Languages: English*, French*, Italian*, Spanish - Spain*, Portuguese - Brazil*, Simplified Chinese**languages with full audio support
Hours played at review time, across 41 reviews with recorded playtime.
positive critical· bar length = how often the theme comes up
I feel bad I cannot bring myself to be kinder about this but really this just felt shallow;I do know however that depression is dealt&felt differently for everyone so I don't intend to be cruel I just feel as though this was...not tasteful?, some things I could relate to but really I feel like this just did not need to be a game and instead maybe just a journal to read instead as there was no real game play to it. the art style was cute however and the music was nice!; I just cant resonate with this at all personally so I don't think I will ever recommend it to anyone but that's not the games fault that's a me problem honestly ,and hey OP: I do hope you are well and being kind to yourself sincerely as depression regardless of if I relate or not sucks (more than sucks but here isn't the place for me to ramble lol) sending comfort to anyone who happens to feel depression as well <3 please breathe and do whatever helps as long as you and everyone else are staying safe,you are cared about even if it never seems true cause brains are dumb. PS:(I am diagnosed with depression and struggle with it often but I also am fortunate to be on medication I can afford for it I want to clarify quickly so it doesn't seem like I'm just being a jerk about the game itself with no personal experience on the topic)
Olá, bom dia, boa tarde e boa noite a todos. Sejam mais do que bem-vindos à minha análise — que tenta ser profissional, mas não promete coerência absoluta. Baseada na minha experiência com um jogo que cava um poço a cada momento em que você o joga. [h2]Um fim de jogo[/h2] Actual Sunlight é um jogo indie autobiográfico criado por Will O’Neil no RPG Maker MV. Nele, controlamos Evan Winter, um homem de trinta e poucos anos que odeia seu trabalho, não tem amigos e vive com depressão. A proposta é simples: acompanhar Evan em sua rotina e mergulhar em sua mente. Quando ouvi falar do jogo, criei expectativas. Achei que ele abordaria a perda de sentido e o reencontro com o propósito. Não sou depressivo, mas já enfrentei crises existenciais (não se preocupem, estou bem). Queria ver se o jogo oferecia algo pra isso mas encontrei apenas desconforto. Evan, como personagem, é alguém desconfortável consigo mesmo e tem muitas dificuldades em lidar com seus sentimentos — sejam por si mesmo ou pelos próximos que ama. Tem uma total aversão às pessoas que o percebem e acredita que sua presença é prejudicial aos outros. Apesar disso, é reflexivo e levanta questões como: “O homem padrão é feliz?”. Seria fácil ignorá-lo — se não estivéssemos no controle dele. Já como protagonista, Evan não luta, não hesita, não erra. Não deseja mudar. E isso me incomoda profundamente. Em outras obras, vemos personagens que enfrentam a dor pois apesar de incomodados e chateados ainda por si só tentam: [list] [*] Gregory House (House) se esconde no sarcasmo [*]Gregor Samsa (A Metamorfose) busca conexão [*]Madeline (Celeste) aprende a aceitar-se [/list] E o Evan... não. Durante todo o jogo, controlamos ele em momentos cotidianos de sua vida: acordar, se preparar para o trabalho, pegar ônibus, conversar com pessoas, comprar coisas. Mas aí que está a um dos pontos do jogo: quando interagimos com algo, ele inicia um monólogo em texto, seja conversando com um psicólogo, participando de um reality show ou escrevendo seus próprios textos. Cada um desses momentos traz mensagens que, respectivamente, abordam: [list] [*]Ele precisar de ajuda, mas rejeita a mesma [*]Se pune e se sente incompreendido [*]Desiste com clareza e convicção [/list] São fragmentos da mente de alguém que ainda pensa, mas já não acredita em si — nem no mundo. Todo monólogo que você lê, seja sobre o alarme cedo para malhar ou o e-reader e os livros para ser escritor, vem acompanhado de uma ressalva: ele desistiu disso e nem tem interesse em tentar novamente. Algumas