
Bygone Dreams is a high fantasy Action-Adventure set inside a surreal dream world. Face fantastical adversaries, solve puzzles, and fight your way through challenging bosses in your quest to save the world's matron deity and stop the nightmare consuming the dream.
Modeled estimate, not a reported figure. How we estimate →
Media

About
Stats
All-time low is the lowest price we've recorded for this game since we started tracking it.
Languages: English*, French, Italian, German, Spanish - Spain, Czech, Japanese, Korean, Polish, Portuguese - Brazil, Portuguese - Portugal, Russian +2 more
Engagement
Hours played at review time, across 41 reviews with recorded playtime.
Reviews
Themes across 41 recent reviews and how positive each mention is. A keyword signal, not full sentiment analysis.
positive critical· bar length = how often the theme comes up
Reviews
I jumped into this game knowing it was a story-rich adventure, but what I didn't expect was how deeply I would connect with each of the characters. They're all so well-crafted, and even the ones who can be a bit annoying at times—you end up loving them, kind of like that lovable, pesky sibling. The ending honestly brought me to tears multiple times, not just from the boss fight frustrations but also because it’s such a beautifully emotional finish.
When the PlayStation 2 sleeps, it dreams of games like this. A few grievances aside, Bygone Dreams is a title I’m more than happy to recommend, provided you’re aware of what you’re getting into, and can jump into it with realistic expectations. If you’re hoping for an action-adventure game with a host of unique, visually striking zones, challenging boss fights and comfy PlayStation 2 vibes supported by a sublime soundtrack, you’re in for a treat. The lack of quality-of-life features such as instant fast travel, as well as the game’s refusal to hold the player’s hand will likely frustrate some; and so will some of the tougher boss encounters, especially with how cumbersome the combat system can feel at times. However, if like me, you don’t mind occasionally getting stuck and can overlook the above issues, you may find Bygone Dreams to be a refreshingly enjoyable experience – a janky little gem of a game that, with some luck, will be fondly remembered in years to come. For the full-length version of this review (along with many other honest indie game reviews), check out our Curator page: https://store.steampowered.com/curator/6481290-GTOGG/
An interesting game with addictive gameplay! I'm sure it will find its connoisseur!
Bygone Dreams é um jogo que parece ser nos moldes antigos, logo de cara me fez lembrar Jade Empire e Soulreaver, puramente pela aventura e combate. Mecânicas Começando pelo combate, ele é satisfatório, durante as lutas parece que os ataques tem um certo delay, mas é que é necessário esperar que acabe a animação, se não emenda uma coisa na outra e quando você ver, você ta quase morrendo. Sua arma primária são armas brancas, bastão, 2 espadas, e uma espada gigante de fogo. Achei bem interessante, por um momento imaginei que seria o tipo de personagem de uma arma só, porque o bastão combina com Wa. Mas eu confesso que logo de cara me apaixonei pela espada dupla, dá um dano considerável no início e é gostoso de fazer os combos. Inclusive dá para fazer upgrades nas suas armas, tanto o nível dela, quanto imbuir umas "pedras" específicas para adicionar algum efeito nela. Juntando ao ataque de perto temos as armas à distância, que começa com o famoso arco e flecha, que inclusive gasta mana, pois são flechas mágicas. E vou te falar que me salvou muito no início pra dar um dano de longe nos chefões, já que de perto eles estavam me amassando, e eu ainda não tinha pegado o jeito. Nesse jogo você tem 3 barras, de vida, mana e estamina, e a estamina serve tanto para correr, atacar ou defender. Mas eu não sei se foi por bug, mas as vezes quando corro, não gasta estamina, achei estranho, mas útil pra passar de umas partes. E sim, existe uma espécie de parry, que na verdade reduz o dano e te permite contra atacar, mas tem que pressionar logo. Você usa o parry e já aperta pra bater, senão perde a oportunidade de dar um dano alto, tem que ficar bem de olho. Mas voltando a arma de longe, existem outras, por exemplo umas espécie de canhão elétrico, que gasta bastante mana, mas dá um dano considerável, mas não me pegou, eu não usei tanto. Tem as magias também, que tem bastante até. A que eu mais uso é a bola de fogo (claro) e um ataque que congela em area, mas depois pega recuperar vida, fazer um summon de um