
Backroom Beyond is a first-person game that mixes puzzles with platforms in a dark, harrowing environment that makes the player question the protagonist's sanity. Based on the internet myth, Backroom Beyond makes the player wonder if that journey is about something more personal.
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About

Backroom Beyond is essentially a first-person game that mixes puzzles with platforms in a dark, harrowing environment that makes the player question the protagonist's sanity. Based on the internet myth, Backroom Beyond goes further and makes the player wonder if that journey is about something more personal than anything else.
The game basically has one objective throughout its 40 stages: place the red box over the button and open the door to the next stage. It seems simple at first, but it's not. Each environment has its own logic. If the player feels frustrated because something went wrong in his strategy, he can press the “born again” button, which will return him to the beginning of the level.
Each box has a logic.
Red: You can just push it and it's the only one that activates the buttons that open the doors.
Blue: It can only be pushed, and used to climb when it is necessary to climb to higher places.
Greens: It's the only carryable box. It is possible to throw it and also climb on top of it.
Shovel: When a box gets stuck in a corner it is possible to use a shovel to remove it from there.
The narrative has two main points. Drawings tell part of the game's story on the walls. The drawings have no defined authorship, which gives them an extra degree of strangeness. The second point is the existence of the guide, a being that instigates the player to think about his actions and even confuse his feelings with those of the main character.
Each scenario has a part of the story to be told, whether in the subway, in the snow, in the house, or in an actual backroom. Each place has its dose of tension and reflection.
The theme song chosen is Pérolas Irregulares by the band Terceiro Mundo Bom, whose clip has many similarities with the game's project.
Formation: Diogo Brandão (Voice)
Robson Riva (Drums)
Marcos Almir (Guitars)
Guga Leão (Bass)
I want to thank everyone who can have fun with this game and also who can enjoy the song Pérolas Irregulares by the talented musicians of the band Terceiro Mundo Bom.
Stats
All-time low is the lowest price we've recorded for this game since we started tracking it.
Languages: English*, Portuguese - Brazil, French, Italian, German, Spanish - Spain, Simplified Chinese, Korean, Japanese, Russian, Turkish, Indonesian +1 more
Engagement
Hours played at review time, across 32 reviews with recorded playtime.
Reviews
推箱子
Bought it as soon as it came out since I had been eyeing it for a while the input lag is horrible and so is the optimization it isnt running properly on even a 3060 at lowest settings on 1080p i might buy it when it is fixed refunded for now
The shovel is the worst mechanic in the game, and the sound it makes is horrible. I should be able to push a box on a button without a shovel. I also get random lag spikes when I have a 3080. Do not play this game.
O fenômeno cultural das Backrooms tem data de início em 2019. Foram necessários quase três anos para ele fermentar no subconsciente coletivo da Humanidade e emergir na forma de uma safra aparentemente infinita de jogos amadores. Backroom Beyond se junta à lista adicionando mecânicas de puzzles baseadas em física e explorando com um pouco mais de cuidado técnico essa estranha realidade paralela. O jogo da brasileira White Vortex é o casamento perfeito de uma expertise nascida do serviço de criar espaços virtuais para terceiros (pegando carona no Metaverso), um pendor para o horror e a febre dos jogos de Backrooms. O resultado final é um título que desafia a paciência e os nervos do jogador, amparado pela atmosfera perturbadora mas prejudicado por uma caixa maldita que será xingada de todos os nomes possíveis até o final da jornada. [h1]Era Uma Vez Um Lugar... [/h1] ... que surgiu no 4Chan, o maior produtor de chorume da cultura ocidental, de onde ocasionalmente emergem histórias de terror realmente inovadoras. Para quem não está familiarizado com o conceito de Backrooms, estamos falando de dimensões paralelas que são estruturadas em torno de um infinito de corredores e salas vazias, com