
Travel the world, overcoming challenges, monsters, and ravines to find new colors and paint the monochromatic world where you and your friends live.
Modeled estimate, not a reported figure. How we estimate →
Media

About
Monochrome Painter tells the story of a colorless character living in a colorless world, but one day, they discovered they had the power to bring color to their world and embarked on a journey to find the colors of their realm.
This is an 8-bit-style platformer where the goal is to paint the game's environment by collecting paint buckets scattered throughout the levels.
Each collected paint bucket adds a new color to the game, and once you finish the game by gathering all the buckets, you can restart it with the environments already colored.
The game features simple mechanics with precision jumping, monsters, and secret passages.
You can play using either a keyboard or a game controller. If you're using a keyboard, the character moves with the arrow keys, and jumps are performed with the "X" or "Space" keys.
The game allows for the creation of additional levels, which can either replace or complement the existing levels in the game. To do this, check the files in the "levels" folder.
Stats
All-time low is the lowest price we've recorded for this game since we started tracking it.
Languages: English
Reviews
NOTA: 3/10 🖤🎨 Monochrome Painter — Bonito, mas vazio. E não do jeito bom. Joguei Monochrome Painter com real curiosidade. A estética monocromática com pinceladas de cor é charmosa e remete a vários clássicos do cenário indie. Visualmente, o jogo chama atenção — e o nome em si já carrega uma possível proposta simbólica. Mas jogando… o impacto foi outro. Como citei o jogo transmite um vazio, e não o tipo contemplativo ou poético. É o vazio da ausência — de densidade, de direção, de propósito claro no design. OBS: 🔸 Jogabilidade travada Os controles são engessados. O jogo exige uso das setas — o que já limita a experiência em teclados 60% (como o K500, cada vez mais comum). A movimentação é dura, sem fluidez, sem coyote time, jump buffer, nem qualquer polimento que torne o ato de jogar prazeroso. Mesmo numa proposta mais “livre”, a sensação é de um jogo que não responde bem ao jogador — e isso, num plataforma, é grave. 🔸 Sound design cru Os efeitos sonoros soam como placeholders: secos, sem peso, desconectados da ação. O som, que deveria reforçar o impacto, ritmo ou ambientação, acaba sendo neutro ou até incômodo. Falta identidade sonora — mesmo com um estilo minimalista, isso faz falta. 🔸 Narrativa implícita desperdiçada O nome “Monochrome Painter” e a escolha estética sugerem um significado mais profundo: talvez algo emocional, sobre identidade, reconstrução, silêncio. Mas nada disso se desenvolve de verdade. Não há ambientação narrativa, nem progressão visual. Não há storytelling simbólico, nem worldbuilding. O jogo não parece querer dizer algo — A experiência vira uma sequência de pulos em preto e branco... e só. OBS: Vazio por acidente, não por escolha Transformar o jogo num free-run minimalista poderia ser uma boa ideia — se tivesse intenção. Mas aqui, com a base mal acabada, isso só ressalta o vazio. É como se o jogo fosse feito pra ser “de uma jogada só”: você abre, joga, diz “ah, legal”, fecha — e nunca mais volta. E aí entra a comparação que mais fez sentido pra mim: Tudo bem um jogo ser só uma “tela azul”. Desde que essa tela azul por meios projetados, Idealizados, etc - tenha profundidade (gradientes, ritmo) silêncio com propósito... Minimalismo não é ausência — é intenção contida. O problema aqui é que o vazio não parece escolha de design. Parece falta. 🔸 Potencial desperdiçado O pior é que existe potencial real. Se o jogo tivesse mais estrutura, cuidado no controle, e explorasse melhor sua estética e talvez proposta narrativa, poderia ser algo muito mais forte. Até mesmo competitivo, com espaço pra comunidade, speedruns, mods — quem sabe? Referências > O estilo não é novo — mas já foi executado com maestria: Limbo (Playdead): usou preto e branco com ambientação emocional fortíssima, sem uma linha de diálogo. Downwell: também monocromático, mas com gameplay preciso e progressão clara. The End is Nigh: minimalismo visual com level design expressivo e narrativa implícita. Gato Roboto: com preto e branco, entrega humor, carisma e ambientação rica — quase sem texto. Esses jogos entenderam a linguagem do vazio intencional. Monochrome Painter, por enquanto, fala parecido, mas não fala a mesma língua. 🔸 Conclusão Se esse jogo for um experimento — ele até cumpre seu papel. Mas como obra fechada, ainda é um rascunho. Tem alma pra ser mais. Mas falta corpo, brincando com o nome da obra falta cores.
Monochrome Painter has a fun gameplay and the maps are more challenging than it looks. Also, it creates an enganging experience where you have to color the world again by finding the paint buckets. I died a few times but later I started to do better jumps lol It was a great experience to work in this project!
Gostei bastante, perfeito pra relaxar e jogar casualmente. A trilha sonora também é um show a parte. Recomendo!
Jogo muito massa e cada detalhe foi bem pensado, definitivamente um jogo muito bom! vou continuar jogando para ver ate onde eu vou >:)
Jogo sensacional, voce fica entretido com ele facinho, ainda mais quando descobre que pode pegar as cores
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Trends
Concurrent players on Steam, sampled daily since tracking started.
Momentum
Pace estimated from the game's recent review growth (our daily snapshots) at its own sales-per-review ratio — a momentum signal, not booked sales.
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