
Embark on a quest to avenge the death of your parents at the hands of the alpha predator: Gaw. Conquer waves of primal beasts and defeat the minions of your arch-nemesis. Traverse the mysterious island and uncover secrets as you encounter swamps, waterfalls, jungle, and skullite-filled caves.
Modeled estimate, not a reported figure. How we estimate →
Media

About
Stats
All-time low is the lowest price we've recorded for this game since we started tracking it.
Languages: English*, French, Italian, German, Spanish - Spain, Dutch*languages with full audio support
Engagement
Hours played at review time, across 41 reviews with recorded playtime.
Reviews
Themes across 41 recent reviews and how positive each mention is. A keyword signal, not full sentiment analysis.
positive critical· bar length = how often the theme comes up
Reviews
好吃好吃(这是我做的汉化 所有人给我玩 https://steamcommunity.com/sharedfiles/filedetails/?id=3615908451
Skull Island Rise of Kong is a buggy and barren mess of a game that does a disservice to the franchise. The map design (world building) is about the only thing going for this game, very fitting of an early Earth. However the maps are too large making them feel empty, unnecessarily complicated, and made more confusing by not having a map on the HUD, this turned the game into a running simulator. There was an attempt at character growth but the story fell flat as Kong seemed rigid and simplistic, a stark difference when compared to Kong's nuances in the movie. The combat seems basic, rigid, and often frustrating. This reduced the combat strategy to a monotonous method of getting on a rock and throwing rocks. There were plenty of game breaking bugs that would disable character movement or weirdly unresponsive to key presses but luckily those resolve with reloading the save file. The UI is limited, without the ability to remap controls, and graphics are limited to 1080p which is unacceptable for a 2023 release. This game feels like a late stage alpha or early beta and required more time to realize its full potential.
[h1]Skull Island: Rise of Kong, a obra-prima que a internet não tem capacidade intelectual para compreender[/h1] [h2]1. O dia em que a internet decidiu odiar um jogo antes de jogá-lo[/h2] Skull Island: Rise of Kong teve um destino curioso, no minuto em que apareceu na internet, virou meme, não porque as pessoas jogaram profundamente, analisaram suas ideias ou entenderam sua proposta, NÃO! Porque alguém postou um clipe estranho, outro youtuber reagiu, e pronto, nasceu o consenso coletivo de que o jogo era “o pior já feito” e como sabemos muito bem como funciona a internet moderna, quando uma obra vira meme, ninguém mais se permite ter opinião própria, todos passam a repetir a mesma piada, o curioso é que, enquanto a multidão estava ocupada rindo de animações esquisitas, algumas poucas pessoas, claramente mais evoluídas espiritualmente, estavam... jogando o jogo e descobrindo algo chocante, ele não é nem de longe o desastre apocalíptico que disseram, mas claro, admitir isso exige algo raro na internet, pensar por conta própria. [h2]2. A tragédia de uma obra-prima incompreendida[/h2] É realmente impressionante como o público moderno simplesmente não consegue compreender certas obras de arte, Skull Island: Rise of Kong é talvez o exemplo mais trágico disso, enquanto alguns poucos iluminados conseguem perceber a genialidade do design, a maioria das pessoas insiste em reduzir o jogo a memes de animações estranhas, ignorando completamente a profundidade absurda que está bem diante dos olhos delas. Comecemos pela gameplay, que claramente rivaliza com obras como Dark Souls, assim como o clássico da FromSoftware, cada golpe de Kong carrega peso existencial, cada esquiva é uma dança coreografada entre vida, morte e física newtoniana, a diferença é que Dark Souls tem espadas, enquanto Rise of Kong tem algo muito mais complexo: um gorila gigante batendo em coisas... Mas não para por aí. O jogo também apresenta um sistema de exploração e coleta que claramente bebe da mesma fonte de obras-primas do gênero collectathon como Super Mario 64 e