
Ezio Auditore walks in the footsteps of the legendary mentor Altair, on a dangerous journey of discovery and revelation.
Most likely between $1.9M and $5.2M. How we estimate →
Checked against 8 developer-reported games
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Reviews
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Reviews
O jogo é bom porém está na ubisoft connect, que é uma porcaria
O retorno ao mundo islâmico, eu gostei bastante de Istambul como ambientação. Deixo a ressalva de que achei o filtro que o jogo usa muito estranho. Istambul não é uma cidade no meio do deserto, é uma cidade mediterrânea, eu não entendi a razão dela ser tão amarelada no jogo (na real eu entendi sim, e ouso dizer que Constantinopla não teria esse filtro). Ressalva dada, eu realmente gostei da cidade, ela é boa para parkour e a adição do Bico de Águia foi maravilhosa, eu adorava usar as tirolesas da cidade para fugir. A mecânica das bombas é legal, é uma adição simples, mas com boas possibilidades. Algumas bombas eram inúteis, outras eram bem praticas e até bem divertidas de usar, em geral auxiliavam as missões, mesmo não sendo tão obrigatório o uso na maior parte do jogo. O Tower Defense apareceu para mim uma única vez, então não tenho muito o que opinar. Depois de pesquisar um pouco, vi que você precisava ter a barra de notoriedade cheia, o que explica eu não ter visto isso no jogo, eu sempre deixava ela baixa. Até agora esse é o jogo que teve a história mais "videogame", e sim, eu sei que é um videogame. Investigar a cidade para encontrar 5 chaves até funciona como objetivo para conduzir o jogo, mas não é tão interessante não, é meio artificial mesmo, eu entendo o propósito maior envolvendo o que essas chaves abrem. Por outro lado, é legal ver o Ezio mais velho. Ele está em uma fase diferente da vida em relação aos jogos anteriores, está mais velho, mais maduro, passou por mais coisas e entende mais a fundo sobre tudo, isso é algo que eu gostei de ver, e eu gostei dele inserido nos conflitos de Istambul, a trama dos Templários Bizantinos e da sucessão Otomana é legal. Gostei de ver mais da história do Altair, o jogo aprofunda no que aconteceu após os eventos do primeiro Assassin's Creed, e ele é um personagem profundamente trágico, ele dedica muito de sua vida para a Ordem dos Assassinos, e isso não traz recompensas, traz dor, a história dele é profundamente ingrata, e ainda assim ele se mantém fiel ao que acredita. O jogo é, de certa forma, uma despedida do Ezio, ele fecha a trilogia, e eu gosto de como esse fechamento é dado, gosto de ser um retorno a Masyaf com a presença do Altair na narrativa. Eles são separados por séculos, mas para a gente, enquanto jogador, os dois concluem suas histórias juntos no mesmo jogo, é bonito.
三部曲最后一作越做越好了
Завершающая арка Эцио и Альтаира превосходна. Пускай много чего и было вырезано но поиграть стоит. P.S Уберите этот юбисофт конект который ставит палки в колёса
тупой лаунчер юбисофт не дает нормально зайти в игру, приходится танцевать с бубнами просто чтобы запустить. ах да, эта пародия на игру еще и вылетает каждый час. что насчет самого этого продукта - просто максимальная деградация с прошлой части. конченое управление, от которого хочется удалить игру, нагромоздили игру своими ссаными ненужными бомбами, а еще смешнее здесь интерфейс. чтобы сделать хоть какое то действие с этими подчиненными ассасинами, нужно пять раз его подтвердить. зачем то добавили вышки как в прошлой части, хотя игра НУ ВООБЩЕ НЕ ПРО ОСВОБОЖДЕНИЕ ГОРОДА. напихали сюда покупку лавок, хотя опять же, к чему это??? не знаю, может быть история про масиаф и альтаира интересная, но у меня нет никакого желания играть в это дерьмо, лучше посмотреть на ютубе. ах да, еще и это нескончаемое обучение и максимально бездарные и неинтересные миссии. короче говоря, никому не рекомендую. единственное, что порадовало - это крюк-кошка. а так игра это просто кусок дерьма. как можно было ТАК изнасиловать этого персонажа и эту прекрасную историю??????
Gameplay and story are great but the game runs like ass unless you delete a file called systemdetection.dll and even then you can still have issues plus for a game released on 360/ps3 the controller support is trash. Finally they added achievements great whats not great is the fact you cant get a bunch cause they broke desmonds story and lost archive and just removed it from steam. I pirated a gold edition played the dlcs through and then forced the achievements. Ubi is comically incompetent youre better pirating this game.