tom amarelado e luz fluorescente, um pesadelo corporativo do qual a fuga é impossível. Embora o primeiro sinal da lenda urbana tenha surgido em 2019, ela ganhou força no imaginário no mesmo momento em que profissionais retornam para o ambiente de escritório depois de dois anos de Home Office por causa da pandemia. Backroom é o filho mais famoso de outro conceito, o dos espaços liminares, espaços arquitetônicos removidos de sua função original e assombrados por um forte sentimento de "algo não está certo". Silent Hill fazia isso e, a sua maneira, Stanley Parable também, para ficarmos em apenas dois exemplos. Imagine-se aprisionado em um conjunto de baias de escritório em um serão de final de semana, incapaz de encontrar a saída ou sentido em seu aprisionamento. e é fácil entender como as Backrooms são reflexo de nosso tempo. Backroom Beyond, portanto, está inserido em um contexto coletivo. Jogos que abusam do conceito em busca de um susto rápido e um faturamento ainda mais rápido podem ser encontrados aos montes. Uma busca ligeira no Steam revela quase vinte títulos. A fórmula é simples: áreas similares, às vezes até geradas de forma procedural, formando um labirinto e uma força sinistra ou monstro perseguindo o jogador. O grande mérito da White Vortex com Backroom Beyond é colocar um pouco mais de dedicação e talento em seu projeto, usando e abusando dos recursos da poderosa Unreal Engine 5. Essa não é uma brincadeira de menos de 60 minutos, um protótipo ou um trabalho amador, mas uma aventura longa (e extenuante), com 40 níveis que me custaram mais de 5 horas para atravessar e alguns neurônios que não voltam mais. [h1]O Tormento de Sísifo em Backroom Beyond[/h1] Em Backroom Beyond, você é um personagem sem nome ou rosto que se encontra aprisionado nos bastidores da realidade. Para seguir em frente, é preciso atravessar uma única porta existente no ambiente. Para abrir essa porta, é necessário empurrar uma caixa vermelha até um grande botão vermelho no chão. Pense no Companion Cube de Portal, mas sem a Portal Gun, e repita essa ideia dezenas e dezenas de vezes. A mecânica é simplista, ainda que bem explorada em várias salas. Entretanto, essa mecânica irá se desdobrar em uma jogabilidade irritante que funcionará como uma penitência. Se a proposta do jogo é punir meu personagem por erros cometidos no passado (e várias falas indicam que esse é o contexto), então aceitei minha sina. A caixa infernal precisa ser arrastada por longas distâncias, muitas vezes através de obstáculos e esse é o verdadeiro loop de ação que você irá executar: arrastar essa caixa de novo e de novo, como um Sísifo virtual, sem entender exatamente os motivos. A tarefa seria imensamente mais fácil se fosse possível pegar a caixa e carregá-la, entretanto isso está fora de cogitação. A caixa vermelha precisa ser arrastada, utilizando uma física incompreensível. O menor toque no ângulo errado tira a caixa de sua rota original ou a projeta em alta velocidade para um precipício. Uma vez perdida a caixa, ela não ressurge, obrigando o jogador a reiniciar o nível. A melhor forma de ter algum controle sobre a caixa é agachando, fixando o olhar no chão e empurrando ela o mais lentamente possível. Então, passei uma parte significativa de Backroom Beyond com um campo de visão extremamente limitado e entediante, a uma velocidade de tartaruga. Existe uma pá no jogo que serve basicamente para remover a caixa de cantinhos ou arrastá-la bem rápido, mas a física da pá é ainda mais caótica, muitas vezes girando no ar como se tivesse vida própria ou desaparecendo dentro da terra. Em Backroom Beyond existem caixas auxiliares (e a caixa verde pode ser pega com as mãos!), mas o foco está mesmo na insuportável caixa vermelha. Além disso, todas as caixas parecem cheias de ar e se afastam de você em qualquer esbarrão. Considerando que o jogo tem visão em primeira pessoa e você não sabe os limites do seu corpo, é muito comum esbarras nas caixas. Em determinada fase, você precisa fazer uma pilha delas para alcançar um ponto alto... dá quase para escorrer uma lágrima. Combine a instabilidade da física com pontos de plataforma que surgem a partir do nível 25. É necessária uma certa precisão em saltos sucessivos. Um erro e você precisa recomeçar o nível inteiro, sem checkpoints de qualquer tipo. A força do ódio me garantiu a perseverança para chegar até o