
BioShock is a shooter unlike any other, loaded with unique weapons and tactics. Complete with an arsenal of revolvers, shotguns, and grenade launchers, players will be forced to genetically modify their DNA to become an even deadlier weapon.
Most likely between $16M and $45.3M. On 8 games checked against developer-reported sales, our median error is 11%. How we estimate →
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원작은 하도 팅김이 심해서 리마스터로 했는데 팅이 없는건 좋았음 근데 스토리 명작이라기엔 전개 이전에 스토리 자체가 그렇게 흥미롭지 않음 미국사회에 대한 비판이 잘 녹아있다는데 미국인이 아니라 전혀 모르겠고 예술의 경지 뭐시기도 공감 안됨 인피니트 스토리도 그냥 인디병이라고 생각했는데 이거 해보니까 인피니트는 그냥 신임 옛날게임은 옛날게임의 한계가 확실히 있다 아 그리고 옛날게임이라 게임 플레이 자체는 진짜 재미없다 근데 2007년 게임 2026년에 하면서 재미없다고 하는건 억까고 스토리만 믿고 게임했는데 개실망
Refait sur Steam deck Oled. Une pépite à redécouvrir pour un peu de gaming nostalgique. Toujours aussi bon et prenant. Les environnements sont incroyables.
Bom dia, boa tarde e muito boa noite a todos que vão ler esta análise, que abre a janela para uma utopia submersa, desnudando a contradição de uma cidade que prometia o topo da liberdade humana e te entrega a ruína em primeira mão. Hoje vamos falar de um jogo que você acha que é só sobre dar tiro sob a água. Senhoras e senhores, bem-vindos à cidade submersa de Rapture. [h2]Sem Deuses ou Reis, apenas o Homem[/h2] [b]BioShock é um jogo de ação e aventura em primeira pessoa desenvolvido pela 2K Boston e 2K Australia, publicado pela 2K Games em agosto de 2007 usando a Unreal Engine 2.5[/b]. Você controla Jack, único sobrevivente de um acidente de avião no Atlântico Norte em 1960, que descobre uma escotilha no meio do oceano e desce até Rapture: uma cidade submarina construída pelo magnata [i]Andrew Ryan[/i] como refúgio para indivíduos livres de restrições governamentais, religiosas ou morais, onde cada um pudesse explorar seu pleno potencial sem interferência externa. Quando você chega, Rapture já desmoronou. O que resta é uma cidade Art Déco no fundo do oceano, com uma física de água fantástica para a época, letreiros de néon piscando através de vidros trincados, corredores inundados e cartazes de propaganda de uma utopia que não existe mais. A ambientação não é mero pano de fundo; é o argumento central do jogo materializado em arquitetura. [h2]O homem escolhe, o escravo obedece[/h2] Em A Revolta de Atlas (obra na qual o jogo se inspira abertamente), nos é apresentado Galt's Gulch, uma cidade secreta onde os melhores criadores e industriais do mundo se retiram de uma sociedade que os sufoca. A premissa central do objetivismo de Ayn Rand é que cada homem tem o direito inalienável de viver para si mesmo, sem dever nada a ninguém além de si. Andrew Ryan construiu Rapture sobre essa mesma premissa: um magnata que via tanto o comunismo soviético quanto o socialismo ocidental como ameaças idênticas à liberdade individual. Rapture seria o lugar onde nenhum deles chegaria, onde os grandes homens poderiam ser grandes sem pedir permissão. A filosofia que sustentava essa visão era a Grande Corrente, a ideia do homem feito por si mesmo, o self-made man absoluto. A crença cega de que o indivíduo constrói seu próprio destino puramente pelo mérito, talento e força de vontade, subindo ou caindo sem governo, caridade, religião ou "parasitas". Rand dizia que a felicidade própria é o propósito moral da vida humana e que a conquista produtiva é sua atividade mais nobre. Ryan acreditou nisso tão completamente que construiu uma cidade no fundo do oceano para provar. O paralelo com Nietzsche que o jogo tangencia é fundamental aqui. O objetivismo de Rand, assim como o Übermensch de Nietzsche, o ser que se desprendeu dos valores morais decadentes para fazer da vida uma superação, defendia que indivíduos de capacidade superior não deveriam sentir culpa por buscar conquistas maiores que os outros. A diferença é que Nietzsche falava de uma elevação espiritual e cultural; Ryan falava de negócios. E BioShock mostra o que acontece quando você tira a dimensão humana da equação e deixa apenas a dimensão econômica. [h2]Nossas escolhas nos definem[/h2] A Grande Corrente não previu o ADAM. Uma substância extraída de lesmas marinhas que permite a modificação genética humana, a base dos Plasmids, que dão a Jack habilidades como telecinese, pirocinese e manipulação elétrica, entre outras. O ADAM é a ferramenta do futuro e a droga da decadência ao mesmo tempo. Sua descoberta destruiu Rapture antes que qualquer inimigo externo pudesse fazê-lo. Isso aconteceu porque o ADAM criou uma nova hierarquia, não baseada no mérito, mas no acesso e no vício. Os Splicers — moradores que se modificaram além do ponto de retorno — são o resultado direto de