
It’s time to join the Brotherhood.
Most likely between $1.8M and $5.1M. How we estimate →
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Themes across 1066 recent reviews and how positive each mention is. A keyword signal, not full sentiment analysis.
positive critical· bar length = how often the theme comes up
Reviews
Buy this if you want your accounts suspended the next day. Nice job UBISLOP!!! Edit: 2 days in and still suspended.... I wonder, what's my violation for having my account suspended? I DON'T ♥♥♥♥♥♥♥ KNOW!!!
NE JOUEZ PAS A CA C'EST TELLEMENT BUGUE
Best game
即使是十多年前的作品,放在刺客信条系列里依旧夯
Eu já sabia que Assassin's Creed Brotherhood era considerado um dos grandes jogos da franquia, mas não esperava terminar ele com uma sensação tão específica: “foi só isso?”. E não digo isso porque o jogo seja ruim, muito pelo contrário. Brotherhood é excelente, talvez um dos Assassin's Creed mais divertidos de jogar. O problema é que ele é curto demais, principalmente porque quando finalmente sinto que estou dominando Roma, construindo minha Irmandade e chegando no auge da história, o jogo simplesmente acaba. Eu queria mais. A história começa praticamente imediatamente depois de Assassin's Creed II. Ezio já não é mais aquele jovem impulsivo em busca de vingança. Ele está mais experiente, confiante e muito mais próximo de um verdadeiro Mestre Assassino. Só que tudo muda quando Cesare Borgia destrói Monteriggioni e mata Mario. Ezio perde praticamente tudo e precisa reconstruir sua vida em Roma. E é justamente aí que Brotherhood encontra sua melhor ideia: a reconstrução de Roma acontece junto com a reconstrução da Irmandade. A cidade está dominada pelos Borgia, com torres controlando os distritos e a influência da família presente por todos os lados. Aos poucos você começa a recuperar tudo, destruindo torres, libertando distritos, comprando lojas e restaurando a cidade. Ver o mapa mudar de um território completamente dominado pelos Borgia para uma Roma que parece cada vez mais sua é extremamente satisfatório. Mas a verdadeira alma do jogo está na Irmandade. Em Assassin's Creed II, Ezio é o protagonista. Aqui, ele começa a se tornar um líder. Você recruta pessoas, treina seus Assassinos e envia eles para missões pela Europa. E existe uma sensação absurda de evolução quando aquele personagem que você encontrou indefeso se transforma em alguém capaz de eliminar seus próprios alvos. Quando você chama seus recrutas durante uma missão e vê vários Assassinos surgirem das sombras, fica claro que Ezio não está mais sozinho. Você construiu uma organização. O combate também abraça completamente essa fantasia de poder. Brotherhood transforma Ezio em uma máquina de matar. As execuções em sequência são exageradas, pouco realistas e extremamente divertidas. Você elimina um inimigo, parte para outro, usa uma faca, continua a sequência e, quando percebe, existe uma pilha de cadáveres ao seu redor. É simplesmente divertido pra caralho. Ezio também está no auge aqui. Ele não é mais o garoto de Assassin's Creed II, mas ainda não é o homem mais velho de Revelations. Está confiante, sarcástico, habilidoso e extremamente carismático. A relação com Leonardo continua excelente, e suas missões estão entre os momentos mais divertidos do jogo. Cesare Borgia funciona muito bem como antagonista. Ele é arrogante, agressivo e obcecado por poder, representando praticamente o oposto de Ezio. O problema é que eu queria muito mais dessa rivalidade. Existe potencial para uma história gigantesca entre os dois, mas quando sinto que finalmente estamos chegando ao auge, o jogo termina. E esse é o grande problema de Brotherhood para mim. Não faltam coisas para fazer. Roma tem missões secundárias, contratos, desafios, lojas, tesouros, missões de Leonardo, esconderijos e vários outros conteúdos. O problema é que a campanha principal parece curta demais para tudo que o jogo construiu. Você começa a reconstruir Roma, desenvolve a Irmandade, conhece os personagens e, quando finalmente sente que está no auge da experiência, aparecem os créditos. E talvez essa seja a melhor prova de que Brotherhood fez alguma coisa certa: eu terminei querendo continuar. Queria mais tempo em Roma, mais missões com a Irmandade, mais Cesare, mais Leonardo e simplesmente mais Ezio. Não porque estivesse entediado, mas porque o mundo conseguiu me prender. Brotherhood é um jogo excelente. Tem um dos melhores Ezios da franquia, uma Roma fantástica, uma mecânica de progressão extremamente satisfatória e talvez a melhor fantasia de “ser um Assassino” da trilogia clássica. Mas para mim faltou tempo para essa história respirar. Assassin's Creed II mostra Ezio se tornando um Assassino. Brotherhood mostra Ezio se tornando um líder. E eu só queria que o jogo tivesse deixado essa história durar um pouco mais. Nota final: 9/10.
lo recomiendo mucho,se pasa el tiempo rapido y esta entretenido
Es como el 2, pero mejor
Ничто не истинно, всё дозволено.
Das Spiel ist immer noch ein Kracher. Was nervt sind die voreingestellten Steuerungen am PC, das könnte allerdings nur mein Problem sein. Das meine Änderungen nicht gespeichert werden, ist allerdings echt nervig.
