
A musical platforming adventure with an emotional story. Play as a silly bard and use music to interact with everything on a journey around the world. Along the way you'll explore, solve puzzles, and meet a huge cast of characters!
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About
A musical platforming adventure with an emotional story. Play as a silly bard and use music to interact with everything on a journey around the world. You essentially play as a walking musical instrument, and different things respond to your music in different ways. Along the way you'll explore, solve puzzles, and meet a huge cast of characters!
FEATURES
10-12 hours of adventure!
Use singing to interact with the world!
150+ characters to meet and discover!
150+ characters to annoy with your singing!
The DANCE BUTTON... dance anytime, anywhere!
Whimsy!
Fully accessible to color-blind and deaf players!
Genres
Stats
All-time low is the lowest price we've recorded for this game since we started tracking it.
Languages: English
Engagement
Hours played at review time, across 44 reviews with recorded playtime.
Reviews
Themes across 44 recent reviews and how positive each mention is. A keyword signal, not full sentiment analysis.
positive critical· bar length = how often the theme comes up
Reviews
this game was awful and evil and made me tear up 10/10 recommended
the bard/kiwi reminds me of my brother so automatic 10/10. but seriously i really like the game. i think the story and characters are well written and the gameplay is unique and enjoyable!!!!!!!!!
O jogo é muito interessante e diferente, mas eu gostaria de deixar a minha [i]opinião[/i] sobre a mensagem do jogo em si, de forma geral, e também em relação a alguns personagens. Eu irei abordar [b]spoilers[/b] sobre o jogo aqui, caso você não tenha jogado ainda. Confesso que sou meio suspeito para escrever sobre isso, já que este jogo por natureza é bem diferente do que eu estou acostumado a chamar de "meu gosto", mas por ter sido um dos primeiros jogos que eu joguei sem nenhuma recomendação, ou guia, etc. eu considero um jogo especial para mim, ainda mais quando foi ele que me levou a buscar outros "jogos com arte parecida" e conhecer NITW (Outro jogo excelente). Porém isso não significa que eu não achei a história do jogo um pouco desafiadora de se acompanhar (no bom sentido). Ainda mais jogando novamente, agora depois de mais velho. Certamente eu compreendo a mensagem que o autor quis passar, e apesar de um resumo simplista e reducionista, poderia ser sintetizada como a mesma de Undertale, "fazer amor, não fazer guerra" ou qualquer coisa do tipo; mas acho que infelizmente esse tipo de ideia só funciona em um mundo ideal como o de Wandersong (E sim, eu sei que é ridículo eu reclamar de um jogo, reclamar do roteiro, reclamar de um mundo fictício) onde apesar das dificuldades, querendo ou não ele é bem mais simplório do que o nosso mundo atual, vide Chismest, [i]uma clara crítica a como o Natal hoje não passa de uma ferramenta utilizada pelo capitalismo para isso e aquilo... (não vou entrar muito em política aqui)[/i], ainda é uma cidade muito mais "tranquila" do que cidades reais sob um regime que sacrifica vidas em nome do [strike]Happy Kid[/strike] lucro. E novamente, eu sei que este mundo cai no mesmo esquema de desenhos infantis, onde o mundo não pode ser totalmente brutal, já que o ponto não é chocar pela violência ou pelo desespero, mas acho que acaba caindo em um tipo de "anti pós apocaliptico", se posso descrever assim, como se fosse o outro extremo, em relação a jogos como Little Nightmares que focam em trazer apenas o pior que existe na sociedade. O que mais me incomoda acaba sendo como, às vezes, o jogo tenta te vender o Kiwi (Ou Bard, ou tanto faz...) como um verdadeiro [b]altruísta[/b], ao extremo, que [b]SÓ[/b] consegue ver o lado positivo das coisas, de forma que ele acaba sendo ingênuo e não percebe isso. Talvez isso tenha sido uma impressão particular minha, mas no meu ver ele não é tão diferente da Audrey, pelo contrário, para mim a narrativa é justamente sobre dois lados da [i]mesma moeda[/i], os dois são ambos extremamente egoístas, e justamente por isso são ambos o centro de toda essa história, porque só eles conseguem ser tão cheios de si a ponto de ter a segurança de que devem abandonar tudo e sair em uma aventura para "salvar" o universo à sua maneira. Eu sinto que em vários momentos acaba ficando evidente como ele não lida bem com a frustração, assim como ela, como ambos querem impor e forçar as suas vontades no mundo e simplesmente não aceitam segundas opiniões, ou que as coisas possam ser mais complicadas do que a forma simples que eles enxergam. Porém no fim, obviamente, todo o esforço feito ao longo do jogo é magicamente (literalmente magicamente) recompensado, em favor do "protagonista", e finalmente eles conseguem cantar o [strike]Earthsong[/strike] Wandersong