
Enter the dark world of Nosgoth – Ascendance is a fast paced, 2D action platformer built around fluid combat, vertical movement, vampiric powers, and skill-driven play.
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All-time low is the lowest price we've recorded for this game since we started tracking it.
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Reviews
O jogo em si se você desligar o cérebro e ESQUECER que é canônico a Legacy of Kain, você até engole a história de boas. Porém, se você for fã da franquia e espera que esse jogo seja um apêndice positivo para contribuir com a história, você vai se decepcionar. O jogo deixa muito a desejar, além dos pequenos bugs que podem dar softlock. Por exemplo, se você for avançando e pegar lá na frente um checkpoint, e precisar voltar ou cair em algum checkpoint que esqueceu logo atrás, o jogo salva o último checkpoint visitado, e com isso você as vezes não tem sangue ou inimigos o suficiente para passar o percurso, e isso é um problema. Além desse fator, quando você morre, as vezes no spot tem locado já, de 2 ~4 mobs que te dão hits automáticos, isso acaba sendo bem frustrante. Além disso tudo que foi pontuado, os comandos de vôo tanto de Razyel quando da El, são duros e repetitivos, o dedo dói ao ficar pressionando repetidamente o mesmo botão. Existem também "timings" de reação que estão bugados, você precisa reagir rápido porém a ação tem delay de comando e isso acaba sendo frustrante quando você precisa voar/planar/bater e esquivar ( notado entre os capítulos 5-8). Achei alguns capítulos corridos demais perto de outros, e a troca de personagens durante a trama não é tão atraente, mudança de cutscene para Lowpoly x anime x PixelArt ficou um pouco bagunçado e nada nostálgico. O valor do jogo não é compatível com a experiência prestada no jogo, parece ter sido feito as pressas para lançar junto ao "Descendent" da mesma franquia. Para um Spinoff ele poderia ter sido uma pequena DLC bônus em algum pacote especial da franquia e não comercializado separadamente. Decepcionante. Enfim.. não recomendo.
nein
[h1]JOGO PARADOXALMENTE DIFÍCIL DE DISCORRER[/h1] [i]Finalizado em 8h[/i] Estou tendo bastante dificuldade em organizar meus pensamentos para falar deste jogo. É complicado criticar uma franquia que se adora e pela qual se esperou tanto tempo por algum material novo. Ao mesmo tempo, mesmo sabendo que dificilmente alguém conseguiria superar a narrativa de Amy Henning, deparar-se com escolhas questionáveis de um novo autor tira um pouco do brilho de experimentar uma história inédita no decadente mundo de Nosgoth. Dito isso, esta resenha reflete uma [b]opinião bastante pessoal[/b] sobre minha experiência com o jogo. E eu só recomendo em [b]respeito a marca da franquia[/b], mas [b]descordo firmemente[/b] das decisões narrativas contraditórias. A história de [i]Ascendance[/i] gira em torno de Elaleth, uma nova personagem apresentada como irmã de Raziel, que influencia acontecimentos importantes e coloca em marcha a trama dos subsequentes [i]Soul Reaver[/i]. Entendi que a ideia era mostrar como os Hylden manipulam tudo desde o início, mas alguns argumentos destoam demais da proposta original dos títulos consagrados, tornando difícil aceitá-los. Elaleth é uma personagem desinteressante. Sua motivação é uma vingança irracional pela perda do amado, e sua tentativa de desencadear um paradoxo temporal para reverter essa morte soa soberba e intransigente. Ela acredita que sua raiva, por si só, lhe conferirá poder para enfrentar as forças que realmente moldam o destino de Nosgoth. Diante dos acontecimentos posteriores na franquia, senti-me tolo em uma busca fútil ao jogar com ela. Em nenhum momento consegui me identificar com a personagem. Só comecei a sentir alguma empatia já no final do jogo, mas não foi suficiente para mudar a sensação de indiferença e desgosto construída ao redor dela. Talvez, se tivesse sido apresentada como uma vampira menor, sem parentesco com Raziel, e seu ódio fosse direcionado a ele como Inquisidor dos Sarafans, sua presença seria mais aceitável. Os Hylden poderiam explorar esse ódio latente para manipulá-la, criando uma trama mais coesa sobre sua influência na queda de Raziel. Ou ainda, se fosse uma serviçal de Janos, uma espiã de Kain ou até mesmo uma cronista das profecias, sua inserção teria sido mais orgânica. Mas estou divagando — quero apenas ilustrar que havia formas menos bruscas de incluí-la na narrativa. Nem tudo, porém, é ruim. No início do jogo vemos a chegada dos Sarafans à Fortaleza de Janos, acompanhando o ponto de vista deles enquanto Raziel Espectro abre caminho para a captura de Janos. Em