
Explore a sprawling, alien world in the sequel to the award winning Axiom Verge.
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All-time low is the lowest price we've recorded for this game since we started tracking it.
Languages: English, French, Italian, German, Japanese, Portuguese - Brazil, Russian, Simplified Chinese, Spanish - Latin America
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Reviews
Themes across 43 recent reviews and how positive each mention is. A keyword signal, not full sentiment analysis.
positive critical· bar length = how often the theme comes up
Reviews
I'm not big into metroidvanias. But after I spoiled myself on the lore for the first game, and learned that the second had more emphasis on exploration with even having skippable bosses, I knew I HAD to play the second game. And guess what? I did the bosses anyway! I did a 100% run! I got 18 Great hours out of this game! This is a metroidvania that I would recommend even to someone who doesn't like metroidvanias.
controls are difficult, it seems like enemies are only there to avoid not to fight.
Review que é só uma série de vários pensamentos sem uma ordem específica: À primeira vista, a impressão é que, diferente do primeiro jogo (que tinha bastante inspiração em Metroid), desta vez a filosofia parece ser algo entre um Castlevania e Zelda. O mapa não é mais tão claustrofóbico quanto antes e a atmosfera é mais aberta. A comparação com Zelda se dá pelo fato de que, mesmo com uma filosofia parecida entre os estilos de design de exploração com "lock and key", aqui os upgrades costumam ser muito mais ferramentas para prosseguir na área, que, diga-se de passagem, acabaram ficando bem mais lineares, sem muito backtracking importante, já que não existe nada muito único para se voltar atrás que não seja apenas ponto de upgrade ou fragmentos de vida. Também, na temática de ser mais aberto, o jogo possui alguns bosses opcionais espalhados pelo mapa para você enfrentar. A comparação com Castlevania também ocorre porque, de início, a impressão no começo é que, como agora você possui ataques com armas melee e ranged, com estatísticas de dano e velocidade de ataque (em vez de uma arma de longo alcance única), é que esse elemento seria algo central. Porém, isso não se faz tão presente no jogo pois, tirando as duas primeiras armas que você adquire no começo, no mapa inteiro existem apenas ~4 armas de verdade para adquirir, realmente não entendi a lógica de se dar ao trabalho de fazer parecer que isso seria algo integral do jogo. Parando um pouco com as reclamações: mesmo com uma certa linearidade na progressão do mapa, o jogo acaba compensando com a mecânica de "Breach", que é basicamente um segundo mapa sobreposto que você consegue acessar para interagir com o mundo normal, burlando barreiras e outros obstáculos. A mecânica de hacking também teve um bom avanço em comparação ao primeiro (onde era apenas um dos tipos de tiro da arma); aqui ela faz parte do loop de gameplay tanto para combate quanto para exploração. Também foi feita de uma forma que consegue ter um meio-termo: não é obrigatório focar nela, mas o jogo também não te pune se você não quiser interagir com a mecânica. Vale dizer que, se você não é fã do estilo de narrativa não intrusiva (de ser jogado no meio dos acontecimentos sem muito contexto e deixar pra você entender oque esta acontecendo), aqui a história segue um estilo mais normal, com a personagem tendo um objetivo claro desde o começo e a narrativa tendo um começo claro. Ainda assim, o jogo não poupa na apresentação de conceitos e nomes confusos. Como considerações finais, eu ainda recomendo se você for fã de metroidvania. A experiência de exploração com o segundo mapa é bem legal, mas se estiver atrás de algo parecido com o primeiro, pode não ser sua praia. Também, para quem gosta de conquistas, o jogo possui todos os desafios padrão do gênero, desde pegar todos os coletáveis até speedrun. Ponto bônus por igual ao primeiro, ter uma conquista incomum te pedindo para fazer uma run low%. P.S. eu nunca joguei um zelda então posso estar fazendo comparação sem sentido
In one word: "Exceptional" It has been around ten years since I have played Axiom Verge 1, so I am not going to try to compare the two since it has been so long for me. On its own, the game is excellent and near the apex of the Metroidvania genre. This is less "Metroidvania" and more "Super Metroid." The game borrows very liberally from the old SNES classic. Even so, it still has a unique flair to it that you won't see in any other game. It's a shame that this game didn't get near the attention that the original did. It is excellent in every respect.
Se você gostou do 1, pode comprar esse sem medo: é melhor, mais divertido e com a música menos pior.
хорошая игра прошёл в два присеста после прохождения первой части зашла так же как и первая первая - это Контра (Contra, Super C) вторая - дядюшка Блэйд (Power Blade) ..на NES исследовать всю карту не обязательно - прошёл сюжёт на 80% открытия карты бонусы, которые я бы нашёл при полном исследовании - мне бы не пригодились тут главное понимать куда бежать и понимать как работает разлом..
I need to say this; this game is not perfect but I love some of the design.
The Prometheus Ridley Scott didn't give us. The game is an excellent (contained) sci-fi story, and the expansion (being a prequel/sequel ) of the lore of the series is amazing. More focus on melee combat than the first game. At the beginning Indra, the main character, suffers with basic gear, but as you progress, she envolves into something that masters the map and its enemies. Speaking of it, you get a more traditional map, something that reminds the scenarios of Journey to the Center of the Earth or At the Mountains of Madness. Kudos to the tracks of Mayssa Karaa, fitting for the remnants of an ancient civilization you find across the trip. I hope Thomas Happ expand the story, if not by and Axiom Verge 3, then by other media like books or comics. 10/10
Holds up well next to AV1, just like the first game the writing feels stiff and I found myself focusing more on the gameplay than the story. Overall a good metroidvania.
No es una secuela de Axiom Verge
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