
MONOTONIA: First Contact is a prologue-format experience, free and essential to pave the challenging and definitive cycle of MONOTONY. Work, pay your bills, and survive!
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Themes across 41 recent reviews and how positive each mention is. A keyword signal, not full sentiment analysis.
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[h1]Ficção distópica ou vida cotidiana?[/h1] [hr][/hr] [i]Monotonia: Primeiro Contato[/i] sintetiza uma crítica satírica - e portanto tragicômica -, das mazelas mais notórias de um sistema capitalista tardio e falho. Ainda que perceptivelmente baseado em questões concretas de uma sociopolítica brasileira bastante tangível (visíveis por meio do signo da estrela vermelha como tentativa última de resistência, nos anúncios envolvendo NFTs e demais temas e figuras da pauta neoliberal etc.), os apontamentos feitos pelo jogo podem servir de apoio para se pensar de maneira crítica o retrocesso econômico e político seguido tal como tendência por múltiplas nações do mundo na contemporaneidade, seja na América, na Europa ou em demais continentes. O semantismo mais fundante do que rege o caminhar da obra está na básica oposição entre liberdade (axiologicamente eufórica) e opressão (axiologicamente disfórica), esta última representada pelos valores da [i]Human and Power Inc.[/i], destinadora manipuladora - por intimidação - dos acontecimentos deste prólogo. O jogador assume o papel de um personagem do tipo [i]self insert[/i], que é trabalhador da empresa supracitada, no dever de lutar por sua sobrevivência em um mundo caótico e nem tão distópico, bastante relacionável dentro dos limites da realidade de cada um. Há verossimilhança em ter de trabalhar por migalhas; em um ambiente exploratório pautado pela miséria daquilo que é insuficiente até mesmo para as necessidades mais básicas, isto é, comida, luz, moradia e demais dívidas. O [i]game[/i] segue um sistema de [i]waves[/i]/ciclos (meses) com mecânicas bastante básicas (e igualmente funcionais): deve-se apertar um botão em um painel de comando para controlar a direção de uma nuvem diante de trilhos; o jogador precisa manter a nuvem em posição correta para produzir energia, ganhar dinheiro e não ser rechaçado pelos aparentes responsáveis pelo controle da empresa. Coletar itens (pilhas e anúncios) aumenta sua produtividade. As fases dependem bastante de [i]RNG[/i]. A cada término de ciclo, opta-se por um [i]upgrade[/i] dentre cinco possibilidades totais - aumento de duração do ciclo, aumento de energia gerada por pilhas, aumento de energia gerada por anúncios, diminuição de tempo consumido por anúncios e redução de "pecados" promovidos por erros prévios de posicionamento da nuvem, que podem acarretar [i]game over[/i]. No momento subsequente a cada fase, bem como em [i]Papers, Please[/i], é necessário dividir os ganhos do mês por entre contas a pagar: dívidas parceladas, mantimentos, eletricidade e aluguel. Deixar de pagar aluguel ou comida gera [i] game over [/i] imediato. As demais contas estão relacionadas a [i]gimmicks[/i] mais complexas que devem ser testadas. Como o título já sugere, o trabalho representado é monótono, tal como a própria [i]gameplay[/i] subjacente à narrativa, munida de poucas mecânicas. Contudo, não se engane: o brilho do [i]GDH Studio[/i] no desenvolvimento deste produto está na atmosfera criada, cujas principais sensações despertadas são as de desconforto e estranhamento. O clima é denso, misterioso, amedrontador. O ambiente de trabalho é escuro e silencioso, tudo que se ouve é o som de gritos como índices de tortura; tudo que se vê é o brilho vermelho dos olhos dos supervisores que ameaçam te capturar a cada passo em falso. A semiose visual do [i]game[/i] é de se destacar: como em [i]Bioshock[/i], notamos a presença de publicidade e propaganda como ferramenta de influência e espraiamento ideológicos; como em [i]Fallout[/i], o mascote da [i]Human and Power Inc.[/i] pode trazer familiaridade, tendo em vista suas semelhanças com o [i]Vault Boy[/i], por exemplo. Há algumas possibilidades de final, em decorrência do gerenciamento de recursos e exploração de mecânicas por parte do jogador. Dentre o que se pode alcançar, adianto, há esperanças. Apesar de contar com alguns [i]bugs[/i], a simplicidade aqui é encantatória; aguardo (e muito) o que virá pela frente! Viva os jogos brasileiros! [hr][/hr]
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Trends
Concurrent players on Steam, sampled daily since tracking started.
Hours played at review time, across 41 reviews with recorded playtime.
positive critical· bar length = how often the theme comes up
Jogo maravilhoso e com uma proposta bem diferente, amei!
☀️
Mano, que jogo PIKA! Esse é um daqueles jogos que você vê de longe e fala: bah, esse jogo nem deve ser tão bom assim. Mas, quando você pega pra jogar, não consegue parar de jogar até zerar! Achei esse jogo graças ao podcast controles voadores. Excelente recomendação e definitivamente é um dos melhores jogos brasileiros que já joguei! Recomendadíssimo!
Done a play through twice. I enjoyed the little bit i got to play. I would like to see more of this game, and all the different endings.
Tava todo mundo falando bem, instalei, joguei e nao entendi nada Mas o jogo e muito bonito e gratis otimos pontos
Noice
achei pongers wonders (significa que foi legal)
Impactante, intenso, aterrorizante e surpreendentemente real. Monotonia é um reflexo triste de uma sociedade quebrada e uma mensagem absurdamente necessária sobre um sistema econômico que traz sofrimento ao trabalhador. Muito empolgado com o que vem por aí!
Nice.
Momentum
Pace estimated from the game's recent review growth (our daily snapshots) at its own sales-per-review ratio — a momentum signal, not booked sales.
Audience
Estimated from the language of this game's reviews — a proxy for where players are, not official Steam demographics.
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