junto a toda terra em harmonia e impedir o reinício do universo. Mas, ao meu ver, existe um grande problema aqui, não o final feliz para todos, mas o fato de que, com isso, ele encerra sua história sem aprender nada de valor, o fato de ele ser tão cegamente obstinado na sua ideia e ainda assim obter resultados me soa um tanto quanto enviesado, como se os ideias apresentados por ele fossem a forma correta de se viver e fossem 100% das vezes te levar ao lugar certo. Por isso, sinto que esse jogo acaba sendo mais sobre uma briga de forças [i] nem tão[/i] opostas e ideais pelo controle do destino; pelo menos em relação a estes dois personagens que mencionei anteriormente, já que em relação a Eyala, ela consegue ainda me soar pior que esses outros. A forma com que ela foi construída e apresentada (não sei se propositalmente) sempre me deixou com um pé atrás em relação a ela, é o tipo de pessoa que do início ao fim aparenta não ser confiável, e não confiar em nada, ao contrário dos outros dois, ela é extremamente alheia a tudo, não impõe nada e muito menos parece realmente se importar além do que sua obrigação demanda. E sei que no fim do jogo ela realmente "se abre", mas do início ao fim, ela não é convincente. Apesar de este texto já estar ficando muito longo, acho importante finalizar apontando também algumas pontos positivos do jogo. E aproveitando o gancho dos personagens, acho que não é surpresa para ninguém que a Miriam consegue facilmente se destacar entre todos, apesar de ela se apresentar tendo um arquétipo já bem conhecido e batido na cultura, e o desenvolvimento dela acabar sendo bem clichê e previsível, eu faço parte do time que acredita que o básico bem executado fica excelente, e é exatamente o que eu presenciei. Diferente dos outros dois que acabam sendo "forças da natureza", mesmo nos momentos onde eles se abrem e tentam se vender como "indivíduos complexos e com sentimentos" (Como no diálogo na Montanha), a Miriam ainda acaba se desenvolvendo de uma forma bem mais natural, ainda mais pelo fato de o diálogo no "the Crater" ser opcional. Outro ponto que eu gostei bastante, e agora falando diretamente sobre o jogo, é que (dependendo da sua interpretação dos diálogos, claro) dá a entender que, na verdade, nós somos de fato O Herói (Isso explicaria as conquistas), como em todos os bons e velhos e jogos que jogamos a vida toda, mas ao mesmo tempo "não somos". Gosto de interpretar que o jogo acaba sendo a história de um NPC qualquer, uma pessoa comum, que não possuía nenhuma profecia sobre si e mesmo assim resolveu fazer algo, e é justamente por este motivo que sinto que muitas partes, e o final principalmente, acabam fugindo um pouco da ideia, já que a sorte que o bardo tem em certos momentos, e como tudo está sempre alinhado para que ele de fato consiga contornar de forma pacífica (e com música!), acaba deixando essa ideia de "alguém não especial que decidiu tentar" em xeque. Bom, eu realmente não sei como exatamente encerrar essa minha avaliação, não sei se meu ponto ficou claro, ou ficou muito distorcido. Fato é que eu gostei muito do jogo, gosto de como ao mesmo tempo que ele traz mecânicas clássicas de plataforma, ele implementa suas próprias mecânicas musicais, os diálogos são praticamente todos muito interessantes, você realmente sente aquele sentimento de imersão de todo bom RPG; mas como eu disse, só gostaria que a narração pudesse ter sido um pouco mais honesta com ela mesma e realmente contasse do início ao fim a história de um simples bardo, e não tentado vender a moral central do jogo, já que ela pode ser muito bem compreendida por qualquer jogador com um olhar atento para o seu mundo, sem a necessidade de transformar o protagonista em uma caricatura com pernas dessa ideologia. Mas eu gostei, o final quase me fez esquecer, realmente te faz acreditar por alguns minutos que todos os males podem ser resolvidos com música e abraços quentinhos! TL;DR O Jogo é bom! [i]E o resto eu literalmente expliquei no texto acima...[/i]
[h1] A vibrant adventure done right [/h1] Wandersong is one of the most visually beautiful games with its simple artstyle. The soundtrack is amazing. [spoiler] You play as a bard named Kiwi who adventures through the world to help and save the Earth from getting destroyed, killing everyone. The game ends with a beautiful song. That saves the Earth. [/spoiler] The game's singing system is very innovative, puzzles that require you to use it are also very clear and easy to understand. You can also unlock special dances. There isn't much to say other than go play it. I do recommend.
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Trends
Modeled estimate over time, reconstructed from Steam's monthly review histogram.
Audience
Estimated from the language of this game's reviews — a proxy for where players are, not official Steam demographics.
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