uma utopia onde a liberdade irrestrita de se alterar não tinha limites éticos nem regulamentação. Ryan recusou-se a intervir porque intervir significava quebrar o próprio dogma fundador de Rapture. A liberdade absoluta incluía a liberdade de se destruir. O jogo prova que quando o sucesso pessoal vira a única métrica válida em uma sociedade sem freios sociais, o resultado é a guerra civil e a desumanização completa. [h2]Além do Mar[/h2] A jogabilidade reflete essa filosofia com uma coerência que poucos jogos conseguem alcançar. Jack sobrevive combinando armas convencionais com Plasmids, e o jogo impõe uma escassez constante de recursos, forçando escolhas estratégicas reais. Você não pode ter tudo. Precisa decidir o que priorizar, o que hackear e o que deixar para trás. É a Grande Corrente em forma de mecânica: você sobe ou cai pelas escolhas que faz. O diferencial que torna BioShock único em sua construção de mundo são os diários de áudio espalhados pelos corredores. Moradores anônimos de Rapture — o médico que acreditou no sonho de Ryan, a mãe que viu o filho se transformar em um Splicer, o artista devorado pelo próprio ego — contam a ruína em primeira pessoa. Essa técnica de narrativa ambiental transforma a exploração em uma forma de empatia. Você entende o que foi perdido antes de entender o que foi construído. A trilha sonora da época potencializa essa sensação de um jeito genial. As músicas licenciadas dos anos 30 a 50 são alegres, nostálgicas e carregam um certo teor melancólico. Ouvir canções vibrantes soando em vitrolas no meio de corredores destruídos e tomados pela paranoia cria uma ironia perturbadora. Essa música calorosa é o eco da promessa feliz de Rapture tocando sobre os escombros da sua própria desgraça. Os Big Daddies e as Little Sisters são o símbolo mais honesto do que Rapture se tornou. As garotas coletam o ADAM dos cadáveres da cidade, condicionadas mentalmente ao ponto de não enxergarem a monstruosidade do que fazem. Para elas, os corpos são "anjos" adormecidos num mundo encantado. Os Big Daddies têm o amor paternal deformado em ferramenta biológica de controle — o vínculo humano transformado em recurso explorável. O dilema é direto: resgatar as Little Sisters ou colhê-las. O jogo não te impede nem impõe regras morais externas; ele apenas registra. A moralidade em BioShock não é um conceito abstrato, mas o custo real das suas escolhas em um ecossistema onde a ética cedeu lugar ao pragmatismo absoluto. [h2]Você Poderia Gentilmente?[/h2] Em suma, BioShock é cristalino no que se propõe a debater. A cidade não é apenas o cenário; Rapture é o argumento tangível de que toda utopia cega é uma ficção iminentemente fadada ao fracasso. O criador diretivo afirmou que BioShock não é um ataque simplista ao objetivismo, é uma análise honesta do que acontece com qualquer sistema quando os seres humanos o habitam. Andrew Ryan falhou não porque o objetivo era inteiramente errado, mas porque nenhum sistema sobrevive intacto ao contato com a natureza humana. Rapture não desmoronou porque a liberdade é má; desmoronou porque a liberdade sem uma base ética comum produz exatamente o que Ryan mais temia — uma guerra de todos contra todos. BioShock é uma das poucas obras interativas que consegue fazer o jogador questionar suas próprias escolhas não por meio de um discurso, mas por meio de consequências reais dentro de um mundo que funciona como prova tangível de uma tese filosófica. E era isso que eu queria falar de BioShock. Obrigado por lerem esta análise. Qualquer dúvida ou comentário é mais do que bem-vindo. Comam água e bebam fruta. Se cuidem. E até a próxima análise.
best game ever
Perfeito
A good way to play the original BioShock on a modern system. The core game is still excellent, especially the setting, story, and atmosphere. The remaster does not completely hide the game’s age, but it is still well worth playing.
This is my game it doesn't need any rating! This game is iconic even for 50 years ahead
Giochi che hanno segnato una generazione e che non hanno nulla da invidiare a titoli moderni. Bioshock unisce un'ambientazione suggestiva ad una trama avvincente e con un gran colpo di scena finale. La versione remastered pecca di qualche crash sporadico ma nulla di che. Consiglio vivamente l'acquisto!
A pretty fun game with a cool plot twist, the setting is underwater(peak) but scary(so don't play at night). The game itself runs really great, no glitches at all, not a single crash. It also has a very legendary status in the gaming community from what i've heard, but it didn't feel very groundbreaking.
Puto juego todo hermoso de masco una lagrima de la ñonga