seguida, controlamos Raziel Humano em uma cena de chefão, montado em um cavalo e portando o Coração Sombrio, perseguido de perto por um Raziel Espectro ensandecido. É uma releitura interessante dos momentos finais de [i]Soul Reaver 2[/i]. Outro destaque é o encontro de Elaleth com Kain nos Pilares, quando Ariel testa os conhecimentos do jogador sobre Nosgoth em um jogo de múltipla escolha. Essa cena é simples, mas bastante bacana. Na sequência, jogamos com Kain em plena ascensão. Ele ainda não é o Imperador de [i]Soul Reaver[/i], mas também não é o neófito de [i]Blood Omen[/i]. É o personagem mais forte e resistente, e mesmo com mecânicas simples, é satisfatório controlá-lo. O ritual profano para reviver os Sarafans e prendê-los ao seu comando é um momento marcante e bem executado. A parte final com Raziel, no entanto, é delicada. É aí que o argumento do jogo falha. Elaleth narra como sua influência culminou na presença de Raziel, mas a justificativa é fraca. A intenção era reforçar a manipulação dos Hylden, mas o resultado diminui a importância de Kain, ignora os planos do Deus Ancião e de Moebius, e altera a explicação original da metamorfose vampírica apresentada no primeiro [i]Soul Reaver[/i]. Essas inserções soam forçadas e geraram em mim rejeição imediata. No primeiro jogo, Raziel explica que a metamorfose ocorre naturalmente, em um estado de letargia que transforma cada vampiro de forma única. É por isso que seus irmãos se tornam aberrações. Já em [i]Ascendance[/i], a metamorfose é apresentada de forma totalmente contrária à ideia original. Mais uma vez eu teria feito diferente. Usado uma interferência mais sutil de Elaleth, aproveitando a vulnerabilidade de Raziel durante a hibernação do processo através da injeção de alguma substância, ou a entoação de alguma maldição Hylden para alterar seu destino, em vez da cena forçada que vemos. Ainda assim, essa e a parte que se dedica ao voo, já que podemos finalmente aproveitar os músculos e tendões das asas de Raziel, algo que Kain nos negou no vídeo de introdução de [i]Soul Reaver[/i]. Apesar de alguns problemas de resposta nos controles, é uma experiência bacana. Mecanicamente, [i]Ascendance[/i] lembra [i]Soul Reaver 2[/i]. Não é um exemplo de sistema divertido, mas também não chega a ser ruim. Após pegar o jeito, o jogo se torna fácil. Cada fase dura em média 30 minutos, variando conforme a habilidade do jogador. O excesso de inimigos pode testar a paciência, mas os checkpoints são generosos. A diferença é que [i]Soul Reaver 2[/i] possui um história realmente boa como ponto forte. O design dos níveis não é inspirador, mas cumpre sua função. Já a direção de arte é questionável: o jogo mistura pixel-art com interlúdios em alta resolução no estilo visual novel, mas cada ato tem uma estética diferente — pixel-art, 3D de baixa resolução e animação tradicional oriental. Embora cada estilo seja bem executado, a falta de coesão prejudica a obra. A trilha sonora é surpreendentemente legal. O compositor se esforçou para respeitar o estilo mais obscuro e pesado dos jogos centrais, usando bastante percussão, guitarras e sons sintéticos. Inclusive, na última luta temos uma variante do tema de abertura do [i]Soul Reaver[/i] bastante intensa. Não tão boa como a original, mas boa o suficiente. [i]Legacy of Kain: Ascendance[/i] é um jogo paradoxal: ao mesmo tempo em que oferece momentos interessantes — como revisitar a queda de Janos, controlar Kain em plena ascensão e explorar as asas de Raziel — também compromete a coesão da franquia com escolhas narrativas forçadas e uma protagonista pouco envolvente. A direção de arte fragmentada e contradições da trama reforçam a sensação de obra irregular. Ainda assim, há lampejos que lembram por que Nosgoth continua fascinante, mesmo quando a execução não faz jus ao legado da série. A história tem potencial, mas se fosse eu teria feito um monte de coisas de forma diferente. [i][b]5/10[/b] na escala leomaníaca[/i] por eu recomendar em respeito a marca Legacy of Kain e desejar jogos novos, mas não concordar com esse tipo de abordagem narrativa que pode arruinar todo o legado que Kain vem nos trazendo desde o momento que Mortanius puxou a espada de seu peito e o transformou num morto-vivo imortal.
If the allegations are to be believed, it's pretty scummy of two of you guys over there at Bit Bot Media to pose as normal players to give this game a 9/10 and 10/10. The game was bad but apparently the guys who made it (and laughably butchered a good IP in the process) are even worse. I'd ask you to leave the Thief IP alone after what you've done, but that's okay, we'll just ignore whatever comes out.