final. [h1]Acender das Luzes[/h1] Se não foi masoquismo, o que me fez concluir Backroom Beyond? A convicção de que a jogabilidade fazia parte da proposta. A história, ainda que rasa, intriga, justamente por não entregar respostas. Quem sou eu? Por que estou passando por tudo isso? Quem esteve nessas Backrooms antes de mim? Quem é o Guia que surge ocasionalmente, diz enigmas e vai embora? O que são os olhos gigantes que me contemplam em determinadas áreas? Eu apenas sabia e aceitava que estava ali justamente para sofrer. Backroom Beyond entrega então uma atmosfera onírica de castigo. O próprio conceito do qual a White Vortex se apropria já é provocador em sua natureza, mas a desenvolvedora nacional apimenta a angústia com algumas paisagens inéditas e o ocasional grotesco inexplicado. Porém, ao contrário de tantos outros clones, não há um inimigo central ou uma ameaça impondo um sentido de urgência. O jogador pode atravessar cada mapa em seu próprio ritmo, de acordo com sua própria paciência. Sai o medo, entra o sentimento de inquietude. A trilha sonora complementa a experiência, sem roubar a cena. A White Vortex conseguiu adicionar a música "Pérolas Irregulares", da banda independente Terceiro Mundo, na conclusão do jogo. É a única recompensa válida que recebemos, em qualquer um dos dois (simplórios) finais. Ainda assim, o clipe não é executado e aqui só ouvi a música em tela preta. Uma última tortura do jogo ou um último bug de despedida? Backroom Beyond triunfa ao almejar ir além dos caça-níqueis de Backrooms que existem no mercado, mas fracassará em tentar atingir o grande público. Talvez eu tenha enxergado demais em sua proposta, talvez eu esteja em processo de negação sobre meu tempo perdido, talvez seja apenas um jogo de arrastar caixa que se aproveita de uma lenda urbana da moda, mas o fato é que sua jogabilidade não irá estimular muitas pessoas. Publicado originalmente em: [url=https://gamerview.uai.com.br/reviews/backroom-beyond-review/]https://gamerview.uai.com.br/reviews/backroom-beyond-review/[/url]
[h1]赤いキューブを所定の所に…うわっ!ビックリした![/h1] FPS視点脱出ゲーム、日本語未対応 赤いキューブを指定されたマスに置けばクリア 持ち上げられないのでなかなかに面倒 サッカー選手のように足で押して移動する事に 途中で出てくる青いキューブは足場に 緑のキューブは手に持てるようになっています この特殊キューブとの差別化で赤は足で運ぶ仕様になっていると思います ストアを見るとホラーチックですが 血文字と叫び声、心音の演出があるだけで 実際に化け物が出てくる状態には遭遇していません ボリュームもなかなかにあるのでコスパは良いと思います [code] Steamキュレーターで紹介しました [URL=https://store.steampowered.com/curator/41056472/]「3D酔いでもゲームがしたい」[/URL] [URL=https://twitter.com/_Rlyeh]Twitter[/URL] 毎日更新してます! [/code]
Consiste en mover un cubo hasta llevarlo a un boton, con fisicas horribles, el cubo se va a donde le da la gana, tienes una pala para moverlo y a veces la pala se queda parada en el aire, puzzles muy sencillos y a la larga se hacen repititvos, el aire de "misterio" o el misterio en si, no sale hasta pasada cerca de 2 horas de juego, no merece la pena perder el tiempo en este juego
[h1]太糙了..[/h1] 初看以为是后室Like,实际上是一个推箱子破开关的解谜游戏。虽然采用的是关卡制,然而居然只能一次性通关,手动、自动存档皆无,是不是有点反人类了?关卡设计你要说没有吧,那倒也不完全,但是逻辑上想要对准制作人的脑电波恐怕也不简单。游戏没有任何操作提示,优化也比较一般,机翻的敷衍程度令人发指,甚至有明显的缺字和反义词。作者还得再接再厉,这游戏就当积累制作经验了。 [quote]关注「 [url=https://store.steampowered.com/curator/42276832//]鸿源鉴游组」 [/url] [/quote] [u][b] 会当逢佳游,始可见鸿源。 [/b][/u]
g envie de mourir :(
Dans la globalité le jeu est pas mal, bonne mécanique, style de gameplay pas mal, jeux terminer en 3h de stream, les seuls défauts et les plus importants à corriger sont l'optimisation trop de perte de fps, et améliorer les collisions avec les cubes qui sont assez complexes. Sinon dans la globalité, c'est un bon jeu même si j'aurais aimé avoir plus d'horreur.
Mouan... :( Pousser des cubes de couleurs pour ouvrir des portes pour moi ce n'est pas un jeu de Backrooms... Graphiquement c'est bien, ça manque d'ambiance par contre. Je donne 5/10. À vous de juger si vous aimez votre Backrooms de manière horrifique avec des monstres qui vous courent après vous ou bien résoudre des énigmes en poussant des cubes de couleurs.
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Trends
Concurrent players on Steam, sampled daily since tracking started.
Momentum
Pace estimated from the game's recent review growth (our daily snapshots) at its own sales-per-review ratio — a momentum signal, not booked sales.
Audience
Estimated from the language of this game's reviews — a proxy for where players are, not official Steam demographics.
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