
Congratulations. The October labor lottery is complete. Your name was pulled. For immediate placement, report to the Ministry of Admission at Grestin Border Checkpoint. An apartment will be provided for you and your family in East Grestin. Expect a Class-8 dwelling.
Most likely between $8.2M and $23.3M. How we estimate →
Checked against 8 developer-reported games
| Store | Price | Score | Revenue · chart |
|---|---|---|---|
| Steam | $9.99 | 97% | approximately $13.7M |
| GOG | $9.99 | 92% | — |
Matched by title. Prices and chart positions are each store's US storefront; Epic charts worldwide. * critic score.
Cheapest copy: ≈ $2.91 on GOG · Russia (−71%). Compare 30 prices in 15 markets →
Reviews
Themes across 1650 recent reviews and how positive each mention is. A keyword signal, not full sentiment analysis.
positive critical· bar length = how often the theme comes up
Reviews
간첩 신고는 113.
Venezuela el Videojuego
gloria a arstotzka.
First of all, Glory to Arstotzka! This might be the best game I have played yet in this genre. This game is unique for me because of moral dilemmas that you have to face which results in real consequences. If you are hesitating to buy this, Just buy it, It's worth playing
For the EZIC and the Order!
One of my favorite games of all time
10 количанских террористов из 10
Gloría a Arstotzka.
Papers, Please foi uma experiência bem diferente de praticamente tudo que eu costumava jogar. Eu não tinha muito contato nem com esse estilo visual mais retrô/pixel art, nem com jogos de simulação e puzzle com forte foco narrativo, então acabei comprando meio no impulso quando encontrei em uma promoção. E foi uma surpresa bem interessante. A proposta, quando você olha de fora, parece quase banal: você trabalha como inspetor de imigração em um posto de fronteira e precisa conferir documentos, identificar irregularidades e decidir quem entra ou não no país. Só que é justamente pegando uma função tão burocrática e aparentemente simples que o jogo consegue construir algo muito maior. A ambientação em um regime autoritário é provavelmente o que mais gostei. Em vez de acompanharmos grandes figuras políticas ou algum protagonista revolucionário, somos simplesmente uma pequena engrenagem dentro daquele sistema. E achei muito interessante enxergar esse tipo de contexto através de alguém responsável por controlar quem entra e quem sai do país. Conforme os dias passam, as mudanças nas regras, o aumento da fiscalização, os acontecimentos políticos e as próprias pessoas que aparecem na sua cabine vão contando a história de Arstotzka sem que o jogo precise parar para explicar tudo diretamente. A jogabilidade em si é bem simples: conferir passaporte, datas, nomes, documentos, permissões e uma quantidade cada vez maior de informações. Só que o jogo vai adicionando novas regras e complicações aos poucos, então aquela tarefa inicialmente tranquila vai ficando cada vez mais caótica. E tudo isso enquanto você precisa trabalhar rápido o suficiente para receber dinheiro e sustentar sua família. Mas, para mim, o ponto mais interessante são mesmo as escolhas e os dilemas morais. Papers, Please constantemente coloca alguma situação na sua frente e basicamente pergunta: "E aí, o que você faria?" Às vezes seguir a lei significa prejudicar alguém que claramente precisa de ajuda. Em outros momentos, fazer aquilo que parece moralmente correto pode colocar você ou sua própria família em risco. Você pode colaborar completamente com o sistema, tentar enfrentá-lo, agir pensando apenas na sua sobrevivência ou ficar em algum lugar no meio disso tudo. E o jogo responde às suas decisões. Isso deixa a experiência muito mais interessante porque não existe apenas a preocupação de descobrir se um documento está certo ou errado. Existe uma pessoa do outro lado da cabine, e às vezes você sabe perfeitamente qual é a decisão "correta" segundo as regras, mas fica alguns segundos olhando para aquele carimbo pensando se realmente quer fazer aquilo. E acho incrível como um jogo visualmente tão simples consegue gerar esse tipo de tensão. Sobre as conquistas, achei bem tranquilo. São poucas e, com algumas runs e aproveitando a possibilidade de voltar para determinados dias e seguir caminhos diferentes, dá para fazer tudo sem grandes dificuldades. Algumas exigem decisões bem específicas, então provavelmente você vai acabar consultando um guia eventualmente, mas achei uma experiência cansativa de completar. Agora, sendo bem sincera, apesar de reconhecer tudo que Papers, Please faz muito bem, não é um jogo que eu me vejo continuando a jogar depois de ter experimentado sua história e seus diferentes caminhos. Para mim, o valor estava justamente em descobrir aquele universo, entender suas mecânicas, tomar minhas decisões e chegar aos diferentes desdobramentos. Depois disso, sinto que minha experiência com ele está completa. Não foi um jogo que me deixou completamente apaixonada, mas foi um jogo que me fez entender perfeitamente por que ele é tão reconhecido. É criativo, inteligente e consegue transformar uma atividade burocrática e repetitiva em uma experiência sobre autoridade, sobrevivência, moralidade e até sobre o nosso próprio limite entre obedecer às regras e fazer aquilo que acreditamos ser certo. Gostei de Papers, Please. Vivi o que ele tinha para me oferecer, reconheço muito o seu valor e termino satisfeita por ter dado uma chance para algo tão diferente do que normalmente jogo. Glória a Arstotzka.
Papers please e um jogo incrivel , a arte e bonita e a gameplay e bem satisfatoria