
Gris is a hopeful young girl lost in her own world, dealing with a painful experience in her life. Her journey through sorrow is manifested in her dress, which grants new abilities to better navigate her faded reality.
Most likely between $11.8M and $33.5M. How we estimate →
Checked against 8 developer-reported games
| Store | Price | Score | Revenue · chart |
|---|---|---|---|
| Steam | $14.99 | 96% | approximately $19.7M |
| PlayStation | $16.99 | 92% | — |
| Xbox | $16.99 | 94% | — |
| GOG | $2.99 | 92% | #226 |
| Nintendo | $16.99 | — |
Cheapest copy: ≈ $0.98 on Xbox · Türkiye (−93%). Compare 47 prices in 15 markets →
Reviews
Themes across 1568 recent reviews and how positive each mention is. A keyword signal, not full sentiment analysis.
Matched by title. Prices and chart positions are each store's US storefront; Epic charts worldwide. * critic score.
positive critical· bar length = how often the theme comes up
Reviews
GRIS绝对是艺术品,配乐画面都是顶配,疯狂截图ing。 操作不难,但是没有什么引导,保存点不清晰。我第一次退出再进,直接从头开始。
LINDO DEMAISSSS PERFEITOOO MUITO EMOTIVOOO
dude the visuals on this is just amazing and i like the lack of dialogue
Прекрасный визуал и вписанный в него геймплей. Подойдет тем, кто любит головоломки. Сложность постепенно возрастает к концу игры.
面白かった。特にステージ設計やギミックやアクションなどが丁寧かつ綿密に計算され、形作られていてよかった。音楽、アートワークもよし。ステージは幅広いようにも見えて、意外にまっすぐ進める。道全然迷わないから、自然にプレイヤーが誘導されていてすごいと感じた。やだし最後の局面はさすがに迷った。けどいい。自分のように2Dスクロールが苦手な人でも楽しめるし、敵によるゲームオーバーというか、ゲームオーバーという概念(落下氏とか)もないので安心して楽しめた。すごい良かった。
美术不错,bug很多
1、屏幕120hz的朋友们 被鸟喷不下去的 要改成60hz才行,这一点bug需要优化 2、最后一章节的地图能简化下吗 容易迷路的啊
Jogaço. Zerei no celular há uns dois anos, depois de ver o Cellbit jogar, e foi uma das melhores experiências que tive. Terminei novamente agra no comutador e continua sendo um jogo maravilhoso. Boa arte, soundtrack e jogabilidade 10/10. Se eu pudesse pagava 100 reais deboa em Gris.
GRIS — uma experiência que eu nunca vou esquecer. Eu sinceramente não sei nem por onde começar a falar sobre esse jogo. GRIS é, aparentemente, um jogo de plataforma e aventura. Você controla uma garota que atravessa um mundo completamente devastado, enquanto vai recuperando suas habilidades e descobrindo novos caminhos. Mas dizer apenas isso é reduzir demais o que esse jogo realmente é. Porque GRIS não parece um jogo. Parece uma obra de arte que você está controlando. Parece um filme que você está vivendo junto da protagonista. Desde os primeiros minutos, tudo nesse jogo transmite alguma coisa. As cores, a música, os cenários, as animações, os movimentos da personagem… absolutamente tudo parece ter sido pensado para despertar uma sensação específica em quem está jogando. E o mais impressionante é que o jogo praticamente não precisa de palavras para fazer isso. Você simplesmente sente. A história é contada de uma maneira extremamente delicada e subjetiva, e justamente por isso cada pessoa pode interpretar aquilo de uma forma diferente. Para mim, GRIS fala muito sobre dor, perda, tristeza, aceitação e sobre o processo de conseguir encontrar beleza novamente depois de passar por momentos difíceis. E é incrível como o jogo consegue transformar sentimentos em lugares. Conforme você avança, o mundo vai mudando, novas cores aparecem, novas habilidades são adquiridas e tudo parece representar uma etapa diferente daquela jornada. Você começa em um mundo praticamente sem cor e, aos poucos, vai vendo aquele universo ganhar vida novamente. É quase como assistir alguém reconstruindo a própria vida aos poucos. E a música… meu Deus, a música. Existem momentos em que você simplesmente para de jogar para observar o que está acontecendo na tela. Você olha para aquele cenário, escuta a trilha sonora e percebe que está completamente envolvido por aquilo. Em vários momentos eu realmente esqueci que estava jogando um jogo. Parecia que eu estava assistindo a um filme, só que dessa vez eu estava dentro dele. E eu chorei. Chorei várias vezes durante a gameplay. E isso é algo que me surpreendeu muito, porque eu nunca tinha me sentido daquela forma jogando um jogo. Não era simplesmente emoção por causa de uma história triste ou de um personagem. Era uma sensação muito mais difícil de explicar. GRIS consegue tocar em alguma coisa dentro da gente sem precisar dizer exatamente o que é. É um jogo que não tenta te explicar o que você deve sentir. Ele simplesmente cria o ambiente para que você sinta. E talvez seja justamente isso que torna a experiência tão especial. A forma como ele trata a tristeza, por exemplo, não é exagerada. Não existe aquela necessidade de transformar tudo em um grande drama. É silencioso, delicado e, em alguns momentos, bonito. E talvez isso torne algumas cenas ainda mais impactantes. Você começa a perceber que não está apenas acompanhando uma personagem atravessar um mundo. Você está acompanhando uma jornada emocional. Cada nova cor parece significar alguma coisa. Cada lugar parece representar uma sensação. Cada habilidade nova parece simbolizar um pequeno avanço. E, quando você percebe, já está completamente conectado àquela personagem mesmo sem ela praticamente falar nada. Visualmente, é simplesmente absurdo. Cada tela poderia ser colocada em uma parede como uma pintura. A direção de arte é uma das coisas mais bonitas que já vi em um jogo. Os cenários parecem feitos à mão, as animações são extremamente fluidas e existe uma atenção aos detalhes que faz com que você queira parar a todo momento apenas para apreciar o que está vendo. E o mais incrível é que toda essa beleza não está ali apenas para ser bonita. Ela conta a história. As cores contam a história. A música conta a história. Os cenários contam a história. Até o silêncio conta a história. Quando cheguei ao final, fiquei alguns minutos simplesmente olhando para a tela. Não porque eu não soubesse o que fazer depois, mas porque eu precisava absorver o que tinha acabado de experimentar. É difícil explicar a sensação de terminar GRIS. Você não sente apenas que terminou um jogo. Parece que terminou uma experiência. E talvez seja por isso que eu tenha gostado tanto. Eu já joguei muitos jogos incríveis. Jogos com histórias complexas, personagens inesquecíveis, gráficos impressionantes e momentos que ficaram na minha memória. Mas GRIS conseguiu fazer algo que pouquíssimos jogos conseguiram fazer comigo: ele me fez sentir. Sentir de verdade. E por isso, sem exagero nenhum, GRIS definitivamente se tornou o melhor jogo que eu já joguei na minha vida. Não necessariamente porque é o jogo mais difícil, mais completo ou com a melhor história. Mas porque foi o jogo que mais conseguiu tocar a minha alma. E, no fim das contas, talvez seja exatamente isso que uma obra de arte deveria fazer.
Pretty and relaxing; sometimes I just stop moving and appreciate the stage and music. Has simple yet creative platforming and puzzles. With these two, it feels so nice to move around. Great game!