
Winner of over 80 awards, CONTROL is a visually stunning third-person action-adventure that will keep you on the edge of your seat.
Most likely between $22.8M and $64.6M. How we estimate →
Checked against 8 developer-reported games
| Store | Price | Score | Revenue · chart |
|---|---|---|---|
| Steam | $39.99 | 87% | approximately $38M |
| GOG | $5.99 | 84% | #5 |
Matched by title. Prices and chart positions are each store's US storefront; Epic charts worldwide. * critic score.
Cheapest copy: ≈ $2.67 on GOG · Türkiye (−93%). Compare 30 prices in 15 markets →
Reviews
Themes across 2701 recent reviews and how positive each mention is. A keyword signal, not full sentiment analysis.
positive critical· bar length = how often the theme comes up
Reviews
在控制2发售前再一次通关并全成就了1代,祝好
Jogo muito bom, porém essa versão aqui da Steam está impossível de jogar, entrou em conflito com DirectX 12, coloquei pra rodar no 11, ficou com os gráficos horríveis, mas deixei pra poder jogar, depois começou a dar problema com Ray Tracing, telas pretas, jogo crashando o tempo todo, triste demais, passei uma noite inteira tentando fazer esse jogo funcionar. Estava gostando muito do jogo. Agora vou desinstalar e partir para outro, decepção com a experiência.
The game looks and performs horribly on non-Nvidia GPUs. Textures are grainy. Not a graphics snob but borderline unplayable like this Also think it's a tad tedious
Control Ultimate Edition foi mais uma grata surpresa da Remedy. Depois de terminar Alan Wake 2, eu fiquei completamente maluco pra entender melhor esse universo compartilhado e resolvi finalmente dar uma chance ao Control. E valeu muito a pena. A maior qualidade da Remedy continua sendo a mesma: narrativa. Os caras criam um universo tão esquisito que você passa o jogo inteiro pensando "que porra tá acontecendo?", mas de um jeito bom. Escritórios burocráticos, objetos amaldiçoados, dimensões paralelas e uma quantidade saudável de maluquice. Não existe outro estúdio fazendo esse tipo de viagem. A gameplay também é excelente, principalmente pela evolução da Jesse. Você começa relativamente limitado e termina praticamente uma entidade sobrenatural. A telecinese é, de longe, a melhor mecânica do jogo. Você deixa de enxergar o cenário como cenário e passa a enxergá-lo como munição. Mesa, cadeira, concreto, empilhadeira, extintor, inimigos... tudo vira um projétil. A Service Weapon é muito divertida, mas, pra mim, ela acaba sendo quase um complemento. O verdadeiro espetáculo é sair desmontando o ambiente inteiro na base da força bruta. A progressão acompanha muito bem isso. Você realmente sente que está ficando cada vez mais poderoso, e o jogo sabe introduzir novas habilidades sem deixar tudo repetitivo. No final da campanha você está voando, desviando, explodindo salas inteiras e controlando o campo de batalha de um jeito muito satisfatório. Visualmente, mesmo sendo um jogo de 2019, ele ainda impressiona bastante. Joguei tudo no máximo, com ray tracing e 120 FPS, então meu hardware obviamente ajudou, mas dá pra ver que a Remedy já fazia um trabalho técnico absurdo naquela época. O único aspecto que envelheceu mal são as expressões faciais. A Jesse parece emocionalmente anestesiada o jogo inteiro. Ela faz praticamente a mesma cara em qualquer situação. As DLCs têm uma diferença enorme de qualidade. Expeditions eu achei completamente esquecível, parece mais um modo de desafios do que uma expansão de verdade. Já AWE é excelente. Como joguei Alan Wake 2 antes, foi muito legal perceber todas as conexões entre os dois jogos. Em alguns momentos, inclusive, gostei mais da história da DLC do que da campanha principal. Agora vem a pior parte do jogo: o mapa. Meu amigo... que negócio horroroso. É facilmente um dos piores mapas que já usei em um jogo desse tamanho. Em vez de ajudar, ele atrapalha. Várias vezes eu me perdi não porque o cenário era complexo, mas porque o mapa simplesmente não conseguia me orientar. No Alan Wake 2 dá pra perceber que a Remedy evoluiu muito nesse aspecto. Aqui parece que o mapa virou um boss secreto cuja única habilidade é fazer você andar em círculos igual um idiota. Também existem algumas side quests completamente esquecíveis e as Board Countermeasures parecem puro conteúdo para encher linguiça. Fiz algumas sem querer e nunca senti vontade de completar todas. Mesmo assim, quando Control acerta, ele acerta muito. O combate é extremamente divertido, a progressão da Jesse é excelente, o universo é fascinante e a Remedy mostra mais uma vez que ninguém mistura narrativa e bizarrice como ela. Não foi um jogo que me fez correr atrás do 100%, mas foi mais um que aumentou ainda mais minha vontade de acompanhar tudo que esse estúdio lançar. Se você quer entrar no universo compartilhado da Remedy, eu ainda acho que Alan Wake 2 é a melhor porta de entrada. Mas, depois dele, jogar Control deixa de ser uma recomendação e passa a ser praticamente obrigatório. Nota: 8,5/10.
Great game, and story
Second playthrough before Control Resonant. I got this on Epic for free and played for the first time in 2024, played for 20hrs - felt it was a masterpiece then, still feel the same now.Used Grip and Shatter more back then and did all side missions. Second time around used assist mode to change up a bit for a smoother experience because I am running out of time (TIFF is round the corner) - used Spin and Spin most of the time, it was amazing and probably this was the first time I used Ground slam and 3 Launches very early in the game as the assist mode helped me cover my health abilities - finised the Story and most of the 16 side missions in like 12hours. Had a very fun second playthrough and now onward to the Foundation DLC(which I have absolutely no clue about) That's Quantum Break and Control done.
10 Ахти из 10
No es un juego para todos los publicos, la jugabilidad de las mejores que verás. Historia que le tienes que dar un tiempo, pero merece la pena, El doblaje deja mucho que desear, si sabes ingles ni lo dudes en cambiarlo.
muito bom
I love the game.