[i][b]"Algumas sequências apenas continuam uma história. Assassin's Creed Brotherhood faz algo muito mais difícil: pega tudo o que tornou Assassin's Creed II inesquecível e consegue elevar ainda mais essa experiência."[/b][/i] [hr][/hr] Bom, por onde começar? [b]Assassin's Creed Brotherhood[/b] é, para mim, uma sequência quase perfeita. Se [b]Assassin's Creed II[/b] representou a consolidação da franquia, [b]Brotherhood[/b] refinou praticamente tudo aquilo que já funcionava. A movimentação está mais fluida, o combate recebeu melhorias importantes e as novas mecânicas tornam a experiência ainda mais prazerosa, sem perder a essência que tornou a Trilogia Ezio tão especial. Mais do que isso, encontramos um Ezio Auditore completamente diferente daquele jovem impulsivo do jogo anterior. Agora, vemos um homem mais maduro, experiente e preparado para assumir responsabilidades muito maiores. Sua jornada deixa de ser apenas uma história de vingança e passa a ser a trajetória de um verdadeiro Mestre Assassino, responsável por reconstruir e liderar toda uma Irmandade. Assim como aconteceu com [b]Assassin's Creed II[/b], revisitar esse jogo despertou em mim uma enorme nostalgia. Também tive a oportunidade de conhecê-lo na época do PlayStation 3, e voltar a explorá-lo tantos anos depois, agora no PC, foi uma experiência extremamente especial. Roma continua sendo uma das cidades mais marcantes da franquia. Caminhar por suas ruas, observar os NPCs seguindo suas rotinas, descobrir locais históricos e simplesmente apreciar a ambientação são partes fundamentais da experiência. Sou o tipo de jogador que gosta de explorar tudo, completar atividades paralelas e conhecer cada canto do mapa antes de avançar na campanha principal, e [b]Brotherhood[/b] recompensa muito bem esse estilo de jogo. Reencontrar personagens como Leonardo da Vinci também foi muito marcante. É curioso como alguns personagens despertam a sensação de estarmos revendo um velho amigo depois de muitos anos. Sentar ao lado de Leonardo e realizar suas missões secundárias são momentos que possuem uma ternura própria e que, para mim, podem ser tão especiais quanto diversos acontecimentos da história principal. O jogo também complementa aspectos importantes da vida pessoal de Ezio por meio das [b]Memórias de Cristina[/b]. Cristina Vespucci aparece no início da jornada do personagem, em [b]Assassin's Creed II[/b], mas sua relação com ele acaba ficando em segundo plano. Em [b]Brotherhood[/b], temos a oportunidade de reviver momentos desse relacionamento e compreender melhor a história daquele que foi um dos grandes amores de Ezio. Essas memórias tornam o protagonista ainda mais humano e acrescentam um peso emocional muito especial à sua trajetória. A mecânica da Irmandade também merece destaque. Convocar outros Assassinos para ajudá-lo durante as missões pode, inicialmente, parecer uma maneira de tornar o jogo mais fácil. Para mim, porém, ela reforça a sensação de progresso. Depois de acompanhar toda a evolução de Ezio, faz sentido que ele finalmente deixe de agir sozinho e passe a liderar aqueles que compartilham de seus ideais. Essa mecânica não representa apenas uma vantagem durante o gameplay, mas também a consolidação de sua transformação em Mestre Assassino. Nem tudo, porém, é perfeito. O launcher da Ubisoft continua sendo um dos pontos mais inconvenientes para quem joga no PC, além de alguns pequenos bugs ocasionais. Outro aspecto que nunca conseguiu me prender completamente foi a narrativa dos tempos atuais. Ela possui sua importância dentro da franquia, mas, particularmente, sempre me vi ansioso para voltar ao Animus e continuar vivendo a jornada de Ezio, que é, sem dúvida, o grande coração da experiência. Talvez [b]Assassin's Creed II[/b] continue ocupando um lugar um pouco mais especial no meu coração pela carga nostálgica que carrega. Ainda assim, isso não diminui em absolutamente nada a qualidade de [b]Brotherhood[/b]. Muito pelo contrário: ele consegue honrar tudo o que veio antes enquanto acrescenta novas ideias que enriquecem ainda mais essa jornada. Existe também uma sensação de conforto ao retornar a esses jogos. Explorar Roma, rever Ezio e Leonardo, realizar as missões das guildas e observar aquele mundo funcionando me transmite segurança e familiaridade. São personagens e lugares que conheci muitos anos atrás e que agora posso revisitar com outros olhos. [b]Brotherhood[/b], portanto, não é apenas uma excelente sequência. Para mim, ele representa também um reencontro: com seus personagens, com aquele universo e com uma fase da minha própria vida que permanece viva na memória. Se você terminou [b]Assassin's Creed II[/b], não pense duas vezes antes de iniciar [b]Brotherhood[/b]. A história de Ezio simplesmente não estaria completa sem ele. Algumas trilogias ficam marcadas pela qualidade de seus jogos. A Trilogia Ezio ficou marcada por nos fazer crescer junto com um dos maiores protagonistas da história dos videogames. [hr][/hr] [i][b]"Hoje percebo que não estou apenas revisitando Roma ou reencontrando Ezio. Estou revisitando uma época da minha vida em que as coisas pareciam mais simples."[/b][/i]