
Lead the Phantom Thieves of Hearts in this award winning, stylish turn-based RPG filled with dungeon crawling, party customization, strategic combat, and Persona fusion. Explore Tokyo, build relationships, battle Shadows, and infiltrate the minds of the corrupt to make them change their ways!
Most likely between $21.3M and $60.4M. How we estimate →
Checked against 8 developer-reported games
| Store | Price | Score | Revenue · chart |
|---|---|---|---|
| Steam | $17.99 | 96% | approximately $35.6M |
| PlayStation | $59.99 | 98% | — |
| Xbox | $59.99 | 92% | — |
| Nintendo | $59.99 | — | — |
Matched by title. Prices and chart positions are each store's US storefront; Epic charts worldwide. * critic score.
Cheapest copy: ≈ $11.98 on Steam · China (−33%). Compare 33 prices in 15 markets →
Reviews
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Reviews
Persona 5 Royal é um JRPG de combate em turnos desenvolvido pela ATLUS, distribuído pela SEGA e lançado no dia 31 de março de 2020 para o PS4 e posteriormente no dia 21 de outubro de 2022 para as demais plataformas como a Steam. Este foi o meu primeiro JRPG na plataforma e um dos primeiros do gênero em que me aprofundei e amei, anteriormente o máximo de contato com JRPG e combate de turno foi ao jogar os pokémons de GBA como o FireRed. Esse jogo foi uma das experiências que mais me fisgou e viciou, realmente sugou a minha vida pessoal por um bom período de tempo até eu ter o platinado e acredito que o gatilho para isso foi a sua história, que fiquei bem envolvido. Não só isso mas a exploração de Tokyo e o ganho de intimidade com os Confidants e suas próprias tramas também foram coisas que me fizeram ficar instigado a continuar jogando. Jogar ele foi uma ótima oportunidade para experimentar um dos gêneros que eu mais tinha preconceito, e em geral não gostava muito, que é o próprio RPG de turno. Isso até me incentivou a querer jogar mais jogos da série futuramente como o Persona 3 Reload e o Persona 4 Revival e Persona 6 que vão lançar, e até mesmo o tão aclamado Clair Obscur: Expedition 33. Sobre o jogo em si, nem sei por onde começar, gráficos e HUD incríveis, história bem cativante e para mim o ponto principal acima de todos, a música. Persona é uma franquia conhecida pelas suas músicas, e um ano antes de jogar esse jogo eu já tinha uma playlist cheia de músicas de persona 3, 4 e 5, sendo justamente um dos pontos que me fez querer jogar ele, a música do jogo vendeu ele para mim, me dando a vontade de ver como ele era. E com isso, ainda continuo escutando diariamente as músicas e para mim as melhores são: Beneath the Mask, No More What Ifs, Rivers in The Desert, Colors Flying High, The Whims of Fate, I believe e The Last Surprise. Sua platina também foi bem interessante considerando o seu sistema de saves que me facilitou bastante para diversas conquistas mas em geral seria bem díficil fazer ela no primeiro save sem ajuda nenhuma, então busquei pelo menos como não ficar trancado do 3° trimestre sem tomar muitos spoilers. Concluindo, Persona 5 Royal foi uma surpresa muito agradável e gostei muito mais do que esperava considerando ser um jogo de turnos, o jogo tem seus problemas como todos, estou falando de você Okumura e sua boss fight desprezível, mas ele brilha muito. Músicas incríveis, gráficos muito bons, ótimo ciclo de gameplay, história muito boa e uma variedade de quests e npcs para criar intimidade durante o jogo. Quanto a seu preço, devo admitir que o jogo é bem caro, R$249,90 é um preço que eu não pagaria de forma alguma, mas o peguei por R$ 74,97 e para mim foi um preço muito justo pela quantidade absurda de conteúdo que esse jogo tem, demorei 83 horas para zerar ele com seu final verdadeiro, realmente o jogo tem muito conteúdo. Nota:10/10 "Independente de onde você decidir estar, é lá que você pertence."
我真玩不下去了,时隔5个月,捏着鼻子看攻略打宫殿都觉得恶心,玩了50个小时还是决定放弃了。 如此恶心的宫殿,而且游戏全程几乎都在硬控你的时间:如此轻负载的游戏进游戏要半天、退出游戏也要半天。
Melhor jrpg na geração, n tem como
Those damn thieves stole my heart.
