
Coconut Simulator is a game in which you can become a coconut.
Modeled estimate, not a reported figure. How we estimate →
Discounts
Every price cut of more than 20% we have observed, in each market that quoted one, with this game's chart position on either side of it. These are episodes, not a model: a sale is one event, and one event cannot tell you what the next one will do.
Reviews, worldwide (the counter carries no country): 1.71/day in the week to Aug 18 → 3.29/day in the week after.
For scale, across Steam · Top Sellers · Brazil over the last 30 days: the 26 chart moves that followed a price cut of more than 20% went a median of 7 places towards #1, and the 2,400 moves with no price cut behind them went 2 away. One store, one chart, one country — it is the only place we have enough observations to say even that.
Prices outside the United States have been collected since 6 August 2026 and chart positions since 19 July 2026, so a cut older than that has no market to compare and a market that joined later has no history yet. Nothing here is converted between currencies.
About
Coconut Simulator is a game in which you can become a coconut.
This game will give you a meditative gameplay. You can stand and contemplate the beauty of the beach around you living your life as a coconut. You can also perform actions that coconuts usually perform (stand in the same place).
You're a coconut
You're on the beach
There are other coconuts around you
And not only coconuts
2 game mods: arcade and realistic
Simple control
Realistic graphics
Genres
Engagement
Reviews
Themes across 189 recent reviews and how positive each mention is. A keyword signal, not full sentiment analysis.
Reviews
очень интересная игра, особенно реалистичный режим, очень реалистично
Its the best game in steam of all time
loaded into realistic mode and was met with a cold dark screen with nothing my reflection staring back at me. i now understand the meaning of being a coconut. i understand what it means to have things coconuts do not possess, things often taken for granted. i found a peace in me i did not know i had. 10/10 recommend
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Price dynamics, follower growth, revenue and sales trajectories with interactive tooltips
This and every other Pro feature is free until October 20, 2026. A free account is all it takes.
Stats
All-time low is the lowest price we've recorded for this game since we started tracking it.
Languages: English, French, Italian, German, Spanish - Spain, Russian, Simplified Chinese, Japanese
Hours played at review time, across 189 reviews with recorded playtime.
positive critical· bar length = how often the theme comes up
Riveting gameplay, especially on realistic mode. The plotline twists definitely caught me off guard. 10/10, would definitely play for days on end again.
Coconut Simulator não é um meme passageiro, mas uma obra-prima de niilismo e um manifesto interativo contra o império da pressa e da produtividade tóxica. A premissa de um jogo na Steam onde o usuário assume a ausência absoluta de controle de um coco inerte na areia parece uma piada nonsense. Sob o escrutínio do existencialismo de Jean-Paul Sartre e da crítica à hiperestimulação tardo-capitalista, a obra revela-se uma das mais sofisticadas sabotagens conceituais dos videojogos. A sociedade atual habita o império da dopamina instantânea, onde o design tradicional de jogos se converteu em extensão da lógica mercantilista do trabalho, exigindo reações milimétricas e punindo o ócio. O simulador colapsa essa estrutura através de uma imobilidade radical. Ao destituir o jogador de agência motora, mecânica de progressão ou narrativa, a simulação força uma colisão com o tédio existencial, transformando o detrito biológico no ápice do Eu estoico. O fruto esquecido simplesmente é. Essa aceitação radical evoca o amor fati nietzschiano, no qual o sujeito abdica do desejo neurótico de controle e testemunha a indiferença cósmica da matéria. Botanicamente, o coco é uma drupa fibrosa produzida pelo coqueiro (Cocos nucifera), da família Arecaceae. Sua anatomia divide-se em camadas rígidas: o exocarpo, o mesocarpo fibroso e o endocarpo lenhoso que protege a semente. O termo provém do português do século XVI, usado por navegadores para designar uma cabeça ou caveira devido aos poros na base da casca que mimetizam feições faciais. Na ordem natural, o coco é o nômade dos oceanos. Sua estrutura oca e fibrosa permite boiar por mais de 110 dias e percorrer até 4.500 quilômetros através de correntes marítimas, mantendo o embrião intacto até colidir com uma nova praia tropical. Ele é a definição da resiliência autossuficiente. Na atualidade hiperconectada, o coco vive uma dualidade esquizofrênica. Por um lado, foi capturado pela engrenagem do consumo gourmet, tornando-se fetiche do wellness e da estética clean através do óleo de coco e dietas. Por outro, permanece como o símbolo do vazio paradisíaco usado pela indústria do turismo para vender a ilusão de escape. Há uma ironia cortante quando a desenvolvedora escolhe o coco