почемуто не могу уствновить
Eu sinceramente não sei explicar Assassin's Creed Revelations sem usar a expressão “foda-se”. Esse jogo tem uma energia completamente diferente dos outros Assassin's Creed da trilogia do Ezio. É como se a Ubisoft tivesse olhado para tudo que tinha construído até ali, colocado Ezio, Altaïr, Desmond, Constantinopla, uma cidade inteira para explorar, bombas, uma lâmina que virou praticamente um gancho e uma quantidade absurda de ideias diferentes dentro do mesmo jogo e simplesmente falado: “foda-se, vamos fazer isso”. E o mais estranho é que funciona. Depois de Assassin's Creed II e Brotherhood, Ezio já é um Mestre Assassino experiente. Ele não está mais tentando descobrir quem é ou construir sua própria Irmandade. Aqui, ele está procurando as chaves de Masyaf para descobrir os segredos deixados por Altaïr. E é justamente essa ligação entre os dois personagens que torna Revelations tão especial. Altaïr sempre foi uma figura quase lendária dentro da franquia. O primeiro jogo mostrava sua queda e sua transformação, mas Revelations permite finalmente entender o que aconteceu com ele depois de tudo aquilo. E, sinceramente, as partes de Altaïr são algumas das mais marcantes do jogo. Ver aquele personagem décadas depois, envelhecido e carregando o peso de uma vida inteira como Assassino, dá uma dimensão completamente diferente para tudo que aconteceu no primeiro jogo. Ezio, por outro lado, está velho demais para continuar vivendo eternamente como o jovem Assassino de Florença. Pela primeira vez, ele começa a perceber que talvez sua vida inteira tenha sido construída em torno de uma guerra que nunca foi realmente dele. Ele passou décadas perseguindo templários, vingando pessoas e servindo à Irmandade, mas agora começa a buscar algo diferente: respostas. E Constantinopla é um cenário perfeito para isso. A cidade é completamente diferente de Roma. É mais exótica, mais vertical e possui uma identidade muito própria. As ruas, mercados, mesquitas, portos e construções criam uma atmosfera diferente da Itália dos jogos anteriores. E o gancho da lâmina muda completamente a movimentação. Você começa a atravessar a cidade de uma maneira diferente, escalando, deslizando e utilizando o ambiente para se locomover. E aí entra uma das coisas mais “foda-se” do jogo: as bombas. Você pode criar suas próprias bombas usando diferentes componentes e efeitos. Explosivas, de fumaça, venenosas, iscas... É uma mecânica completamente desnecessária para alguém que já domina o combate, mas ao mesmo tempo é divertida justamente porque o jogo te dá liberdade para brincar. E isso resume muito bem Revelations. Ele parece menos preocupado em ser perfeito e mais interessado em experimentar. Existe a defesa dos esconderijos contra os Templários, a fabricação de bombas, o gancho, a busca pelas memórias de Altaïr, as sequências de Desmond e até uma espécie de tower defense dentro de Assassin's Creed. É uma quantidade absurda de ideias diferentes. Algumas funcionam muito bem. Outras nem tanto. A defesa dos esconderijos, por exemplo, é uma mecânica que eu poderia tranquilamente ter vivido sem. É interessante na primeira vez, mas rapidamente vira uma distração que interrompe o ritmo. As partes de Desmond também são extremamente diferentes de tudo que existe no restante da franquia. Não são necessariamente ruins, mas parecem pertencer a outro jogo. E talvez seja justamente isso que torna Revelations tão estranho. Ele não é tão focado quanto Brotherhood e não possui a mesma construção narrativa de Assassin's Creed II. Ele parece um jogo de despedida. E acho que é exatamente isso que ele é. A história de Ezio chega ao fim aqui. E a melhor coisa que Revelations faz é não tentar transformar isso em uma última grande aventura épica onde Ezio precisa salvar o mundo. Ele simplesmente está procurando respostas. Quer entender Altaïr, quer entender a si mesmo e quer descobrir qual é o seu lugar naquela guerra. E então existe Sofia Sartor. A relação entre Ezio e Sofia é uma das coisas mais humanas da trilogia. Depois de passar anos cercado por violência, conspirações e mortes, Ezio finalmente encontra alguém com quem pode simplesmente conversar. Não existe uma grande missão por trás de cada encontro. Existe curiosidade, respeito e uma relação que lentamente se desenvolve. Isso faz o final ficar ainda mais importante. Ezio finalmente entende que sua história não precisa continuar indefinidamente. Ele encontra Altaïr, entende o que precisa entender e decide deixar o passado para trás. E então vem aquela cena. Ezio coloca a arma no chão, olha para a memória de Altaïr e diz que já viu o suficiente. É um dos melhores momentos da franquia. Porque naquele instante, Ezio não está falando apenas com Altaïr. Ele está falando com o próprio jogador. Depois de três jogos acompanhando aquele personagem, finalmente chegamos ao ponto em que ele pode simplesmente parar. E quando ele fala com Desmond, existe uma sensação de passagem de bastão. Altaïr passou seu legado para Ezio. Ezio agora passa o que aprendeu para Desmond. É uma conclusão muito mais emocional do que eu esperava de um jogo que passou boa parte do tempo sendo completamente “foda-se”. E talvez essa seja a maior ironia de Revelations. Por baixo de todas as mecânicas estranhas, bombas, torres, ganchos e sequências experimentais, existe uma história sobre aceitar o fim. Altaïr está chegando ao fim da própria vida. Ezio está chegando ao fim de sua vida como Assassino. E Desmond está tentando descobrir quem ele é. O jogo tem problemas, obviamente. O ritmo é estranho, algumas mecânicas parecem colocadas ali apenas porque alguém teve uma ideia e certas partes poderiam ter sido muito mais desenvolvidas. Constantinopla também não possui a mesma sensação de escala de Roma. E, para quem esperava outro Brotherhood, Revelations pode parecer um passo para trás. Mas eu não consigo olhar para ele dessa maneira. Porque Revelations não parece querer ser Brotherhood 2. Ele quer ser a despedida de Ezio. E, como despedida, funciona pra caralho. É um jogo estranho, experimental, irregular e cheio de decisões que parecem ter vindo de alguém dizendo “foda-se, vamos colocar isso também”. Mas, no meio dessa bagunça, existe uma das conclusões mais bonitas que a Ubisoft já escreveu. Ezio não termina sua história como o maior Assassino de todos. Ele termina como um homem que finalmente entende que não precisa mais ser um. E talvez seja justamente por isso que Assassin's Creed Revelations seja tão especial. É provavelmente o Assassin's Creed mais “foda-se” que já joguei. E, de alguma forma, também é um dos mais humanos. Nota final: 9/10.
nothing is true everything is permitted. 10/10
Годно