Somehow killing the literal Grim Reaper is statisically easier than obtaining the special menu for the maid cafe
Hey!, primero que nada gracias a mi amigo... mi hermano Rodrigo por regalarme de cumpleaños tremenda joya, si ves esto, muchas gracias de corazón! ADVERTENCIA, antes de continuar, si lees esto antes de comprar el juego, te recomiendo que no abuses de los persona que te dan de regalo para que puedas disfrutar las primeras partes del juego sin sentir que la dificultad es demasiado baja (sin saber que eran los persona los tome en su momento y la primer parte del juego la pase demasiado fácil), si de igual forma gustas tomarlos, eso no es problema, cada quien disfruta a su manera el juego. Prosiguiendo con la reseña referente al juego, Persona 5 Royal es un RPG muy bonito, muy bello, que definitivamente si te gusta disfrutar de buena banda sonora que refleja la emoción del momento, variedad de persona (para los/as que no conozcan la saga Persona, las "persona" son algo así como los pokemon), estrategia, y sobre todo la psicología y relaciones personales, este es tu juego. Todo el tiempo que vez que llevo de juego fue mi primer Run (planeo próximamente re-jugarlo y disfrutarlo incluso más que en estos momentos), aunque tal vez marca más por tiempos solo estando escuchando la música dejando de fondo el juego :p. La dificultad al menos en la primer Run no es tan grande, farmeando niveles para ti, tus compañeros y personas puedes hacerlo bien sin más, como mencione antes, no es necesario abusar de los persona que regalan en esta versión, la curva de dificultad progresa bien realmente. El juego aparte de sus peleas RPG por turnos tiene más características como vínculos sociales y habilidades sociales, las cuales debes subir de nivel con ciertas interacciones y las cuales al ir subiendo de nivel te van desbloqueando cosas... Posiblemente me enrollé demasiado con esto, pero mientras lo escribo tengo de fondo la canción de los créditos y me hace recordar todo el trayecto vivido con el juego, sin duda te lo recomiendo al 100% y no desaproveches la oportunidad de probarlo si la tienes. TAKE YOUR hEART<3
好玩
就像喝了很烈的酒一样
Как заромансить Моргану
[h2] Persona 5 Royal: uma recomendação com muitos pesares... [/h2] Por ser um jogo universalmente aclamado, tanto pelos jogadores quanto pela crítica especializada, é difícil encontrar por aí críticas robustas e incisivas ao jogo, que é tido como o grande JRPG da geração, colocado até mesmo como um equivalente do que foi Final Fantasy VII para o PS1. Seu grande destaque estaria entrelaçado à história e ao desenvolvimento de personagens que, de fato, são muito amáveis e carismáticos, sobretudo as personagens femininas. A ambientação do cotidiano diário do protagonista e a trilha sonora formam uma combinação confortável, que acaba facilmente prendendo o jogador à sua rotina. O sistema de combate, por sua vez, é um combate de turnos bem tradicional e, em geral, bastante simples, não possuindo inovações que o destaquem, por exemplo, dos jogos mais antigos das franquias tradicionais de JRPG, como Final Fantasy. Em geral, é possível dizer, sim, que a quinta entrada da maior franquia da Atlus possui os seus méritos. No entanto, trata-se de uma produção, ao meu ver, superestimada, que além de não sair da zona de segurança dos JRPG's, possui várias escolhas extremamente questionáveis de design e narrativa que, na minha avaliação, acabam se tornando ainda mais evidentes com o passar do tempo, conforme novas produções da Atlus são lançadas. Metaphor Refantazio, por exemplo, repete várias dinâmicas as quais revelam que os "acertos" narrativos deste jogo oriundam de vícios dos escritores, tal qual como o ditado de que até um relógio parado acerta o horário duas vezes ao dia. Persona 5 possui como grande eixo o tema de "rebelião", sob a premissa de reforma de um sistema político conservador e corrompido. A princípio, a narrativa apresenta princípios corajosos e ousados, incorporados a um conjunto de jovens adolescentes com pretensões que poderiam ser descritas como revolucionárias. Não possuo nenhum problema específico com este elemento, ao contrário. Das críticas que vi a esse jogo, muitas delas consistiam em falas arrogantes e prepotentes, tais quais como, "ah, esse jogo teria sido bacana pra mim se eu tivesse jogado quando eu era adolescente", ou "esse jogo só é gostado por adolescente burro que não entende o que é uma boa narrativa". Dê um filtro nas análises negativas da plataforma que você encontrará tais críticas facilmente. Na prática, creio, ao contrário, que é neste elemento que reside o grande mérito do jogo, que é a simbologia por trás da assunção de pautas progressistas por jovens personagens, que se insurgem contra antagonistas reacionários e conservadores, que não possuem outra intenção senão a manutenção do status quo então estabelecido. Neste sentido, não há nada mais imaturo, contraditoriamente, do que pessoas relativamente jovens criticarem o público do jogo com uma soberba ímpar, sem que, no entanto, formulem uma crítica realmente consistente