para protagonizar seu simulador. No jogo, o fruto é esvaziado dessas funções utilitaristas modernas. O jogo o resgata de sua exploração capitalista e o devolve à sua verdade ontológica bruta: um objeto inerte que recusa o toque humano e ignora a nossa pressa civilizacional. Essa fenomenologia da quietude divide-se em dois modos, operando a dialética do simulacro de Jean Baudrillard. No Modo Arcade, o utilizador recebe a concessão de uma câmera livre para esquadrinhar a linha do horizonte e outros cocos na areia. É o triunfo do simulacro estético: a imagem paradisíaca do papel de parede clássico é devolvida ao trabalhador alienado como consolo visual. Contudo, esse vislumbre funciona apenas como prelúdio para a ruptura metafísica operada pelo Modo Realista. Ao selecionar esta funcionalidade, o algoritmo afasta o título do design convencional para abraçar a fenomenologia do nada: baseando-se no fato biológico de que os frutos não possuem órgãos sensoriais, o jogo anula a renderização gráfica e o áudio. O ecrã mergulha num negro impenetrável e num silêncio absoluto. Esse apagão desfecha um golpe no nosso antropocentrismo crônico, lembrando que a verdadeira perspectiva de um coco é a ausência radical de sentidos. Diante deste umbral de privação sensorial, o jogador é arremessado para o epicentro da náusea sartriana. Sem estímulos externos para consumir, a mente humana colapsa sobre si mesma, operando como um espelho psicológico impiedoso que denuncia nossa incapacidade civilizacional de tolerar o silêncio. A temporalidade na obra é ditada por um sistema de indexação cronológica composto por cinco conquistas na Steam, onde cada um segundo se traduz em um ponto. Tudo começa com o Beginner Coconut ao atingir 1 hora de simulação, avançando pelas categorias de Ordinary Coconut com 5 horas, Unusual Coconut com 10 horas e Legend Coconut às 50 horas, até culminar no desafio supremo da conquista Godlike Coconut, que exige permanecer na condição de planta imóvel por 100 horas reais. Esse esqueleto matemático estabelece a transposição perfeita do Mito de Sísifo, de Albert Camus, para a era dos troféus virtuais. Gastar energia elétrica, deixar o hardware ligado sob aquecimento constante e dedicar dias de tempo de vida biológica para ver um marcador abstrato subir na nuvem é um ato de puro absurdo existencialista. Não há narrativa escondida, final épico ou recompensa material; existe apenas um troféu invisível gravado em um perfil de rede social. No entanto, assim como Camus sugeriu imaginar Sísifo feliz enquanto empurra continuamente a sua pedra montanha acima, o jogador que se submete voluntariamente a essa vigília encontra um significado singular na própria repetição e na insistência contra a utilidade pragmática do mundo moderno. O aspecto mais revolucionário de Coconut Simulator reside no seu triunfo estatístico real, revelado pelos dados empíricos de conquista da comunidade global de jogadores. Em jogos tradicionais de longa progressão, a taxa de conclusão entre o penúltimo patamar e o troféu final sofre uma queda brutal. No simulador de cocos, os dados revelam uma inversão psicológica sem precedentes: enquanto 31,3% dos compradores garantem a insígnia inicial de 1 hora, o funil se estreita progressivamente através das 5 horas (20,3%) e das 10 horas (16,5%), mas a distância que separa o status de Legend (50 horas, com 9,1% de obtenção) do status supremo de Godlike (100 horas, ostentado por impressionantes 7,5% da base de jogadores) é de uma margem estreitíssima de apenas 1,6%. Este dado prova que, uma vez que a consciência do jogador ultrapassa o portal do absurdo e aceita a inutilidade do sistema, o tempo deixa de ser um fardo. Esses 7,5% de Deuses do Coco pagaram uma moeda física e termodinâmica para protestar contra a engrenagem do capital. Eles sacrificaram joules de energia, aceitaram o desgaste de seus computadores e imolaram dias de suas existências para afirmar o direito soberano ao não-fazer. A máquina, concebida para a aceleração técnica, é ressignificada como altar de Zazen eletrônico a meditação sentada do Budismo Zen , onde o coco se torna o koan supremo que aponta para além do pensamento dualista. O jogo prova que o oposto do lúdico não é o trabalho, mas a pura imobilidade contemplativa. Ao colonizar as análises com relatos de paz interior, a comunidade atesta que, em um universo hipercinético onde parar é sinônimo de obsolescência, a maior e mais violenta forma de resistência política é a audácia de escolher ser uma casca inerte e em silêncio diante do deserto do real.
You're a coconut, exactly what you paid for.
This game uses a crazy amount of processing power and made the fans spin up loudly almost as soon as I opened it. Limiting the frame rate made no difference. Not even "realistic" mode made a difference, and that's just a black screen with a simple counter. What on earth is it doing in the background? It really ruined the fun.
coconut
кайф игра раньше не любил какосы а теперь люблю понравилось быть кокосом 10 кокосов из 10
гавно
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