monstro de foto, e por aí vai. Mas não tem jeito, se souber dar o parry, ou desviar na hora certa, a melhor tática é ir no mano a mano, derrotei bosses dificeis bem rápido assim. E por falar em bosses / chefões, eles são bem diferentes entre si, cada um de sua habilidade bem interessante de se lutar. No entanto, eu achei os mini-bosses mais chatinhos de ganhar. Porque todos os chefões tem fraqueza pro dano físico, então eu dava um jeito de socar eles até ganhar. E gostaria de falar de um específico que me causou uma dor de cabeça, era um verme gigante, o nome era Dagnar. Que bicho chato, ele tinha ataque que dava insta kill (acabava comigo em um único golpe). O monstro em si não é difícil, mas esse ataque é cruel demais, e teve uma hora que bugou e ele ficou invisível, aí não tem jeito de ganhar. O pior de tudo foi no final, que foi decepcionante, e isso é um spoiler que não tenho problema em dar, porque fiquei realmente bravo, derrotei o bicho e sai do local onde eu tava, tinha um baú meio escondido ( o que me leva a crer que não tinha relação com o mini-boss), e nesse baú tinha item comum, zero relevante, sei lá uma erva qualquer, péssimo. O mínimo que se espera quando derrota algo difícil é uma recompensa, e o pior é que assim que chega no lugar, tem um mistériozinho, alguem te observando de longe, uma figura iluminada azul, aí você vai perseguindo ela e na verdade é esse verme, e essa figura iluminada é tipo aquele peixe que tem uma luzinha na ponta, sabe? Bem interessante, mas com esse final aí. E por falar em interessante, os inimigos também tem barra de estamina além da vida. E quando você bate, essa barra também diminui, e quando chega a zero, eles ficam atordoados. O que é algo bem diferente do que eu tô acostumado a ver, gostei. O mundo é meio linear, sabe quando você vê um espaço meio aberto, mas quando tenta ir pros lados tem uma paredinha invisível? Então, não é sempre mas acontece. É estranho porque você vê o mundo todo aberto e quando vai andar nele, é praticamente pra frente ou pra trás, isso não é tão legal. Já que estou falando do mundo, ele é bem variado, com diversas localizações bem distintas entre si, então você não sente que estão reaproveitando os assets. Inclusive até o final do jogo tem lugares novo. Gostei muito do mundo em que precisa falar com duas guardiães que são irmãs. Uma de fogo e uma de gelo, elas habitam o mesmo "mundo" ("mundo" entre aspas porque você chega neles através de portais, quase na pegada de Mario 64, dos quadros), mas em dimensões diferentes. O legal é que o que você faz em um, influencia no outro. Bem interessante o jeito de solucionar os puzzles. O jogo não é grande, e você sente que tá faltando algumas coisas, porque parece ser muito maior do que realmente é, senti falta de poderem aproveitar mais o que os lugares tem a oferecer. Inclusive é tudo muito pouco interativo, todos os lugares tem um estilo de "vaso" por assim dizer, e eles são a única coisa interativa no game. Você vê caixas de madeira, mesas, até outros tipos de vasos mesmo, mas são indestrutíveis, só aqueles vasos genéricos mesmo que as vezes deixa cair algum item útil. E falando em itens, você tem bastante dropáveis, que servem para crafting, sabe? Juntar uma coisa com a outra e gera um novo consumível, seja pra curar vida, mana, estamina, ou aumentar sua defesa em um certo elemento, ou até dar um dano extra do tal elemento. Bygone Dreams apresenta lugares novos e inimigos novos até o final, o que é um ponto mega positivo, mesmo eu tendo me afeiçoado a um tipo só de arma (a espada dupla), então deixou o combate meio repetitivo, no entanto, as novas magias davam um frescor as lutas. Fora que por causa da estamina, por mais forte que eu estivesse, ela não me deixava estraçalhar os inimigos, eu tinha que dar uma parada pra respirar, e depois voltar ao combate. Algo interessante é que o penúltimo mundo, é apresentado uma jogabilidade nova, tanto no navio, onde temos que atirar em monstros voadores, quanto na parte em que é jogado na perspectiva 2d, de lado, sabe? Maneiro, ousado. Arte O jogo tem um estilo bem característico, é tudo muito fantasia, florestas, afinal você está no mundo dos sonhos, tudo muito bem apresentado. Cada mundo tem a sua própria música, uma sendo mais bem desenvolvida ou que de algum jeito me fez prestar mais atenção nela. Historia Você é Wa (Vá), um ser que foi revivido por uma deusa chamada Aelona, mas que perdeu sua memória. Isso é bem recorrente nos jogos, né? Seu objetivo inicial é encontrar e juntar os guardiões para salvar a deusa, que sumiu. E isso causou uma