aos pontos genuinamente falhos do jogo, que não são poucos. Em geral, o fio condutor da minha crítica a P5 reside no que aparenta ser, à primeira vista, uma contradição principiológica existente entre o sistema de premissas estabelecido na obra e o desenrolar ao longo da narrativa, sobretudo no final. O que ocorre, na prática, é que a narrativa de Persona 5 se vende como algo muito mais revolucionário do que realmente é, sendo, na sua essência, algo que em uma sociedade capitalista não constitui outra coisa senão um reformismo barato com efeitos meramente paliativos, que, ao final, se entrelaça com o que há de mais clichê e estúpido em RPG's japoneses, que é ascensão de figuras "divinas" praticamente onipotentes contra as quais o grupo de personagens deve se insurgir, com o fim de obter uma milagrosa e quase impossível vitória. Neste sentido, enxergo praticamente como um insulto colocar Persona 5 na mesma prateleira de Final Fantasy VII, que, por sua vez, possui, de fato, uma das mais, senão a mais bem-feita crítica ao modo de produção capitalista em um videogame, contendo um sistema de princípios revolucionários coesamente articulados ao longo de toda a narrativa. Enquanto na história de FFVII são demonstradas contradições a nível de um sistema como um todo, que inviabilizam a atribuição individual de responsabilidade, P5 faz exatamente o contrário, dando a entender como se a ação individual fosse diretamente responsável, tanto pelos problemas que surgem no sistema, quanto pela manutenção do mesmo. O palácio de [spoiler] Okumura [/spoiler] é o primeiro exemplo claro disso, em que a exploração da força de trabalho é apontada não como o padrão estruturante do sistema, mas como um caso isolado de sua empresa. Neste sentido, todo o potencial crítico existente na proposta da narrativa cai por terra, na medida em que a exploração, no âmbito de relações de trabalho, não seria a regra, mas sim a exceção. Logo, o problema não é o sistema, mas sim, as figuras corruptas que se utilizam dele para subvertê-lo. Para um jogo que parte do princípio de "rebelião", isto é especialmente grave, e revela a mais absoluta imperícia dos escritores da Atlus em tratar sobre temáticas sociais consideradas contraditórias, assim como no caso recente de Metaphor Refantazio, que também lida irresponsavelmente com os temas de "desigualdade" e marginalização social. Tal imperícia fica revelada também no primeiro palácio e na retratação da personagem Ann Takamaki (bem como das outras personagens femininas em situações específicas), com o modo grotesco e irresponsável com que a narrativa aborda o tema de assédio sexual, que fica patente na sexualização exacerbada, logo, da personagem que é diretamente vítima disso. A sexualização de personagens femininas menores de idade já era, de certo modo, um problema constante dos jogos de Persona, que chegou ao ápice em P5 com a retratação absurda de personagens femininas em um contexto de abuso cometido por figuras hierarquicamente superiores. Outra situação ridícula na narrativa é protagonizada pelo personagem Ryuji, que, com a finalidade de obter uma "chave" de acesso para outra parte do palácio em que estavam, achou de bom tom colocar todas as suas amigas de biquini perante uma representação de um homem velho e pervertido, estando a mesma Ann Takamaki nos holofotes da cena. Isto é desprezível, nojento e irresponsável de todas as formas possíveis. Adiante, minha análise conterá spoilers capitais sobre o enredo de Persona 5. A perspectiva de atribuição individual de responsabilidade pelas contradições sociais é completamente sacramentada no que seria a parte final da versão original de Persona 5. [spoiler] Mesmo com a revelação dos crimes e da corrupção endêmica de Shido, a população continuou a crer em sua figura e no sistema político então estabelecido, de tal modo que o nosso grupo de personagens deveria, na realidade, combater o próprio inconsciente coletivo com a finalidade de produzir as mudanças almejadas [/spoiler]. Tal conclusão reflete uma perspectiva idealista mal desenvolvida e extremamente tosca, que faz crer que tais alterações seriam capazes de produzir uma reforma duradoura sobre o sistema político japonês, como se o mesmo não fosse o produto de uma base econômica socialmente estabelecida, mas de escolhas individuais equivocadas da população. Ao contrário de FFVII, que constrói uma história de fantasia com base em uma perspectiva sobre como o mundo real de fato funciona, P5 faz o contrário, buscando retratar a sociedade nipônica contemporânea não a partir do modo que ela realmente funciona, mas do jeito que os escritores pensam que funciona. Diante de todos os elementos, diria que não negativo este jogo apenas porque, em geral, apesar de todos os defeitos, consegui ter uma boa experiência geral com ele, especialmente em razão dos personagens e de seus correspondentes processos de desenvolvimento, que, no entanto, também revelam outra falha, associada ao desenvolvimento muito mais profundo das personagens femininas do que dos personagens masculinos.