In one release the last bit of that terrible illusion that [spoiler]Kain[/spoiler] had gained at the end of Defiance, vanished as the coin landed not on it’s face, not on it’s back, nor it’s edge, but the f❤︎❤︎❤︎ing abyss. We would’ve all completed our pre-destinies but unfortunatly we were all casted into the wheel of fate, where now all are bound to this reality in which Defiance is not the last of the Legacy Of Kain franchise. Story is a disrespectful endeavor towards Raziel and Kains 20+ years lore that 3 games before it established. Gameplay wise, this game had no QA, you have these rocks that are checkpoints, there is one that is place 1 movement unit to the left of some fire, so every time you re-spawn you need to be careful not to touch it, since taking 1 hit in certain areas means you might as well die in order to get full hp since your hp is always decaying, leaving no hp to reach the next checkpoint. Boss-fights don’t even take into consideration the hp state you have, I managed to be with no hp yet the timing caused the scripted dialogue of the fight to play only to then die right after the dialogue ends. Kains bossfight on the [spoiler]Tomb of the Sarafan[/spoiler] is an insult to the players time. In a franchise where most boss fights were puzzles, this one is just, wait 5~7 sec time window and jump drop kick attack, repeat 25 times :) A.I. enemys are kangaroos when they see you on another platform. When jumping and holding to a ledge where there is an enemy you will always get hit when you jump. Soundtrack of the first Raziel part was nice, but all other soundtracks felt completely out of place and out of pace(Kains game play map music goes crazy while just platforming). The only positive is the original cast that does the voice acting. Although their performance seems lackluster due to the very poor quality of the writing.
Übersetzung ist Müll, spielt es bloß mit englischen Textboxen. Jank: -Projektile von Gegnern entscheiden willkürlich an welcher Oberfläche sie Clippen. -Waffenreichweiten fühlen sich komisch an und die Hitbox ist zwar gut gemapped, aber die Bewegung von Raziel/Kain ist unnatürlich tief. Ggf hätten richtungsbasierte angriffe da ein wenig Varianz und spielspaß reingebracht. -Flugvieh ist in einer Plattformersection nichts schlimmes, aber eine sehr restrecive Hitbox erfordert selbst auf normal ein fast schon perfektionistisches timing. Ich prophezeihe das die meisten leute nach dem Wasserlevel mit Raziel aufgeben werden und sich das gameplay auf youtube einfach reinziehen werden. Die Story von Lok SR1 zu verändern ist definitiv ne Entscheidung. Nun zum guten: -Immerhin mal leben aus dem Franchise -Blutverlustmechanik ist zwar für meinen Geschmack zu schnell, aber hält das Gameplay nicht besonders auf. - Die Musik ist nice (wenn auch nicht ganz passend) Fazit: Geht, ginge aber auch besser (vor allem weil das Franchise mal Aufwind braucht) Fühlt sich mehr nach Cashgrab an als nach ner Wiederbelebung.
Diese "Fortsetzung" oder was auch immer das sein soll bringt mich nun zu meiner aller ersten Rezension auf Steam. Plattform? Ok von mir aus. Neue Charaktere? Klar warum nicht kann cool sein. Aber wieso muss man so auf die gesamte Loore scheißen? Am Anfang dachte ich "ok ganz cool", aber als ich hörte Schwester von raziel wtf??? Warum muss man die komplette story red con? Hätte man nicht einfach sagen können keine Ahnung ZB: Durch die Paradoxe die Raziel und Kain ausgelöst haben,ist in der Zukunft eine Von Raziels Nachkommen Kain entkommen oder so? Dann kann man das ganze cronoplast gedöns draufklatschen und von mir aus auch noch den Hilden Onkel und das als Übergang für ein neues Spiel nutzen wo sie vielleicht wichtig Ereignisse leicht verändert hat usw aber nicht 'DAS'. Ereignisse zu sehen wie die zeit nach Raziels fall ,usw wären so cool und einfach gewesen.in so einem cenario kann man im Normalfall auch nicht so übertrieben viel verkkacken. Fazit: 1 Story= ♥♥♥♥♥♥♥♥ 2 Gamplay = mid 3 Idee = gab schon coole Stellen für Fans zu sehen (andere Perspektiven der Ereignisse) aber alles auser die kurzen (trotzdem nicht gut umgesetzt) scenen war echt nicht viel gut. Ich möchte mich bedanken dafür das meine Hoffnung die ich seit 2015 nach Defiance hatte ein neues GUTES Legacy of Kain oder Soulreaver zu bekommen in die Tiefen des Abyss geworfen wurden.mein fan Herz ist zertrümmert.
tremenda porqueria,lo compre por nostalgia pero es de muy mala calidad. es una pena.
A fun, retro inspired action platformer. The graphics are nicely done, The action and combat are fluid - especially when you get "in the zone" and start tearing through enemies, The story and dialogue are well presented, Voice acting is impeccable. I found some controls a little unresponsive at times , mainly wall grabbing or wing flapping. A fun sidequel
Не гра, а халтура якась.
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Trends
Modeled estimate over time, reconstructed from Steam's monthly review histogram.
Audience
Languages: English*, French, Italian, German, Spanish - Spain, Japanese, Portuguese - Brazil, Russian, Simplified Chinese*languages with full audio support
Estimated from the language of this game's reviews — a proxy for where players are, not official Steam demographics.
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