Banjo-Kazooie, assim como nesses clássicos, o jogador percorre ambientes em busca de itens e progresso, a diferença é que aqui existe uma camada filosófica muito mais profunda, o ato de coletar coisas sendo um macaco colossal e quando chegamos ao sistema de habilidades, fica evidente que os desenvolvedores estavam mirando alto, a progressão de Kong é tão rica que inevitavelmente nos lembra RPGs complexos como Gothic e The Witcher 3: Wild Hunt, a final, poucos jogos conseguem capturar com tanta precisão o crescimento de um personagem que começa batendo forte… e termina batendo ainda mais forte, porém, o verdadeiro golpe de gênio está na construção de universo. A forma como a ilha é apresentada, com mistérios, criaturas e uma sensação constante de isolamento, claramente dialoga com experiências narrativas densas como Death Stranding e a saga Metal Gear Solid, assim como nas obras de Hideo Kojima, cada elemento parece cuidadosamente colocado para provocar reflexão sobre temas profundos como natureza, poder, sobrevivência e, claro, o destino inevitável de um gorila destinado à realeza, infelizmente, para perceber tudo isso, é necessário algo raro no cenário atual, jogar o jogo sem preconceito e isso, aparentemente, é pedir demais. Assim, Skull Island: Rise of Kong entra para aquele seleto grupo de obras que a história provavelmente reconhecerá no futuro, quando a poeira dos memes baixar e alguém finalmente tiver coragem de dizer em voz alta. [b]“Talvez… só talvez… nós tenhamos sido duros demais com o macaco”[/b] 🦍 [h2]3. O conceito simples que as pessoas complicaram[/h2] A premissa do jogo é absurdamente clara, acompanhar a ascensão de Kong até se tornar o rei de Skull Island, nada de narrativa pretensiosa, nada de drama pseudo-cinematográfico, nada de diálogos tentando ganhar Oscar, é uma história simples sobre força, sobrevivência e domínio da natureza e aqui está a grande tragédia: a internet moderna parece incapaz de lidar com algo simples, hoje tudo precisa ser ultra complexo, cheio de twists, moral ambígua, narrativa fragmentada e filosofia existencial, Rise of Kong faz algo diferente, ele simplesmente coloca você para esmagar monstros gigantes sendo um gorila colossal. [b]Eu sei, eu sei… é um conceito avançado demais para alguns[/b] [h2]4. O combate “simples” que aparentemente traumatizou metade da internet[/h2] Uma das críticas favoritas é que o combate é “simples”. [b]SIM, EXATAMENTE, PARABÉNS POR PERCEBER![/b] Ele não tenta ser um Soulslike, não tenta ser um hack-and-slash de 200 sistemas, nem um RPG com 40 builds diferentes, é combate direto, golpes pesados, esquiva, esmagar criaturas ou seja, exatamente o tipo de combate que faz sentido para um gorila de vinte toneladas, mas aparentemente parte da comunidade gamer esperava que Kong tivesse uma árvore de talentos comparável a um personagem de MMO. [b]Talvez no próximo jogo ele também tenha crafting de poções, romance com NPCs e gerenciamento de inventário[/b] [h2]5. O famoso “gráfico horrível” que virou esporte olímpico de ridicularização[/h2] Sim, vamos falar do elefante na sala, os gráfico, a internet passou semanas fazendo vídeos analisando cada expressão facial, cada animação estranha, cada cena que parecia rígida e sim, algumas são mesmo estranhas, mas a reação coletiva foi tão exagerada que parece que descobriram um novo crime contra a humanidade, enquanto isso, quem joga percebe algo curioso, depois de um tempo você simplesmente para de ligar, porque o jogo não vive de realismo cinematográfico, ele vive de ritmo, progressão e combate, mas claro, admitir que um jogo pode ser divertido mesmo sem gráficos absurdos é praticamente heresia em certas partes da internet. [h2]6. A estética involuntariamente “filme B” que combina com Kong[/h2] Existe uma ironia maravilhosa em toda essa situação, os filmes clássicos de King Kong sempre foram meio toscos tecnicamente, stop motion visível, cenários artificiais, efeitos especiais claramente feitos à mão e ainda assim eram fascinantes, Rise of Kong, sem querer, acaba capturando um pouco dessa vibe, ele parece uma aventura de monstro gigante feita com recursos