ações me fizeram questionar suas atitudes — especialmente com pessoas que nada fizeram contra ele (diga-se de ressalva: o mendigo). E isso me frustrou. Porque, mesmo fictício, Evan é humano. E nós queremos ajuda-lo . [h2]Um retrato[/h2] Por sermos seres que desejam se comunicar e precisam uns dos outros, o ponto é justamente que essa necessidade pode levar à intimidade — e a intimidade leva à dor. O jogo deixa isso explícito, sem nenhum tipo de alívio cômico como outros jogos do gênero fazem (como The Stanley Parable). Aqui, ele mostra com brutalidade que fraqueza significa dor — e, que eu saiba, dor não é algo bom. Essa certeza de que nada de bom virá o torna um jogo extremamente dramático e cínico. A empatia e a simpatia funcionam no jogo, especialmente a simpatia. Passamos por momentos da vida de Evan que nos fazem simpatizar com ele, mesmo sentindo raiva genuína de suas ações. Não queremos que ele sofra, mas somos impossibilitados de ajudá-lo. Como humanos, somos fadados a tentar buscar o melhor de si e dos outros, pois sabemos o mal que isso faz ao nosso consciente. Mas Evan leva isso a outro nível, abordando em seus monólogos sentimentos e sensações que detestamos e não queremos lembrar que temos, como: “Se eu fiz tudo certo, por que me sinto infeliz?” “E se minha rotina estiver me matando aos poucos?” E a mais crucial de todas: “Por que seguir em frente, dia após dia, mesmo que a sua vida não esteja indo a lugar nenhum?” Sinto que a simpatia que o jogo provoca não deveria ser tão enfatizada. Como John Truby explica no livro Anatomia de uma História, o público precisa empatizar com o protagonista e não simpatizar com ele. A simpatia é superficial: ela nos faz gostar de alguém por suas qualidades ou fragilidades. Já a empatia é profunda — ela nos faz sentir com o personagem, mesmo que não concordemos com suas ações. Evan não é alguém fácil de gostar. Ele é apático e frustrante, e acima de tudo o jogo nos força a enxergar Evan por dentro, não por fora. Essa abordagem é brutal. Porque na vida real, nem todo mundo está pronto para mudar. [h2]Quem não se ama pode amar?[/h2] “Se o amor existe como uma maneira de fazer o outro feliz, como alguém que não consegue deixar ninguém feliz pode se apaixonar?” Esse trecho de um texto do Evan me fez tentar entendê-lo. Afinal, o amor é um sentimento tão único e tão real que ele vem se tentar. Mas Evan está ciente de que não tem — e não se enganem: essa frase não é uma pergunta, tampouco uma dúvida. É uma negação. Essa foi a frase que me causou profundo desgosto. Para mim, o amor não exige utilidade — exige presença. Estar ao lado de alguém, sem saber o que fazer, ainda assim é um ato de amor. O amor não nasce perfeito — ele nasce através do mais puro desejo de estar presente. [h2]A cidade que engole os esquecidos[/h2] Evan tem casa, emprego, educação. Mas nada disso garante saúde emocional. Ele não tem luz no fim do túnel — nem [url=https://steamcommunity.com/id/gustalagusta/recommended/577690/]máscara[/url].Não está ali para entreter — está para confrontar. O jogo nos obriga a sentir empatia, não como escolha, mas como consequência. E nos faz simpatizar com alguém que não quer ajuda. Assim Actual Sunlight é sobre já termos sido Evan — com depressão ou não, especialmente nos monólogos que ele traz. Na selva de concreto em que vivemos, ela cobra, exige, ignora e raramente acolhe. [b]Talvez seja por isso que Evan incomoda tanto: ele é o que não queremos lembrar que existe — mas que precisamos reconhecer.