catastrofe entre os guardiões, inclusive teve guardião que enlouqueceu e arrancou os próprios olhos. Sem spoilers, a história é interessante demais, com plot twist que conseguiu deixar o mistério ainda melhor. OK, eu antes de zerar estava com um pouco de raiva, fiquei empancado várias vezes, e essa é a parte que o jogo mais sofre, ele é bom na música, nos ambientes diferenciados, nas batalhas, nos inimigos, mas o que ele perde, e perde feio é no level design. Do nada você fica preso e não faz ideia pra onde ir, porque ninguém te dar sequer uma dica. Posso estar reclamando muito? Talvez, mas acredito que se você for jogar, você provavelmente irá ficar preso em algum lugar, porque literalmente não há menção do que fazer. Como por exemplo na parte em que um guardião te fala, "toma esse medalhão, e ache o outro lado dele". E é isso aí, te vira pra saber onde está. O pior é que ele é fácil de conseguir, e está disponível quase desde o início do jogo, mas nunca, em nenhum texto, é mencionado que aquilo era a outra parte, nem na descrição dele. Me ajuda a te ajudar, né? E o pior é que tem muitas coisas do gênero, se fosse só essa, até deixaria passar. Isso é um grande peso, que infelizmente influenciou o nível dele. Eu sou o Arcan e Bygone Dreams está no nível bronze.
I don't very often play these types of games but when i do i like to be pleasantly surprised! and with this one i was. Here is my First Impressions video for Bygone Dreams: https://youtu.be/Iq9PrygaXcY💚💚
[h3]A Dreamy Fantasy with Magical Worlds… and Sticky Controls[/h3] Shame I can’t give a neutral review — I’m still not sure if I lean more positive or negative. Bygone Dreams feels like wandering through a fairy-tale dreamscape with one foot in magic and the other in molasses. The ethereal forests, surreal architecture, and orchestral soundtrack rooted in folklore give the world real cultural weight, even if the visuals, while pretty, feel slightly old-fashioned. Behind the beauty is an unrefined combat and tutorial system. Hit detection and dodging feel stiff, tutorials interrupt the flow at odd moments, and the key layout — especially on AZERTY keyboards — can be awkward. Pacing is slow: you don’t meet the first boss until nearly 40 minutes in. Before that, you’re wandering similar-looking corridors with no map, vague directions, and repetitive décor, making areas hard to distinguish. Once you get past that first boss, the mechanics smooth out, dialogue picks up, and Wa’s forest-folk magic journey starts to feel alive. It’s a mixed bag — a surreal, myth-rich fantasy with authentic voice acting and lore that rewards patience, but early frustrations may make some quit before the dream really begins. [b]Pros[/b]: - Myth-soaked visuals and folkloric soundtrack - Deep worldbuilding, voiced cutscenes [b]Cons[/b]: - Slow pacing, clunky controls, rhythm-breaking tutorials, awkward navigation - Stiff, delayed combat that makes close encounters frustrating [b]Recommendation[/b]: Maybe. If you love atmospheric mythology and slow-burn storytelling, this could shine once it opens up. If you need smooth mechanics and a quick hook, it might test your patience. It would be worth it if it was on sale.
It is a pretty solid game. It made me feel like some of the good PS1-era games. Spyro, especially, comes to mind because of the "hub" (gardens) and portals to different worlds within the dream. The soundtrack is awesome and deserves praise. One point I think could be improved is navigation, maybe by adding a small hint system, as I got lost quite a few times throughout the adventure, with no idea where to go next. I know it encourages exploration, but going back and forth through some areas was a bit boring.
游戏发布后就更新过一次,云存档也不支持,很难好评,游戏整体感官比较粗糙,后续玩段时间再来评吧。
J'vais le dire : le jeu est une purge Y'a rien qui va : l'interface utilisateur est pas folle Les graphismes prouvent un manque de DA évidente Le mix énigme + combat un peu à la soul montre que deux faiblesses : moyen dans les deux domaines J'me suis forcé à y jouer, j'ai presque terminé une game mais ça donne vraiment pas envie Remplit de bug qui te stuck dans le moindre élément du d'accord Bref, jouez-y pas
Задумка разработчиков безусловно отличная ,сюжетка интересная . очень красочная ,звуковое сопровождение отличное!
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Concurrent players on Steam, sampled daily since tracking started.
Audience
Estimated from the language of this game's reviews — a proxy for where players are, not official Steam demographics.
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