limitados, mas cheia de energia. [b]É meio imperfeito, Meio estranho, Meio bagunçado, Exatamente como muitas obras cult acabam sendo[/b] [h2]7. O efeito manada da cultura gamer moderna[/h2] O que realmente matou a reputação do jogo não foram seus defeitos, FOI O EFEITO MANADA! Alguém disse que era ruim, outro papagaio repetiu, um terceiro fez vídeo reagindo mané e pronto, a sentença coletiva foi decretada, isso acontece com frequência assustadora na cultura gamer atual, um jogo vira “o pior da história” porque virou entretenimento ridicularizá-lo, ninguém mais discute a obra discute-se o meme. [h2]8. Conclusão, talvez o rei esteja rindo de nós[/h2] No fim das contas, Skull Island: Rise of Kong é um jogo imperfeito, mas também é um ótimo estudo de caso sobre como a percepção coletiva pode distorcer completamente a realidade de uma obra, a internet decidiu que ele era um desastre histórico, mas quem joga sem esse filtro descobre algo muito mais banal e muito mais interessante. [b]Um jogo pequeno, Estranho, Um pouco desajeitado[/b] Curiosamente, pode divertir quem não está preocupado demais em seguir a opinião da multidão, no final, talvez Kong esteja fazendo exatamente o que sempre fez melhor. [b]Ignorando o barulho humano e seguindo seu próprio caminho como rei da ilha[/b] 🦍
Finding a file named "FakeLoading_1080p.mp4" in steamapps\common\Skull Island Rise of Kong\Monke\Content\Movies was not only funny but also the only enjoyable part of this game.
I have played a lot of monkey based games in my time as a professional monkey based games player, and i must say this was the greatest disapointment to ever happen in my life ever since the day the two towers crumbled. I am greatly disapointed in the editor of such classical games featurng spongebob like nickelodeon all stars, for letting this poor excuse of a videogame experience be sold. i will have to go to the zoo to appreciate the real value of such a glorious animal which you have shamelessly ruined. For shame.
[h1]A complete disaster of a game that couldn’t pass as a student project, let alone as a product with a 40$ price tag[/h1] But honestly, I can see the dedication of the people who made it. There must be some artistic drive to just break everything that can be broken in a game. Player input? Monke will stop to eat his imaginary banana from time to time. Enemy movement? They will get stuck on random rocks. Stability? The game crashed for me 7 times in my 8 hours of playtime. Combat? Smash two buttons against spongy dinosaurs (monke forgets how to attack sometimes, and to cure his amnesia, you need to reload a save). Collision? Breakable floors meant to stop your progress too early are wannabe illusionary walls from Dark Souls. Some kind of artistic design? You wouldn’t believe that this game is 2 years old instead of 20. But my personal favourite is, of course, level design. Vast empty spaces riddled with hordes of small enemies that will chase you to the gates of hell. And, of course, fighting them brings you no benefits, so half of the experience ends up being a ,,monke run through swamp/jungle/caves". And yes, there is no actual story. 40$ price tag is just the final nail in the coffin, which makes ,,Skull Island: Rise of Kong" the ultimate abomination. [i]Wise words from wizard turtle: Don’t play this even as a challenge; don’t repeat my mistakes.[/i]
Better than ARC Raiders no monke in ARC Raiders no kong in ARC Raiders. Monke in monke game.
你应该向我支付体验这款游戏的费用
玩这个不如玩咕噜
This is easily the GREATEEESTT (totally not the worst) GAME IVE EVER PLAYED IN MY ENTIRE LIFEEEE, I FEEL LIKE IVE ASCENDED AFTER IVE FINISHED THIS GAME TO A HIGHER BEING OF EXISTENCE. I CAN FEEL MYSELF MERGING AS ONE WITH THE WORLD AS IM TYPING THIS. INSTALL THIS GAME IS YOU WANT TO FEEL TRUE (AGONY) ENLIGHTENMENT
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Trends
Modeled estimate over time, reconstructed from Steam's monthly review histogram.
Audience
Estimated from the language of this game's reviews — a proxy for where players are, not official Steam demographics.
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