[/b] [h2]Não ouse[/h2] Por fim, Actual Sunlight é um jogo que recusa o conforto. Ele não tenta suavizar a dor de Evan; ele a mostra da maneira mais pura e grotesca, a expõe, e nos força a encará-la sem filtros. Ao invés de oferecer soluções, o jogo nos confronta com a brutalidade da apatia, da solidão e da dor que corrói por dentro. É um retrato cru de uma vida que se desfaz não por grandes tragédias, mas por pequenas desistências diárias — por sonhos que apodrecem em silêncio. No fim, não há catarse — há o silêncio. E é nesse silêncio que Actual Sunlight encontra sua mensagem: ele não quer que você salve Evan. Ele quer que você sinta o peso de não ter conseguido. Ele quer que entenda que sua necessidade de ajudar ou salvar as pessoas não vai ajudar em nada. Ele desafia você a sentir empatia sem recompensa emocional. Quanto à minha recomendação ao jogo: por mais que eu o tenha marcado como [b]“não recomendado”[/b], essa é apenas minha percepção. Ela não é perfeita, mas vem do que entendi do protagonista e de sua história. Sim, ela é triste. Sim, ela é sufocante. E acima de tudo, dolorosa. Mas eu não acredito que devemos ser tão desistentes Devemos tentar acima de tudo — a ter esperança. Se quiserem comprar o jogo, comprem. Mas não pensem nele como um jogo — pensem como uma observação, um alerta aos seus próximos. Agradeço a todos que leram até aqui! Peço perdão por quão longa ela foi. Muito obrigado mesmo, de coração. Bebam água, comam frutas e até a próxima análise! Se cuidem e um abraço ;^) ('u') OBS:[url=https://www.youtube.com/watch?v=TM7HWCq2h3A]Video do Asa Games que ajudou na analise [/url] OBS²:Quanto as analises como mencionei ali em cima, vou voltar com elas em Outubro e estou aberto a sugestões de jogos para analisar, bate papos cabeça ou algo que queiram comentar sobre as analises (ツ)b
A short, well-written glimpse into the life of a man mired in deep depression. Startlingly accurate, and profoundly powerful.
[h1]Actual Sunlight[/h1] Escolhi aleatoriamente esse jogo pra jogar e acabou que sai com depressão tbm😭 Recomendo.
[b] God, why does it feel like I've just sat in therapy that ripped my heart out? [/b] After finishing this game, I genuinely sat in the darkness for 10 minutes, staring at the screen and rethinking my life choices. I've been looking for something that would hit me hard, but I didn't expect this short story to be this... [i] brutal [/i] towards me. I feel sad, sure. But I also feel kind of empty. Pained. [b] Seen [/b] in ways I didn't expect. Maybe it did rip me open and didn't offer to stitch me back together - but I think this is the first time a game has made me feel [i] "you're not the only one who's ever felt this way" [/i]. This is not a game you play - it's one you survive. It may not be for everyone, but for some of us... it feels like it was written [i] about [/i] us. [b] Thank you. [/b]
It's .... Okay. I got through the game in less than two hours, although it is advertised as a short story, so I'm not mad about that. It was also easy to play, and if you don't have a lot of energy, you don't need to move your hand much besides the arrow keys and space bar. Overall, I don't think that the story was as engaging as it could have been. When looking for a story about mental health, do not expect this to have a positive impact on you. There is one ending, and it is incredibly negative and self deprecating. However, I will give the game the complement of it being a realistic experience into the mind of someone with depression. It is raw and helpless. I don't regret playing it, but my life would be the same if I had never touched the game. Meh.
Actual Sunlight is one of those short experiences that lingers long after the screen goes dark. It doesn’t try to entertain you in the traditional sense. Instead, it quietly, honestly explores the crushing weight of loneliness, depression, and the feeling of being stuck in a life that never quite turned out the way you hoped. As someone living with a permanent spinal cord injury, parts of this hit uncomfortably close to home. Even with a loving partner and child, the darkness the game talks about is very real, and it captures that internal struggle with brutal honesty. There’s no melodrama, no cheap twists, just a raw, human story told in a way that feels painfully authentic. It’s short, simple, and not for everyone. But if you’re willing to sit with something heavy for an hour or so, Actual Sunlight is a powerful reminder that games can tell deeply personal stories that matter.
Audience
Estimated from the language of this game's reviews — a proxy for